30 de dezembro de 2025

Confiram - A Anater lançou edital para contratação de 32 profissionais em vagas temporárias de nível médio e superior.

Talvez alguém possa se interessar. 

#repost @anater.ater: 📢 PROCESSO SELETIVO ANATER

A Anater lançou edital para contratação de 32 profissionais em vagas temporárias de nível médio e superior.

📝 Inscrições: de 02 a 05 de janeiro de 2026

🌐 Inscreva-se pelo Instituto Exata:
👉 https://concursos.institutoexata.com/informacoes/12/

📄 Edital completo:
👉 https://www.anater.org/editais-2/
👉 https://anexos.cdn.selecao.net.br/uploads/803/concursos/12/anexos/e63a8dcf-e833-4a31-8ca2-276d0c3ca1a3.pdf

⏰ Jornada: 40h semanais
💰 Remuneração: de R$ 3.903,98 a R$ 9.184,49 + benefícios
📍 Vagas em: Brasília-DF, Linhares-ES, Governador Valadares-MG e Mariana-MG

🤝 Venha trabalhar com a gente!

#ProcessoSeletivo #Anater #ATER AssistênciaTécnicaEExtensãoRural 🚜


 

29 de dezembro de 2025

Participem do 1º Prêmio Rotas Negras, uma iniciativa que vai reconhecer e premiar 50 projetos de afroturismo em todo o Brasil.

O Ministério da Igualdade Racial e a Universidade Federal de Santa Maria lançam o 1º Prêmio Rotas Negras, uma iniciativa que vai reconhecer e premiar 50 projetos de afroturismo em todo o Brasil.

A ação busca fortalecer o desenvolvimento sustentável das comunidades negras e valorizar a cultura afro-brasileira. ✊🏾✨

Ao todo, serão destinados R$ 1.620.000,00 em premiações, contemplando iniciativas da sociedade civil, de municípios, de consórcios intermunicipais e de estados, ampliando o alcance e o impacto do afroturismo nos territórios.

As inscrições vão até o dia 18 de janeiro de 2026 e devem ser realizadas pelo portal da UFSM.

Mais informações no edital: https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/editais/001-2025-2


 

ATENÇÃO- Comprem no Pé de Cerrado -Produtis Agroecológicos


 Desejo que esteja passando uma  ótimo dia compartilho parte dos nossos produtos disponíveis para entrega entre 3 e 5 de janeiro2026.

Agradeço seu tempo e apoio em nos ajudar fazer chegar essa informação outras pessoas que possam querer. 

Que  os seu melhores aprendizados de vida cheguem em 2026 que seja uma trilha de alegria e amor! 

Gratidão!.

27 de dezembro de 2025

O O CAMINHO REAL DE MATO GROSSO: UMA FONTE DE REGISTROS TOPONÍMICOS

 

Autores


  • ROMUALDO POVROZNIK JUNIOR
    UNEMAT - Universidade do Estado de Mato Grosso
  • JANUZIA FLORÊNCIA BATISTA MULARI
    UEG - Universidade Estadual de Goiás
  • ANDRÉ LUIZ RIBAS DE OLIVEIRA
    UEG - Universidade Estadual de Goiás
  • VANDERVILSON ALVES CARNEIRO
    UEG - Universidade Estadual de Goiás

Resumo

As toponímias do Caminho Real de Mato Grosso registram a colonização portuguesa e a interação entre colonizadores e indígenas. Elas incluem nomes de origem portuguesa, indígena e descritiva, marcando a apropriação do espaço na rota geohistórica. O estudo baseia-se nas pesquisas de Dick (1990; 1992) sobre toponímias que são encontradas no Atlas Toponímico do Estado de Mato Grosso e nos relatos de viajantes / exploradores do Caminho Real de Mato Grosso. Objetivo do estudo foi analisar as toponímias do Caminho Real de Mato Grosso reportadas pelo Atlas Toponímico de Mato Grosso e pelos relatos de viajantes que refletem na interação humana com a geodiversidade e biodiversidade locais. O Rio Araguaia, onde está a cidade de Araguaiana no Mato Grosso, foi um caminho importante para exploradores como Marechal Rondon e outros. Araguaiana, rica em geodiversidade, é considerada um Patrimônio Natural e Cultural de Mato Grosso. Exploradores e viajantes registraram nomes de localidades como Taquaral e Sangradouro. Taquaral, um rio que nasce na Serra do Taquaral, é conhecido pela sua beleza natural. Sangradouro, habitado por comunidades indígenas, possui um valor histórico significativo, devido à sua nomeação há quase trezentos anos. Outros locais importantes são os rios São Lourenço e Manso, também registrados por exploradores e viajantes. A Estação Telegráfica em Campo Verde / MT é um símbolo de cultura e geohistória. A escolha dos nomes de lugares reflete vários fatores socioculturais, mostrando que a toponímia não é aleatória. Estudos toponímicos podem reunir diversos aspectos, como geohistória e geodiversidade, ajudando a entender melhor a importância dos nomes dos lugares.

Palavras–Chave: Exploradores / viajantes, Topônimos, Ambientes físico-naturais; Mato Grosso.  

Biografia do Autor

  • ROMUALDO POVROZNIK JUNIOR, UNEMAT - Universidade do Estado de Mato Grosso 

    Doutorando em Geografia da UNEMAT - Universidade do Estado de Mato Grosso, Cáceres / MT

  • JANUZIA FLORÊNCIA BATISTA MULARI, UEG - Universidade Estadual de Goiás 

    Mestranda em Geografia da UEG - Universidade Estadual de Goiás, Cidade de Goiás / GO

  • ANDRÉ LUIZ RIBAS DE OLIVEIRA, UEG - Universidade Estadual de Goiás 

    Docente do Mestrado em Engenharia Agrícola da UEG - Universidade Estadual de Goiás, Anápolis / GO

  • VANDERVILSON ALVES CARNEIRO, UEG - Universidade Estadual de Goiás 

    Docente do Mestrado em Geografia da UEG - Universidade Estadual de Goiás, Cidade de Goiás / GO

CAMINHO REAL DE MATO GROSSO: UMA FONTE DE REGISTROS TOPONÍMICOS

Autores

  • ROMUALDO POVROZNIK JUNIOR
    UNEMAT - Universidade do Estado de Mato Grosso
  • JANUZIA FLORÊNCIA BATISTA MULARI
    UEG - Universidade Estadual de Goiás
  • ANDRÉ LUIZ RIBAS DE OLIVEIRA
    UEG - Universidade Estadual de Goiás
  • VANDERVILSON ALVES CARNEIRO
    UEG - Universidade Estadual de Goiás

Resumo

As toponímias do Caminho Real de Mato Grosso registram a colonização portuguesa e a interação entre colonizadores e indígenas. Elas incluem nomes de origem portuguesa, indígena e descritiva, marcando a apropriação do espaço na rota geohistórica. O estudo baseia-se nas pesquisas de Dick (1990; 1992) sobre toponímias que são encontradas no Atlas Toponímico do Estado de Mato Grosso e nos relatos de viajantes / exploradores do Caminho Real de Mato Grosso. Objetivo do estudo foi analisar as toponímias do Caminho Real de Mato Grosso reportadas pelo Atlas Toponímico de Mato Grosso e pelos relatos de viajantes que refletem na interação humana com a geodiversidade e biodiversidade locais. O Rio Araguaia, onde está a cidade de Araguaiana no Mato Grosso, foi um caminho importante para exploradores como Marechal Rondon e outros. Araguaiana, rica em geodiversidade, é considerada um Patrimônio Natural e Cultural de Mato Grosso. Exploradores e viajantes registraram nomes de localidades como Taquaral e Sangradouro. Taquaral, um rio que nasce na Serra do Taquaral, é conhecido pela sua beleza natural. Sangradouro, habitado por comunidades indígenas, possui um valor histórico significativo, devido à sua nomeação há quase trezentos anos. Outros locais importantes são os rios São Lourenço e Manso, também registrados por exploradores e viajantes. A Estação Telegráfica em Campo Verde / MT é um símbolo de cultura e geohistória. A escolha dos nomes de lugares reflete vários fatores socioculturais, mostrando que a toponímia não é aleatória. Estudos toponímicos podem reunir diversos aspectos, como geohistória e geodiversidade, ajudando a entender melhor a importância dos nomes dos lugares.

Palavras–Chave: Exploradores / viajantes, Topônimos, Ambientes físico-naturais; Mato Grosso.  

Biografia do Autor

  • ROMUALDO POVROZNIK JUNIOR, UNEMAT - Universidade do Estado de Mato Grosso 

    Doutorando em Geografia da UNEMAT - Universidade do Estado de Mato Grosso, Cáceres / MT

  • JANUZIA FLORÊNCIA BATISTA MULARI, UEG - Universidade Estadual de Goiás 

    Mestranda em Geografia da UEG - Universidade Estadual de Goiás, Cidade de Goiás / GO

  • ANDRÉ LUIZ RIBAS DE OLIVEIRA, UEG - Universidade Estadual de Goiás 

    Docente do Mestrado em Engenharia Agrícola da UEG - Universidade Estadual de Goiás, Anápolis / GO

  • VANDERVILSON ALVES CARNEIRO, UEG - Universidade Estadual de Goiás 

    Docente do Mestrado em Geografia da UEG - Universidade Estadual de Goiás, Cidade de Goiás / GO

Fotos dia 26 da Família Lúcio na Piscina