27 de junho de 2022

Fotógrafo rondonopolitano faz imagem fantástica do céu do Pantanal

Uma fotografia de encher os olhos e trazer paz ao coração foi feita pelo fotógrafo rondonopolitano Cesar Augusto, no dia 24.06.2022, na Estância Baía São João, no município de Santo Antônio de Leverger, cidade situada no Pantanal Mato-grossense.

É uma astrofotografia do céu pantaneiro mostrando a lua querendo sobressair das nuvens escuras, as estrelas que mais parecem uma chuva de prata noturna e a imensidão do universo, emoldurada por cambarás, palmeiras e outras árvores. Contrasta com as moradias iluminadas pelos humanos que também precisam ter o seu espaço na terra, formando assim, um dos mais belos cartões postais a que tivemos acesso.

Os olhos especiais do autor da imagem, com seus equipamentos de precisão, como lentes e telescópios para registrarem os astros, descobriram a fotografia para a posteridade, talvez não vista pelo olho nu, mas trazida a nossa realidade palpável ou virtual, entretanto o local onde ocorreu a captura merece a nossa maior distinção. Lugar de paz, de alimentar a alma e esquecer a velocidade que a cidade nos obriga a seguir, como um autômato. O posicionamento da câmera, a velocidade do obturador, a abertura do diafragma, o iso correto, e, o mais importante de tudo, a visão do profissional estando no local no dia certo, na hora certa e no ângulo propício, que só ele sabe dessa escolha pessoal.

Se você quer conhecer o Pantanal e ficar próximo do encantamento, procure a Estância Baía São João, em Barão de Melgaço, Pantanal de Mato Grosso, pelo contato: (66)-9-9969-9948. Tem toda a estrutura necessária para um bom retiro, como camping, pesca, quartos, quiosques para acampamento, conveniência, restaurante, passeios aquáticos e terrestres.

Cesar Augusto

Nasceu em Rondonópolis, Mato Grosso, morou no Pantanal quando criança na região de Barão de Melgaço – MT. Fotógrafo profissional e Bacharel em Direito. Tem trabalhos produzidos e publicitados nos principais veículos de comunicação no estado de Mato Grosso. Autor fotografias em várias plataformas no Brasil.

FONTE: https://gnmt.com.br/lazer/4578/fotografo-rondonopolitano-faz-imagem-fantastica-do-ceu-do-pantanal

Senado irá debater internacionalização do Aeroporto Marechal Rondon em VG

AUDIÊNCIA PÚBLICA

Aeroporto já apresenta classificação “internacional” em seu nome, mas ainda existem algumas pendências para que isso se torne realidade

Lucione Nazareth/VGN

VGN

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Aeroporto Marechal Rondon

O Senado realiza nesta terça-feira (28.06) audiência pública para debater a internacionalização do Aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande. A audiência será interativa e semipresencial, e ocorrerá na Comissão de Serviços de Infraestrutura, a partir das 09 horas (horário de Mato Grosso).  

O debate foi solicitado pelo senador Fabio Garcia (União). O parlamentar alega que embora o aeroporto já apresente a classificação “internacional” em seu nome, ainda existem algumas pendências para que isso se torne realidade.  

“Na prática [a internacionalização] não acontece porque ainda existem algumas pendências do aeroporto com a Receita Federal, a Polícia Federal e a Anac [Agência Nacional de Aviação Civil]. Então a audiência é exatamente para fazer essa força-tarefa, para tentar resolver isso o quanto antes, para que o aeroporto se torne efetivamente um aeroporto internacional”, declarou o senador

FONTE: https://www.vgnoticias.com.br/politica/senado-ira-debater-internacionalizacao-do-aeroporto-marechal-rondon-em-vg/90043

Cavalhada em Poconé 2022. A batalha continua após dois anos de pandemia

por

O evento em homenagem a São Benedito reuniu milhares de festeiros. Por conta da pandemia não foi realizada nos últimos dois anos.

O evento foi na arena do Clube Cidade Rosa.

A divertida manifestação popular, que conserva vestígios das lutas medievais, volta com força depois do período mais crítico da pandemia.

 

Originalmente, a Cavalhada simula a disputa entre povos cristãos e muçulmanos para a consolidação do cristianismo durante a Idade Média. 24 cavaleiros 12 de cada lado e entre eles um mantenedor, um embaixador e dez soldados.

A disputa começa com o rapto da rainha moura pelos cristãos. No final, bandeiras brancas são estendidas em pedido de paz. Veja vídeo

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26 de junho de 2022

Governo credencia instituições financeiras ao fundo de aval MT Garante; investimento é de R$ 100 milhões.


O ato de credenciamento será realizado na Sala Garcia Neto, no Palácio Paiaguás, às 15 horas, na segunda-feira (27.06)

Por: Redação.Fonte: Secom Mato Grosso

Ilustrativa - Foto por: Assessoria/Sedec-MT
Ilustrativa - Foto por: Assessoria/Sedec-MT

O Governo de Mato Grosso credencia, nesta segunda-feira (27.06), as cinco instituições financeiras interessadas em operacionalizar linhas de crédito, por meio do Fundo de Aval Garantidor de Mato Grosso, o MT Garante. O investimento do governo no fundo é de R$ 100 milhões, beneficiando diretamente microempreendedores individuais, micro e pequenas empresas, pequenos e médios produtores rurais, cooperativas e economia solidária.

O ato de credenciamento será realizado na Sala Garcia Neto, no Palácio Paiaguás, às 15 horas, com o governador Mauro Mendes, secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, César Miranda, e presidente da Desenvolve MT, Jair Marques, e as instituições financeiras Sicred, Sicoob, AL5, Unicred e Desenvolve MT.

MT Garante

O fundo de aval é vinculado à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec) garantindo crédito às operações de financiamento contratadas por meio da Desenvolve MT, cooperativas e demais instituições financeiras públicas e privadas. A expectativa é de que o afiançamento pelo governo possibilite R$ 1 bilhão em linhas de crédito, que vão beneficiar Microempresas Individuais (MEIs); Microempresas (ME); Empresas de Pequeno Porte (EPP); Pequenos e Médios Produtores.

Com a formalização do investimento, o Governo viabiliza e reduz uma das maiores dificuldades enfrentadas pelos pequenos empresários, microempreendedores e produtores rurais, que buscam suporte financeiro para manter o próprio negócio, como exigências de garantias, taxas de juros elevadas e prazos curtos de pagamento, dentre outros empecilhos burocráticos. 

Serviço
Governo credencia cinco instituições financeiras ao MT Garante
Data e hora: segunda-feira (27.06), às 15h
Local: Sala Garcia Neto, Palácio Paiaguás, Cuiabá


MERCADO NACIONAL- Aldeia indígena de MT produz café de alto padrão em parceria com Grupo 3 Corações

Aldeia indígena de MT produz café de alto padrão em parceria com Grupo 3 Corações
Os indígenas de Mato Grosso estão produzindo café de qualidade e chamando a atenção do mercado nacional. Um dos exemplos é a  aldeia Apoena Meirelles, da etnia Suruí, que vive em Rondolândia (a 1.064 km de Cuiabá), que utiliza técnicas sustentáveis em sua produção. A comunidade possui parceria com o Grupo 3 Corações, uma das maiores empresas de café do País.

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Roça mecanizada está dobrando a produção dos quilombolas de Mata Cavalo

A parceria funciona da seguinte forma, a aldeia fornece os grãos secos e limpos de café, enquanto a empresa industrializa, embala e comercializa os grãos já moídos, ao preço de R$ 45 a embalagem com 250 gramas de café. 

O valor, acima da média de mercado, se deve pela particularidade da forma como o café é cultivado: uso de adubo natural, sem irrigação e defensivos agrícolas, com colheita e armazenamento no tempo. Tais cuidados atraem os paladares mais exigentes, que focam em grãos que utilizam técnicas e critérios sustentáveis.

Atentos a esse cenário crescente de consumo aliado a sustentabilidade, indígenas da aldeia Massepô, localizada no território Umutina, em Barra do Bugres (164 km de Cuiabá), também focam no cultivo do café como forma de gerar renda através da venda de cafés finos, visando o mercado internacional.

Por meio de uma parceria entre o Governo de Mato Grosso e a Fundação Nacional do Índio (Funai), os indígenas do território Umutina contam hoje com um hectare de cafezal com mais de 3 mil pés de plantas de alto potencial produtivo.

“À medida que a nossa comunidade foi crescendo, fomos vendo que precisávamos incorporar algo dentro da nossa área, que nos gerasse renda. Foi nesse momento que decidimos, com a ajuda do Estado, usar parte das nossas terras para produzir e gerar rentabilidade”, explica o cacique da aldeia Massepô, Felisberto Cupudunepá.

Para efetivar a inserção dos indígenas na ação de incentivo ao cultivo do café, a Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf) repassou as mudas, e a Empresa Mato-Grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) promoveu o acompanhamento técnico na área. Para aprender as técnicas de plantio e cultivo, uma parte dos indígenas viajou para Rondônia, onde já é realizado um trabalho similar e exitosa.

“Passada essa parte teórica, implementamos dentro da aldeia uma Unidade de Referência Tecnológica, que chamamos de URT, e começamos a adotar a parte prática do cultivo do café. Desde então os trabalhos têm se desenvolvido da melhor forma possível, com previsão de ampliar a área em anos posteriores”, comenta o técnico extensionista da Empaer Rafael Rosseti.

Na aldeia Massepô é esperada a colheita entre 45 a 60 sacas de café no hectare plantado, cujo o valor da venda, segundo o cacique Felisberto Cupudunepá, será revertido em melhorias na aldeia onde vivem 11 famílias.

Além de Barra do Bugres, a Seaf desenvolve a mesma ação na cidade de Campo Novo dos Parecis. Na Aldeia Chapada Azul, a pasta promove a atividade junto aos indígenas da etnia Haliti Paresi, com o plantio de cinco hectares de café clonal.

A pasta promove ainda outras ações de desenvolvimento sustentável junto aos povos indígenas. Doou 200 caixas de abelhas aos índios Xavantes da terra indígena Grande Sangradouro, em Primavera do Leste, e à indígenas das cidades de Canarana e Porto Esperidião. Também realiza junto à aldeia Apoena Meirelles, da etnia Paiter-Suruí, em Rondolândia, ação de incentivo ao plantio de cacau, através da produção de mudas do fruto. Essas ações também contam com entidades parceiras, como a Empaer e prefeituras, através das secretarias de Agricultura.

MT Produtivo Café

A ação de Governo ‘MT Produtivo Café’ prevê a entrega de mudas de café clonal de variedades conilon e robusta para o plantio em aldeias indígenas e áreas administradas por agricultores familiares participantes do programa. A previsão é de que até o final de 2022 o Governo distribua as mudas de café clonal para 50 municípios das regiões Médio-Norte, Centro-Sul e Oeste que integram o MT Produtivo Café.
 
O programa pretende incrementar e renovar a área de café no Estado em cerca de 600 hectares até 2024 com o aproveitamento de áreas já abertas e cultivadas e utilizando mudas de clones de alta produtividade, o que resultará na inserção de aproximadamente 45 mil sacas na produção de café de Mato Grosso após a produção atingir sua estabilidade.

 

PARTICIPEM DA CÉLULA RESGATE VOZ. procure no zap (65) 99632 7064. fale com Geraldo Lucio.

25 de junho de 2022

Foto histórica no seminário de cultura que o TEAF fez no ano de 2006 em Alta Floresta - MT.


Participação especial

 Geraldo Donizeti Lucio representante a SEADTUR.

Célia Castro representando a Prefeitura Municipal de Alta Floresta.

E demais participantes... 



24 de junho de 2022

Ponto mais Alto de Mato Grosso - Serra de Monte Cristo em Porto Esperidião - MT

Serra Monte Cristo

O relevo é caracterizado por ser pouco acidentado, composto por planaltos e chapadas no centro, com altitudes entre 400 e 800 metros, planície com pântanos a oeste, depressões ao sul e planaltos residuais ao norte. 

ponto mais elevado do Mato Grosso é a serra Monte Cristo, que apresenta 1.118 metros de altitude.

Temos a honra de convidá-los para *assinatura do termo de credenciamento de instituições financeira junto ao MT Garante *- o Fundo Garantidor do Governo de Mato Grosso

Prezados Senhores,

Temos a honra de convidá-los para *assinatura do termo de credenciamento de sua instituição financeira junto ao MT Garante *- o Fundo Garantidor do Governo de Mato Grosso, a realizar-se no dia 27/06/2022, próxima segunda-feira, às 15h, na Sala de reunião Garcia Neto, Palácio Paiaguás.

23 de junho de 2022

Turismo rural, uma opção de renda

Fazenda Santa Maria do Monjolinho, no município de São Carlos, SP. Foto: André Furtado

Amélio Dall’Agnol, pesquisador da Embrapa Soja Para quem tem mais de 60 anos e conheceu o Brasil dos anos 50, certamente está impressionado com as profundas mudanças positivas no cenário agrícola do país, durante este último meio século. Nos anos 50 e 60, o maior contingente de brasileiros vivia no campo e considerava viver na cidade um sonho distante, dadas as poucas opções de trabalho disponibilizadas pelas regiões urbanas. A partir da década de 1970, no entanto, iniciou-se no Brasil um intenso processo de industrialização, gerando demanda por mão de obra não disponível nas cidades, para o que muitos agricultores.

23 de janeiro de 2018 às 16h27

Amélio Dall’Agnol, pesquisador da Embrapa Soja

Para quem tem mais de 60 anos e conheceu o Brasil dos anos 50, certamente está impressionado com as profundas mudanças positivas no cenário agrícola do país, durante este último meio século. Nos anos 50 e 60, o maior contingente de brasileiros vivia no campo e considerava viver na cidade um sonho distante, dadas as poucas opções de trabalho disponibilizadas pelas regiões urbanas.

A partir da década de 1970, no entanto, iniciou-se no Brasil um intenso processo de industrialização, gerando demanda por mão de obra não disponível nas cidades, para o que muitos agricultores foram atraídos para esses empregos. Por sua vez, esse fluxo de cidadãos vindos do campo para a cidade gerou demanda por moradias, promovendo mais empregos urbanos, na construção civil.

As cidades cresceram e com elas os problemas de segurança, fazendo com que muitos ex-agricultores sintam saudades da vida tranquila que levavam no campo, fazendo-os lastimar a impossibilidade de retornar, tendo em vista a venda da propriedade e os novos compromissos de trabalho assumidos na cidade onde agora moram. No entanto, o que ainda é possível eles fazerem para desfrutar a vida nostálgica do campo, seria desfrutar curtos períodos de tempo no interior, hospedando-se em propriedades rurais transformadas em pousadas ou hotéis fazenda; incluindo a que já foi sua.

Esses espaços, denominados de turismo rural, estão cada vez mais demandados por cidadãos urbanos em busca da paz e da tranquilidade encontrados no canto de um pássaro, no farfalhar das folhas de uma árvore, no arrulhar de um córrego ou no som do silêncio da mata. O cidadão global moderno, diferentemente dos antepassados, está cada vez mais investindo em lazer, transformando o turismo numa das maiores fontes globais de riqueza – cerca de 10% do PIB mundial, está vinculado ao turismo.

Até a década de 1970 eram raras as famílias que viajavam a lazer. Fazer turismo era privilégio para poucos. A grande maioria das famílias da classe média para pobre, tinha muitos filhos e dedicava a maior parte do seu tempo e dos recursos auferidos pelo trabalho, na criação dessa numerosa prole. Hoje não é mais assim. As famílias modernas privilegiam o conforto, optando por ter menos filhos e gastando mais dinheiro com turismo, incluindo o rural, que poderá ser a casa de um ex-agricultor transformada em hospedaria para servir de lazer aos urbanos, incluindo os ex produtores rurais urbanizados. Também, poderá ser a casa de um produtor rural que não deixou o campo e cede parte das suas instalações para receber turistas e incrementar sua renda, estimulando-o a permanecer no campo, lugar que não gostaria de ver-se forçado a deixar.

Mas, adequar uma propriedade rural para tornar-se uma aprazível pousada não é tarefa simples. Não é qualquer residência que se adequa para tal propósito e nem é qualquer espaço ambiental que serve. Precisa ter visual aprazível, oferecer serviços de qualidade incluindo culinária típica do campo, instalações confortáveis, visual relaxante e preços compatíveis com o pacote que entrega. Na Serra Gaúcha há bons exemplos de pousadas e hotéis fazenda que deram certo. É necessário analisar as causas que os levaram a ter sucesso e adaptar à realidade de cada propriedade.
O Brasil tem potencial para incrementar sua indústria turística, cada vez mais dinâmica, competitiva e exigente. Mas ainda somos pequenos na exploração desse lucrativo negócio, comparado ao dos países desde onde vieram nossos antepassados (Itália, Alemanha, Espanha e Portugal, entre outros).

FONTE: https://blogs.canalrural.com.br/embrapasoja/2018/01/23/turismo-rural-uma-opcao-de-renda/