22 de novembro de 2017
Ribeirão Cascalheira - Município poderá colher 950 toneladas de Pequi nesta safra 2017
Ribeirão Cascalheira - Município poderá colher 950 toneladas de Pequi nesta safra 2017
Rosana Persona (Empaer-MT)
AguaBoaNews
Foto: AguaBoaNews
A temporada de colheita do pequi já começou no município de Ribeirão Cascalheira. Esse ano a expectativa é comercializar 950 toneladas do fruto até o dia 15 de dezembro. O técnico agropecuário da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), Carlos Alberto Quintino, fala que os produtores estão vendendo em torno de 30 toneladas de pequi por dia. E no dia 2 de dezembro será realizada a Festa do Pequi para mostrar a gastronomia e a tradição do fruto no município.
Quintino explica que os compradores alugam barracões na cidade e compram diariamente a produção dos produtores rurais. No início da temporada de venda os preços chegaram a custar R$ 30 a caixa com 22 quilos e hoje estão sendo vendidos por R$ 20 a caixa. Os compradores estão encaminhando a produção com destino para Cuiabá, Rondonópolis e o Estado de Goiás. “Mesmo com a falta de chuva no período da floração do pequi (junho), na colheita que começou em outubro o fruto saiu vigoroso e pronto para ser consumido”, destaca.
Conforme o técnico agropecuário, uma árvore de pequi produz dois mil frutos por colheita e o pé de pequi tem uma produção variável a cada ano, cuja primeira florada ocorre entre o quinto e sexto ano. Sua produção aumenta de acordo com o crescimento da planta. Conforme decreto governamental, o pequi é considerado uma das árvores símbolos de Mato Grosso, representando o bioma cerrado.
A área plantada no município chega a 300 hectares de pequi, sendo 150 hectares com cultivo nativo e 150 hectares plantados. Atuam no plantio 90 produtores rurais, sendo que alguns estão cultivando novas mudas para ser utilizadas também no reflorestamento de áreas degradadas e reforma de pastagem.
O cultivo do pequi é economicamente viável para os produtores do município e símbolo da culinária regional. O fruto é motivo de fartura e comemoração com festa que será realizada no assentamento rural Primorosa. Durante o evento serão apresentados pratos típicos com pequi, palestras sobre o cultivo e premiação do maior pequi da região. No ano passado um fruto chegou a pesar três quilos. “O objetivo da festa é o entretenimento, estímulo à cultura e a preservação do pequi”, esclarece.
A extensionista da Empaer Glaci Ducat tem ministrado curso sobre como transformar o fruto do cerrado em farinha, doce, conserva da polpa e caroço. Produtores rurais receberam orientações para comercializar o produto in natura e industrializado. Com a aprovação da Lei de Serviço de Inspeção Municipal (SIM) será permitido o beneficiamento do produto, através da indústria artesanal.
21 de novembro de 2017
Deus cuida do seu coração amém?
Ora, o Senhor encaminhe os vossos corações no amor de Deus e na constância de Cristo.
2 Tessalonicenses:3:5
Transportadoras, Postos e Mercados ocupam áreas de preservação em Cuiabá
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Cidades
CERCO FECHADO
Mercado, postos e transportadoras ocupam áreas de preservação em Cuiabá
Ao todo, MPE acionou 220 empresas e pessoas por ocupações irregulares
Da Redação
O Ministério Público do Estado de Mato Grosso está fechando o cerco contra invasores de Áreas de Preservação Permanente (APP) em Cuiabá. Somente nos últimos meses, a 17ª Promotoria de Justiça de Defesa Ambiental, da Ordem Urbanística e do Patrimônio Cultural já propôs 15 ações civis públicas contra 220 réus. Além de pessoas físicas, também foram acionadas as empresas TUT Transportadora Ltda, Colibri Transportes, Concorde Comércio e Petróleo (Posto Mil Gold), Extra Bionergia, Massa Falida do Supermercado Modelo, JGJ Comércio de Petróleo (Posto Emboava Miguel Sutil), Supermercado Comper (Av Miguel Sutil) e o Município de Cuiabá.
Nas ações, foram requeridas a desocupação das áreas utilizadas indevidamente, demolição de construções, elaboração, aprovação e execução do Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD) e, em algumas situações, retirada da canalização de córregos. Todos os réus poderão, ainda, ser condenados ao pagamento de indenização em favor da sociedade em atenção ao princípio da reparação integral em razão dos danos causados com as ocupações irregulares.
De acordo com o promotor de Justiça Gerson Barbosa, as APPs ocupadas irregularmente já identificadas estão localizadas não apenas na periferia da cidade, mas também em bairros nobres da Capital. Na lista constam bairros como o Santa Cruz, Boa Esperança, Santa Rosa II, Coophamil, Consil, Araçá, Rodoviária Parque, Despraiado, Pedra 90, Novo Paraíso, Ouro Fino I e II, Dom Aquino, Dr Fábio, Dom Bosco, Bela Vista e Loteamento Serra Dourada.
Ele explica que a rotatividade das ocupações irregulares e o grande número de invasores dificultam a identificação dos degradadores, mas não podem ser obstáculos intransponíveis à propositura de ação civil pública. Esclarece que a responsabilidade pela ocupação de APP recai sobre eventuais sucessores nos imóveis. “O número de réus tende a aumentar ainda mais. Nas ações foi requerida a citação por edital de tantos quantos forem encontrados instalados nesses locais”, avisou.
Conforme o promotor de Justiça, antes de ingressar com as ações o MPE solicitou ao município a realização de vistorias in loco em todas as ocupações. Entre os problemas verificados nesses locais estão a descaracterização ou destruição da vegetação, ocasionada por lançamento de lixos, aberturas de ruas e construção de barracos de madeira e casas de alvenaria; erosões; canalização de córregos e poluição por resíduos sólidos e efluentes de esgoto; aterramento de nascentes.
“Em todas ações ajuizadas foi demonstrado o nexo causal entre a ação dos invasores da APP e o dano ambiental resultante da conduta lesiva adotada por eles, de maneira que a devida responsabilização dos infratores se revela medida necessária para a defesa do meio ambiente e preservação do recurso hídrico para a presente e as futuras gerações, sendo lamentável que, em muitos casos, os danos ocorrem por ação ou omissão do poder público municipal", salientou.
ÁGUA PARA O FUTURO: O mapeamento das ocupações irregulares foi realizado com subsídio da base de dados do Projeto Água Para o Futuro, desenvolvido pelo Ministério Público em parceria com outras instituições. A utilização de Aeronaves Remotamente Pilotadas, mais conhecida como Drone, tem sido uma importante aliadada do Ministério Público do Estado de Mato Grosso e está ajudando os técnicos do projeto a fazer a identificação e mapeamento de danos sobre as Áreas de Preservação Permanente (APPs) de nascentes, córregos, rios e de ocupações em área de risco.
SAIBA ONDE ESTÃO AS OCUPAÇÕES IRREGULARES JÁ IDENTIFICADAS:
Córrego Fundo (boate tabaris) – Santa Cruz
Córrego Seco – Boa Esperança
Córrego Ribeirão do Lipa – Santa Rosa II
Rio Cuiabá – Coophamil
Córrego Prainha (Modelo e Posto Vip) – Consil
Córrego próximo ao Rio Cuiabá – Jardim Araçá
Córrego Bufante (Posto Mil Gold) – Rodoviária Parque
Córrego Despraiado (Ribeirão do Lipa) – Despraiado
Córrego Ribeirão dos Peixes (nascente) – Pedra 90
Córrego Vassoural – Novo Paraíso e Ouro Fino
Rio Cuiabá (Av Beira Rio) – Dom Aquino e outros
Córrego Vassoural – Ouro Fino II
Córrego Três Barras – Dr Fábio
Córrego Barbado – Dom Bosco e Bela Vista
Córrego Vassoural – Loteamento Serra Dourada
FONTE: Folhamax: Mercado, postos e transportadoras ocupam áreas de preservação em Cuiabá. http://www.folhamax.com.br/cidades/mercado-postos-e-transportadoras-ocupam-areas-de-preservacao-em-cuiaba/145438.
Teoria Verde e voluntários retiram 2 ton.de lixo das margens do rio Cuiabá.
Educação Ambiental na Prática
Voluntários do projeto Teoria Verde retiraram 2 toneladas de lixo das margens do rio Cuiabá
Pela quarta vez em menos de 2 anos os voluntários do projeto de comunicação e educação ambiental Teoria Verde, estiveram na região da Orla do Porto para realizarem ação de limpeza voluntária nas margens do rio Cuiabá. Já foram retiradas mais de 80 toneladas de lixo, que se permanecessem no mesmo local, com as chuvas intensas, seguiriam para o Pantanal, aumentando ainda mais o impacto ambiental já existente em Santo Antônio de Leverger, Barão de Melgaço e nas baías de Chacororé e Siá Mariana.
Chamamos a atenção da população que ainda tem o mau hábito de jogar lixo no chão e também pedimos para que os municípios de Cuiabá e Várzea Grande iniciem uma limpeza frequente nas margens dos rios e córregos que cortam as cidades.
“É necessária a limpeza constante das margens dos rios no perímetro urbano, pois esse lixo, agora no período das chuvas, seguem para o Pantanal. A baixada cuiabana está matando o Pantanal, que logo será conhecido como - A maior área alagável de água doce do mundo com lixo” comenta Jean Peliciari, diretor do projeto Teoria Verde.
População e poder público estão juntos nessa. O problema do lixo é compartilhado e todos temos a responsabilidade de cuidar da nossa cidade e natureza.
Lixo no chão, NÃO!
Agradecemos a Secretaria de Serviços Urbanos de Cuiabá que retirou o lixo recolhido no mesmo dia da ação.
Quer ser voluntário nessa causa? Envie uma mensagem para (65) 99910-5369
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