24 de março de 2020

Como está o turismo durante a pandemia de Coronavírus

 Rafael Werneck

Chip internacional em promoção
O assunto mais comentado no mundo no início do ano de 2020 é, sem dúvidas, o Coronavírus (nome técnico oficial: SARS-CoV-2). E não é para menos.
As notícias vindas da China, na Ásia, de cidades inteiras sendo colocadas em quarentena, milhões de pessoas tendo que se manter em casa e países evacuando seus cidadãos do foco da epidemia, ajudam a criar esse sentimento de insegurança.
Em Portugal, por exemplo, o assunto é, de longe, o mais comentado dos canais de notícias, especialmente depois que a Itália confirmou milhares de casos de pessoas infectadas.
Em tempos de grandes crises, como essa do Coronavírus, o mais importante é se preparar de forma inteligente e cautelosa, sem pânico. E para evitar pânico, nada melhor do que informação.
Logo, este texto tem a função de fornecer dados em meio a esta crise para que você tome as melhores decisões sobre aquilo que o Quero Viajar Mais é especialista: turismo.

O que é o Coronavírus?




Turismo no surto mundial de Coronavírus
Coronavírus.

O Coronavírus é, na verdade, uma família de vírus. Esta família de vírus é conhecida desde meados da década de 1960. Dentre os vírus identificados desta família de vírus destacam-se a SARS, o MERS e, agora, o SARS-CoV-2.
O SARS-CoV-2 é o responsável por causar a doença respiratória aguda COVID-19. O que se está vivendo no período atual é a doença COVID-19, causada pelo vírus chamado SARS-CoV-2, da família Coronavírus.
A doença tem sintomas parecidos com a gripe e, até o momento, ainda não existe tratamento específico para ela.
Além disso, conforme comunicado da Organização Mundial da Saúde (OMS), a infecção foi declarada como pandemia. Isto é, uma epidemia de amplitude global e que portanto afeta mais de uma região (ou todas) do Planeta.

Casos confirmados de Coronavírus




Casos de Coronavírus pelo mundo
Infecção já afeta dezenas de países.

Com as informações a seguir, acredito que você terá as melhores condições para tomar as decisões ideias com relação às suas viagens pretendidas.
Inicialmente, apresento um quadro do número de casos de Coronavírus em cada país até o momento. Lembrando que estes números devem ser atualizados e, portanto, verificados por você diariamente.
Indico a você a buscar sempre por esta atualização no site da OMS e também no portal do Ministério da Saúde do Brasil.
CasosMortes
China80.8143.100
Coreia do Sul7.13450
Itália5.883234
Irã5.823145
Alemanha795
França70610
Cruzeiro Diamond Princess6967
Japão4556
Espanha3745
Suíça2642
Estados Unidos21319
Reino Unido2102
Holanda1881
Bélgica169
Suécia161
Noruega147
Cingapura138
Malásia93
Áustria79
Austrália743
Grécia66
Kuwait61
Canadá57
Iraque544
Tailândia501
Bahrein49
Islândia45
Taiwan451
Emirados Árabes Unidos45
Índia34
Dinamarca31
San Marino27
República Tcheca26
Líbano22
Israel21
Vietnã21
Brasil19
Finlândia19
Irlanda18
Argélia17
Cisjordânia16
Omã16
Egito15
Equador14
Portugal13
Geórgia12
Catar12
Croácia11
Estônia10
Argentina91
Azerbaijão9
Romênia9
Eslovênia9
Arábia Saudita8
Rússia7
Belarus6
Peru6
Filipinas61
Polônia6
Chile5
Costa Rica5
Guiana Francesa5
Hungria5
México5
Nova Zelândia5
Paquistão5
Afeganistão4
Senegal4
Macedônia3
Eslováquia3
Bósnia-Herzegovina2
Bulgária2
Camboja2
Camarões2
Indonésia2
Luxemburgo2
Maldivas2
Martinica2
Marrocos2
Ilha de São Martinho (parte francesa)2
África do Sul2
Andorra1
Armênia1
Butão1
Colômbia1
República Dominicana1
Gibraltar1
Vaticano1
Jordânia1
Letônia1
Liechtenstein1
Lituânia1
Malta1
Moldávia1
Mônaco1
Nepal1
Nigéria1
São Bartolomeu1
Sérvia1
Sri Lanka1
Togo1
Tunísia1
Ucrânia1
A seguir, apresenta-se um mapa demonstrando visualmente o volume de casos em cada país.



Como está o Coronavírus pelo mundo
Ministério da Saúde do Brasil desaconselha viagens para estas regiões.

Pelas informações listadas no quadro e no mapa, fica claro que a vasta maioria dos casos de Coronavírus se encontra na China, quase 80% do total de casos.
Na sequência, está a Coreia do Sul, país próximo, Itália e Irã, todos com mais de 5 mil casos cada. O Ministério da Saúde do Brasil desaconselha viagens para estas regiões em específico.
A seguir estão França e Alemanha, com cerca de 900 e 800 casos confirmados, respectivamente. As áreas de maior risco, claramente, são estas.
Saúde => Seguro viagem anual

Como o Coronavírus afeta minha viagem?




Viajo ou não durante o Coronavírus?
Faça um monitoramento de como está a infecção no país a que pretende ir.

Se você está se fazendo essa pergunta, vale a pena checar se o seu destino de viagem está em uma dessas áreas de maior risco.
Além do mais, vale, também, verificar se as atrações turísticas ou eventos que você pretende ir serão cancelados ou serão realizados sem público.


Listo a seguir algumas atrações turísticas fechadas, começando pelo local de origem da doença, a China:
  • A Cidade Proibida de Pequim está fechada, sem previsão de reabertura;
  • O zoológico de Pequim também está fechado, sem previsão de reabertura; e
  • Disneyland Shanghai está fechado, sem previsão de reabertura.
Ademais, por conta do alto número de casos de Coronavírus, diversas empresas aéreas já cancelaram voos pra China. É importante verificar com a sua companhia se já tiver passagem comprada.
A Coreia do Sul fechou todos os seus parques, museus e palácios imperiais. Também um grande foco de proliferação da doença, os festivais que aconteceriam no país também foram cancelados.


Já no Japão, foi feita uma listagem das atrações fechadas, com previsão de reabertura, como, por exemplo, as listadas abaixo:
  • Robot Restaurant Tokyo reabrirá em 8 de março
  • Fuji-Q Highland reabrirá em 8 de março
  • Pretty Guardian Sailor Moon – Shining Moon Tokyo reabrirá em 11 de março
  • Sanrio Puroland será reaberto em 13 de março
  • Toei Kyoto Studio Park será reaberto em 13 de março
  • Tokyo Disneyland reabrirá em 15 de março
  • Universal Studios Japan reabrirá em 15 de março
  • O teamLab Planets TOKYO será reaberto em 15 de março
  • LEGOLAND Discovery Center Osaka reabrirá em 15 de março
  • Tokyo Skytree reabrirá em 15 de março
  • Torre de Kyoto será reaberta em 15 de março
  • Osaka Spa World reabrirá em 15 de março
  • A torre de Fukuoka será reaberta em 15 de março
  • O aquário de Osaka Kaiyukan será reaberto em 15 de março
  • Abeno Harukas reabrirá em 15 de março
  • Museu Studio Ghibli será reaberto em 17 de março
  • Torre de TV de Sapporo será reaberta em 19 de março
Entretanto, é sempre importante lembrar que essas informações podem ser alteradas a qualquer momento. Que foi o que ocorreu na Itália na madrugada de sábado (08/03) para domingo (09/03).
Já havia, desde o mês de fevereiro, uma série de restrições à circulação de pessoas em pontos turísticos da Itália, nomeadamente no norte do país e mais especificamente em Milão.
Por exemplo, o Duomo de Milão, principal ponto turístico de Milão estava fechado. Diversas partidas do campeonato italiano foram adiadas ou disputadas sem público. Mas desde a madrugada do dia 8 de março, a situação mudou.


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Coronavírus provocou restrição à circulação de pessoas na Itália.

Às 2h15 da manhã, horário local, o primeiro-ministro da Itália, Giuseppe Conti, concedeu uma entrevista coletiva colocando toda a Lombardia e mais 14 províncias de outras 4 regiões, na chamada “zona vermelha”.
Já na segunda-feira (10/03), a restrição se estendeu para todo o país. O que significa isso? Significa que todas estas regiões estão oficialmente isoladas. Ninguém entra, ninguém sai.
A não ser por “comprovadas exigências de trabalho, situações de necessidade especial ou motivos de saúde”, conforme o pronunciamento e regulamento.
Na “zona vermelha”, bares e restaurantes só podem funcionar das 6 horas até as 18 horas, garantindo a distância mínima de 1 metro entre os comensais. Quem não respeitar, pode ter as portas fechadas pela polícia.
Ademais, museus, teatros e cinemas também estão fechados. Para se ter ideia do tamanho do impacto, esta região isolada tem cerca de 18 milhões de habitantes, quase um terço da população da Itália.



Grande Prêmio do Bahreïn 
Grande Prêmio do Bahreïn  | Foto: Habeed Hameed, via Wikimedia Commons.

Os governos locais ainda estão tentando interpretar essa medida, pois além de ser subjetivo, a mobilidade foi reduzida, mas não impedida, os aeroportos estão abertos, por exemplo.
É extremamente importante verificar e pesquisar o seu destino. E checar diariamente as novas informações. O parágrafo acima demonstra o motivo pelo qual você deve estar sempre atento às novas informações.
Além desses países citados, só a título exemplificativo, estou falando de fechamento do Louvre, adiamento da Maratona de Barcelona para outubro, realização do Grande Prêmio de Fórmula 1 do Bahrein com portões fechados.
Em Portugal, com apenas poucas dezenas de casos até o momento, não ocorreram cancelamentos de eventos ou fechamento de atrações. Porém, o governo já anunciou que essas medidas estão dentro de planos e estratégias com possibilidade de serem tomadas a qualquer momento.

Viajando durante o surto de Coronavírus




Pode visitar outros países durante o Coronavírus?
Verifique a operação das companhias aéreas para determinados países.

Se você não pretende ir para nenhuma das regiões com graves problemas de número de casos, as atrações que você pretende visitar estão abertas e funcionado. O que fazer agora? Primeiramente, verificar se você se sente bem.
Se você estiver com qualquer dos sintomas de Coronavírus, é altamente desaconselhável viajar e altamente aconselhável procurar um médico.
Os principais sintomas são: febre, dores de cabeça, tosse, dificuldades de respirar e dores musculares. Não que você vá piorar se você for viajar obrigatoriamente, mas você pode, caso infectado, infectar outros.
Depois, recomendo que você cheque seus voos. Algumas companhias aéreas estão cancelando voos, oferecendo remarcações grátis ou mesmo oferecendo reembolsos.
Sendo assim, é importante verificar a política que a sua companhia aérea está efetuando em relação a seu voo. Das companhias pesquisadas com políticas específicas sobre o Covid-19, algumas empresas aéreas oferecem atenção especial e informações especiais já em sua homepage.
São elas: TAP, Air France, KLM, Alitalia, British Airways, Lufthansa, Etihad, Emirates, United Airlines, Delta e Easyjet, dentre outras. Não deixe de verificar sua passagem.
Por fim, se após tudo, você chega a seu destino, é importante ficar atento para os eventos futuros. Por exemplo, é possível que você esteja em uma área que pode vir a ser interditada e você ficar preso no seu destino de viagem.
Durante a sua viagem, porém, é importante saber algumas dicas básicas para evitar a contaminação. Inicialmente, usar máscara não ajuda a prevenir a contaminação, segundo a OMS.


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A máscara serve apenas para que aqueles contaminados não passem o vírus adiante. Não saia comprando máscaras se você estiver bem, deixe elas para quem realmente vai precisar.
As orientações passadas pelo governo brasileiro, via Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), para cuidados mais básicos são:
  • Lavas as mãos regularmente e/ou higienizá-las com álcool gel;
  • Evitar contato próximo com pessoas doentes ou que apresentam sintomas de Covid-19;
  • Cobrir boca e nariz ao tossir e espirrar;
  • Evitar tocar seu rosto, principalmente nariz, olhos e boca;
  • Caso fique doente, procurar atendimento médio imediatamente, tanto no Brasil quanto no exterior.



O que tenho de saber sobre o Coronavírus
Fique atento aos detalhes sobre o COVID-19.

E isso nos leva ao próximo ponto: vou viajar, qual seguro contratar?

Seguro de viagem no surto de Covid-19




saúde em viagem
Fique atento às coberturas do seguro viagem.

Seguradoras, via de regra, não cobrem custos associados às epidemias, pandemias e surtos viróticos.
O que quer dizer isso? Significa que o seguro cobre todo o custo do momento da emergência até o diagnóstico da doença.
Após a confirmação, o seguro não cobre mais os custos do viajante. É importante lembrar ainda que a OMS declarada que o Covid-19 como um surto, não uma pandemia ainda.
ATUALIZAÇÃO: dia 11/03/2020 a OMS declarou o Coronavírus uma pandemia mundial.

Tudo sobre o turismo depois do Coronavírus

O surto de Coronavírus é um evento global, isso é inegável. Os impactos na economia mundial já estão sendo contabilizados, a China já espera crescer quase 2% a menos do que o previsto.
O impacto no turismo também. Viagens com destino à China são altamente desaconselháveis por diversos governos.
Além disso, existem as áreas com atrações fechadas, como vistas acima, como Itália, Coreia do Sul e Japão.
Isso deve impedir você de viajar? Acredito que o texto acima vai lhe dar um grande embasamento para se decidir, mas o veredito final será o seu.
Tem alguma outra dúvida sobre o turismo frente ao Coronavírus? Participe nos comentários e não se esqueça de ir ao médico se tiver qualquer sintoma desta infecção.

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CORONA VÍRUS X VIAGENS X TURISTAS - Atuação em portos, aeroportos e fronteiras



Em razão do enfrentamento do novo coronavírus (nCoV), a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) tem elaborado e atualizado, regularmente, as orientações para a atuação dos servidores em portos, aeroportos e fronteiras, destacando a utilização adequada de equipamento de proteção individual (EPI) em suas ações e atividades.

É importante ressaltar que a Agência também compõe o Centro de Operações de Emergência (COE) – Coronavírus. A partir das reuniões realizadas, foram alinhadas algumas ações, divulgadas e implementadas localmente pela Gerência Geral de Portos, Aeroportos, Fronteiras e Recintos Alfandegados (GGPAF) da Anvisa, como por exemplo:

• Distribuição de material informativo em português e inglês, disponível nas páginas oficiais http://portal.anvisa.gov.br/coronavirus e https://saude.gov.br/saude-de-a-z/novocoronavirus, com as recomendações gerais para a comunidade portuária (frequente higienização das mãos com água e sabonete, utilização de gel alcoólico para higienizar as mãos quando elas não estiverem visivelmente sujas, entre outras).

• Recomendações quanto ao uso de EPI para os práticos, servidores da Receita Federal, Polícia Federal, Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) e Marinha do Brasil, e demais trabalhadores que estão em contato direto com viajantes provenientes da China.

• Disponibilização e monitoramento dos avisos sonoros em inglês, português, mandarim e espanhol, nos terminais e navios de cruzeiro, sobre os sinais e os sintomas da infecção por coronavírus, bem como sobre os cuidados básicos como lavagem regular das mãos e cobertura da boca e do nariz ao tossir e espirrar.

Aplicativo Coronavírus

A ferramenta foi desenvolvida pelo Ministério da Saúde e fornece informações, dicas, mapa de unidades de saúde, além de uma avaliação rápida sobre a relação de sintomas relatados com a definição de caso suspeito do vírus.

CORONA VÍRUS X TURISTAS -(VIAJANTES) - Viajantes e entidades do setor, fiquem atentos a essas orientações importantes!




CORONA VÍRUS X TURISMO - Campanha Não cancele, REMARQUE!



A manutenção de milhares de empregos depende de você, viajante. Se está pretendendo cancelar sua viagem ou pedir o reembolso, Não cancele, remarque. O Ministério do Turismo apoia esta ideia e tem incentivado o adiamento dos roteiros turísticos.

Essa é a parcela de contribuição que cada um de nós podemos dar a esse setor neste momento de crise, que emprega tantos milhões de brasileiros e leva entretenimento e diversão para vários outros.


   

CORONA VÍRUS - Baixe o aplicativo do Ministério do Turismo e tenha sempre acesso à informação oficial.

Coronavírus - Esclarecimentos e informações para o setor de Turismo - Fonte: MTur


O Ministério do Turismo integra o Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública para o novo Coronavírus (COE-nCoV) do Governo Federal. O COE, que é coordenado pelo Ministério da Saúde, foi criado para acompanhar e definir estratégias para enfrentar o coronavírus no Brasil.

O MTur está em permanente contato com representantes do setor turístico para detalhar as ações do Governo Federal e promover ações unificadas e imediatas em relação à pandemia de coronavírus. A interlocução busca, ainda, ratificar os esforços da Pasta para mitigar o impacto em todos os segmentos, com soluções de apoio ao setor neste momento de adversidade, e a manutenção da geração de emprego e renda no Brasil.

Visando esclarecer as dúvidas dos segmentos turísticos e da população sobre as medidas que vem sendo adotadas para conter a pandemia, bem como as principais recomendações de prevenção, o Ministério do Turismo separou algumas informações para dirimir eventuais questionamentos. A informação é parte essencial da prevenção. Se você tem alguma dúvida sobre a doença, acesse o site do Ministério da Saúde.

Viajantes e entidades do setor, fiquem atentos a essas orientações importantes! 




Recomendações para as empresas do setor

Adote horários alternativos para a entrada dos funcionários e faça escalas, de forma que não estejam todos ao mesmo tempo no local.

Funcionários doentes devem ficar em casa. Facilite a comprovação do atestado, evitando que ele compareça à empresa.

Disponibilize locais onde lavar as mãos com frequência, dispenser com álcool em gel 70% e toalhas de papel descartáveis.

Amplie a frequência de limpeza de pisos, corrimãos, maçanetas e banheiros com álcool 70% ou solução de água sanitária.


Linhas de Crédito 

O Ministério do Turismo já disponibilizou R$ 381 milhões em financiamento aos micros, pequenos e médios empresários do setor no intuito de conter os impactos do coronavírus.

As 17 instituições financeiras cadastradas no Fundo Geral do Turismo (Fungetur), linha de crédito do Ministério do Turismo, já estão com os recursos disponíveis.

Os juros para capital de giro foram reduzidos de 7% para 5% ao ano e a carência, do início de pagamento das parcelas, de 6 meses para 1 ano.

Além disso, as empresas do segmento turístico também serão incluídas nas linhas de crédito disponíveis pelo Banco do Brasil. O objetivo é dar mais uma alternativa aos empresários do setor de garantirem fluxo de caixa e manterem milhares de empregos no país.

Remarcações de Viagens 

O consumidor pode remarcar, sem custos adicionais, as viagens turísticas previstas para os próximos 60 dias. O mesmo vale para hotéis e pacotes.

O consumidor que adquiriu passagens por meio de agências de turismo e companhias aéreas que fazem negócios no Brasil - presencial ou virtual, em moeda nacional e em português – pode realizar o reagendamento sem custo adicional. O mesmo vale para hotéis.

Cabe destacar que essa recomendação não se sobrepõe à Resolução 400 da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), mas leva em consideração a hipótese de caso fortuito ou força maior previsto no Código Civil (art. 393), no caso a pandemia do coronavírus.

Recomenda-se também que as empresas aéreas e de turismo, como já se manifestaram publicamente, ofereçam flexibilidade e possibilidade de negociação com o consumidor, evitando a judicialização e deixando de recorrer à Resolução 400 da ANAC ou a termos contratuais, de forma a não causar maiores prejuízos a si e aos setores aéreo e turístico.

Aos consumidores, recomenda-se prudência, evitando que seja solicitado o simples reembolso, sem tentar remarcar, pois uma crise no setor hoteleiro e de aviação poderá trazer impactos futuros à economia.

O uso da plataforma www.consumidor.gov.br, do Ministério da Justiça, é fundamental para garantir a solução justa, rápida e adequada ao consumidor e às empresas. É uma espécie de câmara de conciliação virtual, onde questões que tangem as remarcações de viagens podem ser solucionadas. A resolubilidade do site é superior a 70% dos casos, conforme avaliação dos próprios consumidores. Todas as empresas aéreas que operam no Brasil estão cadastradas na plataforma. Elas têm o prazo de até 10 dias para responder as reclamações registradas na ferramenta.

A Associação Brasileira de Agências de Viagens (Abav) já havia informado na semana passada que está discutindo diretamente com os fornecedores de passagens e hospedagens para que eles facilitem "remarcações ou reembolso, sem custo, aos passageiros que não se sentirem confortáveis em viajar neste momento". Essas políticas de remarcações não são padronizadas, dependem de cada fornecedor e do serviço envolvido, e as agências fazem toda a intermediação necessária.

Ações de Contenção do Governo Federal 

Medidas emergenciais para a aviação civil brasileira:

1. Os vencimentos das tarifas de navegação aérea que seriam cobrados entre os meses de março e junho serão adiados de setembro a dezembro deste ano, respectivamente;

2. As companhias poderão fazer o reembolso de passagens aéreas, compradas até o dia 31 de dezembro de 2020, em até 12 meses;

3. Os pagamentos das outorgas, os valores que as concessionárias pagam à União pelo direito de explorar o aeroporto, foram adiados até 18 de dezembro deste ano;

4. Consumidores ficarão isentos de multas e poderão usar o crédito futuramente;

5. Linhas de financiamento de capital de giro pelo Banco do Brasil, Caixa e BNDES.


Outras medidas econômicas adotadas pelo Governo Federal:

1. Injeção de R$ 147,3 bilhões na economia. A maior parte (R$ 83,4 bilhões) direcionados para a população mais idosa e quase R$ 60 bilhões irão para a manutenção de empregos.

2. Para dar mais capital de giro às empresas, o governo suspendeu por três meses o prazo para empresas pagarem o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e também a parte referente à parcela da União no Simples Nacional;

3. Renegociação das dívidas das companhias aéreas;

4. Antecipação da segunda parcela do 13º salário de aposentados e pensionistas do INSS para o mês de maio;

5. Facilitação da renegociação de operações de créditos de empresas e de famílias;

6. Anúncio de programa de ajuda para autônomos com concessão direta de recursos aos trabalhadores informais ao custo de R$ 5 bilhões por mês, pelo prazo de três meses, sendo R$ 200 por beneficiário;

7. A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) suspenderá atos de cobrança e facilitará a renegociação de dívidas em decorrência da pandemia;

8. Realização de estudo para subsidiar parte do salário para os empregados de micro e pequenas empresas.


Campanha Não cancele, REMARQUE! 

A manutenção de milhares de empregos depende de você, viajante. Se está pretendendo cancelar sua viagem ou pedir o reembolso, Não cancele, remarque. O Ministério do Turismo apoia esta ideia e tem incentivado o adiamento dos roteiros turísticos.

Essa é a parcela de contribuição que cada um de nós podemos dar a esse setor neste momento de crise, que emprega tantos milhões de brasileiros e leva entretenimento e diversão para vários outros.



Atuação em portos, aeroportos e fronteiras

Em razão do enfrentamento do novo coronavírus (nCoV), a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) tem elaborado e atualizado, regularmente, as orientações para a atuação dos servidores em portos, aeroportos e fronteiras, destacando a utilização adequada de equipamento de proteção individual (EPI) em suas ações e atividades.

É importante ressaltar que a Agência também compõe o Centro de Operações de Emergência (COE) – Coronavírus. A partir das reuniões realizadas, foram alinhadas algumas ações, divulgadas e implementadas localmente pela Gerência Geral de Portos, Aeroportos, Fronteiras e Recintos Alfandegados (GGPAF) da Anvisa, como por exemplo:

• Distribuição de material informativo em português e inglês, disponível nas páginas oficiais http://portal.anvisa.gov.br/coronavirus e https://saude.gov.br/saude-de-a-z/novocoronavirus, com as recomendações gerais para a comunidade portuária (frequente higienização das mãos com água e sabonete, utilização de gel alcoólico para higienizar as mãos quando elas não estiverem visivelmente sujas, entre outras).

• Recomendações quanto ao uso de EPI para os práticos, servidores da Receita Federal, Polícia Federal, Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) e Marinha do Brasil, e demais trabalhadores que estão em contato direto com viajantes provenientes da China.

• Disponibilização e monitoramento dos avisos sonoros em inglês, português, mandarim e espanhol, nos terminais e navios de cruzeiro, sobre os sinais e os sintomas da infecção por coronavírus, bem como sobre os cuidados básicos como lavagem regular das mãos e cobertura da boca e do nariz ao tossir e espirrar.

Aplicativo Coronavírus

A ferramenta foi desenvolvida pelo Ministério da Saúde e fornece informações, dicas, mapa de unidades de saúde, além de uma avaliação rápida sobre a relação de sintomas relatados com a definição de caso suspeito do vírus.

Baixe o aplicativo e tenha sempre acesso à informação oficial.

CONFIRAM - Coronavírus: 10 mitos sobre prevenção e tratamento



De superdoses de vitamina D a chá de erva-doce, conheça métodos veiculados por aí para proteger contra o coronavírus que não têm respaldo da ciência
Por Chloé Pinheiro
access_time20 mar 2020, 18h27 - Publicado em 13 fev 2020, 18h45chat_bubble_outlinemore_horiz


Chás e infusões não são capazes de abreviar a infecção pelo coronavírus. (Foto: Fabio Castelo/SAÚDE é Vital)

O novo coronavírus (que causa a doença Covid-19) acabou de ser descoberto e já criaram dezenas de fake news sobre ele. De uma origem em laboratório orquestrada pelo empresário Bill Gates para lucrar com vacinas a estratégias simples e milagrosas para tratar e evitar a infecção, sobram informações inverídicas.
Veja também

Elencamos os boatos que mais estão se disseminando sobre esse vírus e conversamos com especialistas para esclarecê-los de uma vez por todas. Confira:
1) Tomar uma superdose de vitamina D evita o coronavírus

Uma mensagem assinada por um médico diz que a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) indica um reforço na imunidade para prevenir essa doença. Para isso, seria preciso injetar uma dose alta de vitamina D, que teria o poder de modular as defesas do corpo.

Só que a notícia é completamente falsa. A SBI emitiu um comunicado afirmando que jamais fez tal recomendação. “Tomar uma vitamina não vai mudar sua resposta a um agente estranho”, comenta Nancy Bellei, infectologista consultora da entidade e pesquisadora da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).


Um estudo bem robusto, realizado em 2019 com mais de 5 mil adultos, mostra que mesmo uma dose enorme, de 100 mil UI de vitamina D, não previne infecções respiratórias, como o coronavírus. A pesquisa foi feita pela Universidade Harvard, nos Estados Unidos, e publicada no periódico Clinical Infectious Diseases.


Manter uma alimentação equilibrada ao longo da vida é a única recomendação nutricional dos médicos para reforçar as defesas. “Vender qualquer boost de imunidade beira o charlatanismo”, destaca João Prats, infectologista da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo.
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MEDICINAVacina da gripe: o que muda em 2020query_builder5 mar 2020 - 12h03

2) Chá de erva-doce mata o vírus originário da China

No WhatsApp, o texto alega que um médico do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo recomenda tomar o chá de erva-doce para curar o coronavírus, porque a planta tem o mesmo princípio ativo do Tamiflu, um remédio usado contra casos de H1N1 e outros subtipos do influenza.

Mas atenção: tal composto não existe na erva-doce. Aliás, o Ministério da Saúde ressalta que nenhum chá é capaz de tratar o coronavírus ou a gripe.
3) Alho, gengibre e outros fitoterápicos como forma de prevenção

Ainda na seara alimentar, as correntes recomendam comer alho cru e tomar chá de gengibre, entre outras bebidas e alimentos, para reforçar a imunidade e matar o vírus.

“Embora moléculas dessas plantas demonstrem resultados positivos quando se estuda a ação delas em uma célula isolada no laboratório, não dá para extrapolar esse efeito para o corpo humano”, comenta Prat.

Isso não significa que comer um vegetal rico em nutrientes, como o alho ou mesmo o gengibre, fará mal. Na verdade, eles até podem aliviar sintomas como coriza e irritação nas vias aéreas. Só não espere que, isoladamente, previnam ou curem um caso de coronavírus ou de qualquer outra infecção respiratória.
4) Já ter pego gripe protege contra o coronavírus

O influenza é diferente do coronavírus. Quando somos infectados por um subtipo do vírus da gripe, nosso organismo aprende a se defender especificamente contra ele, em um processo chamado de resposta imune adquirida.

O raciocínio é o mesmo para a vacina da gripe. O fato de ter recebido essa injeção não quer dizer que o organismo está mais resguardado do coronavírus. E nem contra o próprio influenza daqui um ano. Isso porque esse agente infeccioso sofre mutações constantes, que exigem modificações na vacina.

Agora, imunizar-se contra gripe pode evitar que o coronavírus cause complicações. Explica-se: esse novo vírus pode se aproveitar do fato de o organismo estar enfraquecido pelo influenza para provocar estragos graves.
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MEDICINAComo se prevenir do coronavírus?query_builder4 fev 2020 - 17h02

5) O coronavírus é semelhante ao vírus da aids

Uma montagem mostra porções iguais do DNA de dois vírus lado a lado, supostamente o HIV e o coronavírus. Segundo os autores, são semelhanças “nunca encontradas em outro coronavírus do passado”, o que indicaria que o novo inimigo da saúde foi criado com fins escusos em um laboratório – olha aí o Bill Gates de novo.

Mas não há nenhum registro científico dessa similaridade. O periódico The Lancet publicou recentemente um artigo que sequencia os genes do covid-19, mostrando que ele é cerca de 80% similar ao vírus SARS, que causou uma epidemia na década passada. Não há qualquer menção ao HIV.
6) O novo vírus pode ser tratado com remédios para HIV, influenza ou antibióticos

Até agora, não existe um tratamento específico contra o coronavírus além de observar e remediar os sintomas e as complicações da infecção. Entretanto, com o avanço dos casos, os médicos estão fazendo testes com medicamentos originalmente criados para enfrentar outras enfermidades.
Na China, médicos vêm receitando o lopinavir e o ritonavir, antirretrovirais que tratam o HIV, combinados com o oseltamivir, o princípio ativo do Tamiflu, que é prescrito em gripes severas. A CNN noticiou também que um médico tailandês declarou ter curado um caso grave de coronavírus com a mistura.

A estratégia, entretanto, carece de comprovação científica. “Faltam evidências clínicas da eficácia contra o covid-19. Também precisamos compreender o mecanismo pelo qual atuariam esses medicamentos”, destaca Prats.
7) Carregar bolsas de cânfora afasta o coronavírus

“Uma boa dica, meus queridos amigos: bolsinhas medicinais de cânfora ajudam a evitar a propagação da gripe coronavírus”, afirma uma mensagem espalhada pelos grupos de WhatsApp. Primeiro, vale dizer que a infecção provocada pelo coronavírus não é uma gripe, o que já levanta suspeitas.

E a cânfora, embora empregada há séculos como tratamento alternativo, não tem nenhuma ação antiviral atestada por estudos. “É uma planta famosa por ser descongestionante e analgésica. Ela até atenua os sintomas de gripe e resfriado, mas não reduz o risco de infecção nem evita casos graves”, pontua Prats.
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8) Lavar nariz com frequência evita o coronavírus

A higienização frequente das narinas é a melhor maneira de desentupir o nariz, além de amenizar os sintomas da rinite. Só que seus benefícios param por aí, uma vez que a higiene do local não impede que um vírus entre pela mucosa e acesse o organismo.
9) Comprar mercadorias da China é perigoso

Ter contato com produtos chineses não representa ameaça de contágio pelo coronavírus. Ministério da Saúde, Organização Mundial da Saúde (OMS) e a comunidade médica rejeitam essa hipótese.

“Há a possibilidade de o vírus ‘sobreviver’ no ambiente por alguns dias, mas, em geral, ele se torna incapaz de infectar alguém após algumas horas fora do organismo”, destaca Nancy.
10) Ozonioterapia para tratar coronavírus

Uma clínica de estética publicou em suas redes sociais que a ozonioterapia — técnica que administra os gases oxigênio e ozônio no nosso corpo para diferentes fins — preveniria a infecção. A notícia, embora falsa, espalhou-se rapidamente.

Em comunicado, a SBI avisa que não há nenhuma evidência científica de que o método proteja contra o covid-19.
Uma polêmica: o calor brasileiro deixa o coronavírus menos ameaçador?

Com base em estudos já feitos com o influenza, que apontam para uma maior transmissão nos meses frios e secos, imagina-se que o coronavírus perderá força no clima tropical do Brasil em pleno Carnaval. Acontecimentos dos últimos anos, contudo, desafiam esse conceito.

“Existe um conhecimento clássico sobre o assunto, mas há muitos dados que apontam para surtos de vírus causadores de doenças respiratórias fora do frio e em regiões mais úmidas”, diz Nancy. “Tivemos, por exemplo, uma epidemia de H1N1 nos Estados Unidos em julho, um período muito quente naquele país, e também enfrentamos casos no verão brasileiro”, complementa a médica.

A especialista completa: “Não dá para afirmar que o clima diminuirá a velocidade de transmissão, especialmente se tratando de um vírus para o qual ninguém tem imunidade ainda”, completa.

No entanto, outras versões de coronavírus especialmente agressivos, como o SARS, de fato tiveram maior dificuldade de se espalhar no verão. Isso porque, no calor, as pessoas não ficam tanto tempo em ambientes fechados, que facilitam a disseminação de infecções respiratórias. E é possível que o próprio vírus não responda tão bem ao clima tropical.

Nesse ponto, portanto, devemos esperar mais pesquisas.

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