27 de maio de 2021

Compra de terra: programa quer facilitar acesso de agricultor familiar a crédito

SÃO PAULO / 
TERRA BRASIL
Agricultores com renda de até R$ 23 mil por ano podem buscar financiamento para compra da terra, assistência técnica e infraestrutura; prazo de pagamento é de até 25 anos

Por Laila Muniz e Bruno Amorim, de Brasília

O programa Direto ao Ponto deste domingo, 1º, detalhou as mudanças no Programa Nacional de Crédito Fundiário (Terra Brasil). A política pública prevê financiamento mais barato para pequenos agricultores comprarem sua terra, investirem na infraestrutura e assistência técnica. O secretário de Agricultura Familiar e Cooperativismo do Ministério da Agricultura, Fernando Schwanke, afirma que algumas dessas alterações nas diretrizes do programa buscaram reduzir os passos para o acesso ao crédito.

Governo divulga regulamento para financiamento de terras para agricultores familiares

Ele explicou que o recurso levava até dois anos para ser liberado, já que o interessado precisava cumprir 12 etapas. Agora, com o novo regulamento, esse trâmite caiu pela metade. “Agora, com seis etapas, estamos conseguindo fazer com que esse processo todo seja concluído em, no máximo, seis meses. A nossa ideia é diminuirmos ainda mais esse tempo e colocarmos efetivamente o crédito fundiário na ponta”, informou.

Segundo Schwanke, a digitalização do programa também vai tornar a liberação do recurso mais ágil. Porém, para ter acesso ao financiamento, o agricultor precisa buscar umas das Empresas de Extensão Rural (Emater) credenciadas dentro do programa. A informação está disponível no portal do Ministério da Agricultura.

“Você tem que passar por uma entidade ou por um técnico que vai fazer esse projeto, vai iniciar essa estruturação da propriedade rural, para torná-lo mais ágil e fazer tudo de forma online”. O secretário ainda esclareceu que o governo está abrindo o credenciamento de novas empresas, inclusive privadas, no intuito de ampliar a capilaridade e facilitar o acesso aos interessados em buscar o crédito fundiário.

Os recursos para o programa são provenientes do Fundo de Terras do governo federal, que conta com cerca de R$ 1 bilhão. O limite do financiamento é de R$ 160 mil por família. “Isso pode parecer pouco para algumas regiões do Brasil, mas para outras regiões faz com que você possa comprar 10-15 hectares de terra”, ponderou.

Dentro desse valor de R$ 160 mil, o agricultor pode utilizar até R$ 8,5 mil em assistência técnica. Porém, disse, o uso de recurso não é obrigatório. O agricultor pode buscar assistência técnica na prefeitura, se tiver esse serviço disponível. “Nós queremos, inclusive, que as prefeituras se credenciem e façam os projetos. Isso é uma outra inovação que vamos colocar dentro do processo”, ressaltou.

Condições

O Terra Brasil é voltado a produtores com renda abaixo de R$ 23 mil por ano. Para esse público, o programa prevê prazo de pagamento de até 25 anos e 36 meses de carência. O limite de financiamento é de R$ 160 mil por tomador, sendo que esse recurso, além da compra da terra, por de ser usado para assistência técnica e infraestrutura da propriedade.

O acesso ao programa deve ser realizado por meio das empresas de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater), tanto públicas como privadas, que comprovem a certificação junto ao programa do governo federal. Essas empresas vão elaborar o projeto prevendo a infraestrutura necessária e auxiliar no tipo de atividade a ser desempenhada, conforme a vocação agrícola da região.

“Mais de 140 mil créditos fundiários foram concedidos. Isso representa R$ 1,2 bilhão em crédito concedido. A nossa meta aqui é fazer com que a gente possa, no mínimo, dobrar, triplicar com essas ferramentas digitais”, avaliou o secretário do Mapa.

Ele ainda adiantou que o governo está construindo um outro programa de crédito fundiário para pessoas com renda acima de R$ 23 mil ao ano. O programa terá o nome de Crédito Fundiário Empreendedor. Para esse público, o prazo de pagamento será de 15 anos.

Schwanke informou que, para entrar em vigência, esse novo programa depende de alguns ajustes com os bancos. O secretário acrescentou que a iniciativa deve atender grande parte dos cerca de 60 mil pequenos produtores que arrendam terras e têm interesse em adquirir sua terra.


Jesus está nos dizendo: Eu posso te levar a viver o novo! Se der a oportunidade!





 Todos nós somos especiais para Deus, mas não conseguimos perceber isso,  porque ficamos cutucando as feridas que a vida nos fez!

Ficamos relembrando o que passou de ruim e esquecemos que somos um ser único, nossas digitais são únicas, precisamos viver a nossa história. 

Nós não podemos mudar as outras pessoas, então sejamos feliz, dentro do plano perfeito de Deus, vamos nos encher de coragem, e usar a nossa fé.

 Dificuldades vão vir, mas não significa que porque não deu certo ontem, hoje será do mesmo jeito. 

Nós podemos e vamos vencer!

 Se cairmos, levantemos de novo, o chão não é o nosso lugar! 

Se for para se prostrar que seja aos pés do Todo Poderoso, 

Ele é o único que ajudará a reescrever a nossa história. 

*Que tenhamos um dia  inteirinho com Jesus  feliz, alegre e abençoada conforme a proteção,a  excelência,a  vontade e o agir de Deus Pai nas nossas vidas e das nossas famílias!*

Cultivo orgânico de gergelim e algodão colorido auxilia agricultores a exportarem produção

As lavouras ocupam uma área de 40 hectares e a produção de gergelim foi exportada para o Japão.

Rosana Persona | Empaer

A produção de gergelim vai atender a demanda de semente certificada para o mercado nacional. - Foto por: Empaer
A produção de gergelim vai atender a demanda de semente certificada para o mercado nacional.
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Os cultivos de gergelim e algodão colorido no sistema agroecológico vêm sendo executado por 16 famílias de agricultores familiares no município de Canarana (823 km a Leste de Cuiabá). As lavouras ocupam uma área de 40 hectares e a produção de gergelim foi exportada para o Japão. A previsão para a comercialização do algodão é no mercado interno e exportar para a França. O técnico agropecuário da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), Gildomar Avrella, fala que o objetivo é promover uma agricultura sustentável com soluções econômicas juntamente com a parceria de diferentes instituições públicas e privadas.

As lavouras foram implantadas nos Assentamentos Guatapará (Canarana) e Nova Aliança em Gaúcha do Norte. Os agricultores foram capacitados e receberam treinamento para o cultivo sustentável com a oportunidade de desenvolver um trabalho com o algodão e gergelim agroecológico, abrindo mercados com fibras e grãos sustentáveis. “Esse projeto vem sendo executado desde 2019 pelos técnicos da Empaer, com a finalidade de incentivar a comercialização de produtos da agricultura familiar através de parcerias com empresas privadas”, esclarece.

Técnico da Empaer, Gildomar prevê uma produção de até 15 toneladas de algodão em pluma. | Foto: Empaer.

Conforme Gildomar, para atender o mercado europeu a produção de algodão será produzida de forma orgânica e com certificação para embarque internacional. O contato e as negociações estão sendo feitas com uma empresa francesa para aquisição do algodão tanto colorido quanto o branco. O gergelim já foi comercializado para o Japão, numa quantidade que gira em torno de 40 toneladas. Antes de embarcar a matéria prima, o exportador faz análise dos grãos. “A produção de gergelim vai atender a demanda de semente certificada para o mercado nacional”, esclarece.

Numa área de 5 hectares, a previsão é de produzir entre 12 toneladas a 15 toneladas de algodão em pluma. Gildomar prevê uma rentabilidade com a venda do produto orgânico em torno de R$ 16 mil por hectare. Ele explica que a intenção é criar núcleos orgânicos dedicados a produção sustentável, que ajudarão os agricultores a coordenarem seus esforços e acessarem benefícios como treinamentos, assistência técnica, que proporcionam uma transformação econômica, gerando renda e melhorando a condição de vida das famílias do meio rural. 

Agricultura sustentável com soluções econômicas e parcerias de instituições públicas e privadas. | Foto: Empaer

Os agricultores precisam produzir um volume mínimo para exportação em torno de 15 toneladas de algodão por safra. A lavoura do gergelim ocupa uma área de 35 hectares. A intenção dos agricultores é chegar a uma produção de  100 toneladas do grão por ano. O técnico da Empaer explica que a produtividade média está em torno de 3 mil quilos de gergelim por família. Cada agricultor plantou entre um e dois hectares. O ciclo da cultura é de 120 dias, e a colheita é feita manualmente.

Desde a criação destes dois projetos no sistema orgânico, Gildomar explica que a Empaer vem trabalhando em parceria com diferentes instituições, públicas e privadas, para viabilizar soluções econômicas, desenvolvimento e inovação para a competitividade e sustentabilidade da agricultura familiar do município. Ele enfatiza que o desafio da agricultura familiar é a transição para sistemas com uma base de mercado cada vez maior, que leve em consideração a demanda atual e futura por alimentos e matérias-primas.

“A previsão para 2022 é a inclusão de novos agricultores com o compromisso de melhorar as condições de vida dessas famílias. Com a participação do setor privado, acredito no aumento da produtividade, da receita e, como consequência, o desenvolvimento rural”, declara Avrella.


26 de maio de 2021

PECUÁRIA NOVA TÉCNICA Embrapa usa fungo em pastagem para controlar carrapato







FEMEA  do carrapato na fase de oviposição Foto: Embrapa/Divulgação

Uma abordagem inédita obteve sucesso no controle do carrapato-do-boi (Rhipicephalus microplus), importante parasita de bovinos de corte e de leite. Em vez de somente aplicar produtos sobre os animais, cientistas testaram formulações granulares secas com o fungo Metarhizium robertsii que também podem ser aplicadas sobre as pastagens. A abordagem inovadora foi feita por pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) , da Universidade Federal de Goiás (UFG), da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) e da empresa norte-americana Jaronski Mycological Consulting.

Os experimentos foram bem-sucedidos no controle do aracnídeo, uma vez que 95% da população de carrapatos em um sistema de produção encontra-se no pasto e não nos animais. As fêmeas botam seus ovos no solo, dos quais eclodem as larvas que evoluem à idade adulta, quando finalmente saltam a fim parasitar os animais. É a primeira vez que essa estratégia é utilizada.

Conforme destaca Éverton Kort Kamp Fernandes, pesquisador da UFG, o controle biológico por fungos enteropatogênicos é muito explorado na agricultura para o controle de artrópodes-praga e a estratégia do estudo foi aproveitar a ampla literatura e aplicar a técnica no controle do carrapato. Ele lembra que o agente de biocontrole não é uma toxina ou proteína capaz de causar a morte imediata do carrapato, mas um fungo, utilizado vivo para causar uma infecção letal no inseto.

Foto: Embrapa/Divulgação

“Isso cria um desafio para a aplicação, uma vez que o manejo de controle deve ser planejado de duas formas distintas e complementares: a aplicação do fungo diretamente no animal infestado ou na pastagem, ou em ambos, para o efetivo controle de todo o ciclo de vida do carrapato”, explica.

As aplicações reduziram significativamente o número de larvas de carrapatos sobre a pastagem durante estação mais úmida, atingindo pelo menos 64,8% de eficácia relativa, porcentagem expressiva e promissora levando em consideração o emprego de um inimigo natural. “A utilização dessas formulações, combinada a outras estratégias de controle, ajudará o produtor a obter animais menos infestados e a diminuir a pressão de resistência do carrapato aos acaricidas químicos, viabilizando a produção de leite e carne de qualidade com animais mais saudáveis e livres de infestações descontroladas”, comenta Alan Marciano, da UFRRJ.

De acordo com os experimentos, a aplicação direcionada à pastagem atinge mais efetivamente a população de carrapatos do que as realizadas em bovinos infestados, além de prevenir ou minimizar os níveis iniciais de infestação no gado.

O estudo também detectou persistência do fungo no solo e a colonização fúngica das raízes das gramíneas cultivadas nas pastagens. Isso garante resultados prolongados com redução da necessidade de novas aplicações. Os pesquisadores preveem que o fungo possa ser incorporado na manutenção e formação de pastagens, algo que dependerá de futuros estudos.

Desenvolvimento de forrageira

As formulações granulares de agentes microbianos estão ganhando atenção especial como tecnologia de baixo custo para uso como biopesticidas ou bioinoculantes na agricultura. Visando atingir as pragas de artrópodes que vivem no solo, pequenos grânulos levam propágulos de fungos a locais ocupados pelas pragas-alvo.

Por se tratar de uma nova formulação, nunca testada em condições naturais, foi necessário que os cientistas investigassem a persistência do fungo no solo e a colonização das raízes da forrageira Urochloa decumbens. Sabe-se que esse fungo, além de controlar pragas, pode também ser um forte aliado no desenvolvimento da planta, e essa variedade é bastante utilizada para alimentar o “gado a pasto” no Brasil.

O experimento ao ar livre revelou que, apesar do controle do carrapato e do envolvimento com a planta forrageira, houve um declínio significativo na persistência do fungo no solo ao longo do tempo. Esse fenômeno é esperado e influenciado por fatores intrínsecos ao microrganismo, edáficos, bióticos, culturais e climáticos.

“Variáveis climáticas desafiadoras ao microrganismo foram registradas durante o experimento, e observamos que as duas estações em que ocorreram as aplicações divergiram em termos de persistência e eficácia do fungo contra o carrapato. Essa informação é valiosa para futuros protocolos de aplicação”, relata Alan Marciano.

O cientista explica que altas temperaturas combinadas com alta incidência de chuva marcaram o período após a primeira aplicação, na qual foi registrada a melhor eficácia de controle do carrapato. Isso evidenciou que o período chuvoso foi benéfico ao fungo, pois propiciou uma umidade do solo adequada ao seu desenvolvimento, mesmo sob alta radiação solar.

Contudo, durante a segunda aplicação, com temperaturas mais amenas e com menores precipitações, a eficácia relativa do controle de carrapatos foi menor, apesar de a persistência fúngica ter sido menos afetada durante os sete dias iniciais após a aplicação.

Os pesquisadores explicam que a falta de chuva e o solo mais seco impediram a germinação de propágulos, esporulação e, consequentemente, afetaram o desempenho do fungo em se disseminar e causar a morte dos estágios não parasitários do carrapato (fêmeas em período de postura, ovos e larvas recém-eclodidas).

A equipe de pesquisa já trabalha em melhorias da formulação para mitigar os efeitos deletérios identificados no estudo. Os pesquisadores acreditam que o trabalho é capaz de gerar um futuro produto no mercado, útil tanto para a pecuária quanto para a agricultura. O analista da Embrapa Gabriel Mascarin enfatiza a necessidade de novos estudos visando a persistência prolongada do fungo após a aplicação, em uma gama de condições além da situação brasileira, para otimizar as concentrações de grânulos aplicadas ao solo com o objetivo de incrementar as atuais taxas de eficácia no controle de carrapatos.

 

 


25 de maio de 2021

CONAQ Terra & Território está convidando você para uma reunião Zoom agendada.


Tópico: CONAQ 25 anos: Protagonismo e resistência das mulheres quilombolas 
Hora: 30 mai. 2021 13:30 São Paulo

Entrar na reunião Zoom
https://us02web.zoom.us/j/83261613140?pwd=VlZQS0dwTy9Bc3kvekYzT1NlVkJFUT09

ID da reunião: 832 6161 3140
Senha de acesso: conaq25

Klabin e Embrapa desenvolvem pesquisa que une produção de celulose e carne de baixo carbono.

Tony Oliveira/CNA

Oliveira/CNA

Parceria pesquisa criação de um sistema de silvicultura que possa permitir o uso integral da floresta plantada para a produção de celulose e papel ao mesmo tempo em que o produtor cria gado de corte

A Klabin e a Embrapa firmaram uma parceria inédita para a criação e a validação de diretrizes de um sistema silvipastoril (integração pecuária-floresta – ILPF) que permite o uso integral da floresta plantada para a produção de celulose e papel ao mesmo tempo em que o produtor cria gado de corte. Os sistemas silvipastoris podem ser usados para mitigar ou neutralizar os gases de efeito estufa emitidos pelo gado. Com a pesquisa que está sendo realizada, espera-se criar diretrizes para que os produtores rurais possam, além de acessar o mercado sustentável da carne baixo carbono, vender os plantios florestais em sua totalidade para a indústria de celulose e papel e ter uma fonte adicional de renda.

O protocolo de carne baixo carbono atualmente se refere a integração lavoura e pecuária. Outro protocolo, o de carne carbono neutro, se refere a sistemas com árvores voltadas ao mercado de toras/serrarias. Já este projeto vai estabelecer as diretrizes para a validação desse sistema voltado para a produção de celulose, visando a mitigação da emissão dos gases de efeito estufa dos bovinos por meio do sequestro de gás carbônico (CO2) pelas árvores, incluindo as raízes, outro diferencial desse estudo.

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“Este potencial de armazenamento e por quanto tempo o carbono fica armazenado ainda não são conhecidos no caso de sistemas silvipastoris com árvores voltadas à produção de celulose e papel, que têm modelagens diferentes dos plantios voltados à produção de madeira para serraria, por exemplo, que é atualmente o produto utilizado no protocolo ‘Carne Carbono Neutro’”, explica o pesquisador Vanderley Porfírio-da-Silva, que coordena o projeto pela Embrapa Florestas.

A iniciativa está ligada ao programa de parcerias “Plante com a Klabin”, e terá duração de sete anos. Neste período, serão realizados os estudos e a coleta de dados nas propriedades que já estão participando, que se tornarão unidades experimentais com o sistema silvipastoril. “Esta iniciativa é pioneira no setor e é mais um exemplo do trabalho de fortalecimento da Klabin para o desenvolvimento sustentável das regiões, apoiados por um parceiro que é referência em inovação no agronegócio, a Embrapa. Acreditamos que nos primeiros dois anos já teremos dados importantes para o projeto, que surge como mais uma alternativa de renda para os proprietários rurais e avanço das práticas sustentáveis”, explica José Totti, diretor Florestal da Klabin.

Pela Embrapa, o projeto faz parte de iniciativas da empresa em busca de alternativas de produção que promovam a “descarbonização” da agropecuária brasileira, por meio de sistemas de produção mais sustentáveis e que também agreguem renda ao produtor, a exemplo de projetos já em andamento na mesma linha, como o “Carne Carbono Neutro”, “Soja Baixo Carbono”, “Leite de Baixo Carbono” e, agora, o início do desenvolvimento deste projeto aliando a produção de celulose à de “carne baixo carbono”.

Além disso, pelo Plante com a Klabin, há a garantia de compra da floresta plantada com um preço mínimo, que dá ao produtor maior visibilidade e segurança com relação aos resultados futuros. “O objetivo desse programa é manter uma relação de longo prazo e estável com nossos parceiros florestais, democratizar as riquezas geradas pelo plantio de florestas, proporcionando alternativas de renda e incentivando a adoção de práticas que atendam aos atributos ambientais, sociais e financeiros”, esclarece Carlos Bernardi, gerente Comercial Florestal da Klabin.

Os resultados do estudo poderão, no futuro, promover condições para a certificação da “carne baixo carbono”, o que permitirá que os proprietários rurais acessem o mercado sustentável do produto, pois atesta que os animais que deram origem ao produto tiveram as suas emissões de metano compensadas durante a produção pelo crescimento das árvores integradas no sistema e que o bem-estar animal foi promovido com a presença de sombra para eles e sem agredir o meio ambiente. (Com Embrapa)

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MT: produtores pantaneiros reforçam ações preventivas de combate ao fogo no bioma


Pecuaristas da região temem risco de uma nova seca severa este ano, enquanto Governo do Estado antecipa início do período proibitivo do uso do fogo na área rural

O governo de Mato Grosso antecipou para o dia primeiro de julho o período proibitivo de queimadas na zona rural. A medida veio em conjunto com decreto de emergência ambiental publicado pelo Estado, que se estenderá até o mês de novembro. As ações são preventivas contra o alto risco de incêndios florestais diante dos baixos índices pluviométricos no estado. A atenção é ainda maior no Pantanal, onde os produtores temem enfrentar nova seca severa este ano, como mostra o repórter Pedro Silvestre. Confirma.

O BLOG

Cada oração feita, cada choro aos pés do Senhor, Ele recebeu em seu altar as suas orações e no seu tempo te dará vitória!

Precisamos entender que nesta vida que vivemos não existe outra solução para resolver nossos problemas, se não for pelas mãos de Deus!

Vamos nos preparar porque o novo vai chegar e vai ser especial. 

Não deixemos nada nos distrair, precisamos acreditar que Deus está cuidando de tudo em nossas vidas para que a nossa história não acabe aqui.

Levante a cabeça, faça a sua parte, porque o impossível Deus vai fazer por cada um de nós!

Sinta a alegria desta nova manhã e agradeça por tudo de bom que existe em sua vida. 

Que Deus nos dê a força e a leveza para enfrentarmos mais uma jornada abençoada. 

Que o seu dia seja maravilhoso com muitas bençãos divina. 

*Que tenhamos uma terça-feira inteirinha com Jesus  Cristo, alegre, feliz e  abençoada  conforme a vontade e o agir de Deus Pai nas nossas vidas e dos nossos familiares!*

24 de maio de 2021

Milho, ouro do mercado agrícola

Milho

Mato Grosso, estado que lidera a produção nacional de milho, deve iniciar a colheita nos próximos trinta dias. A maior seca dos últimos tempos tem sido a preocupação de grande parte dos produtores de grãos do país.

O atrasou no plantio da soja, em setembro do ano passado, fez com que a semeadura da safra verão fosse feita em algumas regiões fora da janela de plantio ideal o que afetou o desenvolvimento das lavouras, que foram castigadas também pela estiagem que se prolongou e a praga da cigarrinha, especialmente no estado de Santa Catarina. “A despeito da seca e a praga (cigarrinha-do-milho), este é um bom momento para os produtores diante do preço da saca, no mercado internacional, com a alta do dólar. Todavia não podemos esquecer que também há uma alta acentuada dos custos de produção”, destacou o produtor de milho em Mato Grosso do Sul Cesario Ramalho, que é presidente institucional da Abramilho – Associação Brasileira dos Produtores de Milho. A cigarrinha-do-milho, é um inseto que se alimenta da seiva das plantas e transmite a doença do enfezamento do milho, que afeta na produção dos grãos.

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Para o empresário Laercio Pedro Lenz, produtor de milho em Sorriso, município do médio norte de Mato Grosso, faltou chuva em uma fase crítica que interfere no potencial produtivo da cultura, no período de floração e enchimento dos grãos. “Em uma de minhas propriedades não choveu no mês de abril, e nessa área específica, tem um talhão que não vou conseguir colher o milho, o pendão está seco, não chegou a dá espiga. Já em outra fazenda, a situação é um pouco melhor, ou seja, além de localizada, a chuva cortou muito cedo esse ano”, pontou Lenz.

Cesario Ramalho - presidente institucional da Abramilho
Cesario Ramalho – presidente da Abramilho

Mesmo com um cenário não satisfatório, a produção nacional de grãos deve alcançar 271,7 milhões de toneladas na safra 2020/2021, essa é a estimativa da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) responsável por gerir políticas agrícolas e garantir o abastecimento de alimentos à população do Brasil. “A safra brasileira de milho vem historicamente avançando, o que acentua o gigantesco potencial alimentício e energético do grão”, ressaltou o presidente institucional da Abramilho. Apesar de uma perda de 2,1 milhões de toneladas em relação à projeção de abril, mas, ainda assim, uma quantidade recorde e maior do que a temporada passada (+14,7 milhões de toneladas).

Apesar da queda na produção, não faltam motivos para o produtor brasileiro comemorar o Dia Nacional do Milho, celebrado nesta segunda-feira, 24 de maio. A data homenageia uma das culturas mais importantes do país, e um dos alimentos mais consumidos no mundo.

Hoje o milho é considerado o ouro do mercado agrícola. Os grãos são matéria-prima básica para indústria alimentícia e principal insumo para agroindústria de carnes. Também, passou a ser altamente demandando para fabricação de etanol, e vem abrindo uma nova fronteira de negócios para outros setores produtivos, por exemplo, cervejaria, indústria têxtil, cosmético e outros. “O milho brasileiro vem ganhando espaço na comunidade internacional nos últimos anos graças à ampla oferta que produzimos, bem como pela excelente qualidade do nosso grão”, pontou o produtor Cesario Ramalho.

Antônio Galvan - Aprosoja Brasil
Antônio Galvan – Pres. Aprosoja Brasil

O produtor rural Antônio Galvan, atual presidente da Aprosoja Brasil afirma que a demanda pelo milho tem crescido mundialmente. Ele afirma que o milho hoje é a principal cultura e mais necessária no planeta. Estatística aponta mais de 1bilhão e 100 milhões de toneladas de milhão são produzidos no mundo.

Galvan destaca as dificuldades do produtor mato-grossense de escoar os produtos do estado brasileiro que lidera a produção de soja, milho, algodão e pecuária. “Mato Grosso é gigante, temos um clima muito bom para agricultura, o grande gargalho é a tirar a produção daqui”, disse Galvan.

Laércio Pedro Lens- produtor de soja e milho em Sorriso/MT
Laércio Pedro Lens- produtor de soja e milho em Sorriso/MT

Diante da demanda interna e externa, e com a valorização da saca de milho (alta do dólar) exportada pelo Brasil, surgiu o dilema por parte de alguns produtores em relação aos contratos travados em 2020, com vencimento para este ano, principalmente com as tradings. “Eu tenho 60% da produção estimada (já prevendo prejuízo de 40% na safra deste ano), vendida a trinta e três reais. Hoje, essa mesma saca é comercializada por oitenta reais. Porém, vou cumprir os contratos, pois é uma opção do produtor em vender e não acho correto o desvio de grãos, pois quem comprou fez compromisso de entrega para frente. Não tem como não entregar o produto por causa de preço”, destacou Laercio Lens, que plantou neste ano 2.200 hectares de milho. Ele cultiva grãos (milho e soja) desde 1996, no município de Sorriso.

Essa decisão de Lens é referendada pela Associação Brasileira dos Produtores de Milho“Respeito aos contratos é fundamental”, afirmou Cesario Ramalho. O presidente institucional da Abramilho ressaltou ainda que é de fundamental importância impulsionar a produção nacional tanto do ponto de vista para assegurar o abastecimento doméstico quanto para gerar excedentes exportáveis. Ele garantiu que produtor de milho vem ano a ano incorporando novas tecnologias em insumos – sementes, defensivos, fertilizantes, maquinário, mão de obra qualificada e mais recentemente adicionando as ferramentas digitais em busca de ganhos contínuos de produtividade.

Por Márcio Moreira – AGRONEWS

AGRONEWS – Informação para quem produz

Valdizar Andrade falando de Autonomia.


Essa semana vamos falar de AUTONOMIA. 

Você já parou para pensar que sem autonomia não tomamos decisões? 

A autonomia está diretamente ligada ao autoconhecimento. Se você sabe o que quer, se você se preparou para o que quer, você tem autonomia de tomar as decisões necessárias. 
Pense nisso!

Leia o texto completo em meu blog
https://valdizarandrade.com.br/autonomia/

Boa semana para todos.

Valdizar Andrade
Coach – Hipnoterapeuta – Escritor - Especialista em Comportamento Humano

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