24 de novembro de 2018

Técnicos participam de mini curso sobre a cultura da mandioca com aula prática



Da Redação

Extensionistas da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) participaram durante dois dias (21 e 22.11), de um mini curso sobre a cultura da mandioca, com aulas teóricas e práticas. O engenheiro agrônomo da Empaer, Almir de Souza Ferro, fala que a mandioca representa importante atividade sócio-econômica que gera emprego e renda tanto nas áreas rurais, com o processo de produção e industrialização, como nas áreas urbanas por meio da comercialização.

De acordo com Almir, a mandioca é produzida em todos os municípios do Estado e está presente nas pequenas propriedades rurais como fonte alimentar e para criação de animais. Trabalhando com a cultura da mandioca há 30 anos, ele explica que hoje a média de produção estadual chega a 14 toneladas por hectare e a tendência é chegar em breve a 20 toneladas de mandioca/hectare.

O mini curso apresentou para os técnicos da Baixada Cuiabana que a cultura da mandioca é produzida pelos agricultores familiares em 141 municípios do Estado. Almir esclarece que o plantio da cultura deve ser feito nas épocas recomendadas, nos meses de setembro e novembro (1º plantio), e fevereiro e março (2º plantio). “Se não plantar na época recomendada a perda na produção pode chegar até a 30%”, adverte.

Para conhecer o cultivo da mandioca, os técnicos visitaram a área do agricultor Oilso Ferreira da Silva, na Comunidade Mutuca - Quilombola Mata Cavalo, localizada no município de Nossa Senhora do Livramento (42 km ao Sul de Cuiabá). Com o plantio de três hectares de mandioca toda produção é vendida em Cuiabá e Várzea Grande. O agricultor Oilso, comenta que todos os anos colhe em média duas toneladas por hectare. Porém, este ano, devido ao excesso de chuva, irá colher apenas 500 quilos de mandioca. “Vamos colher e fazer farinha com o que sobrou para consumo da família”, enfatiza.

Na área de 10 hectares, o trabalho na terra é realizado pelo pai do agricultor, João Pedro da Silva, e o irmão Wilson Ferreira da Silva. Eles cultivam banana da terra, cana-de-açúcar e milho, além de feijão e arroz são para o consumo próprio. Conforme Oilso, mesmo com a queda no cultivo da mandioca, em breve será realizada a colheita e em seguida o plantio. “Nós sobrevivemos com o que plantamos e hoje temos clientes que compram toda semana nossa produção”, comenta.

O técnico agropecuário da Empaer, Liduíno João de Lima, mostra na prática para os extensionistas que para realizar um plantio de mandioca são necessários checar a escolha e preparo da área, variedades (mesa, indústria e alimentação animal), tipos de variedades (cor da polpa), seleção e preparo das ramas (corte das ramas, quantidade, transporte e armazenamento), preparo das maninas (tamanho, corte e quantidade), plantio (época, espaçamentos e sistema de plantio), pragas e doenças, tratos culturais e outros.

O técnico agropecuário da Empaer, Gláucio Guimarães, comenta que está na empresa há apenas 18 meses, e atua no município de Jangada, que possui uma área de 400 hectares com o cultivo da mandioca. Ele relata que o mini curso trouxe informações importantes com relação à análise de solos, pragas, doenças e interpretação para auxiliar com mais precisão os agricultores familiares.

O engenheiro agrônomo da Empaer e organizador do evento, Osmano de Freitas Silva, fala que o objetivo do evento foi capacitar os técnicos para prestar os serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) aos produtores rurais com informações e tecnologias necessárias para o bom andamento da lavoura, garantindo lucro e renda às famílias do campo.

 

Produção de pequi gera renda para agricultores familiares


João de Melo

  

Mesmo com uma queda de quase 30% na colheita do pequi em comparação com o ano de 2017, os produtores do município de Ribeirão Cascalheira (900 km a Leste de Cuiabá) têm a expectativa de colher até o início do mês de dezembro em torno de 650 toneladas do fruto. O técnico agropecuário da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), Carlos Alberto Quintino, fala que o fruto do cerrado, pode gerar uma renda de R$ 650 mil para o município este ano.

Conforme Quintino, o município possui uma área de aproximadamente 300 hectares com o cultivo do pequi, sendo 80% de árvores nativas e outros 20% plantados pelos produtores. Atuam no plantio uma média de 80 produtores rurais, sendo que alguns estão cultivando novas mudas para serem utilizadas também no reflorestamento de áreas degradadas e recuperação de Áreas de Proteção Permanente (APP).

Em 2017, os produtores comercializaram mais de 900 toneladas do fruto. No início da safra deste ano, ou seja, no mês de outubro, uma caixa com 25 quilos estava sendo vendida a R$ 25,00. E agora pode custar em torno de R$ 20,00 a caixa. Segundo Carlos, os compradores alugam barracões na cidade e compram diariamente a produção dos produtores rurais. Os destinos de grande parte da produção estão sendo encaminhados para Cuiabá, Rondonópolis, Goiás e Pará.

Os produtores rurais Luzia Souza da Silva e Domingos Ribeiro da Silva, proprietários do Sítio Ouro Verde, localizado no assentamento Cancela, possuem uma área de 53 hectares de terra, sendo sete hectares com pequi nativo, o que significa em torno de 300 árvores produzindo todo ano. A produtora Luzia conta que há mais de 10 anos a família resolveu cuidar das árvores que geram lucro. Ela explica que este ano vão comercializar apenas 100 caixas do fruto, devido a um incêndio que ocorreu na propriedade.

No Sítio Ouro Verde o pequi é vendido descascado e congelado, e uma dúzia do produto pode custar até R$ 10,00. Nessa fase intermediária da safra, os produtores estão vendendo a dúzia do pequi descascado por R$ 4,00. “Na região o fruto é considerado muito bom, carnudo, grande e com uma coloração amarelada forte e com um sabor muito gostoso”, destaca a produtora.

No Sítio São Francisco, localizado na Comunidade Piabanha, o produtor rural Francisco Silveira da Silva pretende colher em torno de 250 caixas, mais de seis mil quilos de pequi e pode ter um lucro de R$ 5 mil com o preço de R$ 20,00 a caixa. Francisco fala que no ano passado colheu 500 caixas, o dobro deste ano. Numa área de 51 hectares, existem mais de 150 árvores de pequi nativo. O produtor comenta que já tentou plantar algumas mudas de pequi e não teve muito sucesso, mesmo assim, está testando novas mudas.

A atividade principal no Sítio é a bovinocultura de leite, onde diariamente ele e a sua esposa Edna Maria Silva produzem queijo tipo frescal para comercializar na cidade. “Com relação a produção do pequi, tem ano que não produz nada e em outros a colheita é farta e produz bons lucros para a maioria dos produtores da região”, esclarece Francisco.

Durante o ano, os produtores rurais Maria Detiva da Costa e Luiz Augusto Toledo, produzem farinha de mandioca, na Chácara Encontro Sonhado, no assentamento Cancela. A média de produção chega a 210 quilos por semana. Nos meses de novembro a dezembro, a expectativa é a venda do pequi. Na propriedade existem 80 árvores de pequi, sendo todas nativas. A produtora Maria ressalta que vão colher apenas 30 caixas, uma média de 750 quilos de pequi, o que pode render até R$ 750,00.

O técnico agrícola da Empaer, Carlos Alberto, destaca que o pequi (Caryocar brasiliense) é um produto extrativista e uma alternativa econômica para muitos agricultores familiares da região. Normalmente uma árvore de pequi produz em média dois mil frutos por colheita, e começa a produzir no quinto ano após o plantio. “Mesmo com a falta de chuva no período da floração do pequi (junho), na colheita que começou em outubro, o fruto saiu vigoroso e pronto para ser consumido”, destaca.

Fonte: Empaer-MT

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2a Fenabike em Feliz Natal - MT

Passos que Salvam" será neste domingo em Aripuanã

Para participar e contribuir com o Hospital do Câncer de Barretos os Kits compostos por camiseta, boné e bolsa estão sendo vendidos pelo valor de R$35,00.

Fonte: TOPNEWS



Propondo o combate ao câncer infantil, o Hospital do Câncer de Barretos, em parceria com o Grupo de Voluntariado Direito de Viver e Acadêmicos de Direito de Aripuanã realizam neste domingo, 25 de novembro de 2018, a 1ª Caminhada Passos que Salvam.

Para participar e contribuir com o Hospital do Câncer de Barretos os Kits compostos por camiseta, boné e bolsa estão sendo vendidos pelo valor de R$35,00 e toda renda será revertida ao HC de Barretos.

De acordo com os organizadores, a Caminhada tem o objetivo de alertar toda a população de Aripuanã para o diagnóstico precoce e para os sinais e sintomas do câncer infanto-juvenil.

O evento da caminhada “Passos que Salvam” tem inicio marcado para às 8 horas e percorrerá as principais Ruas e Avenidas do município. A organização convida a todos do município para prestigiar e colaborar com essa ação.

Mais informações sobre aquisição do kit e a caminhada com a professora Cristianny Borges pelo telefone (66)98115-9999.

Para que quer comprar mudas de Pequi sem espinhos em Gaúcha do Norte - Mato Grosso

Vendo  mudas de pequi enxertadas sem espinho aqui em Gaúcha do Norte Mato Grosso.

Quanto a valores e demais informações chamem no meu celular  que está  abaixo.

Essas fotos são todas recentes ( os frutos são de plantas que estão produzindo).

Outro detalhe, para Agricultor Familiar com DAP dou desconto de até 30% ....dependendo da quantidade de mudas .

CONTATO: 

Clodoaldo Macca 

(66) 98424 2539










Conselho Nacional de Turismo critica possível extinção de Ministério


Conselho Nacional de Turismo critica possível extinção de Ministério

Entidades ligadas ao setor justificam permanência da pasta como essencial para a criação de novas vagas de emprego, aumento da renda e investimentos em infraestrutura no País


 



 

Diante da possibilidade de fusão dos ministérios do Turismo e das Cidades em uma só pasta, o Conselho Nacional de Turismo se reuniu em Florianópolis, nesta terça-feira (20), onde foi criada e enviada uma carta destinada ao presidente eleito Jair Bolsonaro alertando para os prejuízos que o Brasil teria caso a decisão se concretize.


Segundo o documento, o Ministério do Turismo tem grande importância econômica. Representantes de entidades empresariais e trabalhistas ligadas à área afirmam que extinguir ou fundir a pasta ministerial é um retrocesso, pois “deixa em segundo plano um setor que foi responsável pela criação de um em cada cinco empregos gerados no mundo na última década e que representa hoje 10,4% do PIB global”.


 



 

Para Moacyr Auersvald, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Turismo e Hospitalidade (CONTRATUH), enidade sindical que representa trabalhadores do turismo em todo o território nacional, o Brasil perde ao deixar de voltar seus olhos para uma fonte de renda que traz desenvolvimento para todas as regiões. “Temos o maior potencial turístico do mundo, de acordo com o Fórum Econômico Mundial. São oito mil quilômetros de litoral, rios, florestas, fauna e cultura diversificada, para todos os gostos. Somos dezenas de países em um só, mas precisamos de mais apoio governamental e infraestrutura. E essa decisão de fundir ministérios vem na contramão disso”, avalia.


“É um setor democrático, que emprega e gera renda desde o recepcionista, passando pela camareira, o garçom do restaurante, artesão, centros culturais e o empresariado. Além de se fazer necessário, com o crescimento do turismo, um investimento natural em infraestrutura privada e pública. Toda a população ganha com isso. É o futuro de muitas nações, como exemplo de Dubai, nos Emirados Árabes”, completa.


Turismo e geração de renda


Desde a criação do Ministério do Turismo, segundo dados do próprio órgão, o setor registrou um salto na movimentação econômica de US$ 24,3 bilhões, em 2003, para US$ 163 bilhões, em 2017. No mesmo período, o número de visitantes estrangeiros no Brasil subiu de 4,13 milhões anuais, para os atuais 6,6 milhões, com perspectiva de alcançar ao final deste ano a histórica marca de 7 milhões de visitantes. O número de viagens domésticas também cresceu, passando de 138,7 milhões para mais de 200 milhões atualmente.


A carta também ressalta que Jair Bolsonaro, por diversas vezes, enfatizou a importância do turismo como vetor do desenvolvimento econômico, geração de emprego e ferramenta de preservação do meio ambiente. “Chegou a hora de transformar unanimidade retórica em atitude. Manter o Ministério do Turismo é, antes de mais nada, ter uma atitude patriótica, de exaltação do país que é número um do mundo em atrativos naturais e tem tudo para se posicionar como nova potência do planeta no setor de viagens”, diz o documento.


Inscrições para o 2º Desafio MTB Salto das Andorinhas em Aripuanã

O evento acontece no dia 16 de dezembro de 2018. Mais de R$15.000,00 em premiação.


Fonte: TOPNEWS


A cidade de Aripuanã realizará o segundo episódio de ciclismo em formato de desafio. O evento promovido pela Prefeitura de Aripuanã, através da Secretaria  Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer acontecerá no dia 16 de dezembro de 2018, a partir das 7 horas. Mais de R$15.000,00 em premiação.

O 2° Desafio MTB Salto das Andorinhas, entrou na programação de eventos do município e do Mato Grosso, onde espera atrair competidores de todo o Estado. Nesta edição, a organização cria um ambiente muito diversificado, onde a comunidade interage e pode participar da programação com a “categoria passeio” para iniciantes.

A segunda edição de Aripuanã, que será realizada novamente no Balneário Oásis, espera receber centenas de pessoas dentre visitantes e participantes, o evento irá movimentar a economia local através de hospedagem, alimentação, artesanato, entre outros.

O evento terá um percurso de aproximadamente 60 quilômetros, partindo do Balneário Oásis, local de fácil acesso, onde o visitante será contemplado com belas paisagens do Rio Aripuanã. Valor da inscrição R$100,00 (Cem Reais) e pode ser feita através do link:http://www.aripuana.mt.gov.br/inscricoes/form/i/2

Na Largada e Chegada, existem lugares específicos para acampar, com toda a infraestrutura instalada na área de realização do evento. Caso o participante ou visitante não queira acampar, tem a opção de hotéis e pousadas na cidade, todas bem estruturadas e localizadas no centro de Aripuanã.

A cidade é favorecida com um cenário encantador de belas cachoeiras que combinam com a riqueza da fauna, tornando o lugar inesquecível a quem visita, e ainda tem um potencial turístico em desenvolvimento.

- Percurso 58 km para Sub-30, Master A e B, iniciando no Balneário Oásis, passando pelo Aeroporto Municipal, Estrada dos Patos, Frei Canuto, Estrada do Cafundó, seguindo a Estrada do Antigo Pesqtur (Serra da Vaca), Estrada da Fazenda Res, Trilha do Loro, Serra da Gecon, Estrada do Rodeio, Serra da Cachoerinha e retornando a Serrinha do Balneário Primavera, terminando no Balneário Oásis.

- Percurso 46 km para Feminino e Master C, iniciando no Balneário Oásis, passando pelo Aeroporto Municipal, Estrada dos Patos, Frei Canuto, Estrada do Cafundó, seguindo a Estrada do Antigo Pesqtur (Serra da Vaca), Estrada da Fazenda Res e Serrinha do Balneário Primavera, passando na Avenida Presidente Tancredo Neves e terminando no Balneário Oásis.

- Percurso 22 km para Passeio, iniciando no Balneário Oásis, passando pelo Aeroporto Municipal, Estrada dos Patos, Frei Canuto, Estrada do Cafundó, Estrada do Rodeio, passando na Avenida Presidente Tancredo Neves e terminando no Balneário Oásis. Sorteio de uma bicicleta para os participantes.

 



   


 Telefone. : 66 3565-1258

 


Governo quer transformar Mirante em área de proteção integral

A  Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) fará uma consulta pública na cidade

Reprodução

O Mirante de Chapada dos Guimarães, um dos pontos mais visitados da cidade

DA REDAÇÃO

A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) fará uma consulta pública para a criação da Unidade de Conservação de Proteção Integral Monumento Natural do Mirante de Chapada dos Guimarães.

O Mirante é um dos pontos turísticos mais visitados e conhecidos da cidade. Sua transformação em unidade de proteção integral poderá resultar em uma maior proteção à vegetação local.

A consulta pública acontece no dia 14 de dezembro de 2018.

A consulta pública será presencial, de 9h às 11h, no Plenário da Câmara de Vereadores de Chapada (rua Fernando Correa, 763, Centro). O edital de convocação foi publicado no Diário Oficial de 13 de novembro.

Os estudos técnicos que compõem a Peça de Criação da Unidade de Conservação de Proteção Integral Monumento Natural na área do Mirante, sob a responsabilidade de gestão da Sema, estarão disponíveis para análise, sugestões e críticas no período ode 3 a 13 de dezembro de 2018 no site www.sema.mt.gov.br.

O edital de convocação se baseia no Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza que trata da criação, implantação e gestão das unidades e conservação e determina que a criação de uma unidade de conservação deve ser precedida de estudos técnicos e consulta pública.

Existem cinco tipos de unidades de proteção integral. Em geral, elas não podem ser habitadas pelo homem, sendo admitido apenas o uso indireto dos seus recursos naturais - em atividades como pesquisa científica e turismo ecológico, por exemplo. 

As unidades de proteção integral se dividem em Estações Ecológicas, Reservas Biológicas, Parques Nacionais, Monumentos Naturais e Refúgios da Vida Silvestre.

 

Saiba sobre a RuralTur que neste ano será realizada na Paraíba no município de Areias

Nessa nova edição, o tema central a ser discutido será “Crescimento do Turismo Rural no Brasil, com Diversidade de Experiências e Sustentabilidade das Regiões”. 

A feira terá como uma de suas novidades, a promoção do Seminário de Turismo Rural do Brasil. Para a Rodada de Negócios haverá participações das caravanas regionais, com saída de todas as agências do Sebrae Paraíba, as visitas técnicas às experiências do Turismo em Areia e o jantar de Negócios Empresariais compõem o restante da programação.

Programa do Rural Tur
Feira de Produtos e Serviços – 28 a 30 de novembro
Seminário de Turismo Rural – 29 de novembro
Rodada de Negócios – 30 de novembro

Sobre o Brasil Rural e o Turismo Rural no Mundo

“O Brasil rural tende a ser um dos vetores do desenvolvimento endógeno, contribuindo para a revitalização econômica e social das regiões, a valorização dos patrimônios e produtos locais, a conservação do meio ambiente, o aproveitamento da biodiversidade da brasileira, e a ampliação da competitividade sistêmica do país.”

Segundo a OMT – Organização Mundial do Turismo, estima-se que 3% dos turistas do planeta procuram turismo rural, sendo, portanto, uma das atividades que apresenta crescimento de 6% ao ano.