Mato Grosso é o quinto estado brasileiro que mais se produz peixe, no entanto, o setor avalia queda na produção nos últimos anos. Foram 34 mil toneladas produzidas em 2019.
Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (13) e são do levantamento “Diagnóstico da Cadeia Produtiva da Piscicultura em Mato Grosso”, desenvolvido pelo Observatório do Desenvolvimento da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec).
A demanda mundial por pescado tem aumentado significativamente nas últimas décadas, principalmente em função do crescimento da população e da busca por uma alimentação mais saudável.
A piscicultura é uma alternativa viável para ampliar a produção de alimentos e Mato Grosso se destaca na atividade.
O perfil dos produtores da piscicultura mato-grossense é bem heterogêneo, segundo aponta o diagnóstico da Sedec.
Há desde grandes estruturas produtivas, com perfil empresarial, até pequenos piscicultores familiares com produção voltada para subsistência e venda de excedentes.
Conforme a Sedec, a principal limitação que impede o acesso dos pequenos piscicultores ao mercado é a dificuldade em consolidar suas produções e assim poder oferecer os volumes demandados com regularidade.
Nos últimos anos, apesar do potencial aquícola, a produção do estado vem caindo consideravelmente.
Em 2013, ocupava o 1º lugar como maior produtor de peixes do Brasil, com 75 mil toneladas e, em 2019, está em 5º lugar no ranking nacional com 33 mil toneladas.
Há atualmente 4.198 piscicultores ativos em 139 municípios, segundo o Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea MT).
Os municípios de Nossa Senhora do Livramento (8,8 mil toneladas), Sorriso (5,6 mil toneladas), Alto Paraguai (2,5 mil toneladas), Campo Verde (1,5 mil toneladas), Canarana (1,1 mil toneladas) e Várzea Grande (0,9 mil toneladas) são os maiores produtores de pescado do estado.
A ração representa o item com maior peso na composição dos custos de produção da piscicultura, chegando a 70% no caso das espécies de peixes redondos, a mais produzida em Mato Grosso.
O estado é líder na produção de grãos – soja e milho, principalmente, o que seria uma oportunidade para instalação de fábricas de ração.
De acordo com Laura Stella Silva, coordenadora de Cadeias Produtivas da Agropecuária da Sedec, o diagnóstico aponta, entretanto, que há carência em relação às especificações das rações em relação a espécie e fases e falta orientação técnica em reação ao manejo alimentar.
As principais espécies produzidas atualmente em Mato Grosso são os peixes redondos (pacu, tambaqui e seus híbridos tambacu e tambatinga) e bagres de couro (pintado e surubim).
Em relação ao volume produzido, as principais espécies são tambacu e tambatinga (62% da produção) pintado, cachara e surubim (15% da produção) e tambaqui (13%).
São 24 plantas frigoríficas de processamento de pescado operantes, cinco possuem o Serviço de Inspeção Federal (SIF) que autoriza a exportação para outros países.
Mais de 60% dos frigoríficos estão na região Centro Sul do estado. A dificuldade das indústrias é que cerca de 60% do pescado comercializado tem origem clandestina, deixando uma ociosidade de 48% nos frigoríficos pela baixa disponibilidade de matéria prima, aponta o diagnóstico.
Quando se fala de intercessão por Israel, algumas perguntas geralmente surgem e, para trazer certa clareza sobre esse assunto tão pertinente ao movimento global de oração dos nossos dias, gostaria de tentar responder duas questões principais: Por que e como orar por Israel?
Por que orar por Israel?
Primeiramente, oramos por Israel porque há uma ordenança bíblica para orarmos por Israel, e em segundo lugar, porque há uma promessa ainda não cumprida – o Senhor ainda tem planos para o povo de Israel que se cumprirão até o seu retorno à terra (Jr 32:37-42). Israel terá a sua terra quando o Senhor voltar – essa é uma das promessas que o Senhor fez a Abraão em uma aliança irrevogável (Gn 15:17-21). Do mesmo modo, o que fez Paulo sentir tanta tristeza e até desejar ser amaldiçoado pelos seus irmãos israelitas? (Rm 9:2,3) Ele afirma:
“o desejo do meu coração e a minha súplica a Deus em favor de Israel é que ele seja salvo” (Rm 10:1).
Paulo tinha essa convicção de que os planos para o seu povo ainda não haviam terminado, e por isso, clamava! Debaixo da sabedoria e soberania de Deus, Israel rejeitou a Cristo e a salvação chegou a nós, os gentios (At 11:18; Is 65:1). Porém, o que aconteceria então com a aceitação deles a Cristo, “senão, vida dentre os mortos?” (Rm 11:12, 15). Por isso oramos por Israel, pois quando chegar a plenitude dos gentios, Paulo afirma que:
“todo o Israel será salvo (…) O Libertador virá de Sião e desviará de Jacó as impiedades; e esta é a minha aliança com eles, quando eu tirar os seus pecados.” (Rm 11:26,27).
Em Isaías, o Senhor diz a Jerusalém que colocou vigias sobre os seus muros, Ele mesmo disse que levantaria intercessores para clamarem de dia e de noite até a Sua vinda (Is 62:6,7). Por isso, o plano de Deus ao levantar oração incessante na terra está ligado ao plano de redenção que culmina na Sua gloriosa vinda, ou seja, é uma promessa que tem uma abrangência global e aponta para o fim.
Como orar por Israel?
Após termos essa breve perspectiva das promessas bíblicas a respeito de Israel, nosso coração se inclina para orar aquilo que é a vontade de Deus, pois a Sua palavra certamente se cumprirá. Estes são alguns pedidos de oração que falamos de volta para Deus, “assim como o Senhor disse, cumpre a Tua vontade, Senhor!”
Ore por Jerusalém
Até que a sua justiça resplandeça como o nascer do sol, e a sua salvação, como uma tocha acesa (Is 62:1). Segundo as profecias, o governo de Jesus será estabelecido em Israel, o qual será um governo justo, de paz e eterno (Is 9:6,7). Isso apenas acontecerá em plenitude quando Jesus voltar. Portanto, se oramos pelo estabelecimento de justiça, pela restauração e salvação de Israel, fundamentalmente, oramos pelo hoje e oramos pela futura vinda do Cristo, o descendente de Davi (Sl 132:11-18).
Assim também, podemos ouvir o clamor de Davi que dizia:
Orai pela paz de Jerusalém, um clamor que também visava um tempo de restauração e estabelecimento do reino de Cristo (Sl 122:6-9).
2. Ore pela Salvação de Israel
O foco aqui é a oração de salvação àqueles judeus que ainda não creem – seja em Israel ou em outros lugares, pois a nacionalidade deles nunca foi e não será suficiente para salvá-los. Apenas aqueles que estão em Cristo permanecerão enxertados na oliveira e serão salvos (Rm 11:24). Então, clame para que o véu temporário de seus olhos seja removido, pelo abrir de olhos e o quebrantar dos corações, para que reconheçam Jesus como Aquele que sofreu, morreu e ressuscitou para dar a eles o perdão dos pecados.
3. Ore por mais intercessores por Israel
E por um despertar da Igreja gentílica para “provocar ciúmes” em Israel (Rm 11:14). Isto se dá através da pregação do Evangelho, de sinais e milagres, e principalmente através do amor demonstrado pela Igreja. Que a Igreja ame o povo que Deus formou e usou para cumprir os seus propósitos de redenção. Um povo que sofre muita perseguição por simplesmente ser judeu.Que o Deus de Israel levante os vigias nos muros que não se calarão nem se cansarão (Is 62:6).
4. Ore pela comunidade cristã messiânica de Israel –
A Igreja em Israel é formada hoje de judeus, árabes e outras etnias e é uma igreja com pessoas fracas semelhantes a nós, e que sofre perseguição ao anunciar o Evangelho abertamente, principalmente por parte de judeus ortodoxos, os mais conservadores. Devemos orar por fortalecimento dos nossos irmãos, pela ousada pregação do Evangelho ao seu próprio povo e pela perseverança do remanescente fiel de Deus.
FONTE:
Autor:
Larissa LimaPost published:3 de março de 2020Post category:Casa de Oração / Oração / Teologia / Vida cristãPost
Não desista nunca, persevere em fé, em suplica e oração, não desanime nunca!
E se mesmo assim, se o desanimo bater em sua porta, saiba que nenhuma oração será em vão, e ela será respondida quando você menos esperar.
Creia em Deus, em nome de Jesus!
A Deus devemos honra e glórias, pois sabemos que teremos muitas tribulações, sendo que ela produz a paciência, a experiência, e a esperança!
A esperança que temos em Deus, como diz a palavra, não nos desapontará.
Somente vamos crer e esperar no agir de Deus sobre as nossas vidas!
*Que tenhamos uma sexta-feira inteirinha com Jesus Cristo, repleta de Bênçãos conforme a proteção,a excelência, a vontade e o agir de Deus Vivo para com as nossas vidas !*
Muro das Lamentações. (Photo by Anton Mislawsky on Unsplash)
A Bíblia é a Palavra de Deus, e ela está cheia de mandamentos e ordenanças para nossas vidas, e estas ordenanças estão entrelaçadas, mesmo que por vezes de forma indireta, e a chave para agradar a Deus é a obediência.
Em dias de paz, é muito fácil esquecer de orar pela cidade de Jerusalém, então vamos aproveitar este tempo de conflito para nos lembrarmos que precisamos orar por Israel e pela paz entre seu povo.
Está Escrito: “Alegrei-me quando me disseram: ‘Vamos à casa de DEUS’. Os nossos pés estão dentro das tuas portas, ó Jerusalém. Jerusalém está edificada como uma cidade que é compacta. Onde sobem as tribos, as tribos do SENHOR, até o testemunho de Israel, para darem graças ao nome de DEUS. Pois ali estão os tronos do juízo, os tronos da casa de Davi. ORAI PELA PAZ DE JERUSALÉM; PROSPERARÃO AQUELES QUE TE AMAM. Haja paz dentro de teus muros, e prosperidade dentro dos teus palácios. POR CAUSA DOS MEUS IRMÃOS E AMIGOS, direi: PAZ ESTEJA EM TI. POR CAUSA DA CASA DE DEUS, BUSCAREI O TEU BEM” (Salmos 122:1-9). Você acredita nesta Palavra? Então precisa praticá-la em sua vida devocional.
Em dias de guerras, conflitos e dor, não podemos ignorar esta ordenança do Senhor, precisamos agir agora, e com a nossa intercessão. Um dos Salmos de peregrinação do povo de Israel, quando eles iam anualmente ao templo em Jerusalém, está registrado no Salmos 122, neste texto existe uma promessa aos que intercedem por Israel.
Orar pela paz de Jerusalém é uma ordenança divina – o SENHOR não está pedindo, mas ordenando que ore pela paz de Jerusalém. A esta ordenança está atrelada a uma promessa de bênção: Inclusive de prosperidade (em todas as áreas da vida), mas, não para aqueles que oram pela paz de Jerusalém, senão, para aqueles que a amam.
É preciso amar a Israel, Jerusalém, para ter o coração correto para com Deus e poder orar por sua paz. Só o amor de JESUS nos leva a orar com entendimento, com compaixão, por este povo tão desesperadamente carente de DEUS e que não sabe distinguir a mão direita da esquerda, ainda que seja o povo que, diariamente profetiza bênçãos, ao praticar sua ortodoxia, tradições.
Oremos por Israel, diariamente; “não descansemos nem demos a ELE descanso, até que Jerusalém seja levantada como objeto de louvor na Terra” – (Isaías 62:7).
Essa é a hora em que o Corpo de Cristo precisa se posicionar, o mundo não entende e não ora pela paz de Jerusalém, pelo contrário alimenta um ódio terrível pelo povo da promessa.
E você, fará como os ignorantes? O que Deus espera de nós? Que possamos declarar e agir como Rute, a moabita, figura da igreja gentia, sobre quem não havia esperança, mas que, abrindo mão de sua própria agenda e planos, optou por servir em amor, submissão, companheirismo e dedicação a israelita Noemi, figura de Israel, desamparada, desolada, frustrada e rejeitada; e, com isso, passou a fazer parte da comunidade de Israel e de sua herança e promessa de salvação e redenção, bem como da genealogia de Jesus, o Messias de Israel.
Rute, com seu gesto de serviço a Israel, conheceu o Resgatador de Israel, fez aliança de casamento com ELE e trouxe ao mundo. Aquele que poderia salvar e libertar Seu povo, o próprio MESSIAS de Israel. Você querido irmão ou irmã leitora, é igreja do SENHOR JESUS CRISTO, pode declarar isso ao SENHOR, seu DEUS, o DEUS de Israel, ELOHEI Israel é o Seu Nome:
“Rute, porém, respondeu: “Não insistas comigo que te deixe e que não mais te acompanhe. Aonde fores irei, onde ficares ficarei! O teu povo será o meu povo e o teu Deus será o meu Deus! Onde morreres morrerei, e ali serei sepultada. Que o SENHOR me castigue com todo o rigor, se outra coisa que não a morte me separar de ti!” Quando Noemi viu que Rute estava de fato decidida a acompanhá-la, não insistiu mais.” – Rute 1:16-18.
O Senhor está procurando intercessores para o Seu povo Israel, e também deseja recompensar os que oram e amam este povo, que você diga sim para o teu Deus! Ame a Israel e prosperarás! Cuidado com os gritos de ódio e inveja que ecoam pelo mundo sem Deus contra o povo de Deus, não se deixe influenciar.
Deus nos dá o poder para fazermos nossas escolhas, as quais são frutos dos nossos pensamentos.
Quando vamos fazer algo, primeiro pensamos e em seguida proferimos palavras que refletem nossos pensamentos; as palavras resultarão nas ações que planejamos realizar; as nossas ações tornam-se hábitos que, enfim moldam nosso caráter, que define nosso destino.
Portanto, nossos pensamentos ditam a pessoa que nos tornamos.
Concentrem-se em tudo que é verdadeiro, tudo que é nobre, tudo que é correto, tudo que é puro, tudo que é amável e tudo que é admirável.
A integração dos sinais neuronais é que resulta na elaboração da atividade mental, que nada mais é do que nossos pensamentos.
São as conexões neurais as responsáveis pela formação do pensamento
O que era para apoiar e promover o turismo rural no país, acabou por excluir Mato Grosso, expoente celeiro agrícola e de riquezas naturais, assim como os demais estados e o Distrito Federal, que compõem a região central brasileira.
A lista dos oito roteiros pré-selecionados para participarem do projeto “Experiências do Brasil Rural”, iniciativa que é resultado da parceria entre os ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e do Turismo (MTur), junto à Universidade Federal Fluminense (UFF). Ao todo, participaram da primeira fase do processo seletivo 52 propostas que contemplavam as quatro cadeias produtivas priorizadas para o projeto: queijo, vinho, cerveja e frutos da Amazônia.
Para o agente técnico da EMPAER de Mato Grosso, Geraldo Donizeti Lucio, que é especialista em Turismo Rural, o edital de seleção do MAPA, automaticamente eliminou nosso estado, por não ter um roteiro formatado com as características propostas, que são muito presentes nas regiões sul e sudeste do país. “ Dos 27 estados, apenas 52 experiências foram apresentadas em todo o país”, afirmou Geraldo.
As cadeias produtivas do vinho, queijo, cerveja e frutos da Amazônia foram escolhidas pelo MTur e pelo MAPA a partir de políticas públicas e priorizações dos dois ministérios, cujo objetivo é promover o fortalecimento da agricultura familiar no turismo por meio do incentivo à promoção e comercialização de produtos e serviços da agricultura familiar no turismo. Além disso, foram critérios para definição das cadeias produtivas, o potencial de desenvolvimento de atividades de turismo relacionadas a elas; sua distribuição territorial – visando abranger uma maior diversidade de regiões com o projeto – bem como, buscou-se priorizar o apoio a cadeias sensíveis, que são as mais sujeitas à concorrência com produtos internacionais no mercado interno.
O projeto “Experiências do Brasil Rural” integra uma série de medidas realizadas pelo governo federal para fomentar o turismo rural, segmento considerado crucial na retomada das atividades turísticas no contexto pós-pandemia.
Leopoldo Nigro
Para empresário do setor hoteleiro, Leopoldo Nigro, que integra o Trate Turístico de Mato Grosso, as queimadas no pantanal e a pandemia foram os dois super vilões que detonou a estrutura financeira dos equipamentos turísticos na região da maior planície alagada do mundo. “Juntos (fogo e pandemia) desmontaram as equipes que estavam treinadas, hoje os profissionais do turismo estão em outros segmentos econômicos, por que muitos hotéis e pousadas fecharam e houveram muitas demissões”, disse Nigro. Ele ressaltou ainda que no atual governo estadual está tendo um movimento diferente em relação a melhoria da infraestrutura que sinaliza positivamente para turismo.
Caso Mato Grosso tivesse sido contemplado pelo “Experiências do Brasil Rural”, com certeza representaria para o setor turístico uma ajuda a estabilizar a economia local e cria negócios e empregos diretos e indiretos. “Infelizmente, o edital precisava ser mais abrangência, faltou contemplar outras cadeias produtivas do agronegócio”, ressaltou Geraldo, que citou os municípios que já tem um roteiro definido para o turismo rural, por exemplo, Rondonópolis, Cáceres, Campos, Nova Mutum, Barão de Melgaço e Mirassol d’Oeste. ”Nós temos aqui também no pantanal um tipo de turismo rural bem diferente da região sul e sudeste”. Dessas cidades mato-grossenses, ele destacou Nova Mutum e Campo Verdes, que já definiram um roteiro de turismo rural tecnológico. “
Quando questionado sobre a diferença dos dois roteiros estruturados (turismo rural e o turismo agrotecnológico), a turismóloga Leidiane Viegas definiu o que o turismo rural está diretamente ligado a agricultura familiar, afazeres do campo, nele o visitante busca o contato direto com a natureza, a rotina no campo, culturas locais, e valoriza-se a hospedagem domiciliar em um ambiente totalmente rural, com destaque para a experiência a ser vivida no local. Já o turismo agrotecnológico está diretamente ligado ao conjunto de atividades turísticas decorrentes de visitas técnicas e encontros de interesse profissional, institucional, comercial, técnico, científico e social relacionados à cadeia de valor e à tecnologia do agronegócio.
Leidiane Viegas, que atualmente é presidente da Associação Turística do Portal do Agronegócio, que abrangendo 10 municípios (Sinop, Nova Mutum, Lucas do rio Verde, Sorriso, Nova Ubiratã, Tapurah, Cláudia, Santa Carmem, Novo Horizonte do Norte e Porto dos Gaúchos), destacou que esses municípios, juntos, somam quase 63 mil quilômetros quadrados, o equivalente a 7% do estado de Mato Grosso. E que o PIB dos municípios que compõem o Portal do Agronegócio tem um índice de crescimento de 44% a mais que o estadual e, 145% maior que o nacional. Além do destaque no setor do agro, os municípios que são destinos principais, possuem infraestrutura de serviços, aeroportos, hotéis, restaurantes, agências de viagens, locadoras de veículos, entre outros. Já os municípios que são destinos secundários, possuem bom acesso, além de atrativos nas mais variadas áreas.
Leidiane destacou ainda que no Portal do Agronegócio existem inúmeros atrativos turísticos, tanto naturais, quanto de negócios, com propriedades rurais com grande infraestrutura para receber visitantes. “Atualmente quem mais visita esse tipo de atrativo são possíveis investidores, empresários que já estão ou desejam ingressar na atividade econômica da qual o atrativo faz parte”, acrescentou Viegas.
Conforme a listagem, foram selecionados oito roteiros turísticos localizados prioritariamente entre os 158 municípios componentes das 30 rotas prioritárias do Investe Turismo, sendo contempladas quatro macrorregiões brasileiras. Na região Norte, a rota “Amazônia Atlântica”, situada nas cidades de Bragança, Curuçá e Augusto Corrêa, no Pará, aposta na disponibilização de experiências na pesca e na degustação de queijos artesanais, farinhas de mandioca e frutas orgânicas. Já na região Nordeste, o roteiro “Terra Mãe do Brasil”, oferta aos turistas de Porto Seguro (BA) a experiência em meio à natureza e o desfrute de novos sabores.
Na região Sudeste, o destaque foi para a cadeia produtiva do queijo, que está representada nas rotas “Agroturismo” (ES), “Rota do Queijo – Terroir Vertentes” (MG) e “Rota Gourmet das Terras Altas da Mantiqueira’ (MG). Já na região Sul, a cadeia produtiva do vinho está evidenciada nos roteiros “Ferradura dos Vinhedos” (RS), “Caminhos do Campo” (SC) e “Farroupilha Colonial” (RS).
PL cria reserva de mercado para fornecimento de merenda escolar
por Léo Pinho
Tramita hoje na Câmara dos Deputados um projeto de lei que, se aprovado, obrigaria todo o sistema público federal, estadual e municipal de Educação a adquirir leite fluido em vez de leite em pó para usar na alimentação escolar. Dito assim, parece um projeto bem-intencionado. Suas consequências, no entanto, serão drásticas. E o PL deve ser entendido dentro de um contexto abrangente que neste momento ameaça a alimentação de todos os estudantes do ensino público brasileiro. De fato, se a sociedade não se mobilizar para pressionar o governo e o Congresso, o horizonte é de tragédia.
Em tese a imposição de leite fluido, menos processado e portanto mais saudável do que o leite em pó, é positiva. Mas esta seria a primeira lei a regulamentar um alimento específico para a merenda de todo o território nacional. E como ela há mais de dez outras tramitando neste momento no Congresso, todas versando sobre alimentos diversos. Se aprovadas, estas leis criariam um lobby nacional para o fornecimento de insumos para a merenda. Em consequência, cria também reservas de mercado para os grandes produtores, reduzindo à tabula raza a alimentação das alunas e dos alunos brasileiros, quando eles são diferentes e diversificados entre si. Trata-se de um erro por inúmeros motivos. Vejamos alguns:
–Cultura alimentar – A alimentação nas comunidades de Teresina é diferente da alimentação em Natal. Numa há mais produtos derivados da pecuária do campo – de cabras e de frangos, por exemplo –; noutra, mais derivados da pesca. E estamos falando de dois estados na mesma região do Brasil, o Nordeste. Imaginemos comparar a alimentação de uma criança em Manaus com a de outra criança em Porto Alegre. Agora imagine se todas forem obrigadas a comer sempre os mesmos pratos, como se consumissem numa cadeia de fast food. É essa consequência que se vislumbra a partir da aprovação destes PLs.
– Sazonalidade – Os projetos de lei acabam obrigando os governos federal, estaduais e municipais a adquirir produtos fora de época, o que é prejudicial para os alunos – e também para a agropecuária, principalmente aquela produzida por cooperativas que reúnem famílias de diversas comunidades, mais diversificada do que a monocultura das gigantes brasileiras e multinacionais do setor.
–A reserva de mercado cria monopólio e oligopólio – O lobby, claro, normalmente é realizado por grandes empresas, as que têm recursos para garantir que sejam elas as fornecedoras de insumos para o Poder Público. Nem as culturas capitalistas mais empedernidas aceitam a prática de monopólio em setores que regulam os hábitos da população trabalhadora, tais como o da agropecuária, pois é esse monopólio que condena o pequeno e o médio produtor.
– Desnutrição – A merenda escolar é estudada e definida por profissionais. Eles conhecem as necessidades da comunidade para a qual trabalham e determinam o cardápio conforme a idade de seu público-alvo. Impor o fornecimento de determinado produto no âmbito nacional engessa o trabalho dos nutricionistas, o que se refletirá em resultados mais pobres para os alunos da rede pública.
Estes são apenas alguns dos problemas que a imposição legal de determinado produto na merenda escolar pode acarretar. Por isso, todos os setores mais tradicionalmente envolvidos com o assunto já têm se manifestado sobre o projeto de lei.
Em junho do ano passado, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação emitiu um parecer contra o PL. “A Coordenação de Segurança Alimentar e Nutricional (COSAN) compreende que a atual legislação já corrobora para a oferta de alimentação saudável e adequada, que compreende o uso de alimentos variados, seguros e que respeitem a cultura e as tradições alimentares, contribuindo para o desenvolvimento do aluno em conformidade com a faixa etária, sexo, atividade física e o estado de saúde dos escolares considerando o planejamento prévio feito por profissional capacitado”, diz a nota técnica.
Na mesma direção vai o Observatório da Alimentação Escolar, que emitiu parecer em março deste ano. “O PNAE (Plano Nacional de Alimentação Escolar) e seus mecanismos de compra não podem ser tratados como política de regulação de mercado nem expostos aos interesses dos diversos setores produtores de alimentos, sob risco de sua desestruturação”, diz o parecer.
Há que se considerar, sobretudo, o contexto em que se tenta estabelecer reserva de mercado usando-se um dos serviços públicos mais sagrados, que é a merenda, através do qual historicamente os pequenos médios produtores fornecem para sua própria comunidade. Lembrando que muitos dos programas de fornecimentos de alimentação escolar cumprem dupla função, beneficiando socialmente tanto os alunos das escolas públicas quanto os pequenos produtores. Hoje, no entanto, o cenário é aflitivo.
Segundo o IBGE, a insegurança alimentar aumentou 8% entre 2018 e 2020. Neste momento 116 milhões de pessoas convivem com algum grau de insegurança alimentar no Brasil, equivalendo a 55%, mais da metade, da população. A forma mais grave do problema já atinge hoje 9,1% da população brasileira. É uma em cada cinco pessoas literalmente passando fome. E isso num contexto de pandemia.
Esse índice é maior na área rural, justamente onde milhões de famílias brasileiras pelejam para plantar e colher. Havia suporte do governo federal para elas até 2016, mas esse suporte vem sendo cada vez mais ameaçado. Os R$ 587 milhões investidos pelo Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar (PAA) em 2012 chegaram em 2019 a R$ 41,3 milhões, o valor mais baixo da História.
No mesmo ano, o BNDES suspendeu o repasse de verbas para o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), e o governo federal deixou de repassar ao menos R$ 6 bilhões dos R$ 30 bilhões anunciados para a safra 2018/2019 da agricultura familiar. Hoje, a própria Lei Orçamentária Anual (LOA) proposta pelo governo prevê um corte de R$ 1,3 bilhão que seriam destinados ao Pronaf, um corte de 40% em relação ao volume previsto.
Não são dados soltos. Em conjunto, eles fornecem um retrato do desmonte de dois setores públicos: o do abastecimento, dentro do qual os pequenos e médios produtores precisam ser encarados como prioridade pelo Estado, cuja função social afinal é a de suprir a sua população; e o da merenda escolar, em que o próprio Estado deveria manter o patrimônio mais valioso do Brasil – as suas crianças.
Mas há alternativa.
A Unisol (Central de Cooperativas e Empreendimentos Solidários) batalha no Congresso Nacional contra o PL do leite fluido e suas variantes. Nosso apoio é para o PL 823/2021, de autoria do deputado Pedro Uczai. Ele regulamenta medidas de amparo à agricultura familiar que já tinham sido regulamentadas por uma lei aprovada em 2020 – mas quase totalmente vetada pelo presidente Jair Bolsonaro!
A proposta atual cria um fomento emergencial de R$ 2,5 mil para agricultores e de R$ 3 mil para agricultoras familiares; benefício Garantia-Safra válido até dezembro de 2022; linhas de crédito para a agricultura familiar previstas pelo Conselho Monetário nacional; compra governamental de até R$ 7 mil em produtos por unidade familiar; e prorrogação das dívidas rurais.
Claro, trata-se de um PL progressista. Ele entende o Estado como um regulador das relações socioeconômicas entre compatriotas, redistribuindo recursos para quem mais carece deles. Não é para isso que o Estado foi inventado?
Léo Pinho, presidente nacional da Unisol (Central de Cooperativas e Empreendimentos Solidários do Brasil) e da Abrasme (Associação Brasileira de Saúde Mental).
Este artigo não expressa necessariamente a opinião do Jornal GGN
Pertence à Mesorregião do Centro-Sul Mato-Grossense, à Microrregião de Cuiabá e à Região Metropolitana do Vale do Rio Cuiabá e sua população estimada em 2015 (IBGE) é de 19.257 habitantes.
Precisamos entender que esperar em Deus exige paciência.
Deus tem o tempo certo para tudo. Muitas vezes queremos que a solução venha logo mas ainda não é o tempo certo.
Por isso, precisamos esperar com paciência.
Não esperamos sozinhos. Esperamos por Deus e em Deus. Ele está conosco em todo tempo.
E Deus é fiel.
Ele nos dá força para esperar nos momentos difíceis e nos dá a vitória na hora certa.
Precisamos entender que para todas as coisas há um tempo certo.
Deus sabe quando e como as coisas devem acontecer.
Muitas vezes ficamos ansiosos porque não sabemos esperar e queremos tudo no nosso tempo e não no tempo de Deus.
E isso acaba nos impedindo de recebermos as bençãos de Deus.
Um dos grandes segredos para ter paz e alcançar a vitória é saber esperar no Senhor.
Quem espera no Senhor sempre alcança, porque sabemos nós que Deus é fiel para com todos aqueles que nele confia!
A palavra de Deus nos fala para esperar pelo Senhor, ter bom ânimo, e fortifique-se o teu coração; espera, pois, pelo Senhor.
Que possamos buscar esse entendimento para as nossas vidas, pois assim diz a palavra no livro de salmos.
*Que tenhamos uma quinta-feira inteirinha com Jesus Cristo, alegre, feliz e abençoada conforme a proteção ,a excelência, a vontade e o agir de Papai do Céu nas nossas vidas e dos nossos familiares!*
A politicalha é a indústria de exploração a benefício de interesses pessoais. Constitui a política uma função de organismo Nacional: é o exercício normal das forças de uma nação consciente e senhora de si mesma.
A politicalha, pelo contrário, é o envenenamento crônico dos povos negligentes e viciosos pela contaminação de parasitas inexoráveis.
A política é a higiene dos países moralmente sadios.
A politicalha, a malária dos povos de moralidade estragadas.