15 de dezembro de 2025

PL da Devastação e Mudanças Climáticas.

O “PL da Devastação” é o Projeto de Lei 2159/2021, que trata da reforma do licenciamento ambiental no Brasil. A proposta foi aprovada pelo Congresso em 17 de julho de 2025, com 267 votos a favor e 116 contra.

O “PL da Devastação” flexibiliza o licenciamento ambiental no Brasil, e as suas possíveis consequências para as mudanças climáticas. O PL altera o processo de licenciamento ambiental, simplificando-o e permitindo que algumas atividades sejam aprovadas por meio de autodeclaração, sem análise técnica prévia.

Além disso, flexibiliza o licenciamento, criando a Licença por Adesão e Compromisso (LAC), que permite a obtenção de uma licença automática preenchendo um formulário online. O projeto facilita a dispensa de licenças para certas atividades, como agricultura, pecuária e manutenção de infraestruturas existentes.

Muitos dos pontos alterados pelo PL da Devastação são vistos como graves retrocessos ambientais — com impactos diretos sobre o clima, ecossistemas e populações vulneráveis. Entre os riscos apontados:

  • Desmatamento e destruição de biomas: com regras mais frouxas, há risco real de desmatamento em grande escala — inclusive em áreas protegidas, reservas, terra indígena e quilombola — o que reduz cobertura florestal, ameaça biodiversidade e libera grandes volumes de carbono.
  • Agravamento da crise climática: a perda de florestas e mata ciliar e a degradação ambiental enfraquecem mecanismos naturais de regulação do clima, alteram regimes de chuvas, aumentam secas, enchentes, deslizamentos e outros eventos extremos — ou seja, intensificam os efeitos das mudanças climáticas.
  • Comprometimento das metas ambientais nacionais e internacionais: o Brasil já assumiu compromissos de combate ao desmatamento e à crise climática — o enfraquecimento do licenciamento ambiental ameaça a capacidade de cumprir essas metas.
  • Prejuízo a povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais: ao excluir áreas sem regularização fundiária e retirar salvaguardas, o PL coloca em risco direitos territoriais dessas populações, aumentando vulnerabilidades sociais e ambientais.
  • Impactos sobre recursos naturais vitais: florestas e biomas protegem água, solo, biodiversidade e serviços ecossistêmicos — com o enfraquecimento da proteção, há risco à segurança hídrica, qualidade do solo, fauna, flora e saúde pública.

Vale aqui ressaltar que o Brasil é detentor de biomas fundamentais (Amazônia, Cerrado, Pantanal, Mata Atlântica) — o enfraquecimento da proteção ambiental coloca em risco não apenas essas áreas, mas a estabilidade climática, hídrica e ecológica de todo o território.

E regiões como o Centro-Oeste, com forte presença de agricultura, pecuária e floresta, podem sofrer com secas, mudanças nos regimes de chuva, perda de biodiversidade e aceleração da degradação ambiental, como aprendi no meu mestrado em Física Ambiental na UFMT, com a professora orientadora Dra. Gilda Tomasini Maitelli ( https://pgfa.ufmt.br/index.php/br/utilidades/arquivos/banco-de-disserta%C3%A7%C3%B5es/63-eduardo-cairo-chiletto ). A decisão legislativa também impacta compromissos internacionais do Brasil (como os firmados em conferências climáticas), o que pode afetar acordos, comércio agrícola e financiamento climático.

A restauração do desmatamento e da degradação ambiental pode agravar crises climáticas, aumentar desastres naturais e piorar a qualidade de vida — especialmente de comunidades vulneráveis, indígenas, ribeirinhas e tradicionais.

Vale aqui ressaltar mais uma vez os impactos nas mudanças climáticas:

  • Agravamento de danos ambientais: A flexibilização do licenciamento pode levar a um aumento de desmatamento e outras atividades que causam emissões de gases de efeito estufa, impactando o clima.
  • Desmatamento: O PL permite a supressão de áreas de mata nativa sem análise prévia dos órgãos ambientais, o que pode levar à destruição de áreas estratégicas do bioma, como a Mata Atlântica.
  • Insustentabilidade: Especialistas apontam que a flexibilização do licenciamento torna o Brasil um país insustentável em meio à crise climática global.
  • Conflito com outras leis: A flexibilização pode gerar conflito com outras leis ambientais, como a Política Nacional sobre Mudança do Clima (PNMC)

Conclusão: O PL da Devastação representa uma ruptura significativa com a legislação ambiental vigente no Brasil: ao facilitar licenças, reduzir fiscalização, dispensar estudos de impacto e enfraquecer salvaguardas para biomas e povos tradicionais, ele abre caminho para desmatamentos, degradação e aumento de emissões — justamente num contexto de crise climática global. Para quem se importa com meio ambiente, clima, biodiversidade e direitos sociais, trata-se de um retrocesso profundo.

Ou seja: Aprovado no Congresso, o texto original foi vetado em parte pelo Presidente da República, mas muitos vetos foram derrubados pelo Congresso, transformando-o em lei, o que gerou judicialização e insegurança jurídica, diz Instituto Socioambiental.

Eduardo Cairo Chiletto

Desmatamento, Destruição de Biomas e Mudanças Climáticas.

O desmatamento, a destruição de biomas e as mudanças climáticas estão interligados: o desmatamento libera gases de efeito estufa, intensifica as mudanças climáticas e destrói a biodiversidade. A perda de florestas reduz a capacidade do planeta de absorver dióxido de carbono e altera os ciclos de chuva e temperatura, levando a eventos climáticos extremos como secas e enchentes. 

Vale aqui destacar que o desmatamento é a remoção total ou parcial da cobertura vegetal nativa para fins como:

  • Agropecuária (principal causa no Brasil);
  • Mineração;
  • Expansão urbana;
  • Construção de estradas e infraestrutura;
  • Exploração ilegal de madeira.

Com consequências principais para:

  • Redução da biodiversidade.
  • Perda de serviços ecossistêmicos (ciclo da água, fertilidade do solo).
  • Emissão de grandes quantidades de CO₂ pela queima e decomposição da vegetação.
  • Desequilíbrio hídrico e maior risco de secas e enchentes.

Já a destruição ou degradação de biomas ocorre quando um ecossistema perde suas características essenciais devido a atividades humanas intensas. E segue os biomas brasileiros mais afetados:

  • Amazônia – desmatamento por pecuária, garimpo e grilagem.
  • Cerrado – avanço agrícola para soja e pecuária.
  • Mata Atlântica – urbanização e monoculturas.
  • Pantanal – queimadas e hidrelétricas.
  • Caatinga – desmatamento para lenha e desertificação.

Com sérios impactos na: 1. Extinção de espécies; 2. Fragmentação de habitats; 3. Perda de culturas tradicionais e modos de vida de povos originários e; 4. Redução da capacidade natural do planeta de capturar carbono.

E consequências globais: 1. Aumento da temperatura do planeta; 2. Redução da disponibilidade de água doce; 3. Perda de produtividade agrícola; 4. Crises humanitárias e conflitos por recursos e; 5. Risco crescente de pandemias devido ao contato humano com áreas selvagens devastadas.

Com esses impactos específicos:

  • Brasil: O desmatamento é o principal setor emissor de gases do efeito estufa no Brasil, superando transporte e indústria. A Amazônia, por exemplo, funciona como um “ar condicionado mundial”, e sua degradação impacta os regimes de chuva em diversas regiões do país.
  • Outros riscos: A destruição de habitats pode aproximar a vida selvagem e humana, aumentando o risco de doenças zoonóticas, como Ebola.
  • Saúde humana: O desmatamento e o aumento da temperatura tornam o trabalho em áreas abertas mais perigoso, devido à exposição a temperaturas elevadas, pesticidas e maior absorção de químicos pelo corpo. 

Algumas soluções possíveis:

Governamentais:

  • Fiscalização ambiental eficaz;
  • Áreas protegidas;
  • Políticas de incentivo à preservação;
  • Rastreabilidade de cadeias produtivas (carne, soja, madeira).

Tecnológicas:

  • Monitoramento via satélite;
  • Reflorestamento e restauração ecológica;
  • Agricultura de baixo carbono.

Individuais:

  • Consumo consciente;
  • Apoio a produtos certificados;
  • Pressão política por ações ambientais.

E volto a dizer: “Quem sabe faz a hora, não espera acontecer” (Geraldo Vandré: Para não dizer que não falei das flores).

Eduardo Cairo Chiletto

Dia do Arquiteto e Urbanista e as Mudanças Climáticas.

 


Dia do Arquiteto e Urbanista, celebrado em 15 de dezembro, é uma data perfeita para destacar o papel essencial desses profissionais no enfrentamento das mudanças climáticas.

A data celebra a importância desses profissionais na criação de espaços, e as mudanças climáticas são um tema central, pois arquitetos e urbanistas são cruciais para desenvolver cidades sustentáveisresilientes e com baixo impacto ambiental, adaptando o built environment às novas realidades climáticas, como aquecimento, eventos extremos e necessidade de eficiência energética, um papel cada vez mais vital em eventos globais como as conferências do clima (COP). 

Vale ressaltar que Arquitetos e urbanistas estão na linha de frente da construção de um futuro mais sustentável, atuando em várias frentes, como:

  • Justiça climática: planejamento urbano inclusivo, reduzindo vulnerabilidades sociais diante das mudanças do clima.
  • Projetos sustentáveis: uso de ventilação e iluminação natural, eficiência energética e materiais de baixo impacto ambiental.
  • Cidades resilientes: planejamento urbano que reduz ilhas de calor, amplia áreas verdes e melhora a drenagem para enfrentar eventos climáticos extremos.
  • Mobilidade sustentável: incentivo ao transporte público, ciclovias e cidades mais caminháveis.
  • Gestão da água: soluções como captação de água da chuva, reuso e infraestrutura verde.

Mas qual o papel do Arquiteto e Urbanista nas Mudanças Climáticas?

  • Soluções Sustentáveis: Arquitetos e urbanistas projetam edifícios e cidades que usam menos energia, recursos naturais e que se adaptam melhor às condições climáticas (ex: ventilação natural, telhados verdes, uso de materiais locais).
  • Resiliência Urbana: Desenvolvem infraestruturas que resistem a eventos climáticos extremos (enchentes, secas), garantindo a segurança e o bem-estar da população.
  • Inovação e Ética: A profissão busca inovação para enfrentar desafios ambientais, com debates sobre ética profissional e responsabilidade coletiva pelo futuro do habitat humano, como promovido pela União Internacional de Arquitetos (UIA)

Desta forma, diante da crise climática, o arquiteto e urbanista deixa de ser apenas um projetista de espaços e passa a ser um agente de transformação social e ambiental, fundamental para cidades mais humanas, eficientes e preparadas para o futuro.

E como está no site https://revistahaus.com.br/haus/arquitetura/dia-mundial-da-arquitetura-alerta-para-o-planejamento-urbano-contra-as-mudancas-climaticas/: “Em um mundo que precisa de inovação e criatividade na busca por soluções mais sustentáveis e que respeitem o meio ambiente, a função do arquiteto e urbanista na sociedade deve ser promovida, valorizada e também celebrada. Mais do que nunca, a sociedade precisa desses profissionais para encontrar novas maneiras de viver e de se relacionar com o mundo à sua volta”

Sendo assim, no Dia do Arquiteto e Urbanista, celebra-se não apenas o design, mas a capacidade desses profissionais de serem agentes de mudança para um futuro mais verde e resiliente, combatendo os impactos das mudanças climáticas

Eduardo Cairo Chiletto

14 de dezembro de 2025

Geraldo Lúcio explica: Como usar a Inteligência Artificial para o Turismo (Rural) ?


 A IA no turismo rural personaliza roteiros, automatiza atendimento com chatbots, cria conteúdo de marketing (vídeos, posts) e analisa dados para prever tendências, oferecendo experiências únicas (como guias por voz) e otimizando a gestão, tornando a experiência mais rica para o turista e eficiente para o empreendedor, desde o planejamento até a vivência no local, através de ferramentas como ChatGPT e Canva. 

Para o Turista (Planejamento e Experiência): 


A IA no turismo rural personaliza roteiros, automatiza atendimento com chatbots, cria conteúdo de marketing (vídeos, posts) e analisa dados para prever tendências, oferecendo experiências únicas (como guias por voz) e otimizando a gestão, tornando a experiência mais rica para o turista e eficiente para o empreendedor, desde o planejamento até a vivência no local, através de ferramentas como ChatGPT e Canva. 


Para o Turista (Planejamento e Experiência):

  • Planejamento Personalizado: 
  • Use IAs para criar roteiros detalhados, sugerir atividades baseadas em seus interesses (trilhas, gastronomia local) e até otimizar rotas de carro, considerando sustentabilidade.
  • Chatbots e Guias Virtuais: 
  • Peça à IA para ser um "guia local", dando dicas sobre a cultura, segurança, restaurantes e informações sobre a propriedade rural em tempo real, 24/7, ou para fazer check-ins.
  • Conteúdo Criativo: 
  • Peça à IA para gerar ideias de fotos ou vídeos para compartilhar, transformando suas experiências em posts atraentes.
  • Aprendizado no Local: 
  • Use aplicativos de IA para identificar plantas, animais ou características geográficas que encontrar durante a visita. 

Para o Empreendedor Rural (Gestão e Marketing):

  • Criação de Conteúdo: 
  • Use ferramentas de IA para gerar descrições de propriedades, roteiros de passeios, posts para redes sociais e até vídeos promocionais com um comando simples (prompt).
  • Atendimento ao Cliente:
  • Implemente chatbots para responder dúvidas frequentes sobre acomodações, atividades e reservas, liberando seu tempo e garantindo suporte instantâneo.
  • Análise de Dados (AI Analytics): Analise dados de visitantes para entender suas preferências, prever a demanda e personalizar ofertas, oferecendo experiências mais alinhadas ao perfil do seu público.
  • Otimização de Processos: 
  • Use IA para analisar históricos de atendimento e identificar pontos de melhoria ou para criar um "manual" de boas práticas com base nos atendimentos de sucesso.
  • Marketing e Design: 
  • Combine IAs de texto (ChatGPT) com ferramentas de design (Canva) para criar propostas visuais atraentes e comunicar-se de forma profissional. 

Dica Essencial: Prompt Engineering

  • A chave é saber "conversar" com a IA. Use o "Prompt Engineering" para fazer perguntas específicas e detalhadas, agindo como um "especialista em turismo rural" para obter os melhores resultados, como pedir: "Crie um roteiro de 3 dias em uma fazenda sustentável no interior de Minas Gerais, focado em gastronomia local e atividades de ecoturismo". 

 E aí como a IA pode ajudar a criar roteiros de viagem com exemplos práticos:


Para o Empreendedor Rural (Gestão e Marketing):

  • Criação de Conteúdo: no 
  • Use ferramentas de IA para gerar descrições de propriedades, roteiros de passeios, posts para redes sociais e até vídeos promocionais com um comando simples (prompt).
  • Atendimento ao Cliente: 
  • Assim Implemente chatbots para responder dúvidas frequentes sobre acomodações, atividades e reservas, liberando seu tempo e garantindo suporte instantâneo.
  • Análise de Dados (AI Analytics): Analise dados de visitantes para entender suas preferências, prever a demanda e personalizar ofertas, oferecendo experiências mais alinhadas ao perfil do seu público.
  • Otimização de Processos: 
  • Use IA para analisar históricos de atendimento e identificar pontos de melhoria ou para criar um "manual" de boas práticas com base nos atendimentos de sucesso.

  • Marketing e Design: 
  • Combine IAs de texto (ChatGPT) com ferramentas de design (Canva) para criar propostas visuais atraentes e comunicar-se de forma profissional. 

Dica Essencial: 

Promo Engineering

  • A chave é saber "conversar" com a IA. Use o "Prompt Engineering" para fazer perguntas específicas e detalhadas, agindo como um "especialista em turismo rural" para obter os melhores resultados, como pedir: "Crie um roteiro de 3 dias em uma fazenda sustentável no interior de Minas Gerais, focado em gastronomia local e atividades de ecoturismo". 

Geraldo Lúcio afirma: Não é possível viajar fisicamente através da Inteligência Artificial!

 


A afirmação está correta:

 não é possível viajar fisicamente através da IA, pois ela é uma ferramenta digital para planejamento, auxílio e organização, não um meio de transporte físico ou uma máquina de teletransporte. 

A IA pode ajudar a planejar roteiros, pesquisar voos/hospedagens e até criar itinerários personalizados, mas a viagem em si, com o corpo físico, depende de meios de transporte convencionais (avião, carro, etc.), e a IA não substitui a experiência humana nem a segurança. 


O que a IA faz (e não faz) em viagens:

  • Ajuda no Planejamento: 
  • Sugere destinos, cria roteiros, organiza checklists, e pesquisa voos/hospedagens, otimizando tempo.
  • Não Substitui a Realidade: 
  • Pode gerar informações desatualizadas ou "alucinações" (informações incorretas), exigindo sempre checagem humana.
  • Não Garante Segurança:
  • Ferramentas de IA não substituem seguros de viagem ou o bom senso em situações perigosas; a supervisão humana é crucial.
  • Não Substitui a Experiência: 
  • A IA não pode "estar lá" no lugar do viajante, sentir a cultura local ou interagir pessoalmente. 

Em resumo: 

A IA é uma assistente de viagem poderosa para a fase de preparação, mas a experiência física e as decisões finais ainda dependem de você. 

Por Geraldo Lúcio - Afirma que a inteligência artificial irá substituir a experiência do turismo !

 


A afirmação de que a Inteligência Artificial (IA) não substituirá a experiência do turismo é, em grande parte, correta. 

A IA deve ser vista como uma ferramenta que transforma e aprimora a indústria do turismo, em vez de substituí-la.


Aqui estão os principais motivos pelos quais a IA não substituirá a experiência de viagem humana, mas sim a complementará:

  • Experiência Sensorial e Imersão: 
  • A essência do turismo reside nas experiências sensoriais – saborear uma culinária local, sentir o clima de um novo lugar, ouvir os sons de uma cidade diferente e interagir pessoalmente com outras culturas. A IA pode simular, mas não replicar, a riqueza da experiência física e sensorial de viajar.
  • Conexão Humana: 
  • Interações com guias locais, outros viajantes e comunidades anfitriãs são partes cruciais da viagem. O toque humano na hospitalidade – a recepção calorosa de um anfitrião, o conhecimento compartilhado por um guia local – é algo que a tecnologia não consegue substituir.
  • Adaptação e Resolução de Problemas Complexos: 
  • Embora a IA possa prever cenários e oferecer soluções, situações de viagem inesperadas ou complexas muitas vezes exigem o raciocínio crítico, a empatia e a flexibilidade de agentes de viagens e profissionais de hospitalidade humanos.
  • O Valor do Inesperado: 
  • Muitas vezes, os momentos mais memoráveis de uma viagem são encontros casuais e descobertas não planejadas, que fogem de qualquer algoritmo.

Como a IA está transformando o turismo:

Em vez de substituição, a IA está otimizando a indústria de diversas maneiras:


  • Personalização: 
  • A IA pode analisar preferências e dados de viagens anteriores para oferecer recomendações de roteiros, hotéis e atividades altamente personalizados, superando a capacidade de pesquisa manual.
  • Eficiência Operacional: 
  • Chatbots e assistentes virtuais já lidam com consultas básicas de clientes, reservas e check-ins, liberando funcionários humanos para se concentrarem em interações mais complexas e atendimento de qualidade.
  • Planejamento Otimizado:
  •  Ferramentas de IA ajudam a encontrar as melhores rotas, prever atrasos em voos e gerenciar a logística da viagem de forma mais eficiente.
  • Tradução em Tempo Real: Aplicativos de tradução baseados em IA facilitam a comunicação e a imersão em países onde o idioma é uma barreira. 

Em resumo, a IA é uma ferramenta poderosa que aprimora o planejamento e a logística da viagem, mas o desejo humano inato de explorar o mundo físico e interagir com ele permanecerá insubstituível.