O Brasil tem mais de 250 espécies de abelhas sem ferrão. Todas perderam o ferrão ao longo da evolução, porém nenhuma ficou indefesa.
A arapuá morde. E não morde em qualquer lugar: procura os olhos e a narina do invasor.
As mirins usam resina. Grudam o invasor até ele não conseguir mais se mover.
A jataí faz o mais impressionante: as guardas mordem o inimigo e
soltam a própria cabeça no processo. A mandíbula continua presa, mesmo depois que a abelha já morreu.
A caga-fogo, que tem esse nome por um bom motivo, lança uma substância cáustica que queima a pele do invasor.
Perder o ferrão não significou perder a briga. Significou trocar de estratégia.
Fonte: A.B.E.L.H.A.
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