14 de janeiro de 2023

REGRAS DO FUTEBOL DE CAMPINHO DE VÁRZEA

(1) Os dois melhores não podem estar no mesmo lado. Logo, eles tiram par-impar e escolhem os times.

(2) Ser escolhido por último é uma grande humilhação.

(3) Um time joga sem camisa.

(4) O pior de cada time vira goleiro, a não ser que tenha alguém que goste de Catar.

(5) Se ninguém aceita ser goleiro, adota-se um rodízio: cada um cata até sofrer um gol.

(6) Quando tem um pênalti, sai o goleiro ruim e entra um bom só pra tentar pegar a cobrança.

(7) Os piores de cada lado ficam na zaga.

(😎 O dono da bola joga no mesmo time do melhor jogador.

(9) Não tem juiz.

(10) As faltas são marcadas no grito: se vc foi atingido, grite como se tivesse quebrado uma perna e conseguirás a falta.

(11) Se você está no lance e a bola sai pela lateral, grite "nossa" e pegue a bola o mais rápido possível para fazer a cobrança (essa regra também se aplica a "escanteio").

(12) Lesões como destroncar o dedão do pé, ralar o joelho, sangrar o nariz e outras são normais.

(13) Quem chuta a bola pra longe tem que buscar.

(14) Lances polêmicos são resolvidos no grito ou, se for o caso, no tapa.

(15) A partida acaba quando todos estão cansados, quando anoitece, ou quando a mãe do dono da bola manda ele ir pra casa.

(16) Mesmo que esteja 15 x 0, a partida acaba com "quem faz, ganha".


- Autor desconhecido

Produtores visam novas regras ambientais do Governo Federal em 2023

Assessoria de Imprensa 

Christiano Antonucci | Secom-MT

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A mudança de governo trouxe alterações na política ambiental do país. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já decretou alterações em áreas de interesse do agronegócio mato-grossense, como regras sobre o Fundo Amazônia, o Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) e a mineração artesanal.

Para o advogado especialista em Direito Agrário e Agronegócio, Heitor Soares, coordenador do Núcleo de Direito Agrário, Agronegócio e Ambiental do escritório Nelson Wilians Advogados, os produtores rurais devem ficar atentos às mudanças na legislação e normas ambientais e aproveitar o nicho “verde” para pleitear prêmios mais robustos pelas commodities produzidas rigorosamente em consonância com a legislação.

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No caso do Fundo Amazônia, criado em 2008 para financiar projetos de redução do desmatamento e fiscalização do bioma, países como Alemanha e Noruega anunciaram doação de recursos. Além da própria Amazônia, 20% dos recursos deste Fundo são destinados para apoiar o desenvolvimento de sistemas de monitoramento e controle do desmatamento de outros biomas.

No caso da mineração artesanal, houve revogação do decreto 10.966, de fevereiro de 2022, que instituiu um programa de apoio à mineração artesanal e em pequena escala. Conforme o atual presidente, o decreto anterior era um “facilitador” do garimpo ilegal.

Outra mudança para o setor foi a administração do Cadastro Ambiental Rural (CAR) e do Serviço Florestal. Durante a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), ambos estavam sob responsabilidade do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e, agora, ficarão com o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima.

“O meio ambiental sustentável se transformou em um tema irredutível no mercado internacional. A legislação brasileira já é bastante rígida em relação a isso e vai se aprimorar cada vez mais com a finalidade de proteger o meio ambiente e não há outro caminho senão o da agricultura sustentável”, pontua Soares.

Heitor Soares aponta que essa problemática se arrasta porque muitos consumidores estrangeiros não entendem o custo nem o tamanho da logística necessária para que aconteça a preservação no Brasil.

A respeito das mudanças no CAR, o advogado considera importante o governo fomentar eficiência e celeridade e dar um novo uso ao modelo que hoje já é adotado pelos governos Estadual e Federal.

“O CAR, por se um órgão responsável por controlar a legislação ambiental, deve estar à serviço do planejamento de expansão e aprimoramento do setor, assim como para ajudar na transparência junto ao mercado internacional e dessa forma atrair compradores cada vez mais dispostos a pagar pelo valor agregado que o agronegócio proporciona a partir do equilíbrio ambiental”, pontua o advogado

Mapa, MDA e Pesca funcionarão no mesmo prédio

 

Campanha Capal - CAFÉ
Os três ministros se reuniram nesta quarta-feira para definir o espaço de cada pasta na sede do Mapa, em Brasília30
Por: RedaçãoFonte: Mapa
Fotos Carlos Silva/Mapa
Fotos Carlos Silva/Mapa

Após reunião de alinhamento entre os ministros da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro; da Pesca e Aquicultura, André de Paula; e do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, ficou definido que as pastas continuarão funcionando na sede do Mapa.

A medida visa o melhor funcionamento e desenvolvimento do trabalho das equipes que atuam em áreas correlatas. Os espaços destinados a cada Ministério foram definidos pelos ministros.  

"Cada um de nós estará focado nas prioridades de sua pasta, mas sempre trabalhando em sintonia, buscando a transversalidade para o melhor desenvolvimento das ações. E essa proximidade entre as equipes é muito salutar para um trabalho eficiente e alinhado nas diferentes esferas", destacou Fávaro. 

Turismo internacional: conheça as principais portas de entrada de estrangeiros no Brasil

Agência de Notícias do Turismo lista atrativos dos estados de São Paulo, Paraná, Rio de Janeiro, Ceará e Mato Grosso do Sul, destinos que mais receberam visitantes internacionais em 2021

Publicado em 11/01/2023 16h20Atualizado em 11/01/2023 16h24
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Museu de Arte de São Paulo (MASP), na capital paulista. Crédito: Rogério Cassimiro/MTur Destinos

De janeiro a novembro de 2022, o Brasil superou a marca de 3,1 milhões de visitantes estrangeiros recebidos pela primeira vez desde 2019, antes da pandemia de Covid-19. Em meio à retomada do turismo internacional, que tal conhecer os estados brasileiros líderes na recepção de estrangeiros? Esta é a proposta da Agência de Notícias do Turismo, a partir de números do Anuário Estatístico do Ministério do Turismo. A seguir, saiba um pouco mais dos atrativos locais que encantam visitantes mundo afora!

 
Mercado Municipal de São Paulo (SP). Crédito: Rogério Cassimiro/MTur Destinos

São Paulo - Estado que tradicionalmente encabeça a chegada de estrangeiros, especialmente por via aérea, São Paulo é palco de variados encantos. A começar pela capital paulista, cenário de pontos turísticos culturais e históricos, como o Museu de Arte (MASP) e o Mercado Municipal, além de proporcionar uma rica gastronomia. Os atrativos também incluem praias, como nas cidades do Guarujá e de São Sebastião, e o charme do interior, a exemplo de Campos do Jordão, famosa estância turística localizada na Serra da Mantiqueira.

 
Cristo Redentor, no Rio de Janeiro (RJ). Crédito: Lucíola Vilella/MTur Destinos

Rio de Janeiro - O que dizer do estado que guarda o Cristo Redentor e o Bondinho do Pão de Açúcar, dois dos principais cartões-postais do Brasil? Mas o Rio vai muito além das belezas da capital fluminense, que também proporciona atrativos culturais, históricos e opções à beira-mar. Locais a exemplo dos litorais Norte, detentor de “joias” como as praias de Búzios e de Arraial do Cabo, e Sul, com os encantos de Angra dos Reis e Paraty, fazem a alegria de visitantes, juntamente com a Região Serrana e o clima frio de cidades como Petrópolis.

 
Cataratas do Iguaçu, no Paraná. Crédito: Zig Koch/MTur Destinos

Paraná - Localizado no Sul do país, o estado - líder na recepção de estrangeiros por via terrestre - abriga as mundialmente conhecidas Cataratas do Iguaçu, uma das Sete Maravilhas do Mundo, que desperta o interesse de milhares de visitantes pela cidade de Foz do Iguaçu. Os atrativos também incluem a Ilha do Mel, área de preservação ambiental repleta de praias na região de Paranaguá, e a sua capital, Curitiba, que abriga belezas como o Jardim Botânico, a Ópera de Arame e os parques da Pedreira e de Tanguá.

 
Jericoacoara, no Ceará. Crédito: Jade Queiroz/MTur Destinos

Ceará - Cenário de uma das maiores faixas litorâneas do Brasil, o estado tem exatamente nas praias algumas de suas maiores virtudes. Destaque para Jericoacoara, na divisa com o Piauí, e Canoa Quebrada, próxima ao Rio Grande do Norte, e as igualmente famosas praias do Futuro e de Iracema, situadas na capital, Fortaleza. O interior cearense também reserva atrativos únicos, como a cidade de Juazeiro do Norte, destino religioso que abriga a estátua de Padre Cícero, com 25 metros de altura.

 
Gruta Azul, em Bonito (MS). Crédito: Flávio André/MTur Destinos

Mato Grosso do Sul - O estado abriga parte de outra atração brasileira mundialmente reconhecida pela sua exuberância natural: o Pantanal, a maior planície alagada contínua do planeta, com 250 mil km2 de extensão e uma vasta riqueza de fauna e flora, que também ocupa o território vizinho do Mato Grosso. A região reserva, ainda, as atrações da cidade de Bonito, outra atração imperdível, onde é possível mergulhar em águas transparentes e percorrer cachoeiras, grutas e cavernas, entre outras atividades.

NACIONALIDADES - O número de chegadas de turistas internacionais no país em 2022 foi consolidado por uma parceria entre o Ministério do Turismo e a Embratur (Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo). E apontam um enorme salto frente a 2021, quando 745,8 mil cidadãos de outros países estiveram no território nacional.

Em 2022, Argentina (883.088), Estados Unidos (373.382), Paraguai (256.598) e Chile (169.671) foram os principais emissores de turistas ao Brasil. São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná foram as principais portas de entrada dos viajantes internacionais.

Já em 2021, os Estados Unidos foram o principal emissor de turistas ao Brasil (132,1 mil). O país norte-americano historicamente ocupava o segundo lugar, atrás da Argentina, que, no período, caiu para a terceira posição (67,3 mil). Já o Paraguai foi o segundo país a enviar mais turistas ao Brasil (132,1 mil), tendo sido o ranking dos cinco primeiros completado por Chile (46,6 mil) e Portugal (38,7 mil). A maior parte dos viajantes chegou pelo modal aéreo (585,4 mil), seguido do transporte terrestre (158.853), fluvial (1.136) e marítimo (495).

Mapa e MDA definem estratégias para fortalecimento da produção e comercialização de alimentos

Uma das propostas em debate é a estruturação de uma agência de informação que atuará no âmbito da Conab

Os ministros da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, e do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, reuniram-se nesta quinta-feira (12) para o alinhamento das primeiras ações conjuntas entre as pastas com foco na produção e comercialização de alimentos.

“Tivemos os melhores diálogos possíveis para fazer com que a agricultura familiar e a grande agricultura brasileira caminhem na mesma direção de produzir alimentos saudáveis e baratos para o povo brasileiro e também para a exportação”, destacou Teixeira. 

Entre as propostas para este trabalho conjunto está a estruturação de uma agência de informação que atuará no âmbito da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), propiciando a tomada de decisões estratégicas com mais agilidade e eficiência. Também foram discutidas a adoção de políticas públicas de apoio à comercialização da produção nacional e ações a serem desenvolvidas por meio de um orçamento compartilhado entre os dois ministérios.

“O que temos hoje é a certeza de que a agricultura, de forma geral, é quem vai ganhar com esta parceria. Estamos trabalhando alinhados para que os grandes produtores tenham acesso à pesquisa e desenvolvimento tecnológico para continuarem na vanguarda da produção sustentável de alimentos de qualidade e para que os médios e pequenos produtores recebam o devido suporte para produzir e se desenvolverem com excelência”, detalhou Fávaro.

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Fonte: MAPA

13 de janeiro de 2023

Municípios do Pantanal se unem para ampliar mercado para pequena agroindústria

 Consórcio Complexo Nascentes do Pantanal tem como objetivo o desenvolvimento econômico, social e ambiental da região

PUBLICADO EM 11/01/2023 ÀS 14H01 POR VIVIANE PETROLI E OLMIR CIVIDINI, DO CANAL RURAL MATO GROSSO 

Municípios do Pantanal mato-grossense vem ampliando o mercado para a pequena agroindústria. Através do selo do Consórcio Complexo Nascentes do Pantanal, os produtores, além de sair da informalidade, estão vendo a sua produção aumentar e seus produtos serem comercializados em outras regiões do país.

O consórcio é formado por 14 municípios: Araputanga, Cáceres, Curvelândia, Figueirópolis D’Oeste, Glória D’Oeste, Indiavaí, Jauru, Lambari D’Oeste, Mirassol D’Oeste, Porto Esperidião, Reserva do Cabaçal, Rio Branco, Salto do Céu e São José dos Quatro Marcos.

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E é em Cáceres, o começo do Pantanal, por ficar na região mais alta da planície pantaneira, que está o apiário da família de Clednei Tubino da Silva, cuja história é contada nesta quarta-feira (11) no MT Sustentável.

Clednei é comerciante e herdou do pai o ofício de apicultor. A atividade de produção de mel na vida da família começou em 1964, segundo dona Carmelina Maria da Silva, 80 anos, chamada carinhosamente na região de dona Carmem.

Ela e o marido criaram os três filhos com a produção de mel. Segundo dona Carmem, todos os dias o marido ia no mato atrás das abelhas para colher o melarrimar as colmeias.

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Foto: Leandro Balbino/Canal Rural Mato Grosso

Selo permite ampliação de mercado

Dona Carmem conta que o mel era colocado em vidros reaproveitados e a venda era feita na chácara da família, localizada nos arredores de Cáceres. Quando necessário, o marido saia para vender de porta em porta. Um trabalho informal, que seguiu até dona Carmem ficar viúva e algum tempo depois foi assumido pelo filho caçula, Clednei.

O apiário saiu da informalidade e conquistou um selo que permite ampliar o mercado. É o selo do Consórcio Nascentes do Pantanal, cujo objetivo é o desenvolvimento econômico, social, ambiental e turístico da região. Bases indispensáveis para a sustentabilidade.

Contudo, para gravar o selo nos rótulos dos produtos foram necessárias adequações. O Clednei criou até um manual de boas práticas para apicultura, que aborda desde cuidados com o meio ambiente até uma série de protocolos para o processamento e comercialização do mel.

mt sustentável

Foto: Leandro Balbino/Canal Rural Mato Grosso

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“Eu tive que começar do zero, pegar uma planta do início ao fim. Adequar a cada coisa. Então, isso é realmente um investimento e esse investimento ele não se paga assim rápido, porque a pessoa fala assim eu vou investir em si ela não ano que vem já está tudo pago não é um é longo prazo”, comenta Clednei.

Conforme o apicultor, no primeiro ano foram coletados mil quilos, no segundo passou para dois mil quilos, o terceiro ano para três mil quilos e em 2022 batendo a meta de aproximadamente quatro mil quilos de mel. “Então, essa evolução a gente viu que está valendo a pena”.

Consórcio faz parte de projeto inserido no Mapa

E quem acompanhou todo o trabalho de Clednei foi a médica veterinária da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), Laura Peixoto de Arruda, uma das instituições parceiras do consórcio.

mt sustentável produção de mel selo pantanal cáceres 1

Foto: Leandro Balbino/Canal Rural Mato Grosso

“Nós da Empaer fazemos esse trabalho de auxiliar o produtor rural na produção com todas as formas, para que a sua família tenha condições de permanecer no campo e ter uma produtividade satisfatória com viés ambiental também”.

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De acordo com a médica veterinária da Empaer, o Consórcio Complexo Nascentes do Pantanal faz parte do projeto ConSIM, que tem como objetivo orientar tecnicamente os consórcios públicos de municípios que buscam desenvolver seus serviços de inspeção de produtos de origem animal, visando a inclusão no Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisbi-POA), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

“Conseguindo essa equivalência aos produtos, as pequenas agroindústrias familiares da região vão poder comercializar. Abrir esse mercado dos produtos, não só a nível de território do consórcio dentro dos 14 municípios, mas a gente espera que seja a nível federal”.

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Empaer: alimentação adequada eleva produção mensal de leite em mais de 50% B

Assistência da Empaer quanto a tecnologias de pastejo rotacionado e produção de silagem de capim elefante auxiliam produtores de leite em Mato Grosso 

leite - cadeia leiteira

A implantação de tecnologias de pastejo rotacionado e produção de silagem de capim elefante são algumas alternativas que vem, segundo a Empresa Mato-grossense de Pesquisa e Assistência Técnica(Empaer), auxiliando a agricultura familiar na produção de leite. Em Mato Grosso, pequenos produtores estão vendo ganhos em  aproximadamente 51% na produção mensal sem ampliar a quantidade de animais.

+Empaer inicia em fevereiro vendas de alevinos de tambacu e tambatinga para cativeiro

Há três anos o Sítio Recanto Feliz, em Pedra Preta, vem recebendo assistência técnica da Empaer. A propriedade conta com um rebanho leiteiro de 25 animais, sendo 15 vacas em lactação e produz cerca de 100 litros de leite por dia. Além disso, dos 68 hectares de área, 34 são reservados para o pasto e produção de capineiras e milho

Segundo o produtor William Lopes de Oliveira, a maior dificuldade era alimentar o rebanho na época da seca e ter renda para comprar a ração.

Seguindo as orientações técnicas, a família foi inserida no Programa MT Produtivo Leite da Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf). Eles foram contemplados com investimento que oportunizou a implantação da URT – Unidade de Referência Tecnológica – com a formação de dois hectares de pastagem, uma área de descanso com bebedouro, além de um hectare onde foi plantado capineira e milho.

sítio Recanto Feliz produção de leite montagem empaer

Antes e depois do Sitio Recanto Feliz, em Pedra Preta, após assistência técnica da Empaer. Foto: Empaer

Implantação de tecnologias reduz custos de produção

De acordo com a técnica da Empaer, Raquel de Mattos Cazonato, a implantação de tecnologias para melhorar a alimentação dos animais, além de reduzir os custos de produção, proporciona ganho na qualidade e quantidade de alimentos produzidos na propriedade.

+Empaer espera coletar 1,2 milhão de sementes para reflorestamento

No caso da propriedade em Pedra Preta, explica a técnica da Empaer, foi planejada a produção de volumosos para o período de seca, bem como plantado um hectare de milho e meio hectare de capim-elefante BRS Capiaçu para produção de silagem.

“Com o fornecimento de silagem de milho e de capim-elefante o produtor reduziu o uso de concentrado em 40%, representando uma economia de meia tonelada de ração por mês para 15 animais”, pontua a técnica da Empaer, revelando ainda que foi reformada uma área de dois hectares onde já existia uma pastagem, mas em estado de degradação.

 

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Empaer inicia em fevereiro vendas de alevinos de tambacu e tambatinga para cativeiro

 Comercialização começa na segunda quinzena e piscicultores são orientados a fazer reserva antecipada dos alevinos

  POR VIVIANE PETROLI, DE RONDONÓPOLIS (MT) 

alevinos tambacu e tambatinga empaer mato grosso 1

A partir da segunda quinzena de fevereiro a Estação de Piscicultura da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) iniciará a venda de alevinos de tambacu e tambatinga para recria e engorda em cativeiro. Piscicultores interessados em adquirir cinco mil unidades de alevinos são orientados a fazer reserva antecipada.

Estação de Piscicultura da Empaer está localizada em Nossa Senhora do Livramento (42 km ao sul de Cuiabá). A comercialização dos alevinos ocorre às sextas-feiras, entre 7h30 e 15h.

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Conforme o chefe da Estação, Antônio Claudino da Silva Filho, os piscicultores interessados em adquirir os alevinos podem efetuar a reservar os mesmos através dos telefones (65) 9.9606-0281 ou (65) 9.9973-5425.

“Os alevinos são transportados em embalagens plásticas, com oxigênio, e podem permanecer embalado por no máximo cinco horas. O pagamento é feito na retirada do produto e o transporte é por conta do comprador”, pontua Silva Filho.

De acordo com a Empaer, a previsão de comercialização dos alevinos é entre fevereiro e maio.

alevinos tambacu e tambatinga empaer mato grosso

Foto: Empaer-MT

Matrizes produzidas pela própria Empaer

O chefe da Estação explica que  matrizes das espécies de tambaqui, pacu e pirapitinga são produzidas na própria estação.

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“São de qualidade e isentas da doença Lernia (Lernaea cyprinacea), um ectoparasita ou parasita externo de peixe, que fixa na musculatura, causando lesões, aparecimento de infecções secundárias, mortalidade e redução da taxa de crescimento e na reprodução em peixes adultos”.

 

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