22 de setembro de 2026

O turismo rural em Mato Grosso cresce com opções de vivências no campo, trilhas ecológicas e café colonial em propriedades de agricultura familiar e fazendas pantaneiras. - Por Geraldo Lucio

Destinos e Experiências de Turismo Rural em MT

·         Assentamento 14 de Agosto (Campo Verde)


o    Atividades: Trilha dos alimentos, passeio a cavalo e boia cross.


o    Como funciona: O local valoriza a produção da agricultura familiar com agendamento prévio de vivências no campo.


·         Fazenda Ipiranga (Poconé)


o    Atividades: Safári fotográfico, observação da fauna pantaneira (como onças-pintadas) e imersão na pecuária centenária.


o    Localização: Acesso pela Rodovia Transpantaneira.


·         Propriedades com Café Colonial (Sinop)


o    Atividades: Degustação de produtos artesanais e café colonial da agricultura familiar, como os empreendimentos da família Masiero.

Apoio e Capacitação

·         Sebrae-MT e Senar-MT: Oferecem capacitações para transformar fazendas em roteiros turísticos, focando em excelência no atendimento e planejamento de trilhas.


·         SEAF-MT e EMPAER-MT: Prestam assistência técnica para estruturar unidades de produção familiar na oferta de turismo rural sustentável

Geraldo Lúcio apresenta a relação de preços pagos para o leite e seus derivados em Mato Grosso nesta semana

A relação de preços pagos para derivados e matéria-prima do leite em Mato Grosso nesta semana apresenta uma tendência de valorização estável no campo, contrastando com o início de desaceleração nacional no atacado. 

O Conseleite-MT estipulou para setembro um ajuste positivo de +0,2% no valor de referência pago aos produtores.

A cotação de referência do leite pago ao produtor pelo IMEA (referente às captações consolidadas) atingiu R$ 2,40 por litro, consolidando a 6ª alta consecutiva no estado (o maior valor em 4 anos para o período). 

A principal justificativa para a sustentação dos preços nesta virada de quinzena é a baixa captação local (ICAP-L) provocada pelo período prolongado de seca, que reduziu severamente as pastagens mato-grossenses.

Cotações de Referência em Mato Grosso

De acordo com os boletins oficiais do IMEA e levantamentos regionais para esta semana de setembro de 2026, as principais referências de mercado são:

·         Média Geral de Mato Grosso (Produtor): R$ 2,40 / litro

·         Preço na Região Oeste: R$ 1,98 / litro

·         Preço na Região Centro-Sul: R$ 2,19 / litro

·         Preço na Região Nordeste: R$ 2,41 / litro

·         Preço na Região Noroeste: R$ 2,09 / litro

Panorama Nacional vs. Regional

Embora Mato Grosso ainda consiga manter o fôlego nos derivados regionais pela escassez de oferta interna, o cenário macroeconômico de grandes bacias leiteiras (como o Sudeste e o Sul) acendeu um sinal de alerta para as próximas semanas. 

O leite spot nacional recuou cerca de 9,3% em relação ao pico de julho, cotado a R$ 2,92 por litro, puxado pelo alto volume de importações de lácteos e pela pressão do consumidor final nas gôndolas do varejo

Geraldo Lúcio apresenta a relação de preços pagos para Pequenos e Grandes Animais em Mato Grosso nesta semana (vigente a partir de 22 de setembro de 2026)

A relação de preços pagos no mercado de pecuária de corte, reposição e pequenos animais em Mato Grosso apresenta estabilidade para os suínos e ajustes pontuais para as categorias de reposição de bovinos e animais prontos para o abate.

Abaixo estão os valores de referência praticados no estado:

Cotações de Suínos e Reposição Bovinal em MT

Categoria de Animal

Preço de Referência

Status do Mercado

Fonte

Suíno Vivo (kg)

R$ 3,57 (Bolsa Acrismat) / R$ 5,10 (mercado físico)

Estável

Acrismat / Notícias Agrícolas

Bezerra (5 arrobas)

R$ 13,61 / kg

Queda semanal de 0,45%

Só Notícias / IMEA

Boi Gordo (à prazo)

R$ 327,73 / arroba

Média semanal firme

Só Notícias / IMEA

Vaca Gorda (à prazo)

R$ 307,00 / arroba

Média semanal firme

Só Notícias / IMEA

Destaques do Mercado

·         Suinocultura: A cotação sugerida pela Bolsa de Suínos da Acrismat segue fixada em R$ 3,57/kg, enquanto os negócios no mercado independente de balcão físico chegam a registrar negócios de até R$ 5,10/kg.


·         Reposição e Fêmeas: O mercado de reposição continua pressionado pela forte retenção de matrizes por parte dos produtores. Apesar do leve ajuste negativo de 0,45% na bezerra de 5@ nesta semana (cotada a R$ 13,61/kg), a categoria de fêmeas jovens acumula as maiores valorizações no ano no estado

Geraldo Lúcio apresenta a relação de preços pagos para hortifrúti em Mato Grosso nesta semana (vigente a partir de 22 de setembro de 2026)

A relação de preços pagos para hortifrúti em Mato Grosso nesta semana (vigente a partir de 22 de setembro de 2026) aponta para uma estabilidade geral de preços no atacado da CEASA/MT, após as fortes altas acumuladas no início do mês que encareceram a cesta básica na capital.

De acordo com os dados mais recentes do Prohort / Conab, nenhum dos principais produtos cotados na central de Cuiabá sofreu alteração de preço em relação à semana anterior.

 Fatores sazonais de setembro mantêm itens de época como o morango, abobrinha, batata e cebola mais baratos que a média anual, enquanto legumes e verduras de folha seguem pressionados pelo clima seco e quente típico deste período.

Abaixo está o balanço com as cotações de referência coletadas no atacado da CEASA/MT – Cuiabá:

🥬 Relação de Preços no Atacado (CEASA/MT)

Produto

Unidade de Medida

Preço Médio (R$)

Tendência Semanal

Alface Crespa

Dúzia (Dz)

R$ 25,00 a R$ 30,00

Estável

Batata

Quilo (Kg)

R$ 5,31

Estável (Abaixo da média anual)

Banana Nanica

Caixa (18 a 20 kg)

R$ 65,00 (R$ 3,42/kg)

Estável

Banana Prata

Caixa (18 a 20 kg)

R$ 5,79 (por kg)

Estável

Abóbora

Quilo (Kg)

R$ 2,63

Estável

Couve

Quilo (Kg)

R$ 13,33

Estável (Queda no trimestre)

Cenoura

Caixa (18 a 21 kg)

R$ 110,00

Estável

Berinjela

Quilo (Kg)

R$ 4,55

Estável

Mandioca

Saco (28 a 33 kg)

R$ 40,00

Estável


🔍 Comportamento do Mercado

·         Pressão na Cesta Básica: Mesmo com a estabilidade desta semana, levantamentos recentes do IPF-MT (Fecomércio)** mostram que o grupo de hortifrúti acumulou alta superior a 4,8% no mês em Cuiabá. O calor extremo e a estiagem prolongada afetam diretamente a produtividade e a qualidade dos itens perecíveis no campo.


·         Oportunidades de Compra: O período de safra de setembro favorece a compra de folhosas locais e raízes, ajudando o consumidor a escapar dos itens mais afetados pelo frete interestadual.

 

Geraldo Lúcio fala da importâcia da Mandioca na Gastronomia, no Turismo Rural e na Cultura do Estado de Mato Grosso

A mandioca (também conhecida como macaxeira ou aipim) é a verdadeira esinha dorsal da culinária, da identidade cultural e da economia rural de Mato Grosso. Ela conecta as tradições indígenas ancestrais ao desenvolvimento turístico e gastronômico moderno do estado.

Veja abaixo como esse ingrediente se divide em três pilares fundamentais para a região:

🍽️ Na Gastronomia Mato-Grossense

A mandioca é a base dos pratos mais tradicionais e icônicos de Mato Grosso. Ela aparece em texturas que vão desde o acompanhamento diário até sobremesas requintadas.

·         Acompanhamento essencial: Servida cozida, frita ou em forma de farofa, é presença obrigatória ao lado do clássico peixe de água doce (como o pacu e a pintado) e do churrasco pantaneiro.

·         Bolo de Arroz: Embora leve arroz, a massa tradicional cuiabana leva mandioca cozida e ralada, garantindo a textura úmida e o sabor característico desse patrimônio imaterial.

·         Vaca Atolada: Prato robusto da culinária caipira e pantaneira, onde a costela de vaca é cozinhada lentamente até quase desmanchar junto com pedaços macios de mandioca.

·         Revirado Cuiabano e Sopas: A farinha de mandioca e o polvilho são usados para engrossar caldos e compor o revirado (carne moída com farinha e ovos).

🌾 No Turismo Rural

A produção da mandioca transformou-se em um forte atrativo de experiência e turismo comunitário nas áreas rurais do estado.

·         Rotas das Casas de Farinha: Pequenas propriedades rurais e comunidades tradicionais abrem suas portas para turistas vivenciarem o processo artesanal de fabricação da farinha, desde a colheita até a torra no tacho de cobre.

·         Agroecologia e Ecoturismo: Em regiões próximas à Chapada dos Guimarães, Cáceres e na Baixada Cuiabana, o cultivo da mandioca está integrado a roteiros de turismo de vivência, onde o visitante colhe o próprio alimento.

·         Geração de Renda Local: A comercialização de produtos derivados (farinha pura, polvilho, doces e petiscos) em feiras de quintal e propriedades rurais movimenta a economia da agricultura familiar.

🎭 Na Cultura de Mato Grosso

A relação com a mandioca é ancestral e simbólica, carregando a herança dos povos indígenas da Amazônia, do Cerrado e do Pantanal.

·         Herança Indígena: O manejo da mandioca-brava (para fazer o beiju e a farinha) e da mandioca-mansa é uma tecnologia social repassada de geração em geração pelas etnias nativas de Mato Grosso, como os Bakairi, Xavante e os povos do Xingu.

·         Festas Populares: O calendário cultural do estado conta com eventos dedicados ao ingrediente, como a Festa da Mandioca em diferentes municípios, celebrando a colheita com música local (como o Siriri e o Cururu) e danças típicas.

·         Modo de Vida Ribeirinho e Pantaneiro: Para as comunidades que vivem isoladas nas margens dos rios e no Pantanal, a mandioca é a garantia de segurança alimentar. A técnica de fazer a "farinha d'água" ou "farinha de puba" faz parte da rotina e do saber popular dessas populações.

 

Geraldo Lúcio Contextualiza a Mandioca no Turismo Rural, na Gastronomia e na Cultura Brasileira

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A mandioca é um dos maiores símbolos da identidade brasileira, considerada por muitos estudiosos como a "rainha do Brasil". Ela conecta profundamente a nossa ancestralidade indígena com o cotidiano moderno.

Aqui está a contextualização da mandioca dividida em três pilares fundamentais:


🌾 1. No Turismo Rural: Vivência e Identidade Regional

No turismo rural, a mandioca deixa de ser apenas um alimento e passa a ser uma experiência cultural ativa.

·         Rotas Turísticas e "Turismo de Experiência": Propriedades rurais, especialmente no Nordeste, Norte e interior do Sudeste (como em Minas Gerais e São Paulo), abrem suas portas para que os turistas acompanhem o processo de colheita e fabricação artesanal.

·         As Casas de Farinha: São os grandes centros de atração do turismo comunitário. Os visitantes podem vivenciar o "dia de farinhada", participando desde a raspagem da raiz até a torra no forno de cobre. É um turismo que gera renda direta para a agricultura familiar e preserva saberes tradicionais.

·         Festivais e Feiras: Festas da Mandioca ou da Farinha atraem milhares de viajantes anualmente, movimentando hotéis-fazenda, pousadas e o comércio de artesanato feito com a própria planta (como trançados com a palha da mandioca).


🍳 2. Na Gastronomia: Versatilidade da Raiz às Folhas

A gastronomia brasileira é indissociável da mandioca. Ela é a base de pratos que vão da culinária mais simples e afetiva até os menus de alta gastronomia contemporânea.

·         Norte (A Força Ancestral): É a base do tucupi (sumo amarelo extraído da raiz brava) usado no Pato no Tucupi e no Tacacá. Também brilha na maniçoba, prato feito com a maniva (a folha da mandioca moída e cozida por sete dias).

·         Nordeste (O Sustento Diário): Presente na tradicional farofa, no biju/tapioquinha, no escondidinho e na macaxeira frita ou cozida com manteiga de garrafa.

·         Centro-Oeste e Sudeste: Base para o pão de queijo (feito com polvilho azedo/doce), o bolo de aipim, o pirão e caldos encorpados (como a vaca atolada).

·         Alta Gastronomia: Chefs renomados utilizam as diferentes texturas da mandioca (musseline, chips, farinha d'água, farinha de Bragança ou Cruzeiro do Sul) para valorizar o produto nacional em pratos sofisticados.


🎭 3. Na Cultura Brasileira: Mitologia, Linguagem e Sustentabilidade

A mandioca carrega a ancestralidade e moldou o comportamento do povo brasileiro.

·         A Lenda de Mani: De origem indígena (Tupi), a lenda conta a história de Mani, uma indiazinha de pele muito branca que morreu misteriosamente. No local onde foi enterrada, brotou uma planta cuja raiz tinha a polpa branca como a menina. Daí o nome Mani-oca (casa de Mani).

·         Patrimônio Imaterial: Os modos de fazer tradicionais, como o Sistema Agrícola Tradicional do Rio Negro (AM) e as farinhadas do Nordeste, são reconhecidos como patrimônios culturais pela importância social e de preservação da biodiversidade.

·         Linguagem e Cotidiano: Ela une o país em suas variações linguísticas (mandioca, aipim, macaxeira). Além disso, expressões como "farinha pouca, meu pirão primeiro" mostram como o alimento moldou o pensamento popular.

·         Sustentabilidade: A mandioca é um símbolo de resiliência. Ela cresce em solos pobres, resiste a secas e sua produção apoia diretamente a agricultura familiar e os povos originários/quilombolas.

 

Geraldo Lucio Contextualiza: quais as utilidades e valor nutritivo da mandioca

A mandioca (também conhecida como aipim ou macaxeira) é uma das raízes mais importantes do mundo, servindo como base alimentar para mais de 800 milhões de pessoas. Originária da América do Sul, ela se destaca por sua alta versatilidade industrial e seu excelente potencial energético.

Abaixo, veja a contextualização de seu valor nutritivo e de suas principais utilidades.


🥕 Valor Nutritivo

A mandioca é um alimento predominantemente energético, mas que carrega outros nutrientes essenciais:

·         Altamente energética: É uma excelente fonte de carboidratos complexos, que fornecem energia de maneira gradual ao organismo.

·         Rica em fibras: Auxilia no bom funcionamento do intestino e aumenta a sensação de saciedade.

·         Isenta de glúten: É uma alternativa segura e natural para celíacos ou pessoas com restrição ao glúten.

·         Vitaminas e minerais: Contém boas quantidades de vitamina C (antioxidante), além de minerais como potássio (controle da pressão arterial), cálcio e magnésio.


🍳 Utilidades Alimentares (Culinária)

A versatilidade da mandioca na cozinha permite o aproveitamento completo da raiz em diferentes formas:

·         Consumo direto: Pode ser consumida cozida, frita, assada ou em purês, sopas e cozidos.

·         Farinhas e derivados: Origina a farinha de mandioca (base para farofas), o polvilho (doce e azedo) e a goma de tapioquinha, muito popular no café da manhã brasileiro.

·         Bebidas tradicionais: É a base para a produção de bebidas fermentadas indígenas, como o cauim e o tucupi (extraído do caldo da mandioca brava).


🏭 Utilidades Industriais e Comerciais

Além da mesa, a mandioca é uma matéria-prima valiosa para diversos setores do mercado:

·         Indústria têxtil e de papel: O amido da mandioca (fécula) é amplamente utilizado para dar consistência a papéis e engomar tecidos.

·         Indústria química e farmacêutica: Serve como espessante na produção de cosméticos, colas, gessos e até na fabricação de cápsulas de remédios.

·         Bioplásticos: O amido é uma das principais matérias-primas em estudo para a criação de embalagens plásticas biodegradáveis e ecológicas.

·         Alimentação animal: As folhas e as cascas da mandioca, ricas em proteínas após o processamento correto, são usadas como ração para bovinos, suínos e aves.

 

Geraldo Lúcio Contextualiza o Cenário da Mandioca no Estado de Mato Grosso

O cenário da mandioca no Estado de Mato Grosso é marcado por uma forte base na agricultura familiar, elevado potencial genético e um esforço recente de modernização técnica para impulsionar a produtividade. 

Embora o estado seja globalmente reconhecido pelos recordes na produção de commodities de larga escala (como soja e milho), a mandioca desempenha um papel socioeconômico vital na subsistência e geração de renda local. 

O panorama atual da cultura está estruturado nos seguintes pilares:

1. Produção e Produtividade Atual

Historicamente, a produtividade média de Mato Grosso esteve estagnada em torno de 14 toneladas por hectare

No entanto, esse patamar vem se transformando por meio de incentivos à pesquisa. 

Projetos de melhoramento genético e validação de variedades desenvolvidos pela Empaer-MT já alcançam médias de 20 a mais de 31 toneladas por hectare em unidades de teste, o que demonstra um vasto teto de crescimento para o setor. 

2. Importância Estrutural e Comercial


·         Segurança e Renda Familiar: A raiz é uma das culturas mais importantes para os assentamentos rurais e pequenas propriedades de Mato Grosso. Ela tem se consolidado como uma alternativa financeira estável e segura frente a outras culturas mais voláteis, como as hortaliças tradicionais. 


·         Consumo e Processamento: O mercado mato-grossense divide-se entre a comercialização da mandioca de mesa (in natura para feiras e supermercados) e o fornecimento para pequenas agroindústrias locais (farinheiras e fábricas de polvilho). 


·         Alternativa de Consórcio: Produtores têm adotado o sistema de cultivo consorciado (mandioca integrada a hortaliças anuais), otimizando o uso do solo e garantindo receita contínua nas pequenas propriedades. 

3. Biodiversidade e Centro de Origem

Um diferencial estratégico único é que Mato Grosso é considerado um dos centros de origem da mandioca no mundo. A região abriga uma imensa variabilidade genética de parentes silvestres da planta. Essa riqueza é preservada por comunidades tradicionais e estudada por centros tecnológicos (como o polo de Tangará da Serra) com o objetivo de desenvolver amidos especiais para atender a demandas específicas da indústria. 

4. Desafios do Setor

A cadeia produtiva em Mato Grosso ainda enfrenta gargalos estruturais relevantes:


·         Mecanização Limitada: A maior parte dos processos de plantio, colheita e processamento nas farinheiras regionais ainda é manual. 


·         Escassez de Manivas de Qualidade: Longos períodos de estiagem e ondas de calor intenso nos últimos anos afetaram a conservação de ramas produtivas de qualidade para novos plantios. 


·         Pressão de Preços: O mercado de raiz fresca flutua conforme a oferta nacional e a concorrência com estados vizinhos do Centro-Sul voltados à produção de fécula de grande porte.