22 de setembro de 2026

Geraldo Lúcio escreve sobre a Rota da Banana em Mato Grosso

Projeto Rota da Banana: Sustentabilidade na Bananicultura em Mato Grosso tem como funcionamento prático a integração e o fortalecimento de toda a cadeia produtiva da fruta, com foco especial na agricultura familiar. Financiado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) com um investimento inicial de R$ 1,3 milhão, ele é executado em parceria com a Organização da Sociedade Civil (OSC) Lírios

Na prática, o projeto atua conectando o pequeno produtor diretamente à agroindústria, aos supermercados e aos centros de distribuição. 


⚙️ Como funciona o projeto na prática?

A metodologia do programa é estruturada para resolver gargalos de produção e comercialização por meio de quatro frentes principais:

  • Diagnóstico e Mapeamento: Levantamento detalhado das áreas de plantio existentes para entender o volume da produção local e as necessidades das famílias agricultoras. 
  • Capacitação Técnica e Inovação: Realização de "Dias de Campo" e encontros práticos conduzidos por agrônomos. Os produtores aprendem técnicas de manejo agrícola, uso de tecnologias no cultivo e adoção de práticas ambientais sustentáveis. 
  • Melhoria na Gestão e Logística: Suporte estratégico focado em aprimorar o escoamento da colheita e o acondicionamento pós-colheita, reduzindo perdas financeiras no trajeto até o mercado consumidor.
  • Acesso Direto ao Mercado: Criação de pontes comerciais estáveis para que as bananas (especialmente a banana-da-terra, forte símbolo cultural da região) preencham as gôndolas dos grandes mercados locais e de outros estados. 

📍 Municípios Atendidos

O projeto abrange 24 municípios localizados majoritariamente nas regiões Oeste e Sudoeste de Mato Grosso. Para facilitar as operações logísticas e assistenciais, as cidades estão divididas em três polos regionais organizados pela OSC Lírios


Polo Regional

Municípios Integrantes da Rota

Polo 01 – Cáceres

Cáceres, Curvelândia, Lambari D'Oeste, Nossa Senhora do Livramento, Poconé, Rio Branco, Salto do Céu e Várzea Grande.

Polo 02 – São José dos Quatro Marcos

Araputanga, Figueirópolis D'Oeste, Glória D'Oeste, Indiavaí, Jauru, Mirassol D'Oeste, Porto Esperidião, Reserva do Cabaçal e São José dos Quatro Marcos.

Polo 03 – Nova Lacerda

Campos de Júlio, Comodoro, Conquista D'Oeste, Nova Lacerda, Pontes e Lacerda, Vale de São Domingos e Vila Bela da Santíssima Trindade.


(Nota: Cidades vizinhas integradas na malha de impacto direto, como Porto Estrela, também participam ativamente dos eventos e das capacitações promovidas pela rede regional do programa). 

Se você deseja obter orientações adicionais sobre o agronegócio familiar na região, diga-me se gostaria de saber mais sobre as técnicas de manejo sustentávelensinadas no projeto ou os critérios para a comercialização direta em supermercados.

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