9 de abril de 2011

VEJA NA TABELA ABAIXO INFORMAÇÕES IMPORTANTES PARA O TURISMO DE MATO GROSSO

TABELA DE INFRA-ESTRUTURA DOS MUNICÍPIOS
MUNICÍPIOS
DISTÂNCIA
TERRESTRE
DE CUIABÁ
Estrada
Pavimentada
Estrada
Não
Pavimentada
Aeroporto
Pista Pavimentada
Aeroporto
Pista Não Pavimentada
Porto
para
Pequenas
Embarcações
Acorizal
58,70
58,70


x

Água Boa
720,30
720,30


x

Alta Floresta
757,10
757,10

x
x

Alto Araguaia
418,10
418,10


x

Alto  Boa Vista
1.063,50
464,70
598,80

x

Alto Garças
357,30
357,30


x

Alto Paraguai
214,10
214,10


x

Alto Taquari
482,20
482,20


x

Apiacás
964,10
977,10
187,00

x

Araguaiana
554,50
500,50
54,00

x
x
Araguainha
462,30
418,10
44,20

x

Araputanga
330,60
330,60


x

Arenápolis
249,50
249,50


x

Aripuanã
992,30
567,80
434,50
x
x

Barão de Melgaço
128,70
128,70

x

Barra dos Bugres
159,60
159,60


x

Barra do Garças
500,50
500,50

x
x
x
Brasnorte
567,80
567,80


x

Cáceres
209,70
209,70

x
x
x
Campinápolis
577,60
350,00
227,60

x

Campo Novo do Parecis
384,50
384,50


x

Campo Verde
127,40
127,40


x

Canabrava do Norte
1.132,50
1.132,50


x

Canarana
822,70
822,70


x

Castanheira
768,00
567,60
200,40

x

Chapada dos Guimarães
62,80
62,80


x

Cláudia
578,20
578,20


x

Cocalinho
747,50
635,00
112,50

x
x
Colider
617,10
617,10


x

Comodoro
656,60
656,60


x

Confresa
1.165,50
1.165,50


x

Cotriguaçú
920,30
567,80
352,50

x

Cuiabá
0,00
0,00

x
x
x
Curvelândia
220,00
220,00


x

Denise
203,20
203,20


x

Diamantino
199,60
199,60


x

Dom Aquino
142,20
142,20


x

Figueirópolis  D’ Oeste
376,90
376,90


x

Feliz Natal
600,00
500.00
100,00

x

General  Carneiro
441,10
441,10


x

Glória D’ Oeste
303,70
303,70


x

Guarantã do Norte
690,60
690,60


x

Guiratinga
315,70
315,70


x

Gaúcha do Norte
620,00
400,00
220,00

x

Indiavaí
357,40
357,40


x

Ipiranga do Norte
637,30
387,30
50,00

x

Itaúba
568,10
568,10


x

Itanhangá
668,10
387,30
50,00

x

Itiquira
357,70
357,70


x

Jaciara
142,70
142,70


x

Jangada
72,60
72,60


x

Jauru
400,60
400,60


x

Juara
628,30
315,60
312,70
x
x

Juína
724,50
724,50
x
x

Juruena
880,30
567,80
312,50

x

Juscimeira
156,10
156,10


x

Lambarí  D’ Oeste
326,90
326,90


x

Lucas do Rio Verde
332,40
332,40

x
x

Luciara
1.165,50
464,70
700,80

x
x
Macelândia
703,20
578,20
125,00

x

Matupá
665,60
665,60


x

Mirassol  D’Oeste
288,60
288,60


x

Nobres
142,00
142,00


x

Nortelândia
254,30
254,30


x

Nossa Senhora do Livramento
32,30
32,30


x

Nova Bandeirantes
980,10
777,10
203,00

x

Nova Brasilândia
194,60
144,00
50,60

x

Nova Canaâ do Norte
665,10
665,10


x

Nova Guarita
667,10
617,10
50,00

x

Nova Marilândia
261,30
261,30


x

Nova Maringa
391,60
315,60
76,00

x

Nova Monte Verde
919,60
777,10
142,50

x

Nova Mutum
242,10
242,10


x

Nova Olimpia
198,20
198,20


x

Nova Xavantina
635,00
635,00

x
x

Novo São Joaquim
595,30
495,30
100,00

x

Paranaíta
806,10
777,10
29,00

x

Paranatinga
368,80
368,80


x

Pedra Preta
234,50
234,50


x

Peixoto de Azevedo
661,60
661,60


x

Planalto da Serra
253,80
147,00
106,80

x

Poconé
94,80
94,80


x
x
Pontal do Araguaia
518,50
518,50


x

Ponte Branca
493,20
418,10
45,00

x

Pontes e Lacerdas
442,90
442,90


x

Porto dos Gaúchos
476,30
387,30
89,00

x
x
Porto Esperidião
317,40
317,40


x

Porto Estrela
198,40
159,60
38,8o

x

Poxoréo
290,60
290,60


x

Primavera do Leste
230,40
230,40


x

Querência
912,70
464,70
448,00

x

Reserva do Cabaçal
388,70
218,70
70,00

x

Ribeirão Cascalheira
464,70
464,70


x

Ribeirãozinho
342,70
342,70
35,40

x

Rio Branco
342,70
342,70


x

Rondonópolis
211,70
211,70

x
x

Rosário   Oeste
124,00
124,00


x

Salto do Céu
357,50
357,50


x

Santa Carmem
493,59
474,40
19,19

x

Santa Terezinha
1.313,50
464,70
868,80

x
x
Santo Afonso
266,30
266,30


x

Santo Antônio do Leverger
34,00
34,00


x
x
São Felix do Araguaia
1.143,00
464,70
678,30

x
x
São José do Povo
261,70
261,70


x

São José do Rio Claro
315,60
315,60


x

São José do Xingú
931,40
464,70
466,70

x

São José dos Quatro Marcos
302,60
302,60


x

São Pedro da Cipa
148,80
148,80


x

Sinop
474,40
474,40

x
x

Sorriso
393,20
393,20


x

Tabaporã
643,20
474,40
168,80
x
x

Tangara da Serra
232,80
232,80


x

Tapurah
387,30
387,30


x

Terra Nova do Norte
617,10
617,10


x

Tesouro
366,60
366,60


x

Torixoréu
560,90
500,50
60,40

x

Várzea Grande
7,00
7,00

x
x

Vera
458,50
428,50
30

x

Vale do São Domingo
450,00
400,00
50,00

x

Vila Bela da Santíssima Trindade
521,10
521,10



x



O TURISMO IMPACTA POSITIVAMENTE MUITOS OUTROS SETORES DA ECONOMIA

O TURISMO RELACIONA – SE A OUTROS SETORES DA ATIVIDADE SOCIOECONÔMICA.

Setor Industrial

Fabricação de plásticos.
Indústria de borracha.
Indústria de móveis.
Indústria de perfumaria, sabões e velas.
Indústria editorial e gráfica.
Indústria farmacêutica.
Fumo
Alimentos e bebidas
Outros

Setor Agrícola

Produtos agropecuários não elaborados ou primários

Setor energético

Energia elétrica.
Refino de petróleo
Combustíveis.
Minerais.
Setor florestal
     Madeiras

Setor Financeiro

Instituições financeiras.
Instituições de seguro

Setor de Informação

    Administração pública.

Setor de Comunicações

Telefonia.
Correios
Meios de comunicação de massa.
Publicidade.
Setor de Comércio e Serviços
Aluguel de imóveis.
Artigos de vestuários e acessórios.
Assessoria de imprensas.
Calçados.
Comércio.
Couro e peles.
Indústria de fumo.
Material de construção.
Meios de hospedagem.
Outros serviços empresariais/pessoais.
Produtos metálicos.
Produtos têxteis.
Recreação.
Serviços de alimentação.
Educação.
Saúde.
Saneamento e abastecimento de água.
Setor de Transporte.
Transporte aéreo doméstico.
Transporte aéreo internacional.
 Transporte ferroviário de cargas.
Transporte ferroviário de passageiros.
Transporte hidroviário de cargas.
Transporte hidroviário de passageiros.
Transporte rodoviário de cargas.
Transporte rodoviário de passageiros.
Máquinas em geral e equipamentos de transporte.
Transporte de pequeno porte para passageiros.
*Os setores acima relacionados, por sua vez se relacionam economicamente entre si através
de transações comerciais, impactando a economia positivamente em 52 setores ou mais da economia
.

* Conteúdo do Livro Turismo No Meio Rural de Mato Grosso, Geraldo Lúcio, 2009

8 de abril de 2011

COMUNIDADE IMBÉ, VISINHA DA CAMPINA DE PEDRA INAUGURA A SUA FÁBRICA DE AÇÚCAR MASCAVO

 Fábrica de Açucar Mascavo do Imbé vista de frente
                                    Foto da frente da Fábrica com as autoridades e comunidade inaugurando
                                                Vista da Fábrica pelos fundos e o povo comemorando
                                                    Vista  da Fábrica pelos fundos
             Sr. Manoelão, Geraldo Lúcio (SEDTUR(, Daniel (EMPAER), Vico Capistrano (EMPAER),
                     Ex Prefeito de Poconé Clovis Damião Martinse Atual Prefeito de Poconé - Arlindo Márcio Morais
                                                 Geraldo Lúcio (SEDTUR) nos fundos da Fábrica
                             Milton (presidente da Associação), Daniel (EMPAER), Vico Capistrano (EMPAER)
                                                                                 e Geraldo Lúcio(SEDTUR)
               Arlindo Márcio Morais - (Prefeito de Poconé, Milton (Presidente da Associação),
                                 Geraldo Lúcio (SEDTUR) Embaçado (Vereador de Poconé),
                     Vico (EMPAER)


HISTÓRICO

O município de Poconé foi criado em 1831, constituindo – se no quarto emancipado de Mato Grosso, à época pertencente à comarca de Cuiabá, Em 1863, conquistou sua autonomia política elevando – se à categoria de município. Poconé passou por vários ciclos econômicos: primeiro a exploração das reservas de ouro, trabalho esse feito por escravos. A pecuária de corte constitui – se no segundo ciclo, transformando o município em um dos principais centros produtores de carne de estado. Atualmente, o garimpo ainda persiste, e trazendo conseqüências lesivas à fauna e flora com a contaminação da cadeia trófica com o mercúrio. O turismo ecológico na parte do território alagável tem sido utilizado como alternativa à criação à criação de gado, pelos pecuaristas pantaneiros. O município integra o Território da Baixada Cuiabana, localizado na região do Alto Pantanal de Mato grosso e situado a 100 Km da capital, com área de 17.261 Km². Sua população, segundo censo demográfico de 2002, é de 30.773 habitantes. O IDH, está entre os 10 (dez) mais baixos do estado.

A área rural apresenta uma população de 8.456 habitantes e está dividida em sua porção não alagada, em 86 comunidades tradicionais, com um percentual de afrodescendentes de 75,86%, segundo dados do IBGE. Estas comunidades historicamente excluídas dos serviços públicos, apresentam dificuldades em obter renda suficientes em suas unidades de produção, o que repercute nas condições de moradia, alimentação, acesso a bens e serviços públicos de educação e saúde, As condições sanitárias ainda são precárias onde mesmo nos distritos servidos por redes de águas e coleta de resíduos sólidos urbanos, é elevadíssimo o número de famílias sem ligações de água tratada em seus domicílios.

Neste contexto, se encontra a comunidade Campina de Pedra está situada no km 32 da Estrada do Corrente, com acesso pelo km 42 da MT 060, Rodovia Cuiabá - Poconé. É uma comunidade com 125 hectares, onde vivem 36 famílias que formam um grupo com 136 pessoas. A principal atividade econômica é o cultivo de cana-de-açúcar para a produção de rapadura, melaço e açúcar mascavo. Além das delícias da cana-de-açúcar, a comunidade também tem grupos folclóricos que apresentam o cururu e siriri na sua forma autêntica, são danças tradicionais da Baixada Cuiabana.

Visinhos da Campina de Pedra está localizada a Comunidade denominada Imbé que também tinha a sua produção de rapadura, melados e açúcar mascavo totalmente de forma artesanal, atualmente sai deste processo para um mais arrojado, uma vez que a comunidade reuniu 15 agricultores em sua associação e com apoio do Banco do Brasil financiaram uma pequena indústria de açúcar mascavo com capacidade para beneficiar 300 kg do produto por dia em turno de 8 hs de trabalho, além de ter equipamentos para de produzir rapadura e o melado, o que ira dar uma melhor dinâmica na produção proporcionando melhor qualidade e quantidade.

Para atender esta demanda da agroindústria a comunidade terá que ter uma área de no mínimo 30 há de cana plantada, cana esta que segundo o presidente da associação Sr. Milton, eles já plantaram 12 ha e pretendem abrir inclusive espaço para que o grupo hoje composto por 15 agricultores cresçam com a adesão de novos parceiros.

Hoje dia 08 de abril de 2011 foi uma data histórica para comunidade Imbé e Campina de Pedra, pois foi o advento da inauguração da Agroindústria de Beneficiamentos da Cana, esta agroindústria.

No evento estavam presentes todos os atores apoiadores e financiadores do projeto: Banco do Brasil, EMPAER, Prefeitura de Poconé, Câmara de Poconé, SEDTUR, DRT, Rotari Clube, Associação de Produtores de Campina de Pedra, Capão Verde, moradores da região, tanto era a alegria da comunidade Imbé que eles fizeram uma grande festa com churrasco e muitos refrigerantes.

As autoridades usaram das palavras, mas as que mais impactaram foram as do Sr. Manoelão e do Milton, pai e filho, duas gerações que abordaram sobre tudo a preocupação com seus filhos e netos e que esta agro-industria irá fixar estas crianças, adolescentes, jovens e adultos neste lugar, proporcionando geração de emprego e renda, estas foram as palavras de Manoelão e Milton, que não mediram as palavras para agradecer a Deus e a todos os apoiadores e colaboradores, para a realização desta tão almejado sono.

*Geraldo Lucio
           *Estive no evento representando a Secretaria de Estado de Desenvolvimento do Turismo, esta comunidade estará sendo incluida no roteiro de Turismo Rural na Agricultura Familiar - "Roteiro dos Quilombolas", Imbé fica ao lado da Comunidade Quilombola Campina de Pedra, segundo o Sr. Manoelão eles do Imbé, vieram do estado do Paraná nos anos 80 e foram recebidos pelos moradores de Campina de Pedra que compartilharam com tudo inclusive terras e esta história tem que fazer parte da composição do roteiro, é toda uma herança histórica e cultural que tem que ser mostrada ao turista.




CONFIRAM O BOLETIM DO MES DE ABRIL DA ANDA BRASIL - CAMINHADAS NA NATUREZA

  BOLETIM DO MES DE ABRIL DA ANDA BRASIL

QUILOMBOLAS DE CAPÃO VERDE EM PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO - O TURISMO RURAL SERÁ O PROXIMO PASSO PARA AGREGAÇÃO DE RENDA


                   

  Faixada da Fabrica de derivados da banana com a estampa dos apoiadores
                                                          Materia prima na recepção da fabrica
                                                               Depósito de banana
                                                                  Mexendo o doce
                                                            Remexendo o doce
                                                          Mexendo e remexendo o doce
                                                        Mexedeira elétrica de doce de banana
                                                             Mexedeira manual
                                                         Mexendo e sendo observada
                        Doce na mão esquerda e banan onda (frita) na mão esquerda da Andreia
Andreia presidente da associação e batalhadora do projeto


HISTÓRICO

O município de Poconé foi criado em 1831, constituindo – se no quarto emancipado de Mato Grosso, à época pertencente à comarca de Cuiabá, Em 1863, conquistou sua autonomia política elevando – se à categoria de município. Poconé passou por vários ciclos econômicos: primeiro a exploração das reservas de ouro, trabalho esse feito por escravos. A pecuária de corte constitui – se no segundo ciclo, transformando o município em um dos principais centros produtores de carne de estado. Atualmente, o garimpo ainda persiste, e trazendo conseqüências lesivas à fauna e flora com a contaminação da cadeia trófica com o mercúrio. O turismo ecológico na parte do território alagável tem sido utilizado como alternativa à criação à criação de gado, pelos pecuaristas pantaneiros. O município integra o Território da Baixada Cuiabana, localizado na região do Alto Pantanal de Mato grosso e situado a 100 Km da capital, com área de 17.261 Km². Sua população, segundo censo demográfico de 2002, é de 30.773 habitantes. O IDH, está entre os 10 (dez) mais baixos do estado.

A área rural apresenta uma população de 8.456 habitantes e está dividida em sua porção não alagada, em 86 comunidades tradicionais, com um percentual de afrodescendentes de 75,86%, segundo dados do IBGE. Estas comunidades historicamente excluídas dos serviços públicos, apresentam dificuldades em obter renda suficientes em suas unidades de produção, o que repercute nas condições de moradia, alimentação, acesso a bens e serviços públicos de educação e saúde, As condições sanitárias ainda são precárias onde mesmo nos distritos servidos por redes de águas e coleta de resíduos sólidos urbanos, é elevadíssimo o número de famílias sem ligações de água tratada em seus domicílios.

Neste contexto, se encontra a comunidade Capão Verde, situada às margens da BR 070, Km 594, na região norte do município denominada Morraria, com 14 famílias residentes. A população total é de 54 habitantes toda constituída de remanescentes de quilombos. Usam a terra em sistema coletivo sem a titularidade individual, predominando os cultivos destinados a segurança alimentar. O único produto destinado a comercialização é a banana de fritar, uma tradição secular em Capão Verde e na região de Morraria, mas com baixo valor agregado, porque é vendido in’ natura para atravessadores de Cuiabá, via de regra a preços avitantes. Entretanto, algumas políticas so, além de estarem sendo vendidos ao governo a preços justos, são doados posteriormente a populações vulneráveis em sua segurança alimentar, na sede do município, tais como merenda escolar, hospitais público, creches, etc. Estes programas vêm aos poucos abrindo as portas da cidadania aos moradores de Capão Verde, mas permanece uma carência muito grande de infra-estrutura na comunidade e em toda a região. Existe uma grande carência de energia elétrica e de abastecimento de água tratada na região.

A AGRIVERDE – Associação dos Agricultores e Agricultoras Afrodescendente da Comunidade Tradicional de Capão Verde, é uma entidade civil, sem fins lucrativos que começou a funcionar informalmente em 1990, com um grupo de agricultores trabalhando coletivamente no cultivo e na comercialização da banana de fritar.

As lavouras comunitárias apresentam boa produtividade. Mas com rentabilidade baixíssima devido aos atravessadores que atuavam e ainda atuam na região. Em 1998, o grupo decidiu processar artesanalmente parte desta produção de banana, na tentativa de agregar valor ao produto e romper com a relação desfavorável com os atravessadores. Indicadores, desenvolverem a farinha de banana, (um produto de uso tradicional na culinária no Quilombolo), a bala de banana e, por último e banana chip.

Em 2006, o grupo foi formalizado através de uma associação com o objetivo de desenvolver melhorar a organização comunitária no Quilombo, desenvolver os empreendimentos de economia solidária na comunidade de Capão Verde e na região Morraria, tecnificar o processamento da banana, eficientizar a comercialização e dar um encaminhamento às demandas sociais dos moradores, junto as instituições municipal, estadual e federal.

Atualmente com apoio da Eletronorte e muitos outros parceiros, Capão Verde conseguiu uma estrutura moderna de fábrica de derivados da banana que está proporcionando a todos os agricultores que saiam do processo totalmente artesanal e se desloquem para um novo processo em que terão melhor eficiência e eficácia, com boa produção e alta produtividade, apresentando a eles um fator muito importante de competitividade.
Mexendo o doce manualmente


*Geraldo Lúcio

*Hoje (08 de abril de 2011), bem pela manhã saí de Cuiabá, com destino a Comunidade Imbé/Campina de Pedra, passei pela Comunidade Morro Cortado, parei na propriedade Rancho Mineiro da minha amiga Zilair numa passagem bem rápida e na Comunidade Capão Verde, alí parei por um bom tempo , o suficiente para poder tirar algumas fotos e poder bater um papo com a Andréia presidente da Associação e compartilhar mais uma vez do Roteiro Quilombolas de Turismo Rural que estaremos estabelecendo  em parceria com muitos orgão e instituições governamentais e não governamentais, em seguida fui para comunidade do Imbé/Campina de Pedra e os resultados estarei compartilando com todos vocês meus seguidores deste blog. 
Leiam também: COMUNIDADE IMBÉ, VISINHA DA CAMPINA DE PEDRA INAUGURA A SUA FÁBRICA DE AÇÚCAR MASCAVO

CONTATOS: Associação dos Agricultores e Agricultores Afrodescendentes da Comunidade Tradicional de Capão Verde  - Rodovia BR 070, Km 90 Municipio de Poconé - MT
FONES: (65) 3374 - 1102     - CELULAR:  (65) 9979 - 2016