A principal diferença no impacto da sustentabilidade está no modelo de produção: a agricultura familiar aposta na diversidade de cultivos e no uso moderado de químicos, enquanto o agronegócio opera em larga escala com foco em commodities e alta tecnologia.
Agricultura Familiar
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Uso de solo e diversidade: Utiliza pequenas porções de terra com policultivos
(várias culturas juntas), o que protege o solo contra o esgotamento de
nutrientes.
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Agroquímicos: Aplica
menor volume de insumos químicos, facilitando a transição para práticas
orgânicas ou agroecológicas.
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Impacto social: Mantém as pessoas no campo, gerando renda e fortalecendo a economia de
comunidades locais.
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Segurança alimentar: Produz a maior parte dos alimentos básicos que vão direto para a mesa
da população.
Agronegócio
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Escala e monocultura: Trabalha com grandes extensões de terra dedicadas
a monocultivos (como soja, milho e algodão), exigindo manejo intensivo.
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Tecnologia e insumos: Depende de forte mecanização e uso extensivo de
fertilizantes e defensivos agrícolas para garantir alta produtividade por
hectare.
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Pressão ambiental: Apresenta maior risco de desmatamento associado à expansão de
fronteiras agrícolas e compactação do solo, embora adote técnicas modernas de
preservação e plantio direto.
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Economia global: Foco na exportação de commodities, gerando divisas essenciais
para a balança comercial do país
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