5 de fevereiro de 2021

O que fazer em Cuiabá e arredores: as melhores dicas do Mato Grosso.

Antes de lhe contar o que fazer em Cuiabá, você precisa saber algumas coisas sobre a capital do Mato Grosso.

Ela fica  exatamente no centro da América do Sul  – as distâncias das extremidades norte, sul, leste e oeste se encontram sobre essa cidade – e, só por isso, já é motivo para ser visitada, principalmente se você for uma daquelas pessoas que persegue marcos, pontos míticos e coisas assim.

A cidade é a porta de entrada para diversas atrações turísticas, como o Pantanal e a Chapada dos Guimarães, mas, olhando com jeitinho, Cuiabá tem seus encantos.

Ela é resultado de uma mistura curiosa de povos tradicionais e imigrantes que chegaram ao longo dos anos.

A cidade tem igrejas seculares, museus, galerias de arte, praças, monumentos, uma vida noturna agitada, boa comida e uma natureza exuberante em seus arredores.

Influenciada por essas diferentes culturas, a culinária local está entre as mais saborosas do Brasil.

Uma característica que a faz ser tão especial é a utilização de produtos locais, como o pequi, a mandioca e os peixes de seus fartos rios.

Bom, então, vamos descobrir o que fazer em Cuiabá.

O que fazer em Cuiabá

Esta é a lista dos itens essenciais que você deve conhecer em Cuiabá para ter uma visão geral da cidade.

→ Onde ficar em Cuiabá: as melhores áreas

Em um ou dois dias inteiros, você consegue ver o básico, mas, para aproveitar o seu tempo, tem que seguir as dicas de hospedagem do jeitinho que expliquei.

Centro Geodésico da América Latina

Este marco funciona oficialmente como a identidade de Cuiabá – assim como o Cristo Redentor, no Rio. Porém, acho bom você diminuir as expectativas ao visita-lo, pois ele nada mais é do que um monumento sem expressão no meio de uma área urbana.

A promessa é que essa área ganhe mais atrativos com a criação de uma praça nos próximos anos. Rua Barão de Melgaco, Praça Moreira Cabral, Centro Norte.

Museu do Morro da Caixa D’água

Esse espaço de arte funciona numa antiga caixa d’água inaugurada no ano de 1882, e é um lugar gostoso e bem interessante de se visitar.

O museu é muito bem organizado e oferece uma apresentação da história de Cuiabá em fotos.

As obras expostas aqui sempre são interessantes. Rua Comandante Cosa, s/n, Centro Sul. Diariamente, das 8h às 17h. A entrada é gratuita.

Museu do Rio e Aquário Municipal

Eu achei ambos muito mal cuidados. O museu é pequeno, simples e várias salas estavam fechadas para manutenção. No Aquário há alguns peixes da região, mas não é nada exuberante.

Se estiver por perto, aproveite para ver como estão as coisas agora. Avenida Beira-Rio, s/n, Porto. De segunda a sexta, de 8 às 17h. A entrada é gratuita.

Centro Histórico

Toda área do Centro Histórico é tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan, e uma caminhada por ele vai lhe apresentar um pouco da história da cidade.

A dica é observar a arquitetura dos prédios mais antigos e visitar os museus.

Santuário de Nossa Senhora do Bom Despacho

Ela é considerada, por muitos, a igreja mais bonita da cidade e dizem ter sido inspirada na Catedral de Notre Dame, em Paris.

Se do lado de fora ela tem uma arquitetura mais exuberante, seu interior é mais modesto. Praça do Seminário, s/n., Dom Aquino.

Museu de Arte Sacra

O acervo deste museu também é muito simples. Ele conta um pouco da história da cidade a partir de sua movimentação religiosa e tem algumas peças do tempo da escravidão no Brasil.

Aproveite para visita-lo quando for conhecer o Santuário de Nossa Senhora do Bom Despacho, pois o museu fica no mesmo prédio. Rua Clovis Hugney, Praça do Seminário, 239. De segunda a sexta, de 13h às 18h. A entrada custa R$ 4.

Igreja do Rosário e São Benedito

A cidade de Cuiabá nasceu exatamente onde está a igreja. Construída sobre a mais produtiva mina de ouro da região, em 1730, essa igreja é um belíssimo exemplar da arquitetura barroca e um dos cartões postais da cidade.

Um fato curioso é que, raramente encontramos uma igreja que homenageia dois santos, como essa, que está ligada à Irmandade de Nossa Senhora do Rosário e de São Benedito dos Homens Pretos.

Nela acontece a festa de São Benedito que dura um mês e é a mais longa do Mato Grosso. Praça do Rosário, Centro. De terça a sexta, de 15h às 17h.

Parque Mãe Bonifácia

Cheio de espécies vegetais típicas do Cerrado, esse parque é perfeito para fugir do calorão que faz em Cuiabá. De fácil cesso, ele tem banheiros, bebedouros e pistas para caminhada.

O Mãe Bonifácia é ideal para quem viaja com crianças, mas não apenas. Avenida Miguel Sutil, Duque de Caxias.

Casa do Artesão

Só uma visita a este casarão já vale a pena. Ele é extremamente bem cuidado e tem uma arquitetura – interna e externa – que impressiona. No subsolo, há um acervo bem preservado e organizado de trabalhos manuais indígenas e peças antigas.

Na Casa do Artesão você encontra vários tipos de artesanato de muito bom gosto. Rua 13 de junho, 315, Porto. De segunda a sexta, das 8h30 às 17h15. Sábados, das 8h30 às 13h15.

Arena Pantanal

Ele foi um dos estádios da Copa do Mundo e possui uma moderna estrutura. Diferente dos demais que são arredondados, ele tem um formato mais retangular. Eu assisti um jogo do Vasco contra o Luverdense e, para variar, o Vasco perdeu. Avenida Agrícola Paes de Barros, Verdão.

Ponte Estaiada

A Ponte Sergio Motta é a terceira mais importante ponte suspensa por cabos do país. Ela cruza o rio Cuiabá e liga a capital à cidade de Várzea Grande, na Região Metropolitana.

Foto: Daniel Meneguini

Um programa bem interessante para fazer é atravessar a ponte, por baixo, de caiaque.

Arredores de Cuiabá

Chapada dos Guimarães

Parque Nacional de Chapada dos Guimarães é considerado um dos Patrimônios Mundiais da Humanidade, pela Unesco, no Brasil. Ele fica a 80 quilômetros de Cuiabá e tem mais de 32 mil hectares de terra protegida com um relevo peculiar.

Foto: Rafael Soares

Essa área cheia de paisagens fascinantes, trilhas perfeitas para quem gosta de aventura e cachoeiras de água gelada podem estar no seu roteiro se decidir das uma esticadinha quando visitar Cuiabá.

→ Veja dicas da Chapada dos Guimarães

Pantanal do Mato Grosso

Transpantaneira é uma estrada de chão que corta o Pantanal do Mato Grosso ligando a pequena cidade de Poconé ao distrito de Porto Jofre, já na divisa com Mato Grosso do Sul.

Ela tem quase 150 quilômetros de extensão e é um dos grandes atrativos turísticos desta região.

→ Como cruzar a Transpantaneira

Nobres e Bom Jardim

Se Bonito, no Mato Grosso do Sul, já tem fama internacional por suas águas cristalinas, Bom Jardim, um distrito de Nobres dá seus primeiros passos rumo ao estrelato do ecoturismo brasileiro.

A principal atração da região é o Aquário Encantado. Ele chega a ter seis metros de profundidade e, por causa do calcário presente nas rochas de onde brota a água, ela fica sempre clara e com os raios solares ainda mais cristalina.

→ Como visitar Nobres e Bom Jardim

Planeje sua viagem a Cuiabá

Quando ir

Normalmente, faz muito calor em Cuiabá e no verão a temperatura chega fácil aos 40 graus. Na região de Chapada dos Guimarães, o verão é a melhor época, sendo que a temporada de chuvas vai de novembro a maio. No Pantanal o período de seca vai de maio a setembro e em novembro tudo já está alagado.

Como chegar

O Aeroporto Internacional Marechal Rondon (CGB) fica na cidade de Várzea Grande, a oito quilômetros do centro de Cuiabá.

De carro, partindo do sul ou do sudeste, chega-se a Cuiabá pela BR-163, a partir de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. De Goiás e Brasília, siga pela BR-060 até Jataí e, a partir daí, pela BR-364 até Cuiabá.

De ônibus, algumas opções são as empresas ÚtilEucatur São Luiz.

Onde comer

Um dos restaurantes mais tradicionais da cidade é o Choppão. Nele, eu experimentei um delicioso escaldado, um prato muito consumido na madrugada, justamente para evitar a ressaca dos beberrões. Mas como ele é forte – e delicioso – não hesite em experimentá-lo independente do horário.

E, outra coisa, não ouse sair de Cuiabá sem comer o arroz com carne seca e uma farta porção de farofa de banana. Quando fizer isso, lembre-se de mim.

Onde ficar em Cuiabá

Cuiabá não está entre os principais destinos turísticos do Brasil, mas o movimento nos hotéis da cidade é grande.

Outra coisa que você deve observar é a localização. Isso, claro, depende muito do que você está programando para a viagem, mas, de forma geral, o melhor lugar é aquele que se conecta facilmente a outras áreas da cidade.

Nesse aspecto, o Centro tem algumas vantagens – especialmente o Centro Norte.

Além de ser a área mais histórica da cidade, onde estão os principais atrativos que você pode visitar em um ou dois dias – dependendo do seu ritmo -, há bastante opções de hospedagem nessa região. Isso gera uma concorrência saudável.

Onde ficar em Cuiabá

Sem falar que há muitas opções de bares, restaurantes, mercados e outros serviços que você pode precisar durante sua viagem.

Os hotéis mais indicados são o Amazon Plaza Hotel, o Hotel D’Luca, o Hotel Deville Prime Cuiabá, Nacional Inn Cuiabá, Hotel Taiamã e muito outros

Onde ficar em Cuiabá

→ Onde se hospedar em Cuiabá

Veja mais sobre o Mato Grosso

Ficou mais fácil planejar seus dias em Cuiabá? Se precisar de ajuda, deixe sua pergunta nos comentários que eu respondo. Agora, aproveite para ver outras dicas do Mato Grosso.

   

FONTE : SOBRE O AUTOR
Altier Moulin

Sou jornalista, capixaba e apaixonado pelo universo viajante. Sempre gostei de contar histórias e de extrair do cotidiano um valor que muitos não percebem. Quando criança, sonhava em viajar pelo mundo e, já adulto, isso virou um propósito de vida.


FONTE :Pé na Estrada

Decisão do STF reconhece o Coronavírus como acidente de trabalho; Profissionais não são informados


Trabalhadores não são informados sobre enquadramento da Covid-19 como acidente de trabalho

Por SindMédico-DF

Apesar da decisão do STF, que reconhece a COVID-19 como acidente de trabalho, muitos profissionais nem sabem da necessidade do CAT (Comunicação de Acidente de Trabalho)

Após decisão do STF, de enquadramento da covid-19 como acidente de trabalho, ainda encontramos muitos profissionais que foram afastados pela doença, mas não realizaram o preenchimento do CAT, documento que reconhece o acidente de trabalho e doenças ocupacionais.

O que se observa é que a maioria nem sabe dessa decisão. Empresas e sindicatos não têm informado aos trabalhadores sobre o que deve ser feito, já no primeiro afastamento causado pela contaminação do novo coronavírus.

Para profissionais que contraem a doença e se recuperam, a não comunicação do acidente de trabalho pode trazer dificuldades futuras considerando que a covid-19 é uma doença nova que ainda pode apresentar sequelas.

Quando ocorrem sequelas, é a comunicação feita por meio do CAT, que garante ao trabalhador o recebimento do auxílio adequado, podendo ser afastado para tratamento, sem correr o risco de ser demitido ou em caso de demissão, ficar sem o benefício do INSS.

Sem CAT, sem garantia de direitos

Este é o caso de um enfermeiro que atua na linha de frente da Secretaria de Saúde do DF. Ele, que preferiu não se identificar, relatou que foi contaminado no ambiente de trabalho, mas que não recebeu nenhuma orientação a respeito da comunicação por acidente de trabalho. Somente após o afastamento é que ele foi informado de que deveria ter realizado o preenchimento do CAT, para garantia de seus direitos. Agora, ele tenta reunir documentação, para provar que teve a doença e fazer a comunicação.

“Quando me contaminei, não recebi nenhuma orientação do sindicato e nem da medicina do trabalho. Agora que estou reunindo a papelada exigida. Você passa pela doença, sofre a internação e depois ainda tem que provar que ficou doente. Tive que fazer um documento no SEI e buscar um teste que foi feito lá no dia 04/07, para provar que tive a doença. Mesmo com todo o relatório da minha internação, a medicina do trabalho ainda está questionando se eu realmente tive covid-19”, relatou o enfermeiro.

Já no caso do servidor vir a óbito, é a confirmação da doença adquirida em ambiente de trabalho, que vai garantir a família, o direito a pensão em valor integral. Mas se a informação não for feita por meio do CAT, os familiares receberão apenas o proporcional ao tempo de trabalho do falecido. E terão que lutar na justiça para provar que a morte ocorreu pela exposição de um agente nocivo no ambiente de trabalho e, assim, passar a receber o valor correto da pensão. 

Este é o caso de Rosecleia Gerônimo, 28 anos, viúva do técnico de enfermagem Hiram Gerônimo, 47 anos, que era servidor do Hospital Regional da Asa Norte (Hran) e faleceu após ser infectado pelo novo coronavírus no trabalho. Rose explicou que quando foi dar entrada ao pedido de pensão do marido, no Hran, também não foi informada de que deveria fazer a comunicação por acidente de trabalho. Somente após ter procurado um advogado, é que ela foi informada por ele que deveria fazer esta comunicação para garantia dos direitos que cabem a família, no caso de morte do trabalhador causada por acidente de trabalho.

“Quando tentei resolver tudo sem advogado, que fui ao Hran dar entrada na pensão, ninguém lá me informou que eu deveria ter feito a comunicação por acidente de trabalho e sobre o preenchimento da CAT.  Foi aí então que eu procurei um advogado e ele me informou que a morte do meu marido deve ser considerada como acidente de trabalho. Agora estou buscando na justiça o reconhecimento do CAT, para dar continuidade ao processo”, declarou Rose.

Ela disse ainda, que acredita que o marido também não sabia que deveria ter feito o preenchimento do CAT, quando constatou que havia sido contaminado. “Quando foi internado, por estar na linha de frente, o Hiram sabia que corria o risco de morrer. Por isso sempre me orientava e quando foi para o oxigênio, já me avisou sobre os papéis que deveria reunir e quem deveria procurar caso ele viesse a óbito. Mas em nenhum momento ele me falou sobre a comunicação por acidente de trabalho, por isso eu acho que ele também nem sabia que deveria preencher essa CAT. Além disso, ele tinha diabetes, fazia parte do grupo de risco, mas não foi afastado pela Secretaria de Saúde”.

Outras categorias também não foram informadas sobre o CAT

Outras classes trabalhistas que atuam na linha de frente tem sofrido inúmeras perdas de profissionais pela Covid-19, e sequer sabem sobre o preenchimento do CAT.

Diego de Araújo, 34 anos, que é  vigilante do Hospital Regional de Taguatinga, e a esposa Maria do Carmo Araújo, 33 anos, que é técnica administrativa no HRT, foram infectados ao mesmo tempo, pelo novo coronavírus, no trabalho. Os dois foram afastados, mas não foram orientados a preencher o CAT.

“Quando foi constatado no exame que eu tinha sido infectado pelo coronavírus, não foi comunicado como acidente de trabalho, e eu nem sabia que havia essa possibilidade. No caso da minha esposa, que é servidora pública funcionária do HRT, também não foi  comunicado que poderia configurar como acidente de trabalho”, contou Diego.

O Sindicato dos Vigilantes do DF, categoria que já perdeu mais de 14 profissionais que atuavam na linha de frente e tem uma média de mais de 1 mil infectados por dia, informou por meio de sua assessoria, que eles não sabiam da decisão do STF, de inclusão da covid-19 como acidente de trabalho. O secretário de comunicação do sindicato, Gilmar Rodrigues informou que “agora que ficamos sabendo dessa determinação, vamos cobrar das empresas para que seja feita a comunicação por acidente de trabalho, de todos os trabalhadores que perderam a vida por conta da covid-19”.

O presidente do SindMédico-DF, Gutemberg Fialho, destacou que “a comunicação de acidente de trabalho, nos casos de contaminação do novo coronavírus no ambiente laboral, assegura a preservação dos direitos do trabalhador e de seus dependentes”.

*Com informações do SindMédico-DF 

Quer pescar em Mato Grosso? Ligue para A Divisão de Agricultura e Pesca.

Para eventuais dúvidas junto à Secretaria Federal de Aquicultura/MAPA, relacionada aos Registros de Pescadores Profissionais  em MT.

O tempo de Deus é perfeito, não há atrasos .

 

Geraldo Donizeti Lucio


O que significa o tempo de Deus?

O tempo de Deus não é o nosso tempo! 

O tempo de Deus é perfeito, e nele não há atrasos .

O Apóstolo Paulo diz aos Galatas: "Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido debaixo de lei," Gálatas:4:4

O tempo de Deus está relacionado ao tempo oportuno para cumprimento do Seu propósito ou vontade. 

O tempo de Deus não pode ser medido ou cronometrado, mas atua na nossa história consoante à Sua vontade.

O tempo não faz pausas para ninguém, o tempo simplesmente  passa.

O Tempo não para,  por isso  todos os dias você estando em si,  pode  mostrar  dar o melhor que  você tem do seu tempo para aqueles que estão no seu círculo de relacionamento.

Olhe à sua volta  aproveite o tempo que Deus está lhe dando para viver a vida e não perca o tempo  que Deus lhes  dá gratuitamente e  diariamente. 

Pense que cada novo dia que se inicia é um novo tempo que Deus está lhe proporcionando, que tal viver este novo tempo.

O Tempo não é seu é de Deus, ele apenas lhe dá para você administrar, você é um mordomo do Tempo de Deus aqui nesta terra. CERTO ?

Que o novo tempo, o amor e a paz de Deus estejam sempre com você! 

Que  acima de tudo tenhamos sempre confiança e esperança, de que tempos  melhores virão.

 Que o Senhor Nosso Deus possa  Derrramar sobre nós sua paz neste tempo que é hoje.

Que todos os passos das nossas vidas sejam conduzidos pelas mãos de Deus.

 Que este novo  tempo  comece bem e termine ainda melhor.  Vamos Viver intensamente este tempo, combinando os fatores racionalmente!

Deus te abençoe no tempo Dele.

Geraldo Donizeti Lucio
Pastor auxiliar do Ministério Voz da Verdade CN
Blogueiro deste.