26 de fevereiro de 2025

Visita Técnica da EMPAER em Turismo Rural - Geraldo, Isaías e Ludmila


No dia 26 de fevereiro de 2025 os técnicos da EMPAER - Geraldo Lúcio, Isaías Oliveira e Ludmila Bordna realizaram Visitas de Técnicas de Turismo Rural em Santo Antônio do Leverger







































































 

23 de fevereiro de 2025

O período Paleolítico

 


O Paleolítico foi o primeiro período da Pré-História, no qual os hominídeos caçavam, pescavam e colhiam o que estava à sua disposição na natureza

Vivência em grupo para proteção e segurança. 

Os primeiros hominídeos eram nômades, ou seja, não tinham lugar fixo para morar.

Produção promitiva de bens e serviços !

 

Modo de produção primitivo

• Sociedades do paleolítico;

• Não há classes sociais;

• Caçadores e coletores;

• Nômades.

O que é sedentarismo ?

 Sedentarismo é um estilo de vida caracterizado por falta de atividade física regular

Pessoas sedentárias passam a maior parte do tempo sentadas e gastam pouca energia

O que é Neolítico ?

 Neolítico (do grego néos, novo, e lithos, pedra, "pedra nova") ou Período da Pedra Polida é o período histórico que vai aproximadamente do X milênio a.C., com o início da sedentarização e surgimento da agricultura, ao III milênio a.C., dando lugar à Idade dos Metais

Não se aplica à pré-história americana, subsaariana, nem oceânica.

Os melhores solos para Agricultura no Brasil

 



Os solos mais férteis para a agricultura são o humoso, o argiloso, o silte, o massapé e a terra roxa. 

Solo humoso 
  • Também chamado de solo orgânico ou humífero, é rico em matéria orgânica em decomposição, que serve como adubo para as plantas 
  • É muito utilizado na produção agrícola 
Solo argiloso 
  • Possui uma grande quantidade de nutrientes e absorve água, tornando-se mais arejado 
  • Isso permite que a planta absorva melhor os nutrientes 
Solo silte 
  • Tem uma textura mais suave e fina do que o solo arenoso, mas não chega a ser tão compacto quanto o solo argiloso 
  • Permite uma boa retenção de água e nutrientes, além de oferecer uma drenagem adequada 
Terra roxa 
  • É extremamente fértil, possui uma coloração avermelhada 
  • É encontrado, especialmente, na região Sul, oeste do Estado de São Paulo, Mato Grosso do Sul, sul de Minas Gerais e Goiás 
Massapé 
  • É um solo escuro, macio e muito fértil, encontrado principalmente no Nordeste do Brasil 
  • É adequado para o cultivo de cana-de-açúcar, frutas tropicais e outras culturas 
Para que um solo seja ideal para o plantio, ele deve ser fértil, bem drenado, ter um pH adequado, uma textura apropriada, profundidade suficiente e estar livre de contaminantes. 

22 de fevereiro de 2025

Acordo prevê inscrição de 300 mil assentados no Cadastro Nacional da Agricultura Familiar

 


Acordo entre Incra e MDA prevê inscrição de 300 mil assentados no Cadastro Nacional da Agricultura Familiar

O CAF permite acesso a políticas públicas de apoio e incentivo à produção agrícola familiar Foto: MDA

Um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) assinado pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) e o Incra prevê a ampliação da inscrição de beneficiários do Programa Nacional de Reforma Agrária (PNRA) no Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF), por meio do compartilhamento de dados entre as duas instituições. A projeção é a de inscrever 300 mil assentados.

O CAF permite acesso a políticas públicas de apoio e incentivo à produção agrícola familiar, a exemplo do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf); Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater); Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).

A parceria foi firmada nesta quarta-feira (19), durante a 6ª Reunião Ordinária do Conselho Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável (Condraf). Na mesma data, houve a celebração do Acordo de Cooperação Técnica (ACT) que levará sinal de telefonia móvel 4G e internet de alta velocidade a agricultores familiares, assentados da reforma agrária, quilombolas, povos e comunidades tradicionais.

O ACT envolve, além do MDA e do Incra, o Ministério das Comunicações (MCom) e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

A atuação conjunta tem como eixos ampliar as oportunidades de educação, bem como promover a inclusão digital e democratizar o acesso aos recursos tecnológicos para fomentar o desenvolvimento de atividades econômicas voltadas ao público alcançado. O projeto de expansão da conectividade será financiado com recursos do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust).

"Esse tema é fundamental na zona rural, porque se nós queremos ter progresso, juventude no campo e viabilizar os negócios dos agricultores familiares, nós temos que ter esse meio de comunicação moderno. Esse diálogo é fundamental para universalizar o acesso ao celular nas zonas rurais brasileiras, porque isso vai possibilitar que as pessoas continuem morando e fazendo as suas atividades no campo e tendo relação com o mundo quando se trabalha com essa tecnologia. Essa atenção é decisiva para o desenvolvimento do campo no Brasil", declarou o ministro Paulo Teixeira.

Segundo o acordo, caberá ao MDA e ao Incra mapear, em até 120 dias, as áreas de relevância à agricultura familiar, visando a articulação e o desenvolvimento de ações relacionadas à conectividade para a agricultura familiar, associadas aa ações de educação, culturais e artísticas, considerando a política de desenvolvimento territorial.

O MCom ficará responsável por apoiar as políticas públicas de inclusão digital, além de disponibilizar dados relevantes dos projetos financiados pelo Fust. Na avaliação do ministro da pasta, Juscelino Filho, é mais um passo importante na busca de melhoria da vida dos brasileiros e brasileiras que estão no campo. "A inclusão digital não é privilégio de poucos, é direito de todos. Com esse acordo vamos avançar com políticas públicas para atender aqueles que mais precisam e reafirmamos que estamos no caminho certo para garantir que nenhum brasileiro fique para trás", disse.

A Anatel irá auxiliar no desenvolvimento de ações de conectividade e acesso à rede de internet, associações representativas e cooperativas para atendimento à agricultura em escolas públicas rurais e prestar apoio ao intercâmbio técnico e à capacitação de profissionais da educação e da assistência técnica rural em conectividade e tecnologia.

"Ao executar esse Acordo de Cooperação, poderemos fazer com que a conectividade chegue não só para os grandes latifundiários, mas que toda a população possa ter acesso à tecnologia. A gente sabe que o jovem precisa ter esse acesso para ajudar no trabalho das famílias. É uma grande satisfação fazer isso hoje, contribuindo com agricultura familiar e a justiça no campo", disse o presidente da Anatel, Carlos Baigorri. A entidade terá até 60 dias para mapear as áreas de interesse como foco na expansão do serviço de internet em alta velocidade.

Na ocasião, o ministro Paulo Teixeira também assinou outro acordo, juntamente com o MCom e a Empresa de Correios e Telégrafos (ECT), para viabilizar o transporte de produtos produzidos por meio da agricultura familiar, incluindo alimentos, cosméticos e farmacêuticos. "Esses acordos são fundamentais, e a gente está dando essa virada, que é fazer a logística em prol da população e de quem precisa. Os Correios estão se colocando à disposição de vocês, apresentando um produto que atende a agricultura familiar", avaliou o presidente da ECT, Fabiano dos Santos.

Reunião Condraf

No evento de abertura da 6ª Reunião Ordinária do Condraf, o ministro do MDA e presidente do Conselho, Paulo Teixeira, apresentou um panorama referente ao crescimento na produção de alimentos em dois anos de governo. "Aumentou a produção de arroz, feijão, frutas e legumes e aumentou a produção de alimentos para a mesa do povo. A inflação de alimentos se resume a um núcleo de cinco alimentos, carnes, ovos, café, açúcar, laranja, óleo de soja, que se deve ao aumento do dólar. O fato é que agora, com as políticas de governo, essa inflação está arrefecendo", disse.

Ele também reforçou a importância em concentrar o crédito agrícola na produção de alimentos para a cesta básica. "Nós expandimos o Pronaf para a cesta básica, diminuímos os juros pela metade para quem produz alimentos e baixamos os juros para máquinas. Então, nesses dois anos, nós tivemos um aumento de 60% na mecanização da tomada de financiamento em relação ao que era antes", completa.

Teixeira enumerou, ainda, as medidas que vêm sendo executadas pelo governo federal para fortalecer a agricultura familiar, como a viabilização de novos créditos fundiários, o Desenrola Rural, programa de refinanciamento de dívidas lançado pelo presidente Lula na última semana, as políticas públicas voltadas à reforma agrária e o Programa de Aquisição de Alimentos.

Assessoria de Coimunicação Incra com Ascom/MDA
61 3411 7404
imprensa@incra.gov.br

Categoria
Agricultura e Pecuária

Aprosoja MT se manifesta em relação a suspensão dos financiamentos do Plano Safra 2024/2025

 


Fonte: Aprosoja MT
Publicado em 21/02/2025 10:52

A suspensão dos financiamentos do Plano Safra 2024/2025 pelo governo federal é uma medida que gera preocupação e insegurança para os produtores rurais e para toda a cadeia produtiva do agronegócio. A decisão compromete não apenas a estabilidade financeira dos agricultores, mas também a segurança alimentar e econômica do país. O crédito rural é a base para a produção agrícola no Brasil, garantindo que os produtores tenham acesso a recursos para custear suas lavouras, investir em tecnologia e manter a competitividade no mercado global. Sem esse apoio, muitos enfrentarão dificuldades para financiar suas operações, o que pode resultar na redução da área plantada, na queda da produtividade e no aumento dos custos operacionais.

O impacto não se limita apenas ao campo. A falta de crédito pode refletir diretamente no abastecimento interno, influenciando o preço dos alimentos e pressionando a inflação. Soja e milho são insumos essenciais para a cadeia produtiva de proteínas, e qualquer dificuldade na produção desses grãos afeta diretamente o preço da carne, do leite e dos ovos, prejudicando toda a população, especialmente as famílias de menor renda. Além disso, a medida coloca em risco a posição do Brasil no mercado internacional. O agronegócio brasileiro é um dos principais responsáveis pelo superávit comercial do país, e a insegurança gerada pela falta de previsibilidade nos financiamentos pode afastar investidores, reduzir a competitividade dos produtores e abrir espaço para concorrentes em mercados estratégicos.

Isso é ainda mais premente quando se considera que, apesar de falar em diminuição de preços dos alimentos, o governo tem adotado políticas que aumentam a inflação, criando um cenário contraditório que não fecha a conta.

O Brasil tem no agro um dos seus pilares econômicos e sociais. Os produtores rurais não podem ser penalizados por decisões que desconsideram a importância do setor para o país. A retomada dos financiamentos do Plano Safra é urgente para garantir que o Brasil continue sendo um dos maiores produtores de alimentos do mundo e para assegurar que a população tenha acesso a produtos de qualidade a preços justos. É necessário que o governo federal apresente uma solução imediata para evitar prejuízos irreversíveis ao setor produtivo e à economia nacional. A Aprosoja Mato Grosso segue atenta, mobilizada e comprometida com a defesa dos interesses dos produtores de soja e milho, exigindo medidas concretas para garantir a continuidade da produção e a estabilidade do agronegócio brasileiro