29 de novembro de 2020

Hoje, dia 29 de novembro, é o Dia Nacional da Onça-pintada, símbolo brasileiro da conservação da biodiversidade!


E olha que clique incrível do @ernanelojr 📸🐆 #pantanal   

A onça é o maior felino das Américas, e por ser topo de cadeia alimentar e necessitar de grandes áreas conservadas para sobreviver, ocorre somente em áreas preservadas. 

No Pantanal é possível contemplar e capturar belas imagens! 😍  Quem aí já presenciou belas cenas como essa!? Marca a gente e compartilhe conosco! 🤍 

@descubramatogrosso #descubramt #descubramatogrosso 🌏 • • • • • #pantanal #pantanalmatogrossense #pantanalmt

Por Geraldo Lucio: Envelhecer ?

GERALDO DONIZETI LUCIO
 

VELHO SIM ! 
VELHO, MAS VIVO !
É MELHOR SER VELHO VIVO DO QUE MORRER NOVO !
ESTOU ENVELHECENDO NESTA VIDA MAS ESTOU VIVENDO  ESTA VIDA, AINDA ESTOU VIVO!
O envelhecimento  é um dos processos que fazem parte da vida você nasce,  cresce e envelhece.

Envelhecer significa que você viveu, passou pelo ciclo da vida.

 Envelhecer significa que experimentou momentos e que criou laços com o mundo e com muitas pessoas.

 Envelhecer traz a possibilidade de vários  questionamentos.

Para que cada pessoa haverá   várias  perguntas a si mesmo.

Será que eu fiz o que quis com minha vida?

Será   que eu plantei tanto amor e bondade quanto esperei do mundo?

Será que realmente eu  vivi o melhor da minha vida para ser um velho resolvido ?

Dentre muitas outras perguntas.

O  tempo passa e não pede licença !

 Os mais velhos dizem coisas difíceis de compreender porque os mais novos  não estão no mesmo momento da vida e porque precisam descobrir as coisas por si próprios. 

Nós que somos mais velhos temos nossa sabedoria.

Nós que somos mais velhos temos a nossa importância e nosso valor .

Nós que somos mais velhos adquirimos experiências com o tempo.

 O tempo passa e com ele vem uma grande bagagem de experiência.

Criancas, adolescente e jovens , daqui a alguns anos, isso começará a fazer sentido para vocês, pois estarão velhos também.

Aproveitem  seu tempo! 
Vivam intensamente!
Combinando os fatores racionalmente! 

Aprendam,  vivam, experimentem, falem, escutem,  expandam -se.

 E, quando o momento de suas  velhice chegar, abracem-a também! 

Pois a velhice é a coleção de histórias, de momentos e de aprendizados da vida.

 Ser velho é bom,  na velhice o velho ainda pode produzir frutos, porque, não significa que ficou velho e  que não haverá mais histórias, mais momentos e mais aprendizados, enquanto existir vida haverá experiências. " Vivendo e Aprendendo"!

Nos meus 60 anos de idade, me sinto uma pessoas  muito feliz, caminhando para uma melhor idade saudável e cheio de história. 
 Sei que serei ainda mais velho pois este é o ciclo da vida.

Que Deus na sua generosidade e bondade possa prosperar a minha vida e a de todos vocês que leram está Reflexão em o Nome de JESUS. Amém ?


Geraldo Donizeti Lucio
Pastor Evangélico.
MINISTÉRIO VOZ DA VERDADE CN
Pastor auxiliar da Igreja Sede em Cuiabá.

Não somos velhos !!!

Bom dia inteirinho com Jesus Cristo .

Turismo de Base Comunitária

Você já ouviu falar em Turismo de Base Comunitária (TBC)? Ele é um modelo que traz em sua proposta o desenvolvimento do turismo local, baseado nos recursos culturais e tradicionais das comunidades em que se enquadram. Em outras palavras, é uma estrutura de turismo com potencial para promover a conservação ambiental, a valorização da identidade cultural e a geração de benefícios para as localidades que desenvolvem essa prática.  

Sua estrutura consiste, basicamente, em uma iniciativa da própria comunidade, em que a população local, de forma associativa e solidária, possui o controle efetivo das atividades econômicas associadas à exploração do turismo. Ou seja, a comunidade é diretamente responsável pelo planejamento das atividades e tudo é orientado por princípios que buscam garantir a sustentabilidade social, econômica e ambiental, por meio da gestão das infraestruturas e serviços turísticos.

Como funciona o Turismo de Base Comunitária?

Neste modelo, cada membro e morador tem o poder de colaborar e definir os rumos do turismo local, possibilitando o desenvolvimento de uma atividade mais justa, equilibrada e sustentável.

Quem opera e pratica o Turismo de Base Comunitária deve estar verdadeiramente engajado com a sustentabilidade em todas as suas dimensões: econômica, social e ambiental. Estabelecendo uma política clara e transparente que contemple o olhar que a comunidade tem sobre a questão, quais são as premissas em sua atuação, como aborda o tema em seu dia a dia, etc.  Tendo a clareza de como pode favorecer seu desenvolvimento e valorizar o que há de genuíno e precioso ali.

A colaboração entre comunidades, iniciativa pública, privada e organizações locais é uma ferramenta importante e essencial no desenvolvimento das estratégias de Turismo de Base Comunitária. Um dos objetivos do Instituto Purunã é trabalhar em parceria com a comunidade, estimulando o espírito empreendedor e relação de pertencimento entre os habitantes da região, no que diz respeito ao nosso distrito e seu potencial turístico.

Lugares em que esse modelo já funciona

Chapada Diamantina – Brasil

Por ser uma região de serras, a Chapada Diamantina é protegida na categoria de parque nacional. Essa localidade conta com diversas atrações que exemplificam a imensidão de belezas naturais brasileiras. É lá que nascem quase todos os rios das bacias do Paraguaçu, do Jacuípe e do Rio de Contas.

Devido a esse potencial, essa é uma região que também recebe um grande fluxo de visitantes. Graças a isso, os moradores locais desenvolvem atividades voltadas para o turismo sustentável, no qual – em sintonia com a conservação do meio ambiente local – oferecem opções de estadia e passeios aos turistas.

Nuquí – Colômbia

É um município colombiano localizado na região de Chocó. Fica entre as montanhas de Baldó e o oceano pacífico, e possui uma das maiores diversidades étnicas e culturais. Possui em média 8.000 habitantes, dos quais 3.000 vivem na capital municipal, formada pela maior parte afro-colombiana e o restante por tribos indígenas.

Devido às belezas e riquezas culturais de Nuquí, essa região é bastante procurada por turistas. E é nesse sentido que a comunidade local descobriu a potencialidade de explorar alternativas de Turismo de Base Comunitária para oferecer atrações e hospitalidade aos visitantes, na mesma proporção em que atuam para o crescimento e desenvolvimento do município.

2 pontos essenciais para o desenvolvimento do Turismo de Base Comunitária

No Turismo de Base Comunitária é preciso gostar de gente, pois são as pessoas o principal atrativo desse tipo de turismo. Novas sensações, gostos e cheiros novos. Muitas das comunidades estão inseridas em ambientes paradisíacos, o que faz da viagem algo muito rico e enriquecedor. E para inspirar você a mergulhar nas possibilidades desse modelo, elencamos 2 dicas, olha só:

1. Estar próximo a rotas turísticas

Esse é um fator fundamental para o sucesso no desenvolvimento dessa estrutura de turismo. Como o modelo em si defende a valorização da região, belezas naturais e cultura local, a proximidade com espaços reconhecidos como pontos turísticos contribui para a atração de pessoas e, portanto, fortalecimento das atividades de Turismo de Base Comunitária realizadas na localidade.

Em São Luiz do Purunã, por exemplo, nossas opções turísticas que estão em sintonia com a natureza são vastas. Desde a Cachoeira do Alemão e o Recanto dos Papagaios, até as rotas para cicloturismo, escaladas, rapel e cavalgadas. São opções para todos os gostos e todas elas contam com a possibilidade de contar com a hospitalidade das inúmeras pousadas da região, assim como as opções de restaurantes que resgatam nas refeições o sabor das tradições do distrito.

Saiba mais em Visite Purunã.

2. Colaboração entre comunidades, iniciativa pública e privada e organizações locais

Em São Luiz do Purunã, cada canto é um convite para deixar o tempo passar devagar, sentir a hospitalidade, aproveitar as belezas naturais e as incríveis trilhas para cavalgada. E esse é um pensamento compartilhado entre a comunidade local, órgãos públicos e instituições que acreditam e atuam para promover o progresso da região.   

A primeira etapa contou com a estruturação e aprovação do Plano Diretor, através de uma parceria entre o Instituto Purunã, escritório Jaime Lerner Arquitetos Associados, Câmara Municipal e Prefeitura Municipal de Balsa Nova, formando uma base sólida para a expansão do município nos próximos anos.

E assim de forma conjunta, iniciamos o Plano de Turismo Participativo com o objetivo de definir diretrizes para o fortalecimento do turismo e desenvolvimento rural do distrito, tornando-o uma fonte de renda para a comunidade e para o município, organizando o sistema produtivo e empreendedor sem abrir mão da qualidade de vida da população.

Venha para São Luiz do Purunã

E você, está esperando o quê para mergulhar numa cultura diferente? Clique aqui e conheça nossos roteiros.

28 de novembro de 2020

POLÍTICA - MT-060: Governo apresenta plano de obras na Transpantaneira a empresários da região do Pantanal


Serão construídas pontes de concreto, realizada a reforma de pontes de madeira e a manutenção da rodovia

Construção de pontes de concreto, reforma de pontes de madeira, encascalhamento e manutenção da Rodovia Transpantaneira (MT-060) fazem parte do plano de ações da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra), em parceria com Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec), para recuperar a malha rodoviária, melhorar o acesso e, por consequência, impulsionar a retomada do turismo da região do Pantanal mato-grossense.

As ações foram apresentadas pelo secretário adjunto de Obras Rodoviárias da Sinfra, Nilton de Britto, aos empreendedores, proprietários de pousadas no Pantanal e membros da associação do ecoturismo durante reunião por videoconferência na sexta-feira (27.11), que contou ainda com a presença do secretário adjunto de Turismo da Sedec, Jefferson Moreno.

Também participaram do encontro o presidente da Associação de Defesa do Pantanal (Adepan), Ivan Freitas, o diretor e o engenheiro da Adepan, Leopoldo Nigro e Sérgio Arruda, respectivamente, além do superintendente de Parcerias da Sinfra, Fernando Campos e o engenheiro da Sinfra, Michel Medina.

Nilton de Britto apresenta plano de obras na Transpantaneira a empresários da região do Pantanal

De acordo com o adjunto Nilton de Britto, serão construídas nove pontes de concreto em substituição às pontes de madeira que foram queimadas nos incêndios que atingiram a região do Pantanal e que ficaram com estrutura bastante prejudicada. Desse montante, cinco pontes já terão suas obras iniciadas na próxima semana e a empresa já está mobilizada para isso.

“Já temos licitadas e contratadas as obras de nove pontes de concreto e já autorizamos a construção de cinco pontes e um bueiro. Já está autorizado. As outras quatro vamos começar no ano que vem, pois o mercado está com dificuldade para adquirir aço. Assim que cravar as fundações, o que deve levar em média uma semana para cada ponte, a cada 15 dias ficará pronta uma ponte. Os projetos dessas pontes novas são diferentes das que já foram construídas lá. São pontes mais baixas, sem aqueles aterros tobogã”, explicou.

Ainda segundo Nilton, já está nos planos da secretaria realizar a substituição das pontes de madeira por bueiros, que são alternativas mais resistentes, com custo mais baixo do que a construção de uma ponte de concreto e igualmente eficientes.  Hoje, das 120 pontes existentes na rodovia, 83 são feitas de madeira. 

“Queremos acabar com as pontes de madeira na transpantaneira no ano que vem. Todas elas. Nós temos esse planejamento. De 83 pontes de madeira na Transpantaneira, 40 delas serão substituídas por bueiros. No mínimo, talvez até mais. Algumas outras pontes serão aterradas e vão sumir definitivamente. Mas até lá, ninguém vai deixar de passar na Transpantaneira. Aonde puder passar por desvios, vão passar. Não haverá nenhum prejuízo para o acesso”, garantiu.

Serão construídas pontes de concreto, feita a reforma de pontes de madeira e manutenção da rodovia.

Para assegurar essa trafegabilidade pela Transpantaneira, a Sinfra já tem em vigência um convênio com a Associação de Defesa do Pantanal para a execução de melhorias na malha rodoviária, com a conservação e manutenção da rodovia, além da reforma das pontes de madeira que ainda não serão alvo das obras definitivas. 

“Nós estamos preocupados. Tem engenheiro nosso que quase toda semana está indo na Transpantaneira e nós estamos sabendo tudo que está acontecendo. Então, vocês não estão abandonados. O Governo não está abandonando vocês”, disse Nilton de Britto aos empresários. 

O presidente da Adepan, Ivan Freitas da Costa, explicou que está dentro do planejamento o início dos serviços de patrolamento, já na próxima semana, principalmente nos locais que receberam as chuvas mais recentes. Já os desvios, necessários para garantir o trânsito na rodovia durante o período de construção de pontes de concreto, também serão reforçados. Além disso, será dada continuidade às reformas das pontes, cujos serviços estão em andamento desde o mês de outubro.

“Nós já fizemos um desvio em três pontes que foram 100% queimadas. Nessa semana estaremos reforçando esse desvio, aumentando o nível desses desvios. Após esse aumento, faremos o encascalhamento desse desvio. Além disso, já estamos trabalhando na ponte onde será feita uma galeria. Já fizemos o nivelamento para receber essa galeria. Iremos fazer o encascalhamento do local para receber o concreto e a galeria. Também estamos trabalhando desde o mês de outubro nas pontes de madeira. Já são quatro pontes totalmente reformadas”, esclareceu.

Transpantaneira é a principal estrada que dá acesso ao Pantanal e Ação busca a melhoria da malha rodoviária 

Ivan Freitas lembrou ainda que já foram 100 caminhões de cascalho distribuídos nos pontos críticos da rodovia e a previsão é de que, tão logo as pontes forem concluídas, seja possível estocar o cascalho em pontos estratégicos para melhorar a trafegabilidade durante o período chuvoso.

Para Diego Rondon, proprietário de uma pousada no Pantanal, ter o conhecimento dos projetos e de todo o planejamento para melhorias essa rodovia é muito importante, especialmente neste momento em que o segmento hoteleiro atua  pela retomada do turismo na região. “Eu quero fazer investimentos e preciso desses dados, dessa segurança”, disse.

O secretário adjunto de Turismo, Jefferson Moreno, considerou que esse investimento em melhorias  de infraestrutura rodoviária é uma importante ação que vai contribuir com a retomada do turismo da região, que sofreu com o fechamento dos estabelecimentos em razão da pandemia do novo coronavírus e também com as queimadas que atingiram o Pantanal. 

“Temos mais de R$ 46 milhões que serão investidos na parte de infraestrutura junto com a Sinfra, na troca de pontes e galerias para melhorar a trafegabilidade. Com isso, resolvemos esse problema de acesso na Transpantaneira, que é um problema muito crítico há anos. E temos todo um planejamento para a retomada do turismo”, disse.

Melhoria da infraestutura rodoviária dará fôlego para a retomada do turismo na região

E este planejamento, segundo Jefferson, prevê a realização de várias rodadas de negócio para impulsionar o turismo no Pantanal, que deve se restabelecer no ano que vem, especialmente em razão de um convênio realizado pela secretaria para que empresários do trade turístico possam contratar operações de crédito de capital de giro e investimento para se recuperarem economicamente. 

“Já começamos com algumas rodadas de negócios online, uma rodada nacional, com várias pousadas. Teremos uma rodada internacional para que o turismo volte ano que vem com força total.  Temos R$ 20 milhões em caixa, já foram emprestados mais de R$ 18 milhões para capital de giro às empresas e, agora em dezembro, retomamos para  empréstimo destinados a investimento, cujos recursos estavam congelados. Então, o tomador pode pegar até R$ 1 milhão para fazer investimentos nas propriedades para receber os turistas. Acredito muito no planejamento que estamos fazendo”, encerrou.

De Valdizar Andrade: O poeta traz na alma sentimentos do amor


O poeta traz na alma o sentimento do amor.
Uma mente criativa que nos momentos de dor ele transforma em versos que tem cheiro e sabor.

Sabor de manga madura que alimenta o paladar com cheiro de graviola que me leva recordar os campos da minha terra o meu velho Ceará.

Os versos vêm da essência a rima do coração a determinação  do homem que nasceu lá no sertão que enfrentou desafios e encontrou superação.

Valdizar Andrade
escritor/especialista em desenvolvimento humano

27 de novembro de 2020

Quem conhece ? Quem gosta ? Quem come ?

Recursos do FCO chegam a R$ 678 milhões e geração de 207 mil empregos em MT


Quase 4 mil contratações foram aprovadas até outubro deste ano a empresários do Estado

Os recursos orçados e distribuídos para empresários de Mato Grosso do Fundo Constitucional do Centro Oeste (FCO) empresarial e rural chegam a R$ 2,163 bilhões até outubro de 2020. Neste período, foram criados 207.804 empregos diretos e indiretos nas empresas que solicitaram o recurso no Estado. Os dados constam no relatório da Superintendência de Desenvolvimento do Centro Oeste (Sudeco).

“Os recursos do FCO foram muito importantes neste ano tão atípico para todos. Estamos ainda atravessando uma pandemia que gerou dificuldades econômicas, passamos por uma grave crise no Pantanal por causa dos incêndios florestais que afetaram o meio ambiente e também os empreendedores rurais. Então, os financiamentos são fundamentais para auxiliar os empresários na manutenção e investimentos de seus negócios”, afirma César Miranda, secretário estadual de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso.

Foram 3.924 contratos de janeiro a outubro deste ano, totalizando R$ 1.920.840.000,00. A grande maioria das contratações de financiamento foi de pequenas, pequenas médias e mini micro empresas, com 3.602 contratos e R$ 1.562.005.000,00. As médias e grandes empresas fizeram 322 contratos, totalizando R$ 357.835.000,00. Segundo o relatório da Sudeco, 140 municípios mato-grossenses realizaram operações do FCO.

Em relação a empregos gerados ou mantidos pelas empresas contratantes, o relatório aponta que foram mais de 207 mil. Empresas do FCO Empresarial geraram 17.479 empregos diretos e 31.086 empregos indiretos, empresas que financiaram pelo FCO Rural geraram 57.989 empregos diretos e 101.250 empregos indiretos.

Os recursos do FCO são acessíveis aos mais diversos tipos e tamanhos de empreendimentos, por isso, o fundo tem condições diferentes do mercado tradicional, tais como taxas de juros diferenciadas, limites financiáveis e prazos de pagamento e de carência.

As operações abaixo de R$ 1 milhão podem ser feitas pelos interessados diretamente nas instituições financeiras autorizadas a operar os recursos do FCO (Banco do Brasil, Sicredi e Sicoob). As operações acima de R$ 1 milhão devem passar pela aprovação do Conselho Estadual de Desenvolvimento Econômico (Codem), presidido pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico.

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