18 de janeiro de 2018

Embrapa Pantanal prevê cheia do Rio Paraguai este mês.

Técnicos recomendam a retirada do gado as áreas alagaveis
Foto: div.

Pesquisadores da Embrapa Pantanal divulgaram na tarde de quinta-feira a nova previsão de cheia para o rio Paraguai, de acordo com o Modelad (modelo de previsão de cheias com base na régua de Ladário-MS).

Conforme a previsão o rio chegará ao pico entre os dias 22 de abril e 5 de maio.

A previsão é que o nível fique entre 5,1 metros e 5,9 metros, mas os pesquisadores evitaram falar em supercheia, usando o argumento de que isso vai depender de vários fatores. É uma previsão menor do que a que havia sido divulgada anteriormente, que falava na chegada do nível do rio até 6,4 metros.

Apesar disso, alertaram para que os pecuaristas acelerem a retirada do gado das áreas alagáveis.

Muitas já estão alagadas, com população e animais ilhados, o que provocou a decretação de estado de emergência na região.

Segundo o pesquisador Ivan Bergier, responsável pelo Modelad, o mais provável é o pico do rio fique em 5,53, um dos maiores desde a década de 1990. Bergier disse que “desde o dia 15 de março o rio vem subindo 4cm por dia”.

De acordo com Carlos Padovani, também pesquisador da Embrapa Pantanal (Corumbá-MS), neste ano a cheia está “diferente” em função do excesso de chuvas que ocorreu entre janeiro e a primeira quinzena de março.

“Devemos esquecer o conceito de normal porque no Pantanal cada ano é diferente do outro”, disse. Não se sabe ainda como será o efeito de duas ondas de cheia que atingem a planície pantaneira.

Uma delas, que já ocorreu, é a cheia que veio das bacias dos rios Miranda e Aquidauana, provocada pela chuva de aproximadamente 900mm do início do ano. “Esses rios de planalto têm uma resposta mais rápida. Choveu eles sobem”, afirmou Padovani.

Conforme as informações divulgadas pela Embrapa, a cheia anual do rio Paraguai, provocada pelas chuvas que atingem a borda do Pantanal entre o final de um ano e início de outro, ainda não chegou a Corumbá (e consequentemente à régua de Ladário).

Essas águas levam cerca de três a quatro meses para atingir a planície. Segundo os pesquisadores, quanto maior a cheia, mais cedo ocorre o seu pico.

Retirada

O pesquisador Urbano Gomes alertou pecuaristas da região do Nabileque para que, ao primeiro sinal de chegada das águas, comecem a retirar o gado das fazendas.

Naquela subregião do Pantanal existem cerca de 300 mil cabeças de gado. Na região do Abobral, que já inundou, havia cerca de 100 mil cabeças e muitos animais morreram porque não houve tempo para a movimentação.

O prejuízo calculado por Urbano Gomes para os seis municípios do Pantanal é de R$ 190 milhões. Só em Corumbá, o cálculo aponta perdas de R$ 120 milhões.

Outra previsão divulgada é de que o fenômento da decoada deve continuar até o pico da cheia, segundo esquisadora Márcia Divina de Oliveir. A decoada está relacionada ao ciclo de inundação.

A matéria orgânica se decompõe e altera a quantidade de oxigência da água, podendo provocar a mortandade de peixes.

“As águas vindas do norte do Pantanal ainda não chegaram e já houve registros de morte de peixes em algumas regiões”, disse Márcia.

Cautela e pedido de apoio

Os quatro pesquisadores disseram que é difícil fazer previsões precisas sobre a cheia.

“São muitas variáveis e trabalhamos muito com hipóteses”, disse Padovani. Ele pediu apoio do Sindicato Rural de Corumbá, para que os pecuaristas, que estão sempre no campo, passem mais informações a Embrapa Pantanal.

Padovani também solicitou ao presidente do sindicato, Raphael Kassar, e ao comandante Eduardo Almeida, do Serviço de Sinalização Náutica do Oeste da Marinha (6º Distrito Naval), apoio para a implantação de mais estações para medir o nível do rio Paraguai.

A Marinha é responsável por seis estações. “Se tivermos mais dados e com a constância da régua de Ladário, poderemos oferecer previsões mais precisas”, disse o pesquisador.

Kassar disse que vai buscar o apoio do governo do Estado de Mato Grosso do Sul e dos senadores do Estado para a implantação de mais estações de medição.

“Esse é o momento. Os canais estão abertos e todos já perceberam que as perdas para o país são muito grandes”, afirmou o presidente do sindicato.(Campo Grande News)

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17 de janeiro de 2018

Galeria de Arte Lava Pés recebe a exposição Naturais.


Mostra individual da artista Nadja Lammel fica em cartaz até fevereiro

Assessoria | SEC-MT 

Entre os elementos abordados nos trabalhos estão o desenho indígena, regional e ilustrativo - Foto por: Divulgação/SEC-MT

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A artista plástica Nadja Lammel abre, nesta quarta-feira (17), às 19h, a exposição Naturalis, na Galeria Lava Pés, que fica na Secretaria de Estado de Cultura (SEC-MT). A mostra permanece em cartaz até fevereiro e pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 13h às 19h. A entrada é gratuita.

As telas foram produzidas utilizando técnicas do grafitti e da pintura tradicional regionalista e buscam promover e valorizar a cultura e natureza mato-grossense inseridas em um contexto urbano. 

Entre os elementos abordados nos trabalhos estão o desenho indígena, regional, ilustrativo, mítico e místico, este representado por uma pirâmide em estrutura metálica com pintura em pátina envelhecida dourada.

Nascida em Alta Floresta, Nadja Lammel entrou em contato, desde muito cedo, com a floresta amazônica e seus habitantes. Suas obras podem ser vistas em exposições diversas, bem como em intervenções urbanas nos parques e muros de Cuiabá.

A exposição Naturalis tem cenografia e iluminação de Kiko Pacheco e, como assistentes de montagem, Ádia Borges, Alexandre Rodrigues e Manoel Vieira, assistente de iluminação, José Medeiros e apoio de Wall Untar.

A Secretaria de Estado de Cultura está localizada na avenida José Monteiro de Figueiredo, 510, bairro Duque de Caxias.

Então! Boa noite ! Certo ?

Seja grato a Deus sempre! Certo ?

O macaco não transmite a febre amarela. Entendam isto. Certo?

Febre Amarela ! Prestem atenção!

Apresentação sobre FUNGETUR em Chapada

O "match: entre Turismo e realidade virtual

Leonardo Ramos

   

Pixabay

O Turismo é o lugar “perfeito” para os óculos de realidade virtual causarem um grande impacto no mercado e no público. Pelo menos é isso que afirma o diretor de VR (realidade virtual) da companhia You Visit, Gordon Meyer: segundo ele, o mercado turístico é ideal para testar a tecnologia, uma vez que o cliente pode ter um relance do destino que quer alcançar, de forma extremamente viva e real, através da inovação tecnológica. “A junção do Turismo e a realidade virtual faz muito sentido” afirmou Meyer.

A rede de agências de viagens de luxo Virtuoso é uma das que já aderiu, ainda que de forma branda, ao uso dos “headsets” de realidade virtual: no último mês de agosto, a empresa convidou agentes e funcionários para testar o Oculus Rift headset, um dos aparelhos de VR, durante o evento Virtuoso Travel Week. Segundo um dos diretores da Virtuoso, Tony Corneto, “O VR é uma evolução das plataformas de marketing: após os livros, fotografias e vídeos, agora estamos nos adaptando à realidade virtual”.

Os óculos de realidade virtual foram ainda um dos tópicos do Sabre Labs, laboratório de inovação em viagem e tecnologia da GDS (sistemas de distribuição global), e foram avaliadas três possíveis formas de utilização para agências de Turismo: como uma maneira de inspirar clientes à fecharem viagens; como uma ferramenta de treinamento para agentes; e ainda como uma oportunidade de anunciar seu produto ligado à realidade virtual.

Para o diretor da Sabre Labs, Mark Spadden, os óculos de realidade virtual ainda não tem conteúdo de tantos destinos para mostrar aos clientes das agências de viagens, mas pode ser uma ótima ferramenta em um futuro próximo para instigar potenciais viajantes a fecharem com a empresa.

*Fonte: Travel Weekly

conteúdo original: http://bit.ly/2kMfO9g