22 de setembro de 2020
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Ipem-MT confisca mais de 600 extintores de incêndio com irregularidades
Instrumentos apresentavam o selo do Inmetro do Rio de Janeiro, estavam sendo comercializados com desconto e apresentaram problemas
Tuani Nunes | Sedec-MTMais de 600 extintores foram apreendidos pelo Instituto de Pesos e Medidas de Mato Grosso (Ipem – MT) em 2013 e destruídos nesta segunda-feira (21.09).
“O fabricante tem um tempo para apresentar a nota fiscal e outros documentos, por isso é um processo lento”, explica o presidente do Ipem, Bento Bezerra.
O principal motivo da apreensão foi a falta de manutenção dos instrumentos, que deveriam apagar os incêndios e dar mais segurança para a população.
Para evitar situações como esta é necessário que o consumidor se atente a alguns detalhes antes de fazer a compra.
“O indicador de pressão deve estar no verde, pois demostra que o instrumento está pronto para o uso. E se possível também, antes da compra, verifique no site do Inmetro se a firma não foi cancelada, dê preferência para aquelas da região e sempre peça a nota fiscal”, orienta Bento.
Os instrumentos confiscados apresentavam o selo do Inmetro da região do Rio de Janeiro e estavam sendo comerciados com 50% de desconto em relação ao preço normal. No entanto, tiveram vários problemas.
Os extintores de uso continuo devem fazer a manutenção anualmente, enquanto que os descartáveis não devem ter suas peças trocadas e a sua duração é de 5 anos. “Como os descartáveis não passam por manutenção, eles não devem ter peças plásticas, mas acabamos encontrando vários assim”, explica.
Outro problema encontrado foram as diferenças nas peças dos fabricantes. “As mangueiras, as válvulas e os recipientes devem ser todos da mesma origem, se não o instrumento pode perder o desempenho”, afirma Bento. Além disso, não apresentavam a devida recarga de pó para apagar incêndios.
Somos todos Técnicos em Agropecuária com muito orgulho.
Associação de Apicultores incentiva a produção de mel em Colniza
A orientação aos produtores é começar com cinco colmeias para conhecer o manejo e a potencialidade da criação.
Rosana Persona | Empaer | MTO município de Colniza (1.065 km a nordeste de Cuiabá) tem uma demanda anual de 100 toneladas de mel e produz em torno de 30 toneladas ao ano. A produtora rural e vice-presidente da Associação dos Apicultores de Colniza (Aapicol), Maria Cristina Ferreira, está incentivando os agricultores a investirem nessa atividade econômica como uma importante fonte de renda, de sustentabilidade e preservação ambiental. Na região o litro do mel, que pesa em torno de 1.400 gramas, está sendo comercializado por R$ 50,00 a unidade.
De acordo com a vice-presidente, a associação possui uma agroindústria com equipamentos que foram cedidos pela Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) no ano de 2010. Toda produção de mel é centrifugada, embalada e rotulada na própria associação. Ela explica que as embalagens são de vidro e plástico e possuem diversos pesos: um litro, 280 gramas, 480 gramas, 500 gramas e sachês. Os produtos são comercializados nos mercados, farmácias e direto ao consumidor.
Em busca de expandir a produção, a Aapicol está orientando os agricultores a começarem a criação com apenas cinco caixas de abelhas para conhecer o manejo e conferir a sua potencialidade. “Além de ser um negócio viável a apicultura requer a atenção e o trabalho de todos os membros da família. O potencial para aumentar é grande e existem boas reservas florais e de floradas silvestres, que asseguram um mel de qualidade em nossa região”, destaca.
Com uma produção anual de 1.500 quilos de mel, a produtora possui 75 caixas de abelhas e produz em média 20 quilos de mel por caixa. Pretende ampliar a produção e chegar a cinco mil quilos de mel ao ano. Ela conta que a intenção é começar outro apiário com abelhas geneticamente melhoradas e mais produtivas. E tem auxiliado os produtores mostrando a potencialidade da atividade na produção de mel, própolis e geleia real.
Os produtos são comercializados nos mercados, farmácias e direto ao consumidor.
Trabalhando com a apicultura desde 2009, a produtora encontrou na atividade uma forma de renda e de preservação ambiental. Ela enfatiza que são vários produtos das abelhas que podem ser explorados pelo apicultor. O mel é um dos mais importantes produtos com suas qualidades nutricionais e um enorme mercado, a própolis, a geleia real e o pólen para uso medicinal. “As abelhas são fundamentais para o meio ambiente e para os seres humanos. Elas são polinizadoras, o que ajuda a manter a nossa vida na terra”, esclarece.
O médico veterinário da Empaer, Willian Kasper, fala da relevância da apicultura na agropecuária como um gerador de renda para os produtores, na ocupação da mão-de-obra familiar no campo, à polinização de espécies nativas e cultivadas, e à conservação da vegetação, uma vez que não é necessário desmatar para criar abelhas.
Ele destaca que a cidade de Colniza é considerada a capital do café e a utilização de colmeias durante o período de florada do café pode aumentar em 20% a produtividade do mel. A intenção é ampliar a produtividade para 40 quilos de mel por colmeia ao ano com a aquisição de abelhas rainhas selecionadas, resistentes a doenças e menos agressivas para facilitar o manejo.
Consideradas as principais polinizadoras do meio ambiente e agrícola, as abelhas são responsáveis pela produção de mel, pólen, própolis e geleia real, produtos naturais saudáveis utilizados para várias finalidades e também como fonte de renda familiar, quando produzidos dentro das normas técnicas corretas.
Fogo no Pantanal mato-grossense começou em fazendas de pecuaristas que fornecem para gigantes do agronegócio
Queimadas iniciadas em cinco propriedades do MT respondem pela destruição de área equivalente à cidade do Rio de Janeiro. Duas dessas fazendas são de pecuaristas que vendem gado para empresas da família Maggi (Amaggi e Bom Futuro), fornecedoras de gigantes como JBS, Marfrig e Minerva.
Parte do fogo que devasta o Pantanal mato-grossense teve origem em fazendas de pecuaristas que vendem gado para o grupo Amaggi, do ex-ministro e ex-senador Blairo Maggi, e para o grupo Bom Futuro, de Eraí Maggi, considerado o maior produtor de soja do mundo. Esses dois grupos empresariais, por sua vez, são fornecedores das gigantes multinacionais JBS, Marfrig e Minerva.
O levantamento da Repórter Brasil se baseou em estudo da ONG Instituto Centro de Vida, que identificou que as queimadas no Mato Grosso começaram em cinco propriedades, a partir da análise cruzada dos focos de calor do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), imagens dos satélites Sentinel-2 e Planet e mapeamento das áreas atingidas por incêndios da NASA. O estudo do ICV analisou os focos de incêndio no Mato Grosso entre 1º de julho e 17 de agosto, mas ressalta que a primeira queimada na região começou em 11 de julho. Com base na geolocalização dessas fazendas, a Repórter Brasil usou dados do Cadastro Ambiental Rural (CAR) e da Secretaria de Estado da Fazenda para identificar os proprietários, bem como documentos para averiguar os compradores de dois desses fazendeiros.

O fogo que teve início nessas cinco propriedades rurais voltadas para pecuária, todas localizadas em Poconé (100 km da capital Cuiabá), foi responsável por destruir 116.783 hectares, área equivalente à cidade do Rio de Janeiro. Esse volume de destruição correspondeu a 36% da área total atingida por incêndios no Pantanal mato-grossense no período analisado (entre julho e a primeira metade de agosto).
O incêndio que atinge o Pantanal é alvo de investigação da Polícia Federal, que apura a responsabilidade de fazendas na área rural de Corumbá, no Mato Grosso do Sul. Já o estudo do ICV se concentrou no Mato Grosso, no entorno da cidade de Poconé.
Entre essas cinco propriedades rurais mato-grossenses, está a fazenda Comitiva, de Raimundo Cardoso Costa, onde o fogo começou em 20 de julho e foram registrados pelo menos 171 focos de incêndio. A área total destruída pelo fogo iniciado nesta fazenda foi de 25.188 hectares.
De acordo com dados da Secretaria de Estado de Fazenda do Mato Grosso, Raimundo Cardoso Costa é proprietário de outra fazenda, vizinha à Comitiva, chamada Recanto das Onças. A Repórter Brasil identificou que a fazenda Recanto das Onças comercializou gado com o grupo Bom Futuro, mais conhecido pela produção de soja, mas que tem um rebanho de 130 mil cabeças de gado nelore. O grupo Bom Futuro está entre os fornecedores de gado dos maiores frigoríficos do Brasil: JBS, Marfrig e Minerva, conforme atestam documentos a que a reportagem teve acesso.
Outra fazenda localizada em Poconé e que está entre as cinco analisadas pela Repórter Brasil é a Espírito Santo, de José Sebastião Gomes da Silva, onde o fogo começou em 4 de agosto. Segundo o Inpe, foram pelo menos 73 focos de incêndio que destruíram 14.292 hectares, segundo análise da NASA.

Gomes da Silva também é dono de outra fazenda, a Formosa. Essa propriedade vende gado para a fazenda Rio Bonito, de Elza Junqueira de Carvalho Dias, que, por sua vez, comercializa gado com a JBS e Marfrig. A Fazenda Formosa também é fornecedora da Amaggi Pecuária. A empresa faz parte do grupo Amaggi, da família do político Blairo Maggi, que tem 10 fazendas no Mato Grosso e atua em diversos setores além de soja e pecuária, como energia e logística. A Amaggi Pecuária, por sua vez, está entre as fornecedoras da JBS, Marfrig e Minerva.
Na semana passada (14), uma equipe da Polícia Federal de Corumbá, no Mato Grosso do Sul, estado que também abriga o bioma Pantanal, realizou buscas e apreensões em quatro fazendas, com a suspeita de que o fogo teria sido provocado intencionalmente para a abertura de pastos. Os policiais investigam se aconteceu com o Pantanal algo similar ao ‘Dia do Fogo’, quando fazendeiros e empresários de Novo Progresso, no Pará, organizaram queimadas na Amazônia nos dias 10 e 11 de agosto do ano passado.
“Queremos descobrir quem foram os autores [das queimadas no Pantanal]”, disse, à Repórter Brasil o delegado Daniel Rocha, em referência ao fato de que os incêndios que destroem o bioma teriam sido provocados pela ação humana — e não por conta do período seco. As propriedades investigadas pela Polícia Federal na operação Matáá ficam próximas ao Parque Nacional do Pantanal, na divisa dos dois estados, e, segundo o delegado, são grandes fazendas de pecuaristas.
O fogo é a forma mais barata de ampliar uma pastagem, conforme explica o diretor-executivo da Amigos da Terra Amazônia Brasileira, Mauro Armelin. Para o executivo, os frigoríficos deveriam analisar também os seus fornecedores indiretos, como forma de coibir o desmatamento e também as queimadas provocadas pela ação humana. “Se os frigoríficos não fizeram a análise completa e monitorarem os [fornecedores] indiretos, eles nunca poderão dizer que suas cadeias de produção são livres de desmatamento”, explica.
Mais de uma centena de frigoríficos assinaram com o Ministério Público Federal (MPF) um acordo, que ficou conhecido como “TAC da Carne”, em 2009, para não comprar gado de áreas desmatadas ou autuadas por trabalho escravo na região amazônica. Mais de 10 anos depois, os frigoríficos conseguem driblar o acordo com uma série de artimanhas, muitas vezes envolvendo fornecedores indiretos com problemas socioambientais, como mostrou a Repórter Brasil em reportagem publicada em junho.
‘Fogo começou com explosão de automóvel’, diz pecuarista
Raimundo Cardoso Costa disse à Repórter Brasil que o fogo em sua propriedade começou após a explosão de um veículo. “Os bombeiros apagaram, mas o fogo ficou nas raízes das plantas e depois espalhou”, diz. O fogo, segundo ele, destruiu 40% dos 15 mil hectares da sua propriedade, além de ter se alastrado para outras fazendas.

O fazendeiro reclama da legislação ambiental e diz que o ideal seria liberar o fogo no período que não fosse seco. “Tem que deixar o pantaneiro limpar o que tem que limpar”, afirma. Raimundo diz também que jamais colocaria fogo na própria fazenda, pois sem a mata nativa, que funciona como uma cerca natural, ele teria de gastar R$ 10 mil para construir um quilômetro de cerca — sua fazenda, segundo ele, precisaria de 50 quilômetros.
Morador de São Paulo, ele tem fazendas no Pantanal há 10 anos e um rebanho de 1,2 mil cabeças de nelore. É um típico fornecedor indireto, pois vende gado, principalmente, para outros fazendeiros que engordam a criação antes de comercializarem para o abate nos frigoríficos. Ele afirma ter vendido a fazenda Recanto das Onças, apesar de seu nome ainda constar como proprietário em documento da Secretaria de Estado da Fazenda. O pecuarista, no entanto, confirmou que negociou, em diversas ocasiões, com o grupo Bom Futuro (fornecedor de JBS, Marfrig e Minerva).
Raimundo reclama da responsabilidade dos incêndios recair sobre os fazendeiros. “Estão detonando a gente. O pantaneiro sempre foi o cuidador do Pantanal”, afirma. Ele também é um defensor do presidente Jair Bolsonaro. “Tudo que acontece no Brasil é culpa do Bolsonaro. A mídia acha que quanto pior, melhor. Temos que ajudar o presidente a melhorar o Brasil.”
A reportagem entrou em contato com a advogada do outro fazendeiro, José Sebastião Gomes da Silva, mas não obteve resposta até o fechamento deste texto.
A Amaggi, que compra gado de José Sebastião Gomes, informou à Repórter Brasil que vai suspender as compras de gado com este fornecedor enquanto aguarda a apuração sobre a responsabilidade da origem dos focos de incêndios em outras propriedades de Gomes.

A Minerva Foods destacou que “os produtores agropecuários são também prejudicados por incêndios de grandes proporções, que podem atingir suas propriedades”. Disse que os fornecedores diretos dela (Amaggi e Bom Futuro) não apresentam irregularidades, mas não comentou sobre os fornecedores indiretos (Raimundo e José Sebastião).
Dona das marcas Montana e Bassi, a Marfrig afirmou que usa uma plataforma de monitoramento via satélite para monitorar os fornecedores com focos de incêndio e que há um alerta para que a compra de gado seja suspensa até que a situação seja esclarecida, mas que não há controle total sobre os fornecedores indiretos. A empresa reconhece a questão como “crítica” e lançou, em julho, um programa para tentar resolvê-la.
A JBS, proprietária das marcas Friboi, Seara, Swift e Doriana, afirmou que só consegue monitorar os fornecedores que vendem diretamente para o frigorífico, pois não tem acesso às Guias de Trânsito Animal (GTAs) dos elos anteriores da cadeia. Sem a informação sobre as GTAs, a empresa entende que seria “precipitada qualquer conclusão da JBS sobre a origem do gado adquirido desses fornecedores” (Leia todos posicionamentos na íntegra).
O grupo Bom Futuro não retornou o pedido de posicionamento da Repórter Brasil.
Destruição avassaladora
As queimadas no Pantanal neste ano são as maiores desde que o INPE começou a registar os números, em 1998. São quase 16 mil focos de incêndio (até a última quarta-feira), 56% maior que 2005, o pior ano da série histórica. O fogo destruiu 15% da região, com 2,3 milhões de hectares da maior área úmida do mundo.

A fauna nativa do Pantanal é a que mais sofre. São 1,2 mil espécies diferentes de animais, sendo que 36 são ameaçadas de extinção. Entre as vítimas estão cobras, jacarés, macacos e onças. Os incêndios já dizimaram um refúgio de araras azuis e avança sobre uma área de proteção de onças-pintadas.
“Quando cheguei em Poconé, perto da meia noite, a cidade estava envolta na penumbra. A fumaça era tão pesada que acreditei ser a névoa da madrugada. Não era. Era o efeito causado pelos mais de 2 milhões de hectares que estavam em chamas no Pantanal”, relatou o fotógrafo João Paulo Guimarães à Repórter Brasil.
Investimentos do FCO Empresarial atingem 98% dos municípios de MT
Reunião do CEDEM aprovou mais 16 cartas consultas e financiamentos de R$ 75 milhões no Estado
Thielli Bairros | Sedec MTO Conselho Estadual de Desenvolvimento Empresarial (Cedem) aprovou nesta segunda-feira (21.09) dezesseis cartas consultas de empresas em Mato Grosso, financiando mais de R$ 75,2 milhões por meio de crédito do Fundo de Financiamento do Centro Oeste (FCO) Empresarial.
De janeiro a julho de 2020, os empresários do Estado já contrataram mais de R$ 2,5 bilhões. De acordo com o superintendente regional do Banco do Brasil, Oberti Finger, 97,6% dos municípios foram atendidos com os financiamentos e há 0,1% de inadimplência. Até o momento, há disponível para contratação cerca de R$ 250 milhões.
A pandemia da Covid-19 impactou também a busca por crédito nas instituições financeiras. Segundo o relatório do Banco do Brasil, foram 972 operações contratadas no primeiro semestre deste ano, abaixo das 1.328 operações de 2019 no mesmo período. Foram 54 operações para a linha emergencial do FCO Empresarial liberada em julho, específica para o momento da pandemia, financiando R$ 4,4 milhões.
Mais de 80% das operações do FCO Empresarial em Mato Grosso estão em torno de R$ 100 mil a R$ 500 mil. É uma linha de crédito com prazos, limites e encargos financeiros diferenciados, destinada a empresas que se dedicam a atividade produtiva nos setores industrial, agroindustrial, mineral, de turismo, de infraestrutura econômica e de comércio e serviços.
FCO Digital
O Cedem aprovou ainda a Resolução 651/2020 que trata de Acordo de Cooperação Técnica entre a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec MT) e a Superintendência de Desenvolvimento do Centro Oeste (Sudeco) para que a secretaria mato-grossense transfira o Sistema de Gestão de Cartas Consultas para outros estados do Centro Oeste.
O secretário de Desenvolvimento Econômico e presidente do Cedem, César Miranda, ressaltou mais uma vez a vanguarda do Estado de Mato Grosso. “Somos o primeiro Estado brasileiro a digitalizar as cartas consultas do FCO Empresarial, mostrando que estamos atentos às necessidades dos empresários e sempre em busca da celeridade e transparência dos processos. E com econômica, pois o sistema foi totalmente desenvolvido pelos técnicos da secretaria”, afirmou.