20 de abril de 2011

ATENÇÃO MUNICÍPIOS DE MATO GROSSO - III Chamada para a Apresentação de Casos de Sucesso na Implementação do Programa de Regionalização do Turismo – Roteiros do Brasil.

O Ministério do Turismo torna pública a III Chamada para a Apresentação de Casos de Sucesso na Implementação do Programa de Regionalização do Turismo – Roteiros do Brasil.


Serão selecionadas, exclusivamente, as experiências relativas à implementação do Programa de Regionalização do Turismo, com base em suas diretrizes operacionais e em seus princípios fundamentais: sustentabilidade ambiental, econômica, sociocultural e institucional, participação, integração, flexibilização e descentralização.


As propostas poderão ser apresentadas até o dia 13/05/2011, de acordo com as categorias listadas abaixo, agrupadas em três temáticas:


Gestão Turística A.1) Gestão Turística Municipal

B.1) Gestão Turística Regional


Estratégias de Mercado

A.2) Roteiro Turístico

B.2) Roteiro ou Destino Turístico Segmentado

C.2) Sítio Eletrônico Promocional

D.2) Material promocional de um destino, roteiro ou região turística


Sustentabilidade
A.3) Sustentabilidade Ambiental no Município

B.3) Sustentabilidade Social no Município

C.3) Sustentabilidade Cultural no Município


Mais informações contatar a Coordenação Geral de Regionalização, no telefone (61) 2023-8149 ou pelo e-mail
chamada.regionalizacao@turismo.gov.br.

Programa de Regionalização do Turismo – Roteiros do Brasil

Ministério do Turismo

( +55 (61) 2023-8131
*
regionalizacao@turismo.gov.br

20ª edição do Projeto Peixe Santo é comemorada em Cuiabá

Foto:de Luiz Alvez  -  do jantar de lançamento do evento
Foto:de Luiz Alvez  -  do jantar de lançamento do evento  - Proximo do Microfone - Secr. Dilemário e Xaxim

 
O secretário Dilemário Alencar, da Secretaria de Trabalho e Desenvolvimento Econômico da Capital, reuniu ontem (18-04) à noite, no Clube do HSBC, colegas de Prefeitura, jornalistas, parlamentares e lideranças comunitárias para comemorar o sucesso da 20ª edição do Projeto Peixe Santo. O projeto teve início hoje cedo, a partir das 12 horas, e conta com cerca de 100 pontos de vendas em Cuiabá. Conforme Dilemário, o sucesso é inegável, e ele prevê que mais de 500 toneladas de pescado serão comercializadas até Sexta-Feira Santa, a preços acessíveis à população de baixa renda (R$ 6,00 kg, com vísceras).

Dilemário cumprimentou os presentes em nome do deputado estadual Luiz Marinho, 'defensor intransigente desse projeto', e explicou que o Peixe Santo de 2011 sofreu inovações, o que possibita projeções otimistas para as próximas edições. "Pensamos em facilitar o deslocamento das pessoas até os pontos de venda. Não precisam nem sair das regiões periféricas, pois os pontos foram instalados em setores estratégicos da cidade, de modo a encampar 90% dos bairros da Capital. O prefeito Chico Galindo determinou que o Peixe Santo esteja presente à mesa cuiabana, e isto será possível, sim. Somente hoje, segunda, foi comercializada quase uma tonelada, 950 quilos".

Esta nova roupagem do projeto trouxe benefícios diversos, não apenas para quem adquire o pescado, mas também para os produtores, observou Dilemário. "O Peixe Santo começou em 91, de modo tímido, já com a finalidade de fomentar a comercialização de peixes criados em viveiros e gerar renda para os piscicultores. Estrangulou-se, por outro lado, a figura do atravessador, que lucrava fácil às custas do esforço dos piscicultores humildes. O preço do Peixe Santo é socialmente justo e sua qualidade excelente, em face das técnicas modernas adotadas pelos produtores. O projeto tornou-se assim tradição em Cuiabá, além de contribuir para forçar a redução de preços do pescado nos supermercados maiores e diminuir a pressão de pesca no Rio Cuiabá e outros mananciais".

A participação do Caminhão do Peixe no projeto também é um auxílio extra ao projeto em 2011, somando-se à campanha institucional lançada na mídia pela Prefeitura de Cuiabá, com estampa chamativa presente nos uniformes utilizados pelos vendedores nas barracas montadas em todos os polos da cidade. "A parceria entabulada com a Associação dos Aquicultores de Mato Grosso - Aquamat, Polícia Militar de Mato Grosso - PMMT, Secretaria Estadual de Meio Ambiente - Sema e vários órgãos municipais de Cuiabá (Vigilância Sanitária, Companhia de Saneamento da Capital, Secretaria Municipal de Trânsito e Transporte Urbano) está sendo igualmente importante para o êxito dos trabalhos do Projeto Peixe Santo este ano, sob a coordenação da SMTDE", afirmou.

Fonte: Site Prefeitura/SMTDE

Palestra de Turismo Rural na Agricultura Familiar na FAUC




Estive realizando uma palestra sobre Turismo Rural na Agricultura Familiar na Faculdade Universidade de Cuiabá - FAUC, para turma de Turismo, as professoras: Claudete, Jorgete e Silvana estiveram coordenando este evento que contou com mais de 50 alunos, que não mediram esforços e ficaram mais de 2 horas atentos as informações que foram várias desde políticas, economia, parte ambiental, formatação e markting.


*Muito obrigada a todos os alunos da FAUC, em especial as colegas: Prof, Caludete, Silvana e Jorgete pelo convite e estou a disposição para outros convites desta natureza.








Fotos: Gessica alessandra de Carvalho Lúcio

19 de abril de 2011

Conhecam um pouco da Historia dos Indios em Mato Grosso e no Pantanal Matogrossense


           Mapa do Estado do Mato Grosso com os pontos Indígenas

Em 1718, o bandeirante Pascoal Moreira Cabral Leme, nesta expedição chegou ao Rio Coxipó em busca dos índios Coxiponés para levá-los ao sul do país como escravo e logo descobriram ouro nas margens do rio, alterando assim o objetivo da expedição, dando assim início à corrida do ouro, fato que ajudou a povoar a região

Em 08 de abril de 1719, foi fundado o Arraial da Forquilha às margens dos rios dos Peixes, Coxipó e Mutuca. 


O nome "forquilha" vem do fato de que, neste ponto de encontro dos rios, era formado o desenho de uma forquilha.

Esse núcleo deu origem à atual cidade de Cuiabá. A região de Mato Grosso era subordinada à Capitania de São Paulo governada por Rodrigo César de Meneses para fiscalizar a exploração do ouro e da renda.

O governador da capitania mudou-se para o arraial e logo a elevou à categoria de vila chamando-a de Vila Real do Bom Jesus de Cuiabá.

No ano de 1720 foi fundado o Arraial de
Cuiabá, em 1726, o Arraial de Cuiabá recebeu novo nome: Vila Real do Senhor Bom Jesus de Cuiabá,em 1748, foi criada a capitania de Cuiabá, concedendo a coroa portuguesa isenções e privilégios a quem ali quisesse se instalar

Hoje no ano de 2014, vemos Cuiabá capital do estado sendo uma metrópole moderna que não deixa a desejar no contexto nacional e que irá sediar a Copa 2014, e é um dos 65 destino indutor de turismo do Brasil, o estado de mato Groso com um cenário fantástico em seu espaço rural e natural, com um processo produção na agropecuária que o faz ser o maior produtor de grãos e bovinos de corte do país e um dos maiores em outras atividades do agronegócio, a indústria e comercio também cresce a passos largos, no meio ambiente o estado tem conseguido bons números que o deixa com um aspecto de apresentação de muitas áreas preservadas e protegidas, neste contexto estão as reservas indígenas que são muitas, tanto em área territorial como em número de etnias e pessoas.

Os indígenas no Estado de Mato Grosso são num total de 38 povos, uma população de 25 mil índios, que têm línguas e culturas e costumes diferenciados, que habitam apenas 10% do território mato-grossense.

A etnias existentes no estado são: Apiaká, Kayabi, Munduruku, Arara, Xavante, Cinta Larga, Bakairi, Paresi, Kayapó, Enauenê nauê, Mynky, Bororo, Nambikwara, Aweti, Juruna, Kalapalo, Kamayurá, Kuikuro, Matipu, Nahukwá, Mehinaku, Suyá, Tapayuna, Trumái, Txicão, Waurá, Yawalapiti, Rikbaktsa, Irantxe, Panará, Karajá, Surui, Tapirapé, Terena, Umutina, Zoró, Guató e Chiquitanos.

O que se conhece de índios com historicidade e que tradicionalmente habitam e ou habitaram o Pantanal matogrossense são: os índios
Paiaguás, Guaikuru, Guatós, Terenas, Kaiowás, Bororos, Umotinas, Parecis, Kinikinaos



Os povos indígenas sempre viveram em total harmonia com o meio ambiente, a chegada do homem branco através das bandeiras trouxe a esta civilização, doenças e novos costumes que até hoje lhes traz sofrimentos.

Índios do Pantanal – Matogrossense
Paiaguás – Um grupo de índios extintos que, habitavam o pantanal quando da chegada dos Portugueses e travaram intensas batalhas, das quais muitos portugueses também não sobreviviam, foram perseguidos e sendo exterminados não restando qualquer registro de seus descendentes atualmente.

Guaikuru – Um grupo de índios que se Aliaram aos Paiaguás contra os seus inimigos, os exímios cavaleiros guaikurus ofereceram grande resistência à ocupação do Pantanal matogrossense eles são declarados súditos da Cproa Portuguesa em um tratado de paz em 1791.

Guatós - Um grupo de índios de língua do tronco macro-Jê, também extinto a mais de 40 anos, até que, em 1977, foi reconhecido um grupo Guató na ilha Bela Vista do Norte, eles vive no Pantanal Mato-Grossense ao longo dos rios do médio e alto Paraguai, São Lourenço e Capivara, no município de Corumbá (MS), segundo a Funai, em 1989 eram 382 índios.

Terenas – Um grupo de índios de língua da família Aruák, uma boa Parte deles (cerca de 12.000 indivíduos) vivem no oeste de Mato Grosso do Sul, em oito áreas indígenas; outra parte (350 índios) ocupa terras nas áreas indígenas de Icatu, Araribá e Venuíre, no interior do Estado de São Paulo, juntamente com os Kaingang.

Bororos - Um grupo de índios falante de língua do tronco macro-jê, os Bororo atuais são os Bororo Orientais, também chamados Coroados ou Porrudos e autodenominados Boe. Os Bororo Ocidentais, extintos no fim do século passado, viviam na margem leste do rio Paraguai, onde, no início do séc. XVII, os jesuítas espanhois fundaram várias aldeias de missões.

Umotinas - Um grupo de índios, subgrupo Bororo de língua da família Otukê, do tronco Macro-Jê. Eram conhecidos como “barbados”, porque usavam barba, às vezes postiça - feita de pêlos de macaco bugio ou de cabelos das mulheres da tribo, vivem na Área Indígena Umutina, no município de Barra dos Bugres no Mato grosso, juntamente com os Paresí, Kayabí e Ñambikwára.

Parecis - Um grupo de índios que falavam dialetos da língua Paresí, da família Aruák. Viviam no planalto do Mato Grosso e eram uma das fontes de escravos preferidas dos bandeirantes; dóceis e pacíficos, trabalhavam na agricultura e fiavam algodão para a confecção de redes e tecidos.

Halíti - Um grupo de índios que vivem na região dos rios Juruena, Papagaio, Sacre, Verde, Formoso e Buriti, no oeste de Mato Grosso, em várias áreas indígenas, nos municípios de Tangará da Serra, Vila Bela da Santíssima Trindade e Diamantino. Em 1990, segundo a Funai, eram 900 índios.

No estado existem outros grupos que estão espalhados em todo território o Parque Nacional do Xingú hoje concentra uma grande população com várias etnias com destaque para os Xavantes, na região do Araguai estão os Caiapós, na região de Juina estão os Rikstibatsa enfim em outra oportunidade estaremos apresentando mais informações, a propósito revejam neste blog a PROPOSTA DE SUSTENTABILIDADE, ECONÔMICA, SOCIAL E CULTURAL, PARA AS COMUNIDADES INDÍGENAS.


*Confiram também no mapa acima a localização de cada Reserva,Tribo  e Etnia.

Elaborado: Geraldo Donizeti Lúcio



Referências bibliográficas


COELHO, Felipe Nogueira. Memórias cronológicas da capitania de Mato Grosso. UFMT, 1976, Felipe Nogueira. Memórias cronológicas da capitania de Mato Grosso. UFMT, 1976

MADUREIRA, Elizabeth. Revivendo Mato Grosso. Secretaria de Educação de Mato Grosso, 1997

18 de abril de 2011

Saiba um pouco sobre o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar -Pronaf




Sobre o Programa
O Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) financia projetos individuais ou coletivos, que gerem renda aos agricultores familiares e assentados da reforma agrária.

O programa possui as mais baixas taxas de juros dos financiamentos rurais, além das menores taxas de inadimplência entre os sistemas de crédito do País.

O acesso ao Pronaf inicia-se na discussão da família sobre a necessidade do crédito, seja ele para o custeio da safra ou atividade agroindustrial, seja para o investimento em máquinas, equipamentos ou infraestrutura de produção e serviços agropecuários ou não agropecuários.

Após a decisão do que financiar, a família deve procurar o sindicato dos trabalhadores  rurais ou a Empaer para obtenção da Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP), que será emitida segundo a renda anual e as atividades exploradas, direcionando o agricultor para as linhas específicas de crédito a que tem direito.

Para os beneficiários da reforma agrária e do crédito fundiário, o agricultor deve procurar o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) ou a Unidade Técnica Estadual (UTE).

O agricultor deve estar com o CPF regularizado e livre de dívidas. As condições de acesso ao Crédito Pronaf, formas de pagamento e taxas de juros correspondentes a cada linha são definidas, anualmente, a cada Plano Safra da Agricultura Familiar, divulgado entre os meses de junho e julho.

FINANCIAMENTO PARA APOIO INDIVIDUAL
  - PRONAF  TURISMO  RURAL
  - PRONAF  AGROINDÚSTRIA
  - PRONAF  MULHER
  - PRONAF  JOVEM RURAL
  - PRONAF  AGROECOLOGIA
  - PRONAF  FLORESTAL
    Documentos Necessários
    - Declaração de Aptidão (DAP)
    - Projeto técnico   
    - Outros 



Fonte : Ministério do Desenvolvimento Agrário - Secretaria da Agricultura Familiar

Setor Bancário Norte – Qd. 01 – BL D - Palácio do Desenvolvimento – 06º andar
CEP 70057-900 – Brasília – DF - Telefone: (61) 2020-0910 fax: (61) 2107-0909



COLETIVA
  - PRONAF INFRA-ESTRUTURA

Vamos entender o que é Agricultura Familiar ?






 Agricultura familiar

Entende-se por agricultura familiar o cultivo da terra realizado por pequenos
proprietários rurais, tendo como mão-de-obra essencialmente o núcleo familiar, em contraste com a agricultura patronal - que utiliza trabalhadores contratados, fixos ou temporários, em propriedades médias ou grandes.]

Segundo o economista Ricardo Abramovay, da
FEA-USP, tal oposição é de natureza social - entre a agricultura que se apoia fundamentalmente na unidade entre gestão e trabalho de família e aquela em que se separam gestão e trabalho. De acordo com o economista, o modelo adotado pelo Brasil, o patronal, não foi o que prevaleceu em países como os Estados Unidos, onde, historicamente, a ocupação do território baseou-se na unidade entre gestão e trabalho, e a agricultura baseou-se inteiramente na estrutura familiar. Abramovay ressalta que os países que mais prosperaram na agricultura foram aqueles nos quais a atividade teve base familiar e não a patronal, enquanto que os países que dissociaram gestão e trabalho tiveram como resultado social uma imensa desigualdade

Fonte : Wikipédia, a enciclopédia livre

Copa 2014 terá como eixo de atuação pelo MTUr a Regulamentação



Regulamentação será eixo de atuação do MTur para a Copa 2014


Entre as ações previstas estão o novo sistema de classificação hoteleira e o fortalecimento do Cadastur

Brasília, DF – A regulamentação dos prestadores de serviços turísticos será um novo eixo de atuação do Ministério do Turismo (MTur) tendo em vista a Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014. Para preparar o país para o mundial o MTur já atuava em quatro eixos: promoção, qualificação, infraestrutura e hotelaria.

“O novo sistema de classificação hoteleira é apenas o primeiro passo. Entre outras ações, pretendemos também fortalecer o Cadastur”, ressalta o ministro do Turismo, Pedro Novais.

O Sistema de Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos (Cadastur) conta atualmente com 40 mil cadastrados. O cadastro é uma obrigação legal para determinadas categorias de prestadores de serviços turísticos, segundo a Lei do Turismo n° 11.771/08.

MTur e a Copa 2014 – Na área de qualificação, o MTur conta com o Bem Receber Copa. Por meio do programa, 306 mil profissionais das áreas de hospedagem, alimentação fora do lar, Turismo de Aventura, receptivo, locadoras de veículos e companhias aéreas, serão qualificados até 2013.

Já para hotelaria, o MTur articulou linhas de crédito para reforma, ampliação e construção de novos meios de hospedagem. Este ano as linhas, com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e dos Fundos Constitucionais, somam R$ 2,3 bilhões.

Para incrementar a infraestrutura turística do país, o MTur conta com recursos do orçamento e do Prodetur Nacional. No período de 2003 a 2010, os investimentos do MTur, em infraestrutura turística, foram da ordem de R$ 7,6 bilhões. Entre as obras apoiadas estão aeroportos, portos, estradas, pontes, sinalização turística, recuperação de patrimônio histórico, centro de informações turísticas.

Além disso, a campanha O Brasil te chama, celebre a vida aqui do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur), continua divulgando o Brasil no exterior. A partir deste final de semana, o vídeo promocional será exibido antes da animação Rio, da 20th Century Fox, em 250 salas de cinema em todo o mundo. A ação deve atingir 1,25 milhão de pessoas por meio de 7.500 inserções. A veiculação do filme publicitário ocorrerá no Uruguai, Argentina, Colômbia, Paraguai, Chile, Peru, Estados Unidos, Espanha, Itália, Portugal e Holanda.

Para mais informações acesse www.cadastur.turismo.gov.br.

Fonte: Mtur


1ª Festa do Milho Dom Aquino


PARA SEMANA SANTA MAIS RECEITA - AGORA VENTRECHAS DE PACÚ


    Foto da Culinária Matogrossense- Mugica de Pintado, Ventrecha de Pacú, Maria Isabel, Pacú Assado e acompanhamentos

                                                                           Foto Ventrecha de Pacú


São pratos tipicamente matogrossense como opção de cardápio nesta Semana Santa, confira os detalhes de como se fazer estes deliciosos prato que a *Keka está sugerindo




Ventrechas de Pacu à Ladário


Ingredientes da Receita de

100 g de queijo parmesão fresco
3 ½ kg de pacu
limão e sal a gosto
200 g de farinha de trigo
½ kg de farinha de rosca
½ dz de ovos
01 litro de óleo
03 pimentões verdes médios
03 cebolas médias
03 tomates maduros
350 g de extrato de tomate
01 xícara (chá) de óleo
01 xícara (café) de vinagre de vinho tinto
Como Fazer Ventrechas de Pacu à Ladário

Modo de preparo: Molho:


Corte as cebolas, os pimentões e os tomates. Tempere como se fosse salada, com sal, vinagre e 1 colher de azeite de oliva. Ponha a caçarola no fogo com a xícara de óleo e 2 colheres de manteiga e deixe dourar. Acrescente o extrato de tomate para fritar e a salada temperada e deixe ferver. Coloque ½ litro de água quente e bata no liqüidificador. Coloque a ventrecha frita no pirex refratário com o molho batido e o queijo parmesão fresco. Leve ao forno quente. Sirva com arroz branco e pirão.
Ventrechas: Corte as costelas em postas tirando o lombo, fica só a ventrecha. Tempere com limão e sal a gosto. Passe na farinha de trigo, nos ovos batidos e na farinha de rosca e frite em óleo quente


Receitas da Keka *(Géssica Adriana de Carvalho Lúcio)

PARA SEMANA SANTA RECEITA DE MUGICA DE PINTADO


   Foto da Culinária Matogrossense- Mugica de Pintado, Ventrecha de Pacú, Maria Isabel, Pacú Assado e acompanhamentos

 Mugica de Pintado,
               

Um prato tipicamente matogrossense como opção de cardápio nesta Semana Santa, confira os detalhes de como se fazer este delicioso prato que a *Keka está sugerindo.



Receita de Mojica de Pintado



1 kg de postas de pintado
1 cebola pequena picada
3 dentes de alho amassados
2 colheres (sopa) de suco de limão
Sal a gosto.

Molho:4 colheres (sopa) de óleo
2 cebolas pequenas picadas
5 dentes de alho amassados
Sal a gosto
3 tomates grandes sem pele picados
2 colheres (sopa) de cheiro verde picado (incluindo coentro).
Como Fazer Mojica de Pintado

Modo de preparo:

Marinada:Tire a pele do pintado, corte as postas em cubos, coloque em uma tigela, tempere com cebola, alho, suco de limão, sal, 1/2 xícara de água, cubra com filme plástico e deixe descansar por cerca de 1 hora.

Molho:

Coloque óleo em uma panela, aqueça em fogo alto, junte cebola, alho, deixe dourar levemente, acrescente tomates, tempere com sal e cozinhe mexendo sempre, até obter uma pasta. Junte o peixe com a marinada, misture bem, tampe a panela, cozinhe por cerca de 10 minutos ou até ficar macio, acrescentando água quente aos poucos, se for necessário, junte cheiro verde, misture bem e tire do fogo.

Receita: * Keka (Géssica Adriana de Carvalho Lúcio)