16 de novembro de 2017

MEDIDA PROVISÓRIA MUDA NOVA LEI TRABALHISTA

MP QUE MUDA NOVA LEI TRABALHISTA GERA INSEGURANÇA, DIZEM EMPRESÁRIOS E JUÍZES

Reforma Trabalhista - Foto O Globo

MP que muda nova lei trabalhista gera insegurança, dizem empresários e juízes

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A edição da medida provisória que modifica vários pontos da reforma trabalhista, em vigor desde o último sábado, gerou polêmica entre juízes e setor produtivo. O argumento é que a MP deixa inseguros empregados, empregadores e o próprio Judiciário, enquanto o texto não for votado pelos parlamentares. A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) afirmam que a MP reabre questões que já tinham sido debatidas em mais de 20 audiências públicas na Câmara e no Senado.

— A MP voltou em pontos que já foram discutidos, como o trabalho intermitente. Era para ser algo desburocratizado e agora burocratizou. Deveríamos ir para frente e agora estamos indo na direção contrária — avalia Luciana Freire, diretora-executiva jurídica da Fiesp. — Ao ser publicada logo após a entrada em vigor da reforma, cria um cenário de insegurança jurídica.

Gisela Gadelha, gerente geral do departamento jurídico da Firjan, uma medida provisória deve ser usada em casos extraordinários, não para fazer alterações em uma reforma que teve 120 dias para entrar em vigor. Para ela, a insegurança jurídica ocorre porque magistrados podem ter entendimentos divergentes no momento de determinar sentenças: se pelas regras que foram discutidas por deputados e senadores por meio democrático ou pelo texto da medida provisória, ainda que já esteja valendo.

A vice-presidente da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), Noemia Porto, lembra que a reforma entrou em vigor no último sábado e 48 horas depois já havia as mudanças pela MP:

— A medida provisória começou a vigorar em cima de uma lei que a gente ainda nem começou a aplicar no dia a dia.

Juliana Bracks, advogada especialista em direitos trabalhistas, no entanto, discorda. Para ela, exatamente pelo caráter imediato a MP afasta qualquer insegurança jurídica:

— A medida provisória já é aplicada imediatamente. Não é preciso esperar que seja ratificada por ninguém.

Noemia afirma que melhor seria abrir o debate por meio de um projeto de lei, com ampla discussão do assunto nas comissões do Senado e da Câmara. Esse também havia sido o argumento do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM/RJ), que refutava a ideia de que as mudanças fossem enviadas por MP.

O presidente do Senado, Eunício Oliveira, foi para o outro extremo. Para ele, um projeto de lei é que geraria insegurança, à medida que o mercado ficaria esperando a decisão do Congresso. O governo demorou semanas para bater o martelo, sem saber a quem desagradar nessa queda de braço entre as duas casas legislativas.

No fim, os senadores conseguiram emplacar a MP, sob o argumento de que esse foi o formato prometido pelo governo ainda em julho, quando o Palácio do Planalto fez um acordo com os parlamentares para viabilizar a votação da reforma trabalhista. Para que o projeto não voltasse para a Câmara, o combinado foi que as alterações que o Senado achasse necessárias seriam feitas separadamente.

CLIMA NO CONGRESSO É DE INDISPOSIÇÃO

Essencialmente, a grande diferença entre um formato e outro é que a MP tem efeito imediato e muda a lei tão logo é enviada ao Congresso. O projeto de lei tem que primeiro ser aprovado pelas duas casas para entrar em vigor.

Assim, a MP chega ao Congresso em meio a um clima de indisposição entre as duas casas. Os parlamentares têm 120 dias para analisar as mudanças até que a medida perca validade. A expectativa agora é em relação à relatoria e à presidência da comissão mista que analisará o tema. Em um esquema de rodízio, a Câmara escolhe um e o Senado o outro. A escolha pode facilitar ou dificultar a tramitação da MP no Congresso, a depender do alinhamento do escolhido com o governo e com o tema.

Os senadores alegavam, quando firmaram o acordo, que a MP viria para abrandar e calibrar pontos da reforma. Para a vice-presidente da Anamatra, no entanto, há vários pontos que não ficaram resolvidos. A medida modificou, por exemplo, o polêmico artigo que vinculava a indenização por danos morais ao salário do trabalhador. No lugar, o valor vai variar de acordo com o teto do INSS, podendo ir de 3 a 50 vezes esse limite, de acordo com a gravidade do dano.

— No tema do dano extrapatrimonial, que se apontava como problemático na reforma, a MP não resolve o problema da inconstitucionalidade. Ela adota o critério do teto previdenciário, que não deixa de ser uma tarifação. O errado é tarifar a vida e o sofrimento alheio.

Por Agência O Globo

Polícia fe Lisboa dispara mais de 40 vezes e mata brasileira por engano

Policiais portugueses matam brasileira por engano - Reprodução/CMTV

Polícia de Lisboa dispara mais de 40 vezes e mata brasileira por engano

Carro de Ivanice da Costa teria sido confundido com veículo de assaltantes

Uma brasileira identificada como Ivanice Carvalho da Costa, de 36 anos, foi morta por engano, com um tiro no pescoço, pela polícia de Lisboa (Portugal), na madrugada desta quinta-feira. Foram efetuados mais de 40 disparos contra o carro em que ela estava com o namorado, também natural do Brasil. As informações são do jornal português “Correio da Manhã”.

De acordo com o jornal local, o automóvel de Ivanice, um Renault Mégane preto, não obedeceu à ordem de parar da polícia, que estava à procura de um Seat Leon da mesma cor usado por bandidos — com os quais os policiais haviam trocado tiros cerca de meia hora antes, num assalto a um caixa eletrônico. Os criminosos conseguiram fugir.

A polícia portuguesa afirma que o condutor do carro, o namorado de Ivanice, “tentou atropelar os policiais e, ato contínuo, estes foram obrigados a disparar”. O automóvel ficou com mais de 20 marcas de tiros. E, no chão, foram recolhidas mais de 40 capsulas, o número total de disparos.

Ivanice morreu estava há pelo menos dois anos em Portugal. Ela não tinha família naquele país e trabalhava no Aeroporto de Lisboa.

O namorado da brasileira foi detido por dirigir sem carteira de habilitação, desobediência e condução perigosa. Ele e os agentes que participaram da ação prestaram depoimentos.

Por O Globo

Nova Empresa começa a administrar a Rodoviária de Cuiaba nesta quinta feira dia 16 de novembro.

Estação Rodoviária de Cuiabá - Foto Rafael

Uma nova empresa começou a administrar, nesta quinta-feira (16.11), a Rodoviária Engenheiro Cássio Veiga de Sá, em Cuiabá. Com essa contratação emergencial de seis meses, o Governo de Mato Grosso prevê que uma série de ações sejam realizadas de imediato para a melhoria da Infraestrutura do terminal, principalmente na acessibilidade, limpeza e garantir mais segurança para os usuários do transporte coletivo.

A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) informa que foi assinado um contrato com a empresa Sinart – que faz a gestão de 35 rodoviárias em todo o Brasil -, pelo período de seis meses, até que seja realizada a concessão definitiva. A contratação foi necessária para que não sejam interrompidos, em nenhum momento, os serviços oferecidos na unidade.

Com a medida, o Estado busca melhorar os serviços que, no passado, eram alvo de reclamações de usuários da rodoviária. A antiga empresa Servert operava há 23 anos na unidade, sendo que há uma década estava sem contrato. Ou seja, dessa forma não vinha fazendo os investimentos necessários na rodoviária.

O Governo do Estado pretende transformar o terminal em uma Rodoviária Shopping, onde a população encontrará um rol de serviços. O contrato com a Sinart foi assinado e divulgado na última terça-feira (14.11) no Diário Oficial do Estado.

Segundo o planejamento estratégico do órgão, está prevista a implantação de caixas eletrônicos, unidades bancárias, novos restaurantes, lojas e até a instalação de uma unidade de Ganha Tempo. Outra melhoria que deverá ocorrer será a climatização da unidade e a disponibilidade de internet gratuita (wifi).

De acordo com o secretário adjunto de Transporte Intermunicipal e Concessões da Sinfra, Fabio Calmon, o modelo será parecido com a atual rodoviária de Goiânia. “Pretendemos, no futuro, tornar a rodoviária um centro de serviços, com lojas, unidades bancárias e ganha tempo para facilitar a vida do cidadão”, disse Calmon.

Rodoviária Shopping

Paralelo à contratação emergencial, a Sinfra irá continuar com os procedimentos para realização da licitação para concessão em definitivo do terminal rodoviário pelos próximos 30 anos. Mas as mudanças já começam de imediato logo após entrar em operação a nova empresa na segunda quinzena de novembro.

De acordo com secretário Fabio Calmon, várias implantações serão realizadas para melhorias na estrutura da unidade. Serão contratados oito seguranças privados, nos banheiros, a instalação de bebedouros, guichês com informações aos turistas, acessibilidade para pessoas com deficiências, obras de melhorias na infraestrutura da unidade e internet gratuita.

“A empresa já assume tendo como responsabilidade no contrato de fazer estas mudanças. Por exemplo: colocar imediatamente segurança 24 horas, atendimento preferencial para idosos, gestantes, lactantes, mães com crianças no colo, deficientes físicos, e os banheiros deverão estar sempre limpos e higienizados. É o mínimo que os usuários merecem”, explicou Fábio Calmon.

O secretário destacou que a meta da Sinfra é finalizar no primeiro semestre de 2018 a modelagem definitiva da concessão da rodoviária. O Governo quer melhorar em definitivo a situação da rodoviária que há anos não recebia os investimentos necessários para atender a demanda das pessoas que utilizam os serviços.

“Com essa contratação, o Estado rompe a relação com a empresa anterior, que atuava há 23 anos na rodoviária e era alvo de inúmeras reclamações de usuários do transporte. Além disso, atuava há 10 anos sem ao menos sequer possuir contrato e, claro, sem trazer investimentos na melhoria dos serviços aos usuários”, concluiu o secretário.

Por Ericksen Vital | Sinfra-MT

14 de novembro de 2017

Sesc Pantanal, Refugio de Paz em nome da Natureza

Keka Werneck, repórter do GD

                                                                    Luciana Tancredo

Vista aérea da Reserva Particular de Patrimônio Natural - Sesc Pantanal, a maior do país

Entrando em uma estrada, a cidade de Poconé (104 Km ao sul de Cuiabá) vai ficando para trás e o cenário anuncia o Pantanal. O que se vê na MT-370 (Poconé/Porto Cercado) são pantaneiros, de chapéus de vaqueiro, conduzindo gado. Nos corixos, jacarés, inclusive com filhotes, espreitam carros que vão passando e levantando poeira. Garças e tuiuiús planam para lá e para cá.

A vegetação se estende pelo caminho com plantas aquáticas, ipês, acuris, piúvas e altos carandás, árvores que, algumas delas, chegam a medir 20 metros. Acima, quase sempre o céu é azul com nuvens espaças. A temperatura quente varia de 30 a 40 graus.

Jeferson Prado

Hotel Sesc Pantanal, totalmente cercado pela natureza

São alguns quilômetros neste cenário até chegar ao Hotel Sesc Porto Cercado. Do outro lado do Rio Cuiabá, em frente a esta Unidade hoteleira do Sesc, fica um refúgio ambiental, a Reserva Particular de Patrimônio Natural – RPPN Sesc Pantanal - maior área de conservação privada do Brasil, principal unidade do polo socioambiental do Serviço Social do Comércio (Sesc), o Sesc Pantanal, que está comemorando 20 anos de atuação.

Ao lado da RPPN de 108 mil hectares, fica o Hotel que tem 142 quartos e atrai turistas de todo país e mundo. No local, tem piscinas, exposição interativa sobre o Pantanal, formigueiro, borboletário, trilhas, restaurantes, centro de eventos, teatro, salão social, arvorismo, arco e flecha e um spa com foco na qualidade de vida.

A reserva abriga espécies raras, como a arara azul, e uma biodiversidade única com mais de 350 espécies de aves. Por lá, é realizado um trabalho de monitoramento ambiental e de prevenção a combate a incêndios, que é modelo para o país, além do estímulo e apoio a pesquisa científica. 

Saiba mais sobre o Sesc Pantanal

A alimentação servida no hotel é atração à parte e segue conceito de sustentabilidade e valorização da cultura local. Banana, pescado, mel, pequi e outros ingredientes regionais aparecem em receitas feitas pelos chefs Felipe Fogaça, que é gaúcho, e os cuiabanos Germano Conceição e Jhuan Schneider.
Na mesa posta aos visitantes fazem sucesso releituras de peixes, queijos, ensopados, farinha de mandioca artesanal e iguarias de tropeiros.

"O peixe seco, por exemplo, é inspirado na tradição de pantaneiros que, muitos deles, até hoje vivem na verdejante planície sem energia elétrica. Tudo isso nos ensina a valorizar o local", comenta um dos chefs, Jhuan Schneider.

Divulgação

Borboletário do Sesc Pantanal reúne mais de 3 mil borboletas de 20 espécies diferentes

Ao lado, o Sesc Baía das Pedras é um parque de educação ambiental em que hóspedes do hotel e visitantes podem vivenciar o contato com a natureza e a cultura local. Na área, fica uma base de pesquisa da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e a biodiversidade serve de material para pesquisadores locais e estrangeiros. É ali que filhotes de tuiuiú, que caíram do ninho, estão sendo cuidados até que fiquem fortes e voltem para natureza.

Leia mais - Ambientalistas salvam 4 filhotes de tuiuiú

Na cidade, o Sesc Poconé, que fica na porta de entrada para a MT-370 e o pantanal mato-grossense, atrai a criançada e também adultos para cursos, espetáculos de teatro, cinema e outras atividades culturais, além do consultório odontológico, complexo esportivo e parque aquático. A entidade mantém ainda na unidade colégio de ensino infantil e fundamental I, a Escola Sesc Pantanal, que em 2018 ampliará suas atividades para fundamental II.

Em outra região de natureza exuberante, em Rosário Oeste, mas com acesso por Bom Jardim - Nobres (146 Km a médio-norte de Cuiabá), o Sesc Pantanal está implantando o Sesc Serra Azul, na área onde fica a cachoeira Serra Azul.

Anderson Florêncio 

Tirolesa é uma das principais atrações para quem gosta de aventura

Para mergulhar em um dos cartões postais mais lindos do Brasil, é preciso subir os quase 500 degraus de escadaria rústica anexa a um complexo rochoso e, para descer, outra atração é a tirolesa de 700m.

A diretora do Sesc Pantanal, Christiane Caetano, cita que lá tem também arvorismo e, em breve, trilha de bicicleta e que em 5 anos o complexo, com cerca de 5 mil hectares conservados, ficará totalmente pronto.

Inspiração

O projeto Sesc Pantanal nasceu a partir das ideias apresentadas na Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente, a Rio 92. Reunião internacional de chefes de nações, realizada na capital carioca, com objetivo de frear a degradação ambiental e debater problemas mundiais que levam a isso.

Para se instalar no Pantanal, a entidade fez pesquisas e o identificou como um dos biomas que mais precisavam de proteção. Falar do Sesc Pantanal é falar do bioma, reconhecido como patrimônio natural da humanidade pela Unesco, que tem 2 estações do ano bem marcadas - a seca e a cheia – e, também, do povo pantaneiro.

"Nossa preocupação não é somente com conservação dos animais e da vegetação, mas também com a população, o ser humano, que é parte do bioma", ressalta Christiane.

A entidade, que tem como eixos de atuação a conservação da biodiversidade, a educação ambiental, o turismo ecológico e ação social, prioriza a contratação de funcionários das redondezas e aprende com eles, íntimos conhecedores dos mistérios da natureza.

Veja vídeo - Pantaneiro chama jacaré pelo nome

Criação

O Sesc Pantanal considera 2 datas como marco legal. A primeira é 18 de dezembro de 1996, quando o Conselho Nacional do Sesc assinou documento de criação do Sesc Pantanal e a segunda é 4 de julho de 1997, data da portaria 71/97 que cria a RPPN em Barão Melgaço. A portaria é do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Lendas do Pantanal

Em comemoração aos 20 anos de atuação, o Sesc Pantanal está realizando uma campanha que busca promover a conscientização sobre esse bioma tão importante para o planeta. Ela foi baseada em histórias reais do Pantanal que parecem lendas para contar um pouco do trabalho realizado na região.

Acompanhe em www.facebook.com/SescPantanal

 

Lançamento da Pedra Fundamental da Construção da Igreja Voz oda Verdade de Rio Branco, à 17 anos atrás.

Neste final de semana noa diaa 18 e 18 de novembro, a Igreja Voz da Verdade de Rio Branco estará completando 20 anos de fundação.

Após  03 anos de fundação, com o esforço e o apoio de toda igrrja isto à  17 anos foi construifa  a sede própria.

A fotos retrata o dia do lançamento da Pedra Fundamental da Construção da igreja.

O evento de lançamento na época  foi liderado pelos pastores   Geraldo Donizeti Lucio,  Pastor Nilton Basilio  e muitos outros como o Presbitero Ernandes. Miss. Luciana e vários  outros irmãos que estavam presentes neste dia.

Olhando bem nas fotos cada um pode se ver contemplado nesta data histórica para a Igreja Voz da Verdade de Rio Branco e para o Ministério Voz da Verdade   Centro Nort

Ao longo destes 20 anos de existência a igreja de Rio Branco, teve varios pastores colaboradores: 

Em 1997 , foi fundada pelo Pastor Geraldo Donizeti Lucio, sua esposa Naja Varley Carvalho Lucio e seus filhos, Geisa. Gessica e Tales Ramiro. Nos primeiros  seis meses o Pastor Geraldo Lucio teve uma ajuda do Pastor Gilmar e sua esposa.

Os demais paatores quw estiveram colborando foram: Pastor Nilton Basilio. Pastor Carlos e Pastor Hilton.

Atualmente o Pastor Cláudio, sua esposa Ligiane e filha, estão a frente da obra e realizam o  20o  Aniversário nos dia 18 e 19 de novembro, com o tema Vivendo as "Promessas de Deus".

Os preleitotes do  serão:

Pastor Geraldo dia 18 de novembro

Pastor Claudio dia 19 de novembro 

Participem !!!!!

 

  

Audiência pública vai debater o Desenvolvimento do Turismo em Canarana - MT

Em Alta Floresta, Seminario Internacional de Turismo Criativo. (Cidades Criativas). Experiências da Colômbia

Curso cálculo de pegada hídrica para produtos de origem animal

Pegada hídrica

 

 

Uma pergunta que começa a ser feita pela sociedade e por aqueles que têm como missão gerenciar os recursos hídricos é: quanto de água se consome para produzir um quilograma de carne, leite, ovo, milho, soja, etc.?

Nos últimos anos, estudos com o objetivo de responder a essa pergunta começaram a ser feitos. Existem vários métodos que podem ser utilizados nesses estudos. Um dos que tem tido maior aceitação pela comunidade científica, governos e destaque na mídia é o método da pegada hídrica. O cálculo da pegada hídrica pode auxiliar na geração de conhecimento a fim de manejar os recursos hídricos nas atividades agropecuárias e agroindustriais. A pegada hídrica é definida como o volume de água consumido, direta e indiretamente para produzir o produto. O cálculo e avaliação da pegada se propõe a ser uma ferramenta analítica, auxiliando no entendimento de como o produto se relaciona com a demanda e a escassez hídrica.

Objetivos

Público-alvo

Pré-inscrição e inscrição






Programação

A cidade





















Sede da E

Governo de Mato Grosso Busca novos investimentos na COP 23



O Governo de Mato Grosso está buscando novos apoios para a concretização das ações da estratégia PCI – Produzir, Conservar e Incluir. Presente na Conferência do Clima (COP), o governador Pedro Taques participou nesta segunda-feira (13.11) de reunião no Ministério de Economia, Cooperação e Desenvolvimento Alemão, que abriga o banco estatal KfW, para prospecção de novos investimentos.

Pela primeira vez, o KfW será é um financiador de projetos para Mato Grosso. Nesta quarta-feira, dia 14, será realizada cerimônia para celebração do contrato de apoio durante o evento Amazon Bonn Day, garantindo 17 milhões de euros – R$ 65 milhões – pelo bom desempenho do Estado na redução do desmatamento e da degradação ambiental. A assinatura contará com a presença de governadores e representantes dos Estados que abrigam a Amazônia.

Apresentada na COP 21, em Paris, há 2 anos, a estratégia PCI chamou a atenção da comunidade para ações de combate ao desmatamento, apoio à agricultura familiar e à produção produtiva sustentável. A comitiva de Mato Grosso foi recebida pelo diretor da América do Sul, Christoph Rauh. “O Brasil continuará sendo um parceiro forte nosso. Estamos felizes por podermos assinar um contrato amanhã e já iniciarmos os trabalhos”.

O governador Pedro Taques lembrou que a PCI é uma estratégia da sociedade que visa mudar o modelo de produção mato-grossense, garantindo a pujança econômica do Estado aliada às demais frentes que garantem qualidade de vida aos cidadãos. “Esse é um projeto de longo prazo. Mas o importante é que temos um norte, uma bússola, sabemos o que queremos e temos a vontade política de fazer”.

No Brasil, apenas o estado Acre conseguiu concretizar a parceria. O estado foi escolhido pelo banco alemão por apresentar um excelente resultado no combate ao desmatamento. Nos últimos 10 anos, o estado conseguiu reduzir mais de 80%, saindo de uma média de desmatamento que era de 5.714 km², entre 2001 e 2010, para 1.216,66 km² em 2016.

O secretário de Estado de Meio Ambiente, o vice-governador Carlos Fávaro, explica que o Programa Global REDD Early Movers (REDD para Pioneiros – REM) tem o objetivo do programa de premiar países ou estados que têm investido na conservação da floresta e na produção sustentável. “O mais importante é que este aporte de recursos vai apoiar Mato Grosso na implantação de uma agenda positiva que promova equidade social, em um contexto de redução de desmatamento, com oportunidades de renda a quem protege a floresta em pé”.

Queda no desmatamento

O reflexo do trabalho da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) no combate ao desmatamento ilegal tem tido reflexo positivo. Prova disso são os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) no mês de outubro deste ano que mostram uma redução de 16% do desmatamento ilegal na Amazônia, entre agosto de 2016 e julho de 2017, dos quais 10% em Mato Grosso.

No ano passado, os dados consolidados da Sema também foram positivos e apresentaram uma diminuição, entre 2015 e 2016, de 16% na Amazônia, que reduziram de 1.453,67 km² (2015) para 1.216,66 km². Aliás, em 2016, o único Estado entre os nove da região a obter redução de desmatamento foi Mato Grosso.

A redução no desmatamento somente foi possível devido ao incremento nas ações de fiscalização nesse período. Em um esforço concentrado, o setor de fiscalização atuou ao longo de 2016 cerca de 194 mil hectares por desmatamento ilegal. Os números mostram um aumento de 214% em relação ao mesmo período do ano anterior, que totalizou 61,6 mil hectares. O valor das multas aplicadas totalizou R$ 314 milhões.

O que é KfW

É um dos bancos de fomento líderes mais experientes do mundo, que está comprometido com a melhoria sustentável das condições de vida, focando nos âmbitos econômico, social e ambiental. O Programa REM é a maneira como o Governo da Alemanha, por meio do KfW, apoia países e estados pioneiros em iniciativas de redução de emissões de gases do efeito estufa provenientes do desmatamento e da degradação florestal (REDD), e que tenham adotado iniciativas voluntárias de conservação florestal visando à mitigação da mudança climática.

Por Ana Rosa Fagundes/Rose Domingues  – GCom|MT

Mobilidade urbana: Em ritmo avançado, obra da estação Alencastro entrada na fase final da supraestrutura.


Obras da Estação Alencastro - Foto Luiz Alves

Mobilidade Urbana: Em ritmo avançado, obra da Estação Alencastro entra na fase final da supraestrutura

on: novembro 14, 2017In: Alô PrefeitoNo Comments

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Com a instalação de 150 placas solares, o novo ponto de parada será climatizado e vai operar de maneira sustentável

As obras da Estação de ônibus Alencastro seguem em ritmo avançado, com a finalização da supraestrutura do espaço. Com 18 operários trabalhando diariamente, o local gradativamente aprimora a paisagem da nova Praça Alencastro, moldando o ambiente com uma estrutura diferenciada, que vai inaugurar uma nova fase do transporte público na Capital.

Recebendo até cinco mil passageiros por dia, com uma capacidade de acomodação simultânea equivalente a 760 pessoas, a estação traz uma tecnologia inovadora idealizada pelo prefeito Emanuel Pinheiro, a fim de proporcionar viagens mais confortáveis e seguras. Com a instalação de 150 placas solares, o novo ponto de parada será climatizado e vai operar de maneira sustentável e eficiente, aos moldes dos padrões internacionais que vigoram na construção de abrigos de ônibus nas principais capitais do mundo.

“Cuiabá possui um dos climas mais quentes do Brasil, o que torna o simples ato de esperar um ônibus um desafio. A Prefeitura de Cuiabá quer mudar essa realidade e a Estação Alencastro dará esse passo ousado em direção ao inovador. As altas temperaturas também são fortes aliadas ao bom funcionamento das placas solares e temos essa energia natural de extremo potencial para nos ajudar a desenvolver um espaço que seja acolhedor, seguro e climatizado – oferecendo uma melhor qualidade de vida para o cidadão. Com uma média de passageiros referente a 150 mil por mês, o novo ponto de parada é localizado em uma das regiões mais movimentadas da cidade, que concentra o maior número de usuários do transporte coletivo. Quando finalizada, seu alcance será imenso, considerando que as principais frotas de ônibus da cidade passarão pelo local”, afirmou o secretário municipal de Mobilidade Urbana, Antenor Figueiredo.

A Estação Alencastro será o ponto de parada mais utilizado pelos usuários que contam com o transporte público para se direcionar a locais como o Santa Amália, Terminal do CPA I, Grande Terceiro, Terminal Antártica, Jardim Gramado, Santa Terezinha, Pedra 90, entre outros. As nove linhas que passarão diariamente pelo local correspondem a 107, 604, 320, 340, 608, 410, 711, 605 e 609.

Ao todo, uma frota equivalente a 41 veículos fará sua parada em horários pré-estabelecidos no espaço. O fluxo de percursos efetuados também será elevado nos horários de pico. Das 6h às 8h, cerca de 100 viagens serão feitas. Entre às 11h e 13h, 71 serão realizadas, enquanto ao final do dia – mais precisamente entre às 16h e 18h – o número volta a crescer, atingindo aproximadamente 85 corridas.

“Esses dados mostram o impacto positivo que a estação vai gerar na qualidade de vida do cidadão que conta com o transporte público. Por ser localizado na região central, pontuamos que existe uma demanda muito maior de usuários e trabalhamos neste sentido, buscando trazer maior fluidez à mobilidade urbana, comodidade – com a presença de 76 assentos – e uma ampla extensão capaz de comportar quase 800 pessoas ao mesmo tempo de maneira agradável. Além de sua estética inovadora e inédita, a Estação vai ao encontro das necessidades socioambientais vigentes, respeitando o meio ambiente ao se aliá-lo para a promoção de uma qualidade de vida superior, a partir da energia renovável”, concluiu Adrielle Martins, coordenadora de Engenharia da Semob.

Por Rafaela Gomes Caetano – Secom|Cui