11 de junho de 2018

Leia e reflita sobre isto: O Veneno que Salvou! Como assim ? Leia !!

*O veneno que salvou*

A filha chegou para o pai e disse: Pai, não aguento mais a minha vizinha!

Quero matá-la, mas tenho medo que descubram.

O  senhor pode me ajudar?

O pai respondeu:  Posso sim meu amor, mas tem um porém...

Você vai ter que fazer as pazes com ela para que ninguém desconfie que foi você, quando ela morrer.

Vai ter que cuidar muito bem dela, ser gentil, agradecida, paciente, carinhosa, menos egoísta, retribuir sempre, escutar mais...

Tá vendo este pozinho aqui?

Todos os dias você vai colocar um pouco na comida dela.

Assim, ela vai morrer aos poucos.

Passado os 30 dias, a filha voltou e disse ao pai: Eu não quero mais que ela morra!

Eu passei a amá-la.

E agora?

Como eu faço para cortar o efeito do veneno?

O pai, então, respondeu: Não se preocupe!

O que eu te dei foi pó de arroz.

Ela não vai morrer, pois o veneno estava em você!

Quando alimentamos rancores, morremos aos poucos.

Que possamos fazer as pazes conosco e com quem nos ofendeu.

Que possamos tratar aos outros, como gostaríamos de ser tratados.

Que possamos ter a iniciativa de amar, de dar, de doar, de servir, de presentear...e não só a de querer ganhar, ser servido, tirar vantagem e explorar o outro.

Que o amor de Deus nos alcance todos os dias, pois não sabemos se teremos tempo de nos purificarmos com este antídoto chamado perdão.

Texto lindo....vamos repassar

10 de junho de 2018

Leia isto ! Uma aula de meio ambiente gratuita ministrada por uma senhora idosa. Considerada ultrapassada !

Achei o máximo!             

Na fila do supermercado, o caixa diz a uma senhora idosa:

- A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que
sacos de plástico não são amigáveis com o ambiente.

A senhora pediu desculpas e disse:
- Não havia essa onda verde no meu tempo.

O empregado respondeu:

- Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora.

Sua geração não se preocupou o suficiente com o nosso meioambiente.

- Você está certo - respondeu a senhora. Nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente. Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja.

A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.

Realmente, não nos preocupamos com o ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios.

Caminhávamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro, a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões de casa.

Não nos preocupávamos com o ambiente.

Até as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis.

A secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas secadoras elétricas.

A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas.

Os filhos menores usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.

Mas é verdade: não havia preocupação com o ambiente, naqueles dias.

Naquela época tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto.

E a TV tinha uma tela de 14 polegadas, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado, como não sei.

Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia batedeiras elétricas, que fazem tudo por nós.

Quando enviávamos algo frágil pelo correio, usávamos jornal velho como proteção, e não plástico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.

Naqueles tempos não se usava motor a gasolina para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos.

O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam à eletricidade.

Mas você tem razão:

Não havia naquela época preocupação com o meio ambiente.

Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos.

Recarregávamos nossas canetas com tinta inúmeras vezes ao invés de comprar outra.

Amolávamos as navalhas, ao invés de jogar fora aparelhos descartáveis, quando a lâmina perdia o corte.

Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época.

Naquele tempo, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus coletivos e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar os pais como serviço de táxi 24 horas.

Havia só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos.

E não precisávamos de GPS para receber sinais de satélites no espaço para encontrar a pizzaria mais próxima.

Então, não é incrível que a atual geração fale tanto em "meio ambiente", mas não queira abrir mão de nada e não pense em viver um pouco como na minha época!

Agora que você leu esse desabafo, envie para os seus amigos que têm
mais de 50 anos de idade, e para os jovens que tem tudo nas mãos e só sabem criticar os mais velhos!!!

Uma aula gratuita ministrada por uma idosa considerada ultrapassada.

Prova de Pesca de Canoa resgata tradição ribeirinha no 37o FIPe.


   Com objetivo de  manter viva a tradição ribeirinha  da pesca artesanal ,  na tarde deste sábado, (09),  pontualmente às 14 horas, 121  embarcações,  canoas de troncos de árvores ou confeccionadas de tábuas, se dirigiram a raia de pesca, onde a pescaria é feita exclusivamente com o uso de linhadas de mão. “Sem dúvida, esta prova é uma das mais emocionantes do evento, onde os motores são substituídos pela força dos braços que impulsionam os remos para a raia de pesca” destaca o secretário de Turismo  Júnior Trindade

De acordo com a organização do evento, além de ser uma prova bonita de ser vista por suas características peculiares, a Pesca de Canoa, resgata a beleza da pesca artesanal e oportuniza os ribeirinhos a  demonstrarem aos turistas suas habilidades nessas embarcações e engrandecerem o FIPe. Como   prêmio,  os vencedores vão receber um barco de alumínio de 6m e um motor de popa 25 HP. 

O prefeito Francis Maris Cruz, entusiasta da modalidade, deixou seu recado aos pescadores. “A pesca de canoa é um grande atrativo do FIPe, mantém viva esta cultura e  resgata a pesca artesanal. Obrigado pela participação”, reconheceu Francis

A vereadora Elza basto, ex-presidente da Colônia Z2  e pescadora deu a largada oficial da prova artesanal, desejando uma boa prova de pesca aos canoeiros.

Até este momento, as equipes ainda continuam na raia de pesca e segundo o coordenador de arbitragem, Claudionor Duarte, muitos peixes estão sendo fisgados pelas equipes no local da prova. “A celebração da piscosidade está garantida. Muitos exemplares até o momento foram capturados e voltaram com vida ao rio” finaliza Claudionor.

Crianças jogam sua isca no 37o FIPe colorem a Baia fe Cáceres.


 

Cáceres, a  Princesinha do Rio Paraguai, mais uma vez respira poesia e pescaria, rima que envolve a  história do maior evento turístico de Mato Grosso e maior festival de pesca do Brasil, o Festival Internacional de Pesca Esportiva – FIPe, este ano em sua 37ª edição.

Na manhã deste sábado milhares de crianças da categoria infanto-juvenil, participaram de mais uma edição do FIPe e deram um colorido especial nas areias da Praia do Daveron.

Um exército mirim, que desfilava a inocência e não disfarçava a ansiedade.

No período matutino, apenas crianças  de 06 a 08 anos participaram da prova, a pesca infantil. Já a pesca juvenil acontece no período da tarde onde as crianças de 09 a 12 anos lançam suas varas e jogam suas iscas, na Baia de Cáceres, local da competição da pesca esportiva de barranco.

O prefeito Francis Maris Cruz, acompanhado de sua esposa Maria Queiroz Cruz, fizeram questão de recepcionar cada participante na escadaria de acesso ao rio.

Francis Maris, disse que a pesca infanto-juvenil é muito especial para ele, pois é nela que as crianças aprendem desde cedo que  soltar é muito melhor que fisgar e sentem a emoção de devolver os peixe ao rio. “O FIPe é um festival de pesca ecológico, que preserva as espécies e a pesca infanto-juvenil, traz essa mensagem da educação ambiental as crianças, pois ali elas pescam e devolvem os pescados ao rio “, observa Francis.

O Secretário de Turismo Júnior Trindade informa que espera mais um grande recorde nesta prova com mais de quatro mil participantes. “Ontem nas duas primeiras provas batemos dois recordes brasileiros, da pesca sênior para maiores de 60 anos  com 291 participantes e a  pesca para pessoas com deficiência, novidade no FIPe, com 80 pescadores. Vamos m busca de superar todos os recordes e fazer jus ao nome de “Cáceres a capital da pesca esportiva do Brasil” reitera Júnior.

Para a prova infanto-juvenil foram disponibilizadas 4500 inscrição.

Prefeito Francis Maris anuncia mais um Record no FIPe


Prefeito Francis Maris  anuncia mais um recorde no FIPe

A pesca de barranco infanto-juvenil faz a festa da criançada e a alegria dos pais. Movimenta o Festival Internacional de Pesca Esportiva de Cáceres. Milhares de pessoas se aglomeraram para assistir ou torcer pelas   crianças participantes da prova.

A cada peixe fisgado, gritos de comemoração e incentivo das famílias, que não tiram os olhos dos pequenos. A felicidade também é visível no rosto das  crianças ao pescarem seus peixes e a devolvê-los com vida no rio. “É uma declaração de amor ao Rio Paraguai onde as crianças aprendem desde cedo, que soltar um peixe é bem melhor que fisgá-lo”, avaliou o prefeito Francis Maris.

O prefeito aproveitou para anunciar mais um recorde para a cidade de Cáceres, validado pelo Ranking Brasil. “Ano passado tivemos um pouco mais de 1800 crianças e este ano ultrapassamos muito este número, foram nada mais, nada menos que 3380 crianças participando da prova. Isto só nos consolida como capital da pesca esportiva no Brasil”  anuncia Francis .

O Secretário Júnior Trindade comemora o terceiro recorde consecutivo na competição. “Este FIPe  já entrou para a história, três provas concluídas e três recordes batidos, pesca sênior 291 participantes, pesca de pessoas com deficiência, 80 competidores e na pesca infanto-juvenil a incrível marca de 3380 pescadores. Estamos com a sensação de dever cumprido”, avalia Júnior

Esdras Crepaldi/FIPe

Turismo como estratégia


Pesquisador estuda a mudança de imagem do Brasil no exterior e suas repercussões nos megaeventos esportivos

Márcio Ferrari

ComunicaçãoSociologia

Vista do Rio de Janeiro: imagem de praia, sol e mar não basta para tentar atrair turismo mais qualificadoImagem: Léo Ramos


Depois de décadas marcado pela imagem turística de um país alegre, carnavalesco e futebolístico, o Brasil oficialmente recebeu a Copa do Mundo de 2014 vendendo ao mundo um perfil diferente. “Ironicamente, não é a imagem do futebol que se quer agregar à ‘marca Brasil’”, diz Michel Nicolau Netto, professor do Departamento de Sociologia do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Estadual de Campinas (IFCH-Unicamp). “Ao contrário, essa é a imagem velha, que apenas permanece se ressignificada. A imagem que se quer agregar é a do megaevento, dos grandes negócios, da excelência, do consumo do alto padrão etc.”

Esse outro Brasil não foi um produto novo desenhado para a Copa, mas o eixo central da política de administração simbólica do Instituto Brasileiro de Turismo, antiga Empresa Brasileira de Turismo (Embratur), no século XXI. A estratégia de marketing também compreende uma recolocação do país no mercado global de turismo, política inaugurada em 2003, quando a criação do Ministério do Turismo absorveu as funções burocráticas da Embratur, que ficou com a incumbência de promover a imagem do Brasil no exterior.

Nicolau Netto vem estudando esse período desde 2012, primeiro em um trabalho de pós-doutorado e agora com um projeto de pesquisa. Ambos tiveram apoio da FAPESP. O objetivo do pesquisador é reunir os resultados dos dois estudos em livro, após trabalho de campo em São Paulo, Rio de Janeiro, Cuiabá e Nova York e visita a feiras de turismo em Madri, São Paulo, Buenos Aires e Rio de Janeiro.

“Pude observar que a Embratur passou, desde 2002, a atuar como um agente global que adota uma série de discursos para construir a imagem do Brasil”, diz Nicolau Netto. “Nessa construção de imagem são centrais as categorias modernidade e diversidade.” O período é marcado pela articulação dos órgãos oficiais em torno da ideia de um plano estratégico para atrair atenção internacional ao Brasil como destino turístico.
A questão da imagem é bem menos “natural” do que se pode imaginar. Nicolau observa que a imagem do Rio de Janeiro associada a “praia, sol e povo alegre” não chega a ter 50 anos. No início do século XX, o Rio era “vendido” como uma Paris brasileira, com ênfase no centro da cidade.

Um país com diversidade e modernidade…Imagem: EMBRATUR


Assim, a visão leve e amigável do Brasil foi trabalhada pela Embratur nos anos 1960 e 70 para se contrapor aos prejuízos causados no exterior pela associação do país ao autoritarismo e à violência do regime militar. A própria ideia de liberalidade sexual, movida pelas imagens de mulheres atraentes e escassamente vestidas, hoje abominada globalmente por remeter ao turismo sexual, servia de contraponto e, esperava-se, atenuante à repressão institucional.

Se, de início, a necessidade de anular (no caso do apelo sexual) ou ampliar essa imagem era sobretudo política, neste século passou a ser também econômica. Um esforço de branding (palavra que se refere à construção de marca, emprestada do marketing empresarial) foi posto em movimento. Diversificar e modernizar são estratégias que não buscam atrair um grande número de visitantes, mas, sim, turistas que tragam mais dinheiro ao Brasil.

À imagem de um consumidor monótono de paisagens e clima agradável se acrescenta agora a do consumidor de um país de múltiplas possibilidades culturais e serviços de padrão internacional. A publicidade passa a mostrar um “turista ativo” e consumidor, em lojas, restaurantes ou em passeios. “Não é mais uma indústria de turismo que recebe bem, mas sim que gera valor”, diz Nicolau Netto.

“O foco muda das atrações locais, do ‘nativo’ que samba ou joga futebol, para o próprio turista, agora agindo no espaço do consumo”, prossegue o pesquisador. Nesse cenário, “no momento em que articula a imagem da modernidade, a Embratur, como administrador, não se relaciona apenas à ampliação do inventário simbólico, mas também a seu controle”. Foi assim que a Embratur contratou a empresa catalã Chias Marketing para desenvolver o Plano aquarela: Marketing turístico internacional do Brasil, lançado em 2005 e revisado em 2007 e 2010. O documento se baseou numa extensa pesquisa entre entidades do setor no Brasil e no exterior e uma base empírica de 6 mil turistas brasileiros e estrangeiros.

O esforço oficial se dá também numa estratégia mercadológica que se torna mais agressiva. Em 2002 a Embratur participou de 15 feiras internacionais de turismo e em 2006 foram 40, informa Nicolau Netto, citando números fornecidos por Eduardo Sanovicz, presidente da Embratur entre 2003 e 2007. Sanovicz confirma a constatação do esforço de mudança de imagem, fundamentada em três pilares: a ênfase em negócios e eventos, a promoção da produção cultural brasileira (na qual entram novos setores como o ecoturismo, os eventos e os negócios) e a adoção dos Conventions Bureaus, órgãos regionais que congregam os agentes privados do turismo, na sustentação da atuação da Embratur.

… onde o turista interage com o destino turístico: nova estratégia para promover o paísImagem: Embratur


“A ideia foi abandonar os conceitos dos anos 1990, compreensíveis para a época, centrados em água, areia e coqueiros, e focar nos agentes de viagem”, diz Sanovicz, hoje presidente da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear).

Agora, “os elementos prioritários a serem relacionados à marca-lugar são aqueles relativos à identidade, que precisa ser ressignificada a partir de valores que ao mesmo tempo marquem a singularidade e sejam globalmente compartilhados”, diz Nicolau Netto. “Independentemente da figura jurídica dos escritórios, mesmo quando são puramente públicos – como é o caso da Embratur hoje –, eles tendem a ser operados de acordo com os interesses privados do setor de turismo e coordenados por pessoas que fizeram suas carreiras no mercado”, observa.

A fórmula mercadológica encontrada é a de fugir do exotismo e investir numa “imagem ampliada” do Brasil. Sanovicz baseia o sucesso da estratégia em números: R$ 1,7 bilhão arrecadado com turismo em 2003 e R$ 6 bilhões em 2013. “Quando se fala em marca-país, tem-se com clareza que o principal elemento que agrega valor à marca é aquele que pode ser percebido como parte da identidade de um destino. A ampliação do inventário simbólico adquire valor econômico”, observa Nicolau Netto.

Mas a abertura da imagem do Brasil, com a incorporação de aspectos que antes não eram divulgados internacionalmente, corre o risco de fugir do controle das agências de elaboração de branding. Nesse caso, entra em cena o conceito de “encapsulação”, que é uma especificação clara do que se quer ou não vender. “A diversidade pretendida não é qualquer uma, mas uma diversidade informada pela modernidade”, diz Nicolau Netto. As estratégias são duas: a primeira é aumentar a oferta de “produtos” turísticos. Os atrativos não se resumem mais a destinos tradicionais, como Rio, Salvador e Foz do Iguaçu. A segunda é “aumentar o valor do ‘produto’ turístico”. De acordo com documentos da Embratur, o turista de negócios e eventos gasta US$ 280 por dia, enquanto o de lazer gasta US$ 68.

Camisetas sexistas da Adidas: velha imagem do paísImagem: REPRODUÇÃO


Para Nicolau Netto, o esforço da Embratur enfrentou uma dura prova na Copa do Mundo, quando a tentativa de modernizar a imagem do Brasil foi severamente desafiada pela presença avassaladora da Federação Internacional de Futebol (Fifa) e por patrocinadores internacionais. Houve, então, um contexto de embate simbólico, no qual os agentes buscaram impor suas visões de mundo aos locais. “Mesmo não havendo, em princípio, ruptura entre mercado e política, os conflitos são evidentes”, diz Nicolau Netto. As imagens da abertura da Copa, com mulatas dançando, e as dos anunciantes relegaram as ações da Embratur a um espaço reduzido e pouco visível. “A Embratur infelizmente não conseguiu formular uma ação promocional que desse à marca uma presença maior”, diz Sanovicz.

A questão principal, que se estende à Olimpíada de 2016, são os estatutos legais que garantem proteção às marcas, o que se traduz numa competição feroz entre a imagem desejada pela Embratur e os patrocinadores dos eventos esportivos. “A Embratur busca um padrão que nunca ocorre plenamente”, diz Nicolau Netto. Pouco antes da Copa, a Adidas, um patrocinador oficial do mundial, lançou duas camisetas que remetiam à velha imagem de que a mulher brasileira é um objeto sexual. A repercussão foi tão ruim que a fabricante de material esportivo retirou o produto de circulação rapidamente.

Agências e governos regionais insistem em manter a imagem mais antiga do Brasil, que o governo tenta combater. Nicolau Netto e Sano-vicz concordam que os esforços oficiais se fortaleceram com a intenção do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de alterar a imagem do Brasil no exterior, embora Nicolau Netto observe que a Embratur, no governo petista, tenha se valido de um know-how mercadológico que já vinha dos anos anteriores. O pesquisador também ressalta o interesse das grandes construtoras ligadas aos eventos esportivos e demais atrações numa imagem de Brasil “moderno”.

Trata-se enfim de um conflito entre duas imagens de um país em transição. “Resta saber de que lado estão os interesses dos agentes envolvidos”, diz Nicolau Netto.

9 de junho de 2018

Lançamento na internet da WDL, Biblioteca digital mundial pela UNESCO.

A NOTÍCIA DO LANÇAMENTO NA INTERNET DA WDL, A BIBLIOTECA DIGITAL MUNDIAL.
QUE PRESENTE DA UNESCO PARA A HUMANIDADE INTEIRA !!!

Já está disponível na Internet, através do site  www.wdl.org

É uma notícia QUE NÃO SÓ VALE A PENA REENVIAR MAS SIM É UM DEVER
ÉTICO, FAZÊ-LO!

Reúne mapas, textos, fotos, gravações e filmes de todos os tempos e explica em sete idiomas as jóias e relíquias culturais de todas as bibliotecas do planeta.

Tem, sobretudo, caráter patrimonial" , antecipou em LA NACION Abdelaziz Abid, coordenador do projecto impulsionado pela UNESCO e outras 32 instituições. A BDM não oferecerá documentos correntes, a não ser "com valor de  patrimônio, que permitirão apreciar e conhecer melhor as culturas do mundo em idiomas diferentes:árabe, chinês, inglês, francês, russo, espanhol e português. Mas há documentos em linha em mais de 50 idiomas".

Os tesouros incluem o Hyakumanto darani , um documento em japonês publicado no ano 764 e considerado o primeiro texto impresso da história; um relato dos azetecas que constitui a primeira menção do Menino Jesus no Novo Mundo; trabalhos de cientistas árabes desvelando o mistério da álgebra; ossos utilizados como oráculos e esteiras chinesas; a Bíblia de Gutenberg; antigas fotos latino-americanas da Biblioteca Nacional do Brasil e a célebre Bíblia do Diabo, do século XIII, da Biblioteca Nacional da Suécia.

Embora seja apresentado oficialmente  na sede da UNESCO, em Paris, a Biblioteca Digital Mundial já está disponível na Internet, através do sítio:

www.wdl.org

O acesso é gratuito e os usuários podem ingressar directamente pela Web , sem necessidade de se registrarem..

Permite ao internauta orientar a sua busca por épocas, zonas geográficas, tipo de documento e instituição. O sistema propõe as explicações em sete idiomas (árabe, chinês, inglês, francês, russo, espanhol e português), embora os originas existam na sua língua original.

Desse modo, é possível, por exemplo, estudar em detalhe o Evangelho de São Mateus traduzido em aleutiano pelo missionário russo Ioann Veniamiov, em 1840. Com um simples clique, podem-se passar as páginas um livro, aproximar ou afastar os textos e movê-los em todos os sentidos. A excelente definição das imagens permite uma leitura cômoda e minuciosa.

Entre as jóias que contem no momento a BDM está a Declaração de Independência dos Estados Unidos, assim como as Constituições de numerosos países; um texto japonês do século XVI considerado a primeira impressão da história; o jornal de um estudioso veneziano que acompanhou Fernão de Magalhães na sua viagem ao redor do mundo; o original das "Fábulas" de La Fontaine , o primeiro livro publicado nas Filipinas em espanhol e tagalog, a Bíblia de Gutemberg, e umas pinturas rupestres africanas que datam de 8.000 A .C.

Os seus responsáveis afirmam que a BDM está sobretudo destinada a investigadores, professores e alunos.

No salão do meu amigo Alex, fazendo a famosa dobradinha - cabelo e barba


Corte de cabelo e design de barba o salão do meu amigo Alex

No salão do meu amigo Alex.

Corte de cabelo e design de barba o salão do meu amigo Alex

No salão do meu amigo Alex, fazendo a famosa dobradinha - cabelo e barba

O Município de Cáceres realiza o maior Festival de Pesca Embarcada do Mundo. Confiram as fotos.


O Festival de Pesca de Cáceres sempre deu muita visibilidade ao Mato Grosso, e consolida a cada ano o destino de pesca e ecoturismo.

 Parabens Prefeito Francis e equipe por ter Compromisso e continuidade a este evento. 👏👏👏 (Palavras da Vanice Marques)

Palavras do Marcus OGEDA SEDEC: Parabéns prefeito pelo evento.

Parabéns  @⁨Junior Trindade⁩ pelo esforço e pela competência.

Parabéns ao prefeito Francis, ao Secretario Júnior, aos funcionarios da Sematur, a todos os envolvidos no processo para que este evento pudesse acontecer.

Parabéns também a população de Cáceres pois o Fipe é de vocês e sempre fizeram gestão para que o mesmo aconteça. 

Parabens ao Governador e sua equipe de secretários pela pelo apoio ao Fipe e presença no evento.
FOTOS : GRUPO DE ZAP municípios turísticos

Texto: Geraldo Donizeti Lucio Seadtur.