Este livro foi escrito para você aprender sobre Turismo Rural -Adquira o seu o mais rápido possível
O livro tem como objetivo efetuar uma pesquisa e estudo detalhado no contexto do espaço rural e natural do Estado de Mato Grosso, visando demonstrar como a
modalidade de atividades turística vem sendo desenvolvida, bem como apresentar os entraves e as limitações dos atores envolvidos neste setor, sobretudo refletir
sobre o papel e a atuação do Estado
Saiba mais sobre quem criou o conteúdo
Geraldo Donizeti Lucio
Geraldo Donizeti Lúcio e o autor e criador do Blog - turismoruralmt.com , monitor e técnico em agropecuária, economista, teólogo, especialista em Turismo Rural.
Atualmente ele tem 66 anos de idade é casado com três filhos e seis netos com o sétimo chegando no mês de outubro.
Geraldo Lúcio, um profissional ligado à área de extensão rural e agricultura familiar em Mato Grosso, tendo atuado como: secretário de finanças da Prefeitura Municipal de Rio Branco, diretor de Agricultura da Capital em Cuiabá esteve a disposição da SEADTUR, está atualmente a disposição da SEAF, mas é servidor de carreira da Empresa Matogrossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer-MT) desde o ano de 1984.
Este livro eu resolvi escrever para retratar um pouco da minha trajetória de vida enquanto servo do Único Deus – Jesus Cristo, à partir dos anos de 1960, ano em que nasci, mais especificamente no dia 27 de janeiro de 1960, na pacata cidade de Santa Rosa de Viterbo, no interior de São Paulo. Estarei abordando e compartilhando alguns detalhes no decorrer dos escritos com meus amigos leitores, sobre a minha infância, adolescência, juventude, e agora maturidade, já com meus 66 anos de idade
O Cenário TRAF - MT - Turismo Rural na Agricultura Familiar está disponível para você ter conhecimentos sobre o tema -Adquira o seu e tenha uma boa experiência
Geraldo Donizeti Lúcio e o autor e criador do Blog - turismoruralmt.com , monitor e técnico em agropecuária, economista, teólogo, especialista em Turismo Rural.
Atualmente ele tem 66 anos de idade é casado com três filhos e seis netos com o sétimo chegando no mês de outubro.
Geraldo Lúcio, um profissional ligado à área de extensão rural e agricultura familiar em Mato Grosso, tendo atuado como: secretário de finanças da Prefeitura Municipal de Rio Branco, diretor de Agricultura da Capital em Cuiabá esteve a disposição da SEADTUR, está atualmente a disposição da SEAF, mas é servidor de carreira da Empresa Matogrossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer-MT) desde o ano de 1984.
Este livro é um convite meu para você adquirir e ler - muito inspirador para explorar uma trajetória de mais de quarenta anos, repleta de lembranças, aprendizados e encontros significativos no coração do campo.
A obra detalha como a extensão rural transcendeu a definição de uma mera profissão, transformando-se em uma vocação de serviço dedicada às famílias agricultoras. Através de um relato genuíno e envolvente
Adquira o seu para conhecer melhor a minha trajetória profissional.
Motivo inspirador para explorar uma trajetória de mais de quarenta anos, repleta de lembranças, aprendizados e encontros significativos no coração do campo.
A obra detalha como a extensão rural transcendeu a definição de uma mera profissão, transformando-se em uma vocação de serviço dedicada às famílias agricultoras.
Através de um relato genuíno e envolvente, o autor compartilha conhecimentos valiosos e experiências autênticas que contribuíram diretamente para o desenvolvimento de Mato Grosso. É uma leitura essencial ...
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Geraldo Donizeti Lucio
Geraldo Donizeti Lúcio e o autor e criador do Blog - turismoruralmt.com , monitor e técnico em agropecuária, economista, teólogo, especialista em Turismo Rural.
Atualmente ele tem 66 anos de idade é casado com três filhos e seis netos com o sétimo chegando no mês de outubro.
Geraldo Lúcio, um profissional ligado à área de extensão rural e agricultura familiar em Mato Grosso, tendo atuado como: secretário de finanças da Prefeitura Municipal de Rio Branco, diretor de Agricultura da Capital em Cuiabá esteve a disposição da SEADTUR, está atualmente a disposição da SEAF, mas é servidor de carreira da Empresa Matogrossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer-MT) desde o ano de 1984.
Plano passo a passo para implementar o turismo rural
numa propriedade familiar, em oito fases e cerca de seis meses.Este e-book transforma a ideia de “receber turistas” numa sequência de tarefas com
prazo, responsável e uma pergunta de decisão no fim de cada fase. Só se avança
quando a resposta é sim.
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Geraldo Donizeti Lucio
Geraldo Donizeti Lúcio e o autor e criador do Blog - turismoruralmt.com , monitor e técnico em agropecuária, economista, teólogo, especialista em Turismo Rural.
Atualmente ele tem 66 anos de idade é casado com três filhos e seis netos com o sétimo chegando no mês de outubro.
Geraldo Lúcio, um profissional ligado à área de extensão rural e agricultura familiar em Mato Grosso, tendo atuado como: secretário de finanças da Prefeitura Municipal de Rio Branco, diretor de Agricultura da Capital em Cuiabá esteve a disposição da SEADTUR, está atualmente a disposição da SEAF, mas é servidor de carreira da Empresa Matogrossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer-MT) desde o ano de 1984.
Este livro é um convite meu para você adquirir e ler
Esta é uma primeira edição ilustrada, preparada a partir de relatos
autobiográficos e informações publicadas por mim autor do blog Turismo Rural MT.
Adquira o seu para me conhecer melhor
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Geraldo Donizeti Lucio
Geraldo Donizeti Lúcio e o autor e criador do Blog -
turismoruralmt.com , monitor e técnico em agropecuária, economista, teólogo,
especialista em Turismo Rural.
Atualmente ele tem 66 anos de idade é casado com três filhos
e sete netos
Geraldo Lúcio, um profissional ligado à área de extensão
rural e agricultura familiar em Mato Grosso, tendo atuado como: secretário de
finanças da Prefeitura Municipal de Rio Branco, diretor de Agricultura da
Capital em Cuiabá esteve a disposição da SEADTUR, está atualmente a disposição
da SEAF, mas é servidor de carreira da Empresa Matogrossense de Pesquisa,
Assistência e Extensão Rural (Empaer-MT) desde o ano de 1984.
Tenho pensado muito nas mensagens que recebemos ao longo da vida.
Hoje, elas chegam de todos os lados. Antigamente, talvez precisássemos esperar uma carta, um telefonema ou o encontro com alguém. Hoje, basta abrir o celular.
Antes mesmo de levantarmos da cama, já encontramos mensagens de bom-dia, frases de esperança, notícias tristes, fotografias, críticas e palavras de carinho. No meio de tantas informações, nem sempre sabemos quais merecem nossa atenção.
Nem todas as mensagens chegam escritas. Algumas vêm através de um olhar, de um gesto, de um abraço ou daquele pensamento que aparece quando estamos sozinhos. E há mensagens que ficam tanto tempo dentro de nós que acabam fazendo parte daquilo que somos.
É aí que as redes sociais me fazem pensar. Algumas mensagens nos ensinam e nos emocionam. Outras espalham medo, revolta, intolerância e desesperança. Podemos começar o dia bem e, depois de alguns minutos diante da tela do celular, sentir que o mundo inteiro está desabando.
Será que precisamos guardar tudo aquilo que recebemos? Será que toda mensagem merece nossa atenção?
Quando alguém nos diz repetidamente que não somos capazes, podemos acabar acreditando. Quando ouvimos que tudo dará errado, passamos a olhar o futuro com medo. Uma sequência de notícias negativas pode alimentar preocupações, assim como uma palavra de ódio pode despertar outra palavra de ódio.
Sem perceber, aquilo que apenas recebemos começa a nos transformar.
Mas existe o outro lado. Uma palavra de esperança pode mudar um dia difícil. Uma mensagem de carinho pode devolver a alguém a vontade de continuar. Uma frase simples pode chegar justamente quando alguém mais precisa ouvi-la.
Talvez por isso eu tenha compreendido que precisamos aprender não apenas a receber mensagens, mas também a escolhê-las.
O celular nos permite encaminhar uma mensagem com um simples toque. Mas será que devemos compartilhar tudo?
Antes de apertar “enviar”, talvez devêssemos fazer uma pequena pausa e perguntar: isso é verdadeiro? Faz bem? Acrescenta alguma coisa à vida de quem vai receber?
Também somos responsáveis pelas mensagens que colocamos no mundo. Depois de conversar conosco, alguém se sente melhor ou pior? Nossas palavras aproximam ou afastam, acalmam ou ferem, levam esperança ou aumentam o medo?
Não precisamos fazer grandes coisas. Às vezes, basta um telefonema, um abraço, um sorriso, um “não desista” ou um simples “estou aqui”.
Talvez uma das grandes escolhas da vida seja decidir que tipo de mensagem queremos deixar por onde passamos.
Porque não somos apenas aquilo que recebemos. Somos também aquilo que escolhemos guardar e, principalmente, aquilo que transmitimos. Podemos passar adiante o medo ou a esperança, a intolerância ou a compreensão.
Não podemos impedir que todas as mensagens cheguem, mas podemos escolher quais permanecerão conosco. Podemos abrir a porta para aquilo que nos edifica e fechá-la para aquilo que nos destrói.
A vida, afinal, parece ser uma grande troca de mensagens. Recebemos algumas, guardamos outras e transmitimos tantas mais.
Por isso, quando penso nas mensagens que chegam diariamente ao meu celular e à minha vida, faço duas perguntas a mim mesmo:
O que estou escolhendo guardar? O que estou escolhendo transmitir?
Quero que minhas palavras levem mais esperança do que medo, mais serenidade do que preocupação, mais amor do que julgamento.
Porque, entre tantas mensagens que recebemos e enviamos durante a existência, talvez exista uma que nunca deveríamos deixar de transmitir: a mensagem de que ainda vale a pena escolher o bem. Sempre.
Wilton escreve sobre as mensagens que recebemos, escolhemos guardar e deixamos como marcas na vida dos outros.