5 de agosto de 2026

QUAIS ORGÃOS E ENTIDADES DE MATO GROSSO O AGRICULTOR FAMILIAR PODE IR PARA ACESSAR PROJETOS DE POLITICAS PÚBLICAS EM DE TURISMO RURAL

 O agricultor familiar em Mato Grosso pode buscar suporte na Empaer (Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural) e na Seaf (Secretaria de Estado de Agricultura Familiar) para acessar assistência técnica e projetos de políticas públicas voltados ao turismo rural na agricultura familiar.

Órgãos Estaduais e Executores

·         Empaer-MT: Oferece assistência técnica e extensão rural direta, realizando diagnósticos de potencial turístico nas propriedades e apoio na formatação de rotas.


·         Seaf-MT: Formula e executa políticas estaduais de apoio ao desenvolvimento rural sustentável e inclusão produtiva.


·         Sedec-MT (Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico): Atua em articulações de turismo e parcerias para diversificação de renda regional.

Entidades de Apoio e Cadastro Oficial

·         Sebrae-MT: Presta consultoria de planejamento de negócios, capacitação em atendimento e estruturação de mercado para empreendimentos turísticos.


              Senar - MT : Presta consultoria de  capacitação em atendimento e estruturação de mercado para empreendimentos turísticos.

S

·         Ministério do Turismo (Cadastur): Produtores rurais que oferecem serviços remunerados de acolhida podem realizar o cadastro oficial de prestadores de serviços turísticos, com suporte técnico da Empaer.


·         Prefeituras Municipais (Secretarias de Agricultura/Turismo): Acessam convênios estaduais e auxiliam na organização comunitária local.

QUAIS DOCUMENTOS O AGRICULTOR PRECISA TER PARA ACESSAR PROJETOS DE POLITICAS PÚBLICAS EM DE TURISMO RURAL

Para acessar projetos de políticas públicas e crédito voltados ao turismo rural, o agricultor familiar precisa apresentar documentos pessoais, comprovação da atividade e da terra, além de registros específicos do setor turístico, como o Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF) e o Cadastur.

Documentos Pessoais e da Família

·         RG e CPF do titular e do cônjuge (se houver).


·         Certidão de casamento ou nascimento.


·         Comprovante de residência atualizado (conta de luz ou água).

Comprovação da Terra e da Atividade

·         CAF (Cadastro Nacional da Agricultura Familiar): substituiu a antiga DAP e é o principal passe para programas federais.


·         Documento do imóvel rural: escritura pública, matrícula no cartório, ou contratos de parceria, comodato ou posse mansa.


·         CCIR (Certificado de Cadastro de Imóvel Rural) do Incra e comprovante de pagamento do ITR.

Formalização do Turismo Rural

·         Cadastur: registro opcional mas recomendado do Ministério do Turismo para produtores rurais que oferecem hospedagem, alimentação ou vivências no campo.


·         CPF com CAEPF ativo (Cadastro Específico do INSS) ou CNPJ da atividade rural/turística.

·         Alvará de funcionamento da prefeitura municipal, caso exija atendimento direto ao público na propriedade.

SAIBAM COMO O CAF substitui a antiga Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) e agora é o documento oficial para acesso as políticas públicas.

 Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF) substituiu a antiga Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) como o registro oficial para identificar e qualificar as unidades de produção da agricultura familiar no Brasil. 

Regulamentado por sistema eletrônico integrado, o CAF serve como identidade única no campo para destravar o acesso a mais de 20 programas federais de incentivo, crédito e compras públicas. 

Como Ocorre a Substituição


·         Fim da DAP: A emissão de novas DAPs foi encerrada, sendo o CAF o único instrumento válido para novos cadastros. DAPs antigas mantiveram validade até o fim de seus prazos originais, mas já foram totalmente substituídas na prática. 


·         Validação de Dados: O sistema do CAF cruza dados do produtor com bases federais automaticamente para evitar fraudes e conferir maior segurança jurídica ao documento. 


·         Abrangência Ampla: Diferente da DAP, que era muito atrelada apenas a regras de crédito do Pronaf, o CAF foi desenhado como um cadastro de políticas públicas gerais da agricultura familiar. 

Acesso às Políticas Públicas


·         Crédito Rural: É o requisito básico para obter financiamentos e juros mais baixos pelo Pronaf.


·         Compras Governamentais: Permite a venda de alimentos para programas como o PAA (Programa de Aquisição de Alimentos) e o PNAE (Alimentação Escolar).


·         Previdência Social: Funciona como importante elemento comprobatório de atividade rural perante o INSS para fins de aposentadoria.


·         Outros Benefícios: Garante entrada em ações de assistência técnica, habitação rural e programas estaduais ou municipais específicos. 

Quem Pode se Inscrever e Onde Fazer


·         Público Elegível: Agricultores familiares, pescadores artesanais, aquicultores, silvicultores, extrativistas e povos tradicionais conforme a Lei da Agricultura Familiar. 

SAIBAM COMO: Realizar a inscrição no Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF)

 Iniciar

 ImprimirCompartilhe:  Compartilhe no Whatsapp Compartilhe no Facebook Compartilhe no Twitter Compartilhe no LinkedinCompartilhar essa página

·         O que é?

O Cadastro Nacional da Agricultura Familiar - CAF é utilizado para identificar quem faz parte da agricultura familiar e para ajudar o governo a planejar e aplicar políticas públicas voltadas para esse público.

Com o CAF, é possível registrar:

·         A Unidade Familiar de Produção Agrária - UFPA,

·         Os Empreendimentos Familiares Rurais,

·         E as cooperativas e associações da agricultura familiar.

Fazer a inscrição no CAF é o primeiro passo para ter acesso a vários programas e benefícios do governo voltados para a agricultura familiar.

O CAF substituiu a antiga Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) e agora é o documento oficial para acesso as políticas públicas.

Para se inscrever no CAF, o agricultor ou agricultora deverá procurar uma entidade credenciada na Rede CAF, pois apenas os agentes autorizados podem realizar o cadastro.

Mais informações sobre o CAF estão disponíveis no site:

·         Quem pode utilizar este serviço?


·         Etapas para a realização deste serviço


·         Outras Informações

 

COMO FAZER O SEU CADASTRO DE AGRICULTOR FAMILIAR - CAF

Para fazer o CAF (Cadastro Nacional da Agricultura Familiar), que substituiu a antiga DAP, você deve reunir seus documentos pessoais e de posse da terra e procurar uma entidade credenciada, como a Secretaria Municipal de Agricultura, a Empaer  ou um Sindicato de Trabalhadores Rurais. 

O serviço é gratuito.

Documentos necessários

·         RG e CPF de todos os membros da família maiores de 16 anos.


·         Comprovante de residência.


·         Comprovante da terra (Escritura pública, matrícula do imóvel, contrato de arrendamento, parceria, comodato ou autodeclaração de posse).


·         Documentos ambientais e fiscais (como o CAR e o ITR, se aplicável).


·         Comprovantes de renda de todas as atividades produtivas da família. 


       Onde solicitar o cadastro


·         Órgãos locais: Procure a Empaer, a Secretaria de Agricultura da sua cidade ou o Sindicato Rural/de Trabalhadores Rurais.


·         Entidades autorizadas: O pedido é feito no sistema por um agente credenciado da Rede CAF. 


        Você pode conferir os detalhes e orientações oficiais de atendimento diretamente no Portal Gov.br.

COMO COMEÇAR UM NEGÓCIO DE TURISMO NA AGRICULTURA FAMILIAR NA SUA PROPRIEADADE

Para começar o turismo na agricultura familiar, avalie o potencial da sua propriedade, planeje a infraestrutura básica e defina quais atividades serão oferecidas — como colheita e pague, vivências no campo, venda de produtos artesanais ou gastronomia típica. 

A atividade funciona como uma renda complementar segura sem perder o foco na produção rural.

Assista a este vídeo para entender como preparar sua propriedade e buscar qualificação para receber turistas:

COMO COMEÇAR O TURISMO NA PROPRIEADADE ...

Avaliação e Planejamento Inicial

·         Descubra a vocação da sua terra: identifique atrativos como rios, animais, hortas, trilhas ou a própria rotina de produção.


·         Pense no perfil do visitante: veja se o local oferece a tranquilidade, o ar puro e o contato com a natureza que as pessoas buscam.


·         Projete a atividade complementar: decida se o foco será receber turistas apenas para o dia (day use), refeições ou venda direta de produtos da agroindústria.   


           Adequação e Organização do Espaço

·      


·         Prepare uma recepção limpa e segura: organize o espaço para estacionamento, banheiros acessíveis e áreas sombreadas.


·         Invista na sinalização e conforto: estruture caminhos fáceis de andar e locais adequados para a venda ou degustação dos alimentos.


·         Garanta a higiene na manipulação: se houver venda de alimentos ou cafés coloniais, siga as normas sanitárias locais.

Capacitação e Legalização

·         Busque apoio técnico especializado: instituições como a SEADTUR, SEAF, EMPAER, SEBRAE e SENAR, oferecem orientações e cursos específicos sobre Turismo Rural.


·         Conheça as regras e leis: o turismo rural é reconhecido como atividade complementar e não retira os direitos de produtor rural ou aposentadoria especial.


·         Cadastre o negócio: registre a atividade de forma gratuita pelo sistema oficial para obter mais segurança jurídica.

COMO RESOLVER UMA DEMANDA DE PROJETO DE TURISMO RURAL NA AGRICULTURA FAMILIAR

Para resolver uma demanda de projeto de turismo rural na agricultura familiar, faça o diagnóstico dos atrativos da propriedade, organize o cadastro no Cadastur como atividade complementar (conforme as regras que protegem o segurado especial), busque capacitação técnica e estruture a oferta de vivências, hospedagem ou produtos artesanais locais.

Um guia prático sobre como dar os primeiros passos para estruturar o turismo na sua propriedade rural:

COMO COMEÇAR O TURISMO NA PROPRIEADADE .

Planejamento e Diagnóstico da Propriedade

·         Identifique potenciais: Liste elementos culturais, trilhas, banhos de rio, animais ou plantações que interessem aos visitantes.


·         Avalie a infraestrutura: Verifique o acesso de estradas, disponibilidade de água, energia e espaço para recepção.


·         Considere a vocação local: Alinhe o projeto à produção de hortifrúti, queijos, doces ou artesanatos típicos da região.

Regularização e Segurança Jurídica

·         Mantenha documentos em dia: Tenha em mãos a documentação da terra e o seu Registro da Agricultura Familiar, como o CAF.


·         Cadastre a atividade: Faça o registro opcional e gratuito no Cadastur para ter acesso a linhas de crédito e políticas públicas sem perder direitos previdenciários de produtor rural.


·         Respeite normas locais: Obtenha o alvará municipal e siga rigorosamente as leis de vigilância sanitária se houver venda de alimentos ou hospedagem.

Capacitação e Parcerias

·         Busque apoio institucional: Procure órgãos de extensão rural ou sindicatos locais para receber assistência técnica.

·         Integre a rede local: Participe de conselhos municipais de turismo ou rotas integradas na sua região.

 

4 de agosto de 2026

ONDE LOCALIZAR OS TÉCNICOS E CONSULTORES EM TURISMO RURAL NO ESTADO DE MATO GROSSO

 Não há uma lista pública nominal de consultores pessoa física especializados em turismo rural em Mato Grosso. 

Os órgãos e entidades oficiais como o SEAF,  EMPAER-M, SEBRAE-MT e SENAR – MT, que operam por meio de credenciamentos de empresas ou programas institucionais de assistência técnica (ATER), 

*Não  fazem  exposição pública de nomes de CPFs individuais.

Canais de Atendimento e Fomento ao Turismo Rural

·         Empaer-MT: Órgão estadual que executa projetos de apoio à agricultura familiar e turismo rural

.

·         SEAF-MT: Orgão oficial de Agricultura Familiar de Mato Grosso, tem no seu quadro técnicos especializados no assunto.

.

·         SEDEC – SEADTUR: Orgão Oficial de Turismo de Mato Grosso, tem no seu quadro técnicos especializados no assunto.


·         Sebrae-MT: Oferece programas de capacitação e consultoria voltados para o desenvolvimento de negócios no campo.


·         Senar-MT: Disponibiliza treinamentos de planejamento e implantação de turismo rural em parceria com o sistema sindica

Leia aqui sobre os principais problemas do turismo rural em Mato Grosso

Os principais problemas do turismo rural em Mato Grosso atualmente envolvem infraestrutura precária, custos elevados e falta de planejamento profissional

Embora o estado possua grande potencial ecológico, o setor enfrenta barreiras práticas para se consolidar

Infraestrutura e Acesso

·         Estradas ruins: Dificuldade de acesso por rodovias vicinais precárias ou sem pavimentação que ligam as cidades às propriedades rurais.


·         Conectividade limitada: Falta de sinal de celular e internet de qualidade nas zonas rurais, o que dificulta reservas, pagamentos eletrônicos e a comunicação dos visitantes.


·         Escassez de leitos: Pouca infraestrutura de hospedagem familiar ou pousadas estruturadas dentro das propriedades rurais.

Gestão e Economia

·         Custos e preços: Custos elevados de deslocamento regional e diárias que afastam parte do público local.


·         Falta de capacitação: Dificuldade dos produtores rurais em gerir negócios turísticos com foco em atendimento profissional e normas de segurança.


·         Divulgação insuficiente: Baixa promoção dos roteiros do interior pelo poder público e falta de integração entre os municípios para criar circuitos regionais fortes.

Impactos Ambientais e Climáticos

·         Vulnerabilidade a queimadas e secas: Ocorrência de incêndios e períodos de seca extrema que afetam diretamente a paisagem e a operação de pousadas rurais e de ecoturismo.

Gostaria de aprofundar a conversa sobre alguma região específica de Mato Grosso, como o Pantanal ou o entorno de Cuiabá e Chapada dos Guimarães?

8 Erros comuns de quem começa no turismo em áreas rurais (e como evitar)

 8 Erros Comuns de Quem Começa no Turismo ruralPor

Transformar uma propriedade em um espaço de turismo em áreas rurais pode ser uma excelente fonte de renda, mas muitos cometem erros que custam caro.

Se você está pensando em oferecer experiências no campo e receber visitantes, leia este artigo até o fim. Ele vai te poupar tempo, dinheiro e frustração.

A ideia de ter um espaço de turismo em áreas rurais é ótima e ainda está em alta no Brasil.

O turismo é uma excelente oportunidade de gerar renda de forma sustentável, seja com vivências do campo (turismo rural), educação na natureza (ecoturismo) ou experiências ligadas à produção agrícola (agroturismo).

Além disso, pode preservar a propriedade e criar novas oportunidades para a família.

Mas atenção: não basta ter estrutura ou vontade de empreender no turismo, quem está começando costuma cometer erros que atrasam o projeto ou causam prejuízos.

Para que um projeto turístico no campo funcione de verdade, é preciso muito mais do que recursos financeiros. 


É necessário considerar:

✅ A qualidade dos recursos naturais (paisagem, água, fauna e flora)

✅ Os saberes do homem do campo, tradições e vivências locais

✅ A sustentabilidade: respeitar o meio ambiente e valorizar o que já existe

✅ A vocação turística da região: há procura? há estrutura? há acesso?

✅ E, principalmente, os aspectos de gestão de negócios turísticos: planejamento, atendimento, divulgação e operação

Muitos proprietários cometem erros logo no início por falta de orientação, por empolgação ou por não conhecer o setor turístico e o que é realmente necessário para o turista a curto, médio e longo prazo.

Neste artigo, você vai conhecer os 8 erros mais comuns cometidos por quem está desenvolvendo um espaço de turismo em áreas rurais sem orientação, e como evitar cada um deles com dicas práticas e aplicáveis à realidade do campo (estes erros foram observados em nossas consultorias nos últimos 5 anos).

Se você quer transformar sua propriedade em uma experiência autêntica, rentável e sustentável, este conteúdo é para você.

Os 8 erros são:

1. Não entender qual tipo de turismo combina com a propriedade

Cada propriedade tem características diferentes. Algumas são perfeitas para trilhas e cachoeiras (ecoturismo), outras para receber visitantes interessados na vida rural ou em vivenciar a produção da terra (agroturismo).

Como evitar:

  • Uma avaliação do que sua terra oferece de forma natural: paisagens, produção, cultura, tranquilidade, vai fazer toda a diferencia. Mais foco significa mais clientes ideais.

  • Escolha o tipo de turismo mais adequado à sua realidade.

2. Não conhecer o perfil do turista

Nem sempre o público que você imagina e quer é o que realmente busca o tipo de experiência que quer oferecer.

Como evitar:

  • Uma pesquisa do perfil dos visitantes que frequentam sua região vai te trazer luz sobre o que oferecer.

  • Entenda se eles procuram descanso, aventura, vivência educativa ou alimentação do campo.

3. Investir em estrutura antes de ter um plano

Construir chalés, piscinas, SPA, quadras esportivas ou restaurantes sem planejamento pode gerar desperdício.

Como evitar:

  • Um levantamento sobre que experiências simples, utilizando o que você já tem, vai te poupar muito $$$.

  • Teste o interesse do público antes de grandes investimentos.

4. Não valorizar os recursos já existentes

Muitos proprietários acreditam que precisam criar atrações novas, quando na verdade a riqueza já está na terra ou nas suas habilidades.

Como evitar:

  • Um resgate da sua história, entender os pontos de encantamento da sua produção rural, seu pomar, seus animais, sua mata. Isso é o que o turista quer conhecer.

5. Esquecer da legislação e da segurança

Receber pessoas exige responsabilidade. Acidentes ou denúncias podem gerar prejuízos.

Como evitar:

  • Consulte as leis ambientais e sanitárias do seu municipio.

  • Tenha itens básicos de segurança (corrimãos, sinalização, primeiros socorros) e seguros adequados ou conte como nosso check list de prevenção de acidentes..

  • Nas nossas consultorias entregamos um check list para verficar mais de 50 pontos  que podem oferecer riscos.

6. Não investir em divulgação

Se ninguém souber que sua propriedade oferece experiências e serviços relacionados ao turismo ninguém irá.

Como evitar:

  • Aprenda ou contrate quem entende de presença digital: Google Meu Negócio, Instagram e WhatsApp principalmente.

  • Providencie boas fotos, vídeos curtos e conte sua história.

7. Querer fazer tudo sozinho

O turismo é de pessoas para pessoas, exige muitas funções: atendimento, manutenção, divulgação, planejamento… e fazer tudo sozinho desgasta e limita o crescimento.

Como evitar:

  • Envolva familiares, parceiros ou busque apoio especializado em lidar com pessoas e serviços.

  • Aprenda a contratar e delegar, organize as funções com clareza, tenha manuais de boas práticas.

8. Não buscar aconselhamento especializado

Muitos escutam apenas vizinhos ou conhecidos que não têm experiência no setor turístico e acabam tomando decisões erradas.

Como evitar:

  • Procure ajuda de quem entende do turismo e da gestão de espaços turísticos em áreas rurais.

  • Uma boa orientação economiza tempo, dinheiro e evita erros que podem comprometer seu projeto.

Agende agora uma consultoria comigo. Vamos identificar:
  • Qual tipo de turismo mais combina com você e sua propriedade

  • Quais recursos podem ser explorados

  • Como começar de forma simples, consciente e sustentável

FONTE: https://www.quadroconsultoria.com.br/8-erros-comuns-de-quem-comeca-no-turismo-em-areas-rurais-e-como-evitar/

*Luciane Quadro, turismóloga, especialista em marketing turístico, consultora em turismo  há mais de 20 anos e já ajudou mais de 2.450 pessoas no desenvolvimento de suas propriedades.