4 de abril de 2026

Geraldo Lúcio fala sobre a verdadeira história da Páscoa

A verdadeira história da Páscoa une duas tradições principais: a Pessach judaica, que celebra a libertação dos hebreus da escravidão no Egito (êxodo), e a Páscoa cristã, que comemora a ressurreição de Jesus Cristo. Ela simboliza "passagem" e vida nova, com elementos culturais europeus (coelho/ovos) adicionados posteriormente. 

Aqui estão os pontos centrais da história:

  • Origem Judaica (Pessach): Celebra a saída dos hebreus do Egito, libertados da escravidão por Moisés. A palavra Pessach significa "passagem", referindo-se ao anjo que passou pelas casas marcadas com sangue de cordeiro, poupando os primogênitos hebreus da décima praga egípcia.
  • Significado Cristão: A Páscoa cristã comemora a ressurreição de Jesus Cristo no terceiro dia após sua crucificação na Sexta-Feira Santa. Para os cristãos, Jesus é o "cordeiro pascal" que foi sacrificado para salvar a humanidade do pecado, marcando a passagem da morte para a vida.
  • Elementos Pagãos e Modernos: Símbolos como o coelho e o ovo de chocolate não fazem parte da história bíblica original. Eles foram incorporados da cultura germânica e povos europeus, representando fertilidade, renascimento e a chegada da primavera.
  • Data Móvel: A celebração é definida no primeiro domingo após a primeira lua cheia que ocorre no início da primavera (Hemisfério Norte) ou outono (Hemisfério Sul). 

Portanto, a Páscoa original é uma festa de libertação (judaísmo) que, posteriormente, foi ressignificada pelo cristianismo como uma celebração de ressurreição e vitória sobre a morte. 


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