25 de setembro de 2020

Estado decreta novas regras para funcionamento de bares, cinema e esporte


O decreto nº 655/2020 foi publicado em edição extra do Diário Oficial desta sexta-feira (25.09)
Lorena Bruschi | Secom-MT

Cine Teatro Cuiabá - Foto por: Junior Silgueiro/GComMT
Cine Teatro Cuiabá
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Com a redução na média móvel de casos confirmados de covid-19 no Estado, o governo publicou novas regras para regulamentar a prática de esportes e a abertura de cinemas e bares em Mato Grosso. O decreto nº 655/2020 foi publicado em edição extra do Diário Oficial desta sexta-feira (25.09).

De acordo com o governador Mauro Mendes, planejamento para a retomada das atividades econômicas no Estado está acontecendo de forma responsável, com o objetivo de preservar os postos de trabalho e a economia de Mato Grosso.

“Estamos fazendo essa retomada de forma gradativa. Com a redução da contaminação e da ocupação de UTIs, já é possível permitir que essas atividades possam ser realizadas, sempre de forma segura. O setor cultural e esportivo foi muito prejudicado pela pandemia e cabe ao Governo auxiliar esses profissionais a restabeleceram sua fonte de renda”, afirmou o governador.

“É importante exaltar a sensibilidade do governador que permitiu essas atividades culturais e esportivas, que foram as primeiras afetadas pela pandemia e assim minimizar os impactos a quem vive do setor. Tudo isso paralelamente à ampliação da rede pública de saúde, com criação de leitos de UTI em todo estado, assim como pelas ações de tratamento precoce, a exemplo da criação do Centro de Triagem na Arena Pantanal e do envio de medicamentos e  300 mil testes rápidos aos municípios”, completou o secretário de Cultura, Esporte e Lazer, Alberto Machado.

Novas regras

A prática de esportes coletivos das categorias amador e profissional pode funcionar, desde que respeitado o limite de público externo de, no máximo, 30% da capacidade total do local do evento. Também deve ser observado o espaçamento de 1,5 metro entre os assentos.

Já os cinemas, museus e teatros, podem abrir as portas ao público, desde que respeitado o limite de pessoas correspondente a 50% da capacidade máxima do local. Para este cálculo, é necessário usar como base o metro quadrado e o espaçamento de 1,5 m entre as pessoas.

Os bares, shows, casas noturnas e congêneres, precisam respeitar o limite de público sentado, que não deve ultrapassar 50% da capacidade máxima do local, utilizando o mesmo critério para cálculo dos cinemas, teatros e museus.
Para a edição do decreto, o governo considerou a tendência de estabilização nos registros de casos de infecção pelo coronavírus, conforme os dados do último Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde n° 32. Também houve a redução da média móvel de casos confirmados, e de hospitalizações e óbitos.

Confira o decreto na íntegra clicando aqui.

EMBRAPA VAI CONTRIBUIR COM ESTATUTO DO PANTANAL

Foto Reprodução

Presidente da Comissão, senador Wellington Fagundes quer acessar pesquisas e sugestões para o bioma

Mudanças na gestão das propriedades rurais e das próprias unidades de conservação, a adoção de atividades complementares como o turismo e a produção do mel podem estar entre as alternativas econômicas sustentáveis para o pantanal.

As sugestões vêm sendo apresentada à Comissão Externa do Senado Federal pela Embrapa, que já desenvolve modelos inovadores de gestão e manejo em 15 propriedades no pantanal de Mato Grosso, numa parceria com a Federação da Agricultura (Famato), Associação de Criadores (Acrimat) e o Senar (Serviço Nacional de Assistência Rural).

A Comissão Externa tem a missão de elaborar o Estatuto do Pantanal já que o bioma não tem legislação federal. Formada por senadores de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, a comissão deve apresentar o resultado dos trabalhos em 90 dias. “Um bioma dessa importância para o Brasil e o mundo precisa de uma legislação que permita atividade econômica aliada à preservação”, defende o presidente da Comissão, senador Wellington Fagundes (PL-MT).

A Embrapa Pantanal está em Corumbá (MS) e já desenvolve pesquisas para contribuir com o desenvolvimento de atividades econômicas sustentáveis no bioma. Entre as pesquisas, estão o manejo adequado de pastagens nativas para melhorar seu aproveitamento, a substituição controlada de parte dessas pastagens por pastagens cultivadas e a adoção de reprodução assistida e controlada do gado. “A atividade da pecuária pode aliar-se ao turismo e à produção de mel para tornar-se mais rentável”, defende o chefe da Embrapa Pantanal, José Antônio Ferreira de Lara.

Ao analisar as queimadas registradas neste ano, que já consumiram cerca de 20% do bioma, Jorge Lara lembra das mudanças climáticas, que impõem novos modelos de gestão e manejo para todas as atividades no pantanal.

As sugestões da Embrapa devem ser ampliadas e aprofundadas durante reunião da Comissão Externa do Senado marcada para o dia 03 de outubro, em Corumbá.

Na reunião com o presidente nacional da Embrapa, Celso Luiz Moretti, pediu uma parceria do órgão com a Universidade Federal de Rondonópolis para a implantação de um campo experimental para as ciências agrárias. Wellington Fagundes também defende a implantação de uma unidade da Embrapa no Sudeste de Mato Grosso, a exemplo da que está instalada em Sinop.

“A Embrapa é imprescindível para o Brasil e fundamental para o desenvolvimento da produção agrícola e pecuária no Brasil graças à pesquisa e transferência de tecnologias”, diz o senador.

Para ele, a Embrapa deve incluir, entre suas prioridades, o desenvolvimento da agricultura familiar e a produção de hortifrutigranjeiros em Mato Grosso. “Até hoje, dependemos das frutas, verduras e legumes produzidos em outras regiões do Brasil”, diz.

O presidente da Embrapa colocou o órgão à disposição da Comissão Externa do Senado e na criação de parcerias com universidades e outras instituições de pesquisa.

Com informações da assessoria

MILITARES DA FORÇA NACIONAL INICIAM COMBATE AOS INCÊNDIOS NO PANTANAL


Força Nacional em Poconé - Foto por: Corpo de Bombeiros MT

Os 48 militares da Força Nacional enviados para Mato Grosso iniciaram nesta sexta-feira (25.09) as atividades de combate e controle dos incêndios na região do Pantanal. Sob orientação do Comitê Integrado Multiagências de Mato Grosso (Ciman-MT), o grupo teve acesso ao mapa com as localizações dos focos e instruções para a atuação com segurança.

Para auxiliar na operação de combate direto ao fogo são utilizadas sete aeronaves, viaturas, um caminhão baú, um micro-ônibus e equipamentos como abafadores, soprador, bomba costal, enxadas e rastelos. O grupo é formado por militares – homens e mulheres que vieram de outros Estados brasileiros como Pará, Rondônia, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Amazonas, São Paulo, Maranhão, Acre, Roraima, Amapá e Distrito Federal. Eles permanecem na região por 30 dias, com a possibilidade de prorrogação.

Os militares chegaram ao município de Poconé nesta quinta-feira (24.09) e atuam inicialmente por terra, nas proximidades da Pousada Aymara, Transpantaneira e Fazenda Pixaim. Na Estância Dorochê e no Parque Estadual Encontro das Águas, o acesso é feito somente com o uso de aeronave e este combate deve ser realizado já nos próximos dias.

Os focos de incêndio no Pantanal tiveram redução de 80% na última semana, conforme levantamento do Corpo de Bombeiros.

“Hoje estamos intensificando a implementação das equipes em campo, com ações em Barão de Melgaço e Porto Jofre. Está ocorrendo o monitoramento e vigilância as áreas onde o fogo já foi combatido e temos uma tropa que atuará em conjunto próximo à divisa entre Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, que passa pela mesma situação de incêndios florestais. Mesmo com a redução dos focos, ainda é necessária uma força-tarefa para que o estágio de controle total do fogo seja alcançado”, pontuou o comandante do Comitê Integrado Multiagências de Mato Grosso (Ciman-MT), tenente-coronel Dércio Santos da Silva.

O comandante-geral do Corpo de Bombeiros de Mato Grosso, coronel Alessandro Borges, destacou a importância do reforço, já que o trabalho de combate aos incêndios no Pantanal vem sendo feito pelo Estado há mais de 70 dias.

“Trata-se de um trabalho contínuo e substituímos nossos militares de 10 em 10 dias. No entanto, eles continuam o atendimento de ocorrências de rotina na cidade. Este reforço é muito importante por termos um efetivo maior na escala de combate aos focos, que hoje, apresentam intensidade mais baixa. Se não fosse o trabalho forte do Governo do Estado e do Governo Federal, provavelmente teríamos danos maiores”, explicou o comandante-geral do Corpo de Bombeiros de Mato Grosso, coronel Alessandro Borges.

Operação Pantanal II

A operação foi deflagrada no dia 7 de agosto, e desde então empenha esforços para proteção da maior planície alagável do mundo. A região abriga o Parque Encontro das Águas, conhecido por ter a maior concentração de onças do Pantanal.

Há mais de 200 pessoas atuando no combate às chamas, entre eles militares do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso, militares da Marinha do Brasil, funcionários do SESC, ICMBio, IBAMA, militares do Corpo de Bombeiros de Mato Grosso do Sul e servidores da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema).

Informação via  Secom – MT

Famílias indígenas serão beneficiadas com recursos para fomento produtivo nas aldeias


Duas famílias da aldeia Aturua, localizada no Parque Nacional do Xingu vão receber recurso na ordem de R$ 2.400,00
Rosana Persona | Empaer | MT

Empaer vai atender dez aldeias indígenas - Foto por: Arquivo | Aldeia
Empaer vai atender dez aldeias indígenas
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No município de Gaúcha do Norte (595 km ao Norte de Cuiabá), técnicos da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) estão realizando o levantamento socioeconômico em dez aldeias indígenas que serão beneficiadas com recursos do Governo Federal na ordem de R$ 2.400,00 para cada família. A previsão é atender 70 famílias indígenas em situação de pobreza inscritas no Cadastro Único com renda per capita de até R$ 89,00.

O Governo de Mato Grosso firmou um acordo de cooperação técnica com o Governo Federal para o repasse de R$ 2,4 milhões, que serão utilizados no fomento às propriedades rurais do Estado. O recurso é destinado às famílias pertencentes às comunidades tradicionais e povos indígenas que exerçam as atividades de silvicultores, aquicultores, extrativistas e pescadores. O recurso vai beneficiar mil agricultores familiares de 26 municípios.

O engenheiro agrônomo da Empaer, Jeyson Duque Albino e o Técnico em agropecuária, Clodoaldo Maccari são os responsáveis no município pelo levantamento das propriedades, verificando o potencial e a vocação dos agricultores. A segunda etapa é a realização do diagnóstico socioeconômico que permite avaliar as características das comunidades, habilidades e vantagens, e identificar fatores limitantes que impeçam o seu desenvolvimento.

Os extensionistas visitaram a aldeia Aturua, da Etnia Mehinako, localizada no Parque Nacional do Xingu e fizeram projetos produtivos para duas famílias. Clodoaldo explica que numa área de um hectare foi sugerido para as famílias indígenas implantar pomar, horta, criação de galinhas de corte e postura, apicultura e ampliação do plantio de mandioca. Todo cultivo será usado para subsistência e os técnicos serão responsáveis pela assistência técnica e extensão rural aos agricultores com orientações quanto à aplicação do recurso no projeto produtivo.

Arquivo | Aldeia

A previsão é atender 70 familias indígenas

De acordo com Clodoaldo, somente cinco aldeias tem acesso o ano todo, algumas somente no período da seca. No período das chuvas as estradas ficam intransitáveis e o acesso é feito pelos rios o que dificulta a implantação do projeto. No município existem 26 aldeias e seis diferentes etnias: Aweti, Mehinako, Kuikuro , Waura, Kamayura  e Yalawapiti. “Esse ano vamos iniciar o atendimento as famílias e em 2021 concluir o projeto”, ressalta.

A extensionista da Empaer, Denise Gutterres, fala que os agricultores vão assinar um termo de adesão ao programa e receber o valor de R$ 2.400 em duas parcelas, a primeira de R$ 1.400 e a segunda de R$ 1.000. As famílias cadastradas receberão assistência técnica por dois anos com acompanhamento individualizado. “O Programa tem como objetivo ampliar ou diversificar a produção de alimentos e as atividades geradoras de renda das famílias rurais mais pobres”, comenta.

O Programa Fomento às Atividades Produtivas Rurais tem como gestores: Ministério da Cidadania / MCSA / Secretaria Nacional de Inclusão Social e Produtiva Rural, Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf) e Empaer. Esta é a responsável pela execução do Programa nos municípios.

 

Festival On line. Cultural de Primavera.

Seminário Internacional sobre “Turismo e Desenvolvimento Local: perspectivas críticas”


Celebrando o Dia Mundial do Turismo- 27 de Setembro.
Universidade de Pungue, Moçambique 

Programa do Evento
Data do evento: 28 de Setembro de 2020
Segunda feira.
9h - hora do Brasil

link: meet.google.com/zzu-kkax-fdu

Conselho Estadual de Turismo debate ações para retomada do setor em Mato Grosso

Técnicos da Secretaria Adjunta de Turismo apresentaram campanhas e projetos de valorização do turismo local
Thielli Bairros | Sedec MT

- Foto por: assessoria
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O Conselho Estadual de Desenvolvimento do Turismo (Cedtur) esteve reunido nesta sexta-feira (25.09) em reunião ordinária virtual para tratar de assuntos relativos ao setor em Mato Grosso. Técnicos da secretaria adjunta de Turismo (Seadtur) apresentaram aos conselheiros os programas desenvolvidos e ações para a retomada do setor pós-pandemia. 

“O Conselho tem um papel fundamental para o setor, ainda mais neste momento crítico que vivemos. Como pensamos em políticas para o desenvolvimento do turismo no Estado, é importante debater com todos os interessados nesta cadeia que traz tanto para Mato Grosso”, disse César Miranda, secretário de Desenvolvimento Econômico e presidente do Cedtur.

A Plataforma Integrada do Turismo (PIT), por exemplo, é resultado de uma parceria com a secretaria de Turismo de Minas Gerais e estará no ar em meados de outubro. Será uma ferramenta importante de gestão virtual da oferta turística dos municípios com base na metodologia de inventariação do Ministério do Turismo. Municípios e atrativos turísticos irão inserir as informações que também poderão ser consultadas pelos turistas.

Haverá ainda as rodadas de negócios on-line organizadas pela Seadtur e realizadas nos dias 13, 14, 27 e 28 de outubro em uma plataforma desenvolvida pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Será a primeira rodada realizada no Brasil. O objetivo é atrair principalmente turistas que vivem em Mato Grosso e que buscam ao longo do ano por pacotes turísticos destinados a outras regiões do país ou viagens internacionais. 

Os conselheiros aprovaram a reestilização da marca do projeto Mato Grosso para os Mato-grossenses, que trabalha com influenciadores digitais para divulgar os atrativos do Estado. As viagens devem ser retomadas no próximo mês com expedições por Cuiabá e Várzea Grande e, mais tarde, para Chapada dos Guimarães e Lago do Manso. Haverá ainda o lançamento da campanha publicitária “Tudo isso é seu”.

Também foi informado que 527 empresas aderiram ao programa de redução de ICMS para o setor, sendo que 1% desta diferença será destinado ao Fundo Estadual do Turismo (Funtur).

“Durante toda a pandemia discutimos muito com a Secretaria de Estado de Comunicação as estratégias para melhor divulgar as ações, criando formas de enfrentamento para esta crise.  E contamos também com a sensibilidade do governador Mauro Mendes que priorizou estas ações para a retomada da economia do setor do turismo, que é primordial para o Estado”, afirmou Jefferson Moreno, secretário adjunto de Turismo do Estado.


Estado busca parcerias para retomar o turismo e pecuária no Pantanal


Para atender a economia da região do Pantanal, que também está fortemente prejudicada com os incêndios florestais, o Estado busca parcerias de apoio de empresas privadas. A intenção é retomar o turismo, com o incentivo de uma rodada de negócios on-line, que acontecerá em outubro, para vender os destinos mato-grossenses.

"Histórico Florestal da Terra!Há 8 mil anos, o Brasil possuía 9,8% das florestas mundiais. Hoje, o País detém 28,3%. Dos 64 milhões de km2 de florestas existentes antes da expansão demográfica e tecnológica dos humanos, restam menos de 15,5 milhões, cerca de 24%. Mais de 75% das florestas primárias já desapareceram. Com exceção de parte das Américas, todos os continentes desmataram, e muito, segundo estudo da Embrapa Monitoramento por Satélite sobre a evolução das florestas mundiais.A Europa, sem a Rússia, detinha mais de 7% das florestas do planeta e hoje tem apenas 0,1%. A África possuía quase 11% e agora tem 3,4%. A Ásia já deteve quase um quarto das florestas mundiais, 23,6%, agora possui 5,5% e segue desmatando. No sentido inverso, a América do Sul, que detinha 18,2% das florestas, agora detém 41,4%, e o grande responsável por esses remanescentes, cuja representatividade cresce ano a ano, é o Brasil.Se o desflorestamento mundial prosseguir no ritmo atual, o Brasil - por ser um dos que menos desmatou - deverá deter, em breve, quase metade das florestas primárias do planeta. O paradoxo é que, ao invés de ser reconhecido pelo seu histórico de manutenção da cobertura florestal, o País é severamente criticado pelos campeões do desmatamento e alijado da própria memória."Evaristo Miranda Diretor EMBRAPA TERRITORIAL

"Histórico Florestal da Terra!

Há 8 mil anos, o Brasil possuía 9,8% das florestas mundiais.

 Hoje, o País detém 28,3%. Dos 64 milhões de km2 de florestas existentes antes da expansão demográfica e tecnológica dos humanos, restam menos de 15,5 milhões, cerca de 24%. Mais de 75% das florestas primárias já desapareceram. Com exceção de parte das Américas, todos os continentes desmataram, e muito, segundo estudo da Embrapa Monitoramento por Satélite sobre a evolução das florestas mundiais.

A Europa, sem a Rússia, detinha mais de 7% das florestas do planeta e hoje tem apenas 0,1%. A África possuía quase 11% e agora tem 3,4%. A Ásia já deteve quase um quarto das florestas mundiais, 23,6%, agora possui 5,5% e segue desmatando. No sentido inverso, a América do Sul, que detinha 18,2% das florestas, agora detém 41,4%, e o grande responsável por esses remanescentes, cuja representatividade cresce ano a ano, é o Brasil.

Se o desflorestamento mundial prosseguir no ritmo atual, o Brasil - por ser um dos que menos desmatou - deverá deter, em breve, quase metade das florestas primárias do planeta. 

O paradoxo é que, ao invés de ser reconhecido pelo seu histórico de manutenção da cobertura florestal, o País é severamente criticado pelos campeões do desmatamento e alijado da própria memória."

Evaristo Miranda Diretor EMBRAPA TERRITORIAL

Ministro lança programa em MT

Entrelinhas

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Da Redação

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O governador Mauro Mendes assina nesta segunda-feira (28.09) a adesão ao programa de aquisição de alimentos do Governo Federal, com a presença do ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, no Palácio Paiaguás, em Cuiabá, às 9 horas.

Em Mato Grosso, serão investidos R$ 10,6 milhões para a compra de alimentos produzidos pela agricultura familiar, com dispensa de licitação, e que serão destinados às pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional.

Após a assinatura, o ministro e o governador concedem entrevista coletiva na Sala Garcia Neto.