16 de abril de 2015

Melaozinho Uma planta muito simples consegue matar até 98% de células cancerígenas e também frear o diabetes

Este texto foi traduzido e adaptado do artigo original, escrito pelo Dr. Frank Shallenberger, e o link dessa versão encontra-se no final da matéria. Trata-se de uma tradução livre do artigo escrito em primeira pessoa publicado por Shallenberger. Acompanhe:
Eu estou sempre buscando por substâncias que dão uma “chave de braço” no metabolismo peculiar das células cancerosas. É vital que essas substâncias matem as células doentes e deixem as saudáveis intactas. Já falei sobre algumas de minhas descobertas científicas no passado, como o resveratrol, chá verde, seanol e outros. Mas hoje eu vou lhes falar sobre outra planta que seguramente mata o câncer de fome com tanta eficácia quanto uma quimioterapia. Na verdade, funciona inclusive no câncer de pâncreas, um dos mais difíceis de se combater.
A planta é um vegetal comum da Ásia e que tem o nome de melão amargo (Momordica charantia - no Brasil, pode ser conhecido como melão-de-são-caetano), sendo popular na região de Okinawa, no Japão.
O suco do vegetal, na concentração de 5% em água mostrou ter um potencial assombroso de lutar contra o crescimento dos quatro tipos de cânceres pancreáticos pesquisados, dois dos quais foram reduzidos em 90%, e os outros em incríveis 98% apenas 72 horas após o tratamento!
Já comentei em outros artigos a respeito da apoptose, que é a resposta natural de um organismo em lidar com células fora do comum - que simplesmente suicidam. O suco induziu essa morte programada por vários caminhos diferentes. Um desses caminhos foi o de colapsar o metabolismo de alimentação por glicose das células doentes, ou seja, privou-as do açúcar que elas necessitam para sobreviver.
Será que esses estudos de laboratório também servem para animais vivos? A resposta é um sonoro “sim”! Pesquisadores da Universidade de Colorado aplicaram doses em ratos que seriam proporcionais a humanos, e eles apresentaram uma redução em 64% do tamanho de seus tumores, sem efeitos colaterais. Esse nível de melhora ultrapassa os alcançados atualmente com o uso de quimioterapia para um tipo de câncer tão letal.
O responsável pela pesquisa na universidade, Dr Rajesh Agarwal, observou o costume chinês e indiano de usar o fruto em remédios para diabetes. Vendo que esta doença tende a vir antes do câncer pancreático, o doutor associou as ideias, criando novos rumos nas investigações existentes.
A dose utilizada foi de seis gramas de pó do melão amargo para um adulto de porte médio (75 quilos). Os grandes laboratórios e companhias farmacêuticas buscam encontrar petroquímicos patenteáveis que obtenham o mesmo resultado que Deus colocou nesse vegetal. Eles ficam boquiabertos como uma planta tão despretensiosa consegue desnutrir o câncer sem precisar de nenhuma química complexa.
No centro médico da Universidade de Saint Louis, a Dra. Ratna Ray, Ph. D. e professora de patologia, liderou pesquisas similares, testando primeiramente em células de câncer de mama e próstata e depois experimentando em cânceres da cabeça e pescoço, que embora representem 6% apenas dos casos, são agressivos e se espalham facilmente, começando por vezes pela boca, garganta, nariz.
Com efeito, após quatro semanas de tratamento controlado em animais, o volume e crescimento dos tumores reduziu. A doutora ressalta: "É difícil medir o resultado exato do tratamento com o extrato de melão amargo no crescimento das células, porém combinado com as terapias e remédios existentes, pode auxiliar na eficácia do combate ao câncer."
Pesquisadores descobriram recentemente que a síndrome metabólica é amenizada pelos benefícios no metabolismo glicólico. Ótimas notícias, pois não se destrói o câncer por uma via só, e eu acredito que deve ser multifocal: em outras palavras, fortalecer o sistema imunológico, desintoxicar, eliminar infecções dentais e materiais tóxicos dos dentes, alcalinizar o organismo, oxidar o corpo com terapia com oxigênio, e prover nutrientes específicos para dar uma “chave de braço” nos caminhos particulares do metabolismo do câncer.
Todas as células cancerosas mostram uma produção anormal de energia que utiliza fermentação ineficiente de glicose. O melão amargo pode ser um excelente aliado ao combate dessa produção de energia anormal. Você pode encontrá-lo na maioria das lojas naturais ou comprar online.
O artigo original pode ser conferido aqui.

QUEM NÃO CONHECE MACAUVA OU BOCAIUVA ? Em Cuiabá conhecida como Bocaiuva ou Chiclete Cuiabano.

Bocaiuva – técnicas e dicas de aproveitamento

O projeto “Bocaiúva e outras espécies do Cerrado: suporte para o uso sustentável em Miranda”, executado pela Ecoa desde 2008, resulta em uma cartilha de técnicas de aproveitamento de extrativismo e manejo sustentável do fruto que dá nome ao projeto, a Bocaiúva (macaúva, macaúba ou bocajá).
O Projeto teve como principal objetivo incentivar novas alternativas de renda, proporcionando mais qualidade de vida para as comunidades da região de Miranda, mais especificamente para o Assentamento Bandeirantes e para a Associação de Pescadores Artesanais de Iscas de Miranda (APAIM).
Jean Fernandes, coordenador do projeto, foi quem liderou todo o processo de coleta de informações junta às comunidades e repasse desses dados aos pesquisadores envolvidos no trabalho, para que juntos pudessem buscar alternativas para o extrativismo do fruto na região, associando o conhecimento tradicional das populações locais com o conhecimento científico.
“Além de coordenar o projeto, tive o papel de aproximar os atores chave das comunidades com os pesquisadores, a fim de mostrar que a Bocaiúva, poderia sim, se tornar uma alternativa de renda e uma grande oportunidade para as famílias”, afirmou Jean Fernandes.
O coordenador ressaltou ainda que este trabalho só foi possível graças ao trabalho em equipe, não só dos técnicos e Diretores da Ecoa, mas de todas as instituições parceiras, como a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Embrapa Pantanal, Universidade Federal de Viçosa (UFV), Universidade Federal do Paraná (UFPR), APAIM e Associação de moradores do Assentamento de Bandeirantes.
“Foi um grande prazer participar desse projeto, aprendi muito com pesquisadores, professores e principalmente com os moradores das comunidades. Não havia muita informação sobre o assunto, um trabalho intenso e participativo, onde todos puderam aprender juntos,” afirmou.
Esta iniciativa foi financiada pelo Programa de Pequenos Projetos Ecossociais (PPP-ECOS), criado para apoiar projetos de organizações não governamentais e de base comunitária que desenvolvam ações que geram impactos ambientais globais positivos, combinados com o uso sustentável da biodiversidade. Coordenado técnico-administrativamente pelo Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN).
Fonte: Comunicação Ecoa

14 de abril de 2015

TAMARINO, UMA FRUTA PRESENTE NOS QUINTAIS DE CUIABÁ - MATO GROSSO

Este fruto provém da África Equatorial e da Índia. Era conhecido entre os árabes como ‘Tamr al-Hindi’, que tem o sentido de ‘tâmara da Índia’. Tradicionalmente ele era visto como um alimento maléfico, pois muitos instrumentos ofensivos eram confeccionados com a madeira desta árvore; eram considerados, portanto, inatacáveis.
O tamarindeiro é um arbusto que porta uma parte superior espessa e atinge até 25 metros. Ele é muito utilizado na decoração de regiões urbanas. O clima mais apropriado para seu desenvolvimento é o tropical úmido ou árido, nos quais a temperatura deve atingir 25ºC, o índice pluviométrico precisa estar entre 600 e 1500mm e a presença de muita luz e calor é bem-vinda, pois esta planta não suporta o frio.
A terra na qual ele é cultivado precisa ser bem funda, ter o excesso de água eliminado, apresentar pH entre 5,5 e 6,5, e ser constituída de areia e argila. O tamarindo leva cerca de 245 dias para atingir o estágio maduro. Nesta etapa as sementes se desenvolvem, a polpa se retrai e a casca se torna quebradiça.
O fruto do tamarindeiro tem um alto grau de proteínas, glicídios e substâncias minerais. Assim, ele é amplamente usado na elaboração de sucos, sorvetes, doces, bolos, xaropes, bebidas, licores, condimentos para arroz, carne, peixe e outros pratos. As sementes são aproveitadas como pasto para animais caseiros; ao serem submetidas a uma conversão industrial, elas se transformam em estabilizantes, ingredientes essenciais de sucos e refeições industrializadas, e em cola para tecidos ou papel.
A parte interior do tronco apresenta uma madeira com ótimas propriedades, a qual é muito utilizada para a elaboração de mobílias, de brinquedos e na confecção de carvão vegetal. Antes de servir de ingrediente para criações gastronômicas, o tamarindo precisa permanecer de molho em água e, depois, ser cozido.
O ácido tartárico que o compõe é um ótimo excitante das glândulas da saliva. A fruta também é abundante em sais minerais e em carboidratos, o que a converte em um alimento repleto de calorias. Na seleção dos frutos, é melhor optar por aqueles que apresentam o invólucro integral, especialmente os de maior peso. Em nosso país, o tamarindo é muito apreciado no Norte e no Nordeste, pois aí se desenvolve melhor, graças às altas temperaturas.

13 de abril de 2015

CAJÁ-MANGA, QUEM CONHECE ?


A árvore do cajá-manga pode atingir até 15 metros de altura. O fruto tem formato cilíndrico, com 6 a 10 cm de comprimento, 5 a 9 cm de diâmetro, podendo pesar até 380 g. É um fruto de casca lisa e fina, que possui coloração amarelo brilhante, muito aromático e de polpa suculenta, de sabor agridoce e ácido quando maduro, com endocarpo revestido de espinhos (macios) irregulares. É uma fruta rica em fibras.

EM CUIABA TEM MUITOOOOOOOO

EU GOSTO E UMA DELICIA

SERIGUELA, CAJAZINO OU CAJA, quem conhece?


Com nome científico Spondias purpúrea, a siriguela é uma planta da família das Anacardiaceae, também conhecida como ameixa-da-espanha, cajá vermelho e ciroela. A planta normalmente não passa dos 7m de altura e possui ramos que se desenvolvem rentes ao solo. Possui flores perfeitas que formam frutos em cachos ou isolados. Os frutos, de mesmo nome da planta, são de coloração verde, amarela ou vermelha, dependendo do estado de maturação e sua polpa tem pequena espessura ao redor de um grande caroço. Seu sabor é doce, e quando madura tem coloração amarelo opaca e leves tons de vermelho.
Originária do México e da América central, a planta tem mais de 18 espécies, encontradas em pomares domésticos pelo Brasil. Muito popular no Norte e no Nordeste do país, a fruta pode ser consumida ao natural ou em forma de doces e refrescos. Sua frutificação se dá em outubro e novembro, podendo ser colhida em dezembro e janeiro. A planta se propaga facilmente por meio de sementes, sendo multiplicada com a utilização de estacas de cerca de trinta centímetros de comprimento.
Propriedades e indicações
Rica em carboidratos, a fruta é bastante doce. É fonte de vitaminas A, B e C e auxilia no fortalecimento da imunidade devido ao alto teor de cálcio, ferro e fósforo. Além disso, é muito recomendada no tratamento de anemias. Rica em antioxidantes atua contra os radicais livres que danificam as células e causam tumores. A siriguela é rica em fibras, contribuindo para o bom funcionamento do intestino e reduzindo as taxas de colesterol. Por ser fonte de carboidratos, é uma alternativa enérgica de peso, ideal para quem pratica esportes e atividades físicas com frequência. É indicada para aliviar espasmos, diarreia, disenteria, febre, gases, inflamações, para higiene de feridas e queimaduras.
Cajá e siriguela
O cajá, ao contrário da siriguela, é uma fruta normalmente de coloração alaranjada. Ambas são ricas em vitaminas como sais minerais, cálcio, fósforo e ferro e podem ser encontradas no Brasil. Suas árvores pertencem à mesma família. O cajá, assim como a siriguela, é eficaz no tratamento da anemia, contra inapetência e a diminuição dos glóbulos brancos. A aparência é semelhante, e a diferença encontra-se principalmente no sabor da siriguela que, ao contrário do cajá, é bastante doce.

Prato tipicamente Cuiabano

Foto JoséMedeiros
Peixada Cuiabana 

Ventrecha de pacu

Arroz

Farofa de banana

Gastronomia do Centro Oeste - Mato Grosso - Brasill

MATO GROSSO TAMBÉM E CENTRO OESTE
Quem experimenta o tradicional arroz com pequi não esquece! É um prato bem brasileiro muito apreciado na região Centro-Oeste do país. Alguém tem uma dica especial de preparo? 
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Que tal cultivar seus próprios temperos em casa e de quebra decorar seu jardim?


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