25 de janeiro de 2026

Saiba o que é: Sucesso na Bíblia

 


SEJAS BEM-SUCEDIDO: O sucesso a luz da Bíblia
Na Bíblia, o sucesso não é definido por riqueza ou fama, mas sim por cumprir o propósito de Deus, obedecer Seus mandamentos, usar os dons para abençoar outros e, acima de tudo, ter Jesus no coração, o que leva à salvação e à vida eterna, sendo a obediência e a dedicação ao Reino os pilares. 
O verdadeiro sucesso é servir a Deus e ao próximo, não buscar a glória pessoal, com a fé sendo a força para superar desafios e prosperar. 
Aspectos do Sucesso Bíblico:
  • Obediência a Deus: 
    Ser bem-sucedido é seguir a vontade de Deus, meditar na Sua Palavra e não se desviar dela, como ensinado a Josué. 
  • Foco no Reino: 
    Priorizar o Reino de Deus em primeiro lugar, usando dons e talentos para expandi-lo e glorificar a Ele, não a si mesmo. 
  • Servir ao Próximo: 
    Usar os dons para abençoar outras pessoas, sendo um servo dedicado ao Evangelho e aos semelhantes. 
  • Salvação e Vida Eterna: 
    O maior sucesso é a salvação em Jesus Cristo, que nos torna mais que vencedores e garante a eternidade. 
  • Prosperidade e Sabedoria: 
    A Bíblia também fala em prosperar, mas de forma sábia e cautelosa, agindo com sabedoria e temor a Deus, o que traz bênçãos. 
  • Parábola dos Talentos: 
    Ensina que o sucesso envolve usar e multiplicar os dons que Deus nos dá, não os esconder por medo, sendo repreendido quem não age. 
Diferença do Sucesso Mundial:
  • O conceito bíblico contrasta com a visão mundana de sucesso (dinheiro, fama, poder), que pode se tornar um ídolo e levar à exaltação do eu. 
Em resumo, o sucesso bíblico é uma jornada de fé e propósito centrado em Deus, resultando em uma vida plena e útil para o Reino, e não em conquistas materiais ou reconhecimento pessoal.

Saiba o que é: Felicidade na Bíblia

 

A felicidade na Bíblia  é apresentada não como uma busca egoísta ou circunstancial, mas como fruto de uma vida alinhada com Deus, baseada na obediência, no caráter cristão e no contentamento espiritual. Frequentemente associada à alegria e à bem-aventurança, ela é uma consequência do Espírito Santo e da obediência aos mandamentos. 

Conceitos Chave sobre Felicidade na Bíblia:
  • Fruto do Espírito: A verdadeira felicidade (alegria) é um resultado de plantar no Espírito, não uma meta de felicidade mundana
    .
  • Bem-aventuranças (Mateus 5): Jesus ensina que a felicidade (bem-aventurança) está em reconhecer a necessidade de Deus, ser humilde, promover a paz e buscar a justiça, muitas vezes indo contra a lógica humana.
  • Obediência e Sabedoria: A felicidade advém de guardar os mandamentos de Deus, pois a obediência gera paz e harmonia.
  • Felicidade no Sofrimento: É possível ter alegria mesmo em meio às lutas, pois a felicidade não depende das circunstâncias, mas da confiança em Deus.
  • A Alegria do Senhor: A alegria não é um sentimento passageiro, mas uma força interior (a alegria do Senhor é a nossa força).
  • Propósito e Identidade: A felicidade é encontrada quando se tem um propósito baseado em Cristo, como exemplificado na vida de Maria Madalena, que recuperou sua identidade e alegria ao encontrar Jesus. 
Versículos Chave:
  • Gálatas 5:22: "...o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz...".
  • Provérbios 17:22: "O coração alegre serve de bom remédio...".
  • Filipenses 4:4: "Regozijai-vos sempre no Senhor; outra vez digo, regozijai-vos.".
  • Mateus 5:3-12: As bem-aventuranças (felizes os humildes, os que choram, etc.). 
A verdadeira felicidade bíblica é constante porque se baseia no amor e na presença de Deus, e não na volatilidade da vida. 

Saiba o que é : Na Bíblia, a fecundidade


Fecundidade abrange tanto a multiplicação física (procriação) como a produção de "frutos" espirituais, sendo uma bênção divina e um chamado para gerar vida, bem e testemunho cristão, com a fertilidade física sendo valorizada (Gn 1:28, Salmos 127:3) e a espiritual sendo essencial para os discípulos (João 15:1-2, 16), onde permanecer em Cristo gera frutos duradouros como amor, caridade e evangelização, não se limitando à quantidade de filhos, mas à qualidade da vida em Deus. 

Na Antiga Aliança (Antigo Testamento):
  • Bênção e Ordem: Deus abençoa a humanidade com a ordem para "serem fecundos e se multiplicarem" (Gênesis 1:28).
  • Sinal de Favor: Ter muitos filhos era visto como um sinal da bênção e aprovação de Deus (Salmo 127:3).
  • Intervenção Divina: Deus interveio para tornar estéreis como Sara, Rebeca, Ana e Isabel mães, mostrando Sua compaixão (Gênesis 25:21, 1 Samuel 1, Lucas 1). 
No Novo Testamento (Vida Cristã):
  • Fecundidade Espiritual: Jesus usa a metáfora da videira para descrever a vida de um discípulo, que deve dar "fruto que permaneça" (João 15:5, 16).
  • Permanecer em Cristo: A fonte da fecundidade espiritual é estar unido a Jesus, de quem brota a vida e o crescimento (João 15:1-2).
  • Frutos do Espírito: A fecundidade manifesta-se em atos de amor, caridade, testemunho e na formação de "discípulos" (outros filhos espirituais) (Mateus 28:19).
  • Não Exclusiva: A Bíblia mostra que se pode agradar a Deus e ser fecundo espiritualmente mesmo sem filhos físicos, como Jesus, que não se casou (Mateus 19:12). 
Em Resumo:
A fecundidade bíblica é um chamado a gerar vida e bem, seja no sentido literal de procriação, seja na dimensão espiritual de espalhar o amor de Deus, fazer discípulos e viver uma vida que glorifica a Ele, sendo o coração um "berço" aberto para receber e dar vida. 

Saiba o que é: Longevidade na Bíblia


A Bíblia retrata a longevidade como bênção divina e resultado de obediência, com personagens pré-diluvianos vivendo séculos, como Matusalém (969 anos)

. Posteriormente, a expectativa de vida estabilizou-se em 70 a 80 anos, conforme o Salmo 90:10, refletindo mudanças nas condições de vida e no propósito divino para a preservação da humanidade. 

Pontos Chave sobre Longevidade na Bíblia:
  • Longevidade Extrema (Pré-Dilúvio): Gênesis registra idades muito elevadas (ex: Adão 930, Sete 912, Matusalém 969), possivelmente devido a condições ambientais distintas, pureza genética ou propósitos teológicos para preservação do conhecimento
    .
  • Redução da Idade: Após o dilúvio, as idades diminuíram gradualmente. Na época de Moisés, a vida longa era considerada de 70 a 80 anos.
  • Promessa e Obediência: A longevidade é frequentemente atrelada ao temor a Deus e à honra aos pais (Êxodo 20:12, Provérbios 3:2, 10:27).
  • Velhice como Bênção: A Bíblia retrata a velhice como um tempo de sabedoria e produtividade, não apenas de declínio.
  • Significado Teológico: A longa vida permitia a transmissão oral da história da criação e a preservação do conhecimento de Deus no início da humanidade. 
Versículos chave incluem Salmos 91:16, que menciona a promessa de "vida longa" ou saciar com longevidade, e Salmos 90:10, que define a duração típica da vida. 

Saiba o que é : A prosperidade na Bíblia


A Prosperidade:  vai além da riqueza financeira, englobando uma vida abençoada, com saúde, paz, sabedoria e provisão

Ela é entendida como um dom de Deus, fruto da obediência, trabalho diligente e generosidade, visando o bem-estar integral e a capacidade de ajudar o próximo. 

O foco principal é buscar a Deus primeiro, resultando em contentamento. 

Princípios Bíblicos de Prosperidade:

  • Integralidade:
     
  • A prosperidade bíblica envolve o bem-estar espiritual, emocional, relacional e, consequentemente, material
    .

  • Obediência e Confiança: 
  • O Salmo 1:1-3 e Mateus 6:33 indicam que a verdadeira prosperidade advém de temer ao Senhor, andar em seus caminhos e colocar o Reino de Deus em primeiro lugar.

  • Trabalho e Diligência: 
  • A Bíblia valoriza o trabalho árduo, indicando que a colheita farta é fruto de planejamento e dedicação.

  • Generosidade: 
  • A alma generosa prosperará, e a semeadura farta resulta em colheita farta (Provérbios 11:25, 2 Coríntios 9:6).

  • Propósito: 
  • Riquezas são vistas como um meio para servir a Deus e ao próximo, não apenas para acúmulo pessoal.

  • Equilíbrio: 
  • A Bíblia ensina a valorizar o "pouco do justo" acima da abundância dos ímpios, promovendo contentamento. 

Exemplos Bíblicos:

  • José: Prosperou mesmo como escravo e prisioneiro porque o Senhor estava com ele.
  • Daniel: Prosperou durante o reinado de Dario e Ciro.
  • Salmos 23: Reflete a provisão de Deus: "O Senhor é o meu pastor; nada me faltará". 
A verdadeira prosperidade, portanto, não é medida apenas por dinheiro, mas por viver de acordo com os propósitos de Deus, com paz de espírito e provisão para as necessidades. 

21 de janeiro de 2026

Vem aí, mais uma edição da maior e melhor Feira de Turismo Rural do Brasil - RURALTUR 2026.



Anote ai na sua agenda a 22º RURALTUR vai acontecer no município de Santa Teresa no Espírito Santo, de 16 a 18 de abril de 2026. 

Mais Informações em breve!

Vendas dos Estandes: Sandro - 83 99604-3279

Pocone - MT comemora radiante seus 245 anos de fundação e história!

 


Hoje estamos em festa nossa querida cidade de Poconé comemora radiante seus 245 anos de fundação e história! 

Nos anos de 1777 você era apenas um povoado, e Dona Maria I rainha de Portugal já mandava um emissário verificar as minas de Piranema para cobrar os quintos de ouro. Em 1781 naquele domingo, na Ata de fundação presidida por António Pinto de Figueiredo a mando do governador Luís Albuquerque de Melo Pereira e Caceres, estava nos arquivos mais importante de Portugal e com brasão Real como São Pedro Del Rey; em homenagem ao Rei de Dom Pedro I. Dessa simples fazenda de gado nas terras de Francisco de Paula Corrêa, passou em seguida para Povoado  de Beri-Pocone, julgado de Beripone, logo depois para  Arrayal de Beri-Pocone, e na fundação em 1781 para São Pedro del Rey. Os anos foram passando e em 1831, já estava batiza no início do século dezenove como Nossa Senhora do Rosário de Pocone, hoje simplesmente Pocone! 

Poconé terras de filhos ilustres como José Alves Ribeiro que estava com Dom Pedro I nas margens do Ipiranga, no dia 7 de setembro de 1822  onde Dom Pedro I declarava o Brasil independente de Portugal. Nesse ato heroico e de bravura estava toda guarda de cavaleiros incluindo Jose Alves Ribeiro onde este retirou da lapela da camisa uma fita com as cores de Portugal e jogou longe, onde foi seguida por todos da guarda e também por Dom Pedro I. Grandes homens como outro poconeano Manoel Alves Ribeiro que governou o estado e foi um dos líderes da revolta Rusga em 1834. João Nunes Bueno do Prado grande comerciante e fazendeiro dono da fazenda Taboco e Camapua, muito ligado a corte do Rio de Janeiro, onde falava do ouro que Poconé mandava para a Corte de Portugal que não era pouco. Em agradecimento por todo ouro que ornava suas magníficas igrejas e palácios dona Maria I presenteara Poconé, com duas cacimbas que a população apelidou cacimbas do Rei está está localizada no Tanque da Rua e a cacimba da Rainha no centro da cidade, na época ambas serviram de abastecimento de água as famílias poconeanas. E também foi erguida uma casa do Rei, onde esses mesmos filhos diziam que o Rei iria fazer uma visita a Poconé. Poconé do Tenente Antônio João Ribeiro que defendeu o Brasil na guerra do Paraguai bravamente com um número reduzido de soldados a invasão das terras brasileiras pelos paraguaios.

Na política, Poconé mandou no estado de 1834 (época do revolta Rusga), onde muitos portugueses foram mortos, e terminando no ano de 1934, com a Revolução do Tanque Grande onde uma líder religiosa apelidada de Doninha e o prefeito de Poconé Manoel Nunes da Rondon-Bem Rondon e seus seguidores comandavam a politica a ponto do governo federal intervir na cidade e acabar com o Arrayal do Tanque Novo e com a prisão de todos. Nesses anos de existência teve diversos governadores do estado entre eles está Antônio José da Silva, Manoel Alves Ribeiro, Joaquim da Costa Marques entre outros. Nós poconeanos gostamos e fazemos as festas de Santo entre elas a festas do Espírito Santo e São Bendito e também de Nossa Senhora do Rosário a nossa padroeira. As nossas cavalhadas com uma competição entre Mouros e Cristãos e a dança do mascarado divulgadas no Brasil é no exterior. Viva Poconé berço do Homem Pantaneiro, Guardião do Pantanal.             Francisco Ildefonso da Silva Campos