Ele ficou conhecido como o “pai do feijão Carioquinha” por ter liderado, a partir de 1966, a avaliação científica da variedade que viria a se tornar a mais consumida do país.
O grão nasceu de um cruzamento natural entre outras variedades e foi apresentado ao IAC pelo engenheiro agrônomo Waldimir Coronado Antunes. Coube a D’Artagnan coordenar os testes de produtividade, adaptação ao solo e clima e, detalhe pouco lembrado, a qualidade culinária.
Em 1969, após três anos de estudos, o Carioquinha foi oficialmente lançado.
Hoje, segundo o próprio instituto, o feijão carioca representa cerca de 66% de todo o consumo nacional, tornando-se símbolo da alimentação cotidiana no Brasil.

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