20 de julho de 2018

Feliz dia do Amigo !!

Festa do Produtor Rural.

Não vamos ser REDUNDANTES. Certo ??

Bora lá na Galinhada de VERDADE ?


Aos amigos, irmãos e parentes.

Faço este convite especial,

Neste domingo realizaremos uma galinhada em prol de algum projetos de nossa igreja e manutenção de nossas atividades sociais.

Local: Rua Terezina, 

Numero; 54, 

Bairro: Cidade Verde. 

Referência: Proximo do Centro Comunitário do bairro.

Venham almoçar conosco!

Posso contar com você e sua família?

Caso deseje poderá retirar também marmitex no local...

Desde já agradeço pela atenção e carinho de sempre, abraços!!

É para todos!

Eu e a minha familia iremos.

Certo ?

Convite aos pais de Plantão!

Ferramentas de Biodiversidade e Nutrição no Ar. Confiram a matéria !

Prezados,

É com alegria que informo que a ferramenta Biodiversidade & Nutrição está no ar!

A ferramenta foi desenvolvida pelo Projeto BFN/MMA (Biodiversidade para Alimentação e Nutrição), em parceria com o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, e faz parte da plataforma SiBBr (Sistema de Informação sobre a Biodiversidade Brasileira), reunindo informações sobre a composição de alimentos de espécies da flora brasileira e receitas culinárias.

http://sibbr.gov.br/areas/index.php?area=uso&subarea=alimentacao-e-nutricao

No momento, já estão disponíveis informações sobre mais de 150 alimentos, obtidas por compilação da literatura científica, e, até julho de 2018, serão inseridos gradualmente dados de macronutrientes, vitaminas e minerais de mais de 70 espécies nativas, gerados por análises laboratoriais, e mais de 300 receitas culinárias.

Todos os dados e receitas foram desenvolvidos pelas universidades e institutos de pesquisa parceiros do BFN. 

Por favor, divulguem a ferramenta a possíveis interessados em suas redes de contatos.

Aproveito para divulgar também a página do BFN no Facebook, na qual constam todas as novidades e lançamentos do Projeto:

https://www.facebook..com/BFNBrasil-149017735737181/?ref=bookmarks

Abraços,

Camila Neves Soares Oliveira
Analista Ambiental

Departamento de Conservação e Manejo de Espécies

Secretaria de Biodiversidade

Ministério do Meio Ambiente

Telefone: 61-20282288

19 de julho de 2018

* PANTANAL É PREMIADO NA CHINA COMO MELHOR DESTINO DE VIAGENS INCRIVEIS *

A região, que foi escolhida durante a participação da Embratur na feira ITB China, foi uma das pautas da reunião entre o secretário adjunto de Turismo do estado e representantes do Instituto

No encontro, ficou acertada a realização de uma visita técnica na região pantaneira, que abrange os estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, além do Seminário de Marketing Turístico, que serão promovidos em novembro deste ano, com apoio da Embratur. O encontro tem o objetivo principal de qualificar e preparar profissionais do trade local. Já a visita aos dois estados servirá para que os técnicos do Instituto conheçam mais os pontos turísticos para fomentar o setor.

“A região do Pantanal é considerada uma das mais completas para o Ecoturismo e Turismo de Aventura no Brasil. Por estar nos dois estados, a nossa ideia é unir forças com Mato Grosso do Sul, Embratur e demais entidades nacionais para a melhor promoção do destino em mercados internacionais. Com a devida divulgação, todo o estado ganha, inclusive, outros destinos tão importantes como Nobres e a Chapada dos Guimarães”, destacou o secretário.

Além disso, Jaime Okamura apresentou a proposta de participação do estado durante as ações na ABAV, que irá ocorrer entre os dias 26 e 28 de setembro, em São Paulo. Na programação, haverá a possibilidade de representantes do trade mato-grossense gerar negócios com hosted buyers (compradores internacionais) que estarão na feira como convidados da Embratur.

O secretário apresentou também como está o andamento das tratativas para o novo voo que ligará Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, a capital do Mato Grosso, Cuiabá. A Azul Linhas Aéreas será a responsável pelos voos. A companhia aguarda ainda a autorização do governo para começar a operar.

Participaram da reunião a presidente da Embratur, Teté Bezerra; os diretores de marketing, Walter Vasconcelos, e de Inteligência Competitiva e Promoção Turística do Instituto, Gilson Lira, e a coordenadora-geral Kalinka Cavalcanti.

Assessoria de Comunicação da Embratur
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www.facebook.com/EmbraturBrasil
(61) 2023-8529/8528

Jaime Okamura Secretário Adjunto de Turismo participa do FORNATUR.


Pesquisa genetica desenvolve mamona atoxica capaz de alimentar animais


Foto: Saulo Coelho

Cientistas conseguiram resolver um dos maiores desafios para o uso da mamona (Ricinus communisL.) na alimentação animal. Pesquisadores da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia (DF) desenvolveram uma mamona sem ricina, uma das substâncias mais tóxicas conhecidas que chega a ser citada na Convenção Internacional para Proibição de Armas Químicas. Os pesquisadores preveem que o novo material deve demorar, no mínimo, quatro anos para estar disponível no mercado.

Proteína presente na semente da planta, a ricina inviabiliza o uso da torta de mamona, subproduto do processamento do óleo de mamona, na alimentação animal. A proteína também apresenta riscos de intoxicação durante o processo de obtenção do óleo, produto valorizado na indústria por sua alta qualidade e empregado em cosméticos, tintas, lubrificantes e vários outros produtos.

Por isso, mesmo sendo potencialmente interessante para a alimentação animal, a torta de mamona passou a ser descartada pelos produtores rurais por causa da substância tóxica que é encontrada exclusivamente no endosperma (tecido de armazenamento de nutrientes) das sementes da planta.

Silenciamento gênico em mamona

Na pesquisa conduzida pela equipe do pesquisador da Embrapa Francisco Aragão, foram geradas mamoneiras sem a presença de ricina por meio de silenciamento gênico, técnica que permite “desligar” genes específicos.

Proteínas das sementes foram usadas em experimentos com ratos em uma quantidade de 15 a 230 vezes os valores da dose letal mediana (DL50), suficiente para matar metade da população dos animais pesquisados, e todo o grupo sobreviveu sem sequelas. “Uma vez incorporado, esse resultado promoverá grandes impactos econômicos na cadeia produtiva da mamona e da produção animal, com inserção estratégica e competitiva na bioeconomia”, acredita Aragão.

Mercado promissor

O teor de óleo na semente de mamona varia de 40% a 43%. Após a extração do óleo, a torta resultante é utilizada como fertilizante orgânico, com baixo valor no mercado. A torta de mamona sem ricina poderá ser utilizada na formulação de rações animais, elevando, assim, seu valor de mercado.

Considerando a produção nacional estimada para a safra de 2017/2018 de 16,2 mil toneladas de bagas de mamona e que a torta representa cerca de 60% desse montante, a produção de torta da oleaginosa poderá ser de 9.720 toneladas para o aproveitamento na alimentação animal. Além do Brasil, a tecnologia tem potencial para ser empregada em outros países produtores de mamona, com destaque para Estados Unidos, Índia e China.

Próximos passos

Para que a mamona sem ricina chegue ao mercado, há diversas etapas a serem percorridas, segundo explica o pesquisador José Manuel Cabral, chefe-geral da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia. “O próximo passo deverá ser a associação da Embrapa com empresa privada para incorporar a característica genética em cultivares de interesse comercial”, detalha. Após essa fase, a ser desenvolvida em laboratórios e casas-de-vegetação, Cabral conta que será iniciada a etapa de experimentos em campo, para determinação dos parâmetros necessários para o registro dessas novas cultivares no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Em seguida, será necessário preparar o processo para aprovação pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio). “Para percorrer todo esse caminho, o lançamento comercial da mamona sem ricina deverá demorar entre quatro a cinco anos, prazo necessário para cumprir todas as exigências da legislação brasileira”, prevê o chefe-geral.

A mamona


Essa planta é a única fonte comercial de ácido ricinoléico, aquele que apresenta o maior índice de viscosidade e estabilidade entre os óleos vegetais. Por isso, seu emprego é valorizado na indústria automobilística, em sistemas de freios, e até na indústria aeroespacial, que o utiliza em forma de fluidos de aeronaves e foguetes.

O óleo de rícino, também conhecido como óleo de mamona, e seus derivados são utilizados na indústria química, farmacêutica, cosmética e de lubrificantes de alta qualidade. As sementes, depois de industrializadas, dão origem ao óleo e à torta de mamona, que é o resíduo da extração do óleo, e consiste no mais tradicional e importante subproduto dessa cadeia produtiva.

A produção no mundo


De acordo com dados da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), os principais países produtores de mamona são a Índia (74%), China (13%), o Brasil (6,1%) e Moçambique (2,5%). Os maiores consumidores são China, Estados Unidos, França, Alemanha e Japão.

A produção brasileira na safra 2017/2018 teve um incremento de 23,7% em relação à safra anterior, atingindo cerca de 16,2 mil toneladas em uma área de pouco menos de 34 mil hectares. A principal região produtora é o Nordeste, sendo que a Bahia responde por mais de metade da produção.

 

Maria Devanir Heberlê (MTb 5297/RS) 
Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia 

Contatos para a imprensa 
recursos-geneticos-e-biotecnologia.imprensa@embrapa.br 
Telefone: (61) 3448-3266

Mais informações sobre o tema
Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC)
www.embrapa.br/fale-conosco/sac/