19 de maio de 2021

Agricultura brasileira é modelo de desenvolvimento para outros países da faixa tropical do globo

Por

O modelo de agricultura tropical, baseado em ciência, tecnologia e inovação implementado no Brasil, que tornou o País um dos principais atores mundiais do setor, é o caminho para fortalecer os países em desenvolvimento do cinturão tropical, afirmaram especialistas reunidos hoje (22/3) na abertura do AgriTrop 2021 – Semana Internacional da Agricultura Tropical, organizada pela Embrapa e pelo Instituto Internacional de Cooperação para a Agricultura (IICA). O evento conta com mais de 1.000 inscritos que até sexta-feira (26/03) vão acompanhar as contribuições de especialistas de vários países sobre tecnologias de base sustentáveis voltadas ao desenvolvimento da agricultura tropical e segurança alimentar.

As mudanças climáticas e o mundo pós-pandemia foram mencionados como desafios que levam à necessidade de estreitar cooperação entre as nações em prol da redução de desigualdades sociais. “A agricultura tropical é um dos caminhos para reduzir a fome e garantir a paz e a segurança alimentar nos países das Américas, África e Ásia”, disse o ex-ministro da Agricultura Alysson Paolinelli, indicado para receber o Prêmio Nobel da Paz em 2021 e o homenageado do AgriTrop2021.

Segundo Paolinelli, o Brasil é o exemplo concreto de que a ciência é capaz de transformar realidades. Importador de alimentos na década de 1970, o País é hoje uma potência agrícola mundial, responsável pela alimentação de 800 milhões de pessoas em mais de 160 países. O Cerrado brasileiro, considerado improdutivo, é um dos destaques em produtividade na agricultura e responde por 60% da produção de grãos nacional. Para ele, é fundamental que haja mobilização mundial entre as nações para levar conhecimento, tecnologia e inovação aos países mais pobres da franja tropical. “Onde há fome e desigualdade, não há paz. A agricultura é a base da segurança alimentar e da paz mundial”, destacou o ex-ministro, lembrando que os problemas enfrentados em alguns países impactam os conflitos mundiais. “Por isso, reforço que os esforços em prol do desenvolvimento agrícola das Américas, Ásia e África é um problema de todos e deve envolver ações em conjunto e busca de recursos em agências de fomento mundiais. Eu tenho um sonho, mas não sou o único, vamos sonhar juntos?”, questionou Paolinelli.

A realização da Semana Internacional de Agricultura Tropical é o primeiro passo nesse sentido, como explicou o presidente da Embrapa, Celso Moretti. “Nesse evento, vamos contar com mais de 20 especialistas de vários países para compartilhar expertises na área de agricultura tropical”, lembrou.

O diretor-geral do Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), Manuel Otero, sugeriu institucionalizar a Semana Internacional de Agricultura Tropical, como forma de não apenas aumentar ganhos científicos e tecnológicos do Brasil, conseguidos por meio dessa modalidade, como também estender a outros países e ofereceu o IICA para se envolver neste objetivo. “Com seu potencial, a Semana Internacional de Agricultura Tropical pode e deve se transformar em um grande movimento irradiador da saga fenomenal que o Brasil experimentou nos últimos 50 anos principalmente para nossa região e especialmente para os países da franja tropical da América”, propôs.

“Temos uma oportunidade de ouro para levar os conhecimentos e inovações do Brasil a países da América que necessitem de insumos para garantir a segurança alimentar de suas populações, aumentar a produtividade, deter a migração para as cidades e iniciar um ciclo virtuoso que melhore a renda dos produtores e posicione os territórios rurais como zonas de progresso e oportunidade”, completou Otero.

O diretor do IICA chamou a atenção também para o fato de que o evento reunirá subsídios para a Cúpula dos Sistemas Alimentares das Nações Unidas, marcada para setembro e que, semanas antes, a Junta Interamericana do IICA, que reúne ministros de agricultura da região, terá uma grande oportunidade par elaborar uma agenda convergente com este objetivo.

O coordenador de Agronegócios da Fundação Getúlio Vargas e ex-ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Roberto Rodrigues, endossou a iniciativa da Embrapa e do IICA para reforçar a possibilidade concreta de a agricultura alimentar o mundo. “Há um esforço a ser disseminado a países da América Latina, África e Ásia da faixa tropical”, comentou.

Agricultura movida a ciência

Segundo o presidente da Embrapa, a evolução impressionante da agricultura brasileira ao longo das últimas cinco décadas levou a um crescimento sem precedentes no mundo. Ele citou três exemplos significativos que comprovam esse cenário. A cafeicultura cresceu quatro vezes nos últimos 25 anos; a produção de leite saltou de 5 bilhões para 35 bilhões de litros, ou seja um aumento de sete vezes; e a de frango foi ampliada em 65 vezes.

Rodrigues acrescentou que, dos anos 1990 até hoje, a área plantada com grãos no Basil cresceu 80% e a produção de grãos, 370%, mais de cinco vezes a área plantada. “A tecnologia gerou ganhos de produtividade por hectare. Hoje temos 68 milhões de hectares com grãos, fazemos duas e até três safras por ano. Se tivéssemos hoje a mesma produtividade de 30 anos, seriam necessários 110 milhões de hectares para produzir a safra que colhemos em 2020/2021, portanto, a agricultura tropical brasileira é sustentável por definição”, disse.

Otero, que foi representante do IICA no Brasil por duas vezes, contou que foi testemunha ocular da transformação agrícola do País e que hoje, outros países sonham em ter um sistema e uma estrutura dedicada à pesquisa agropecuária como a da Embrapa. “Nos anos 1980, vi um Brasil vulnerável, com oferta reduzida de produtos de exportação, mas 25, 30 anos depois, quando voltei, encontrei outro país”, pontuou.

Moretti reforçou que por trás desses números, está a ciência. As instituições de pesquisa e ensino públicas e privadas, em parceria com a extensão rural, conseguiram desenvolver um sistema robusto de inovação. Três são os pilares responsáveis por essa evolução: a transformação de solos ácidos em férteis; a tropicalização de plantas e animais; e a criação de uma plataforma de produção sustentável. “Graças a esses esforços integrados, conseguimos reduzir o preço da cesta básica em 50%”, complementou Moretti.

Para o presidente da Embrapa, a revolução agrícola no Brasil vivencia atualmente uma nova onda, a da sustentabilidade. O Código Florestal Brasileiro, a Agricultura de Baixo Carbono, os sistemas integrados de produção e técnicas como plantio direto têm garantido e aumentado o desenvolvimento da agricultura tropical sob bases sustentáveis. “Os sistemas de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta, que ocupam hoje no País uma área superior a 17 milhões de hectares, aumentam a produtividade, ao mesmo tempo em que incorporam carbono e reduzem a emissão de gases de efeito estufa (GEEs)”, explicou.

“Até 2050, a produção brasileira deve ultrapassar 500 milhões de toneladas de grãos e com a tecnologia provida pela pesquisa agropecuária não precisamos avançar por áreas de florestas e matas nativas. Temos hoje no País uma área de pastagens degradadas de cerca de 60 milhões de hectares, que está sendo incorporada à produção”, pontuou Moretti.

Por fim, ele destacou que a Embrapa apoia incondicionalmente a candidatura de Alysson Paolinelli ao Prêmio Nobel da Paz, lembrando que a trajetória do ex-ministro se confunde com a da própria agricultura brasileira. O diretor-geral do IICA complementou, enfatizando que “a transformação da agricultura brasileira é um reflexo da atitude visionária dos protagonistas dessa saga extraordinária, entre os quais se destaca Paolinelli. Ele sempre defendeu a necessidade de desenvolver a agricultura nos trópicos utilizando como fomento o conhecimento científico e o desenvolvimento da institucionalidade com a Embrapa como bandeira”, disse.

“Brasil transformou a agricultura e a agricultura transformou o Brasil”, diz ministra da Agricultura

A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, chamou a atenção para a importância das reuniões multilaterais que serão realizadas neste ano, como a Cúpula dos Sistemas Alimentares e a COP 26, que vão discutir formas de acelerar a ação climática e o progresso rumo ao desenvolvimento sustentável e disse que pretende contar com o IICA e com a Embrapa para os encontros setoriais e intersetoriais que o ministério vai promover para extrair a posição brasileira que será levada as reuniões de cúpula. “Atravessamos um momento decisivo na conjuntura internacional, pois 2021 marca o início da vigência das metas do acordo de Paris e dez anos para o atingimento dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável”, lembrou. “Os países estão sendo chamados a anunciar compromissos ambiciosos para galvanizar ações em prol dos objetivos sustentáveis do nosso planeta. O Brasil tem feito a sua parte. Graças ao nosso modelo de agricultura tropical, calcado em inovação, o Brasil é um dos únicos países do mundo capazes de atender ao desafio global de ampliar a oferta de alimentos em consonância com a conservação dos recursos naturais”, disse.

Na avaliação da ministra, nos preparativos para as reuniões multilaterais, “em vez do reconhecimento do papel da agricultura tropical como provedor da segurança alimentar e de serviços ecossistêmicos”, há a utilização de “conceitos excludentes e restritivos que buscam classificar como sustentáveis apenas as práticas agrícolas de países desenvolvidos amparadas por vultosos subsídios que premiam a ineficiência”.

“Temos condições não apenas de contribuir como de liderar os debates internacionais e o país deve uma menção honrosa e um agradecimento a Alysson Paolinelli, que, com seu olhar visionário, sua habilidade política e convicção no poder da ciência, participou da fundação da Embrapa e deu início ao processo de conversão do cerrado que viria a tornar em uma das terras mais produtivas do nosso planeta”.

De acordo com a ministra, o Brasil transformou a agricultura e a agricultura transformou o Brasil. “Colocamos a atividade no cetro de nossas políticas públicas e a sustentabilidade econômica, social e ambiental como norte das nossas atividades produtivas”.  Para ela, o Brasil tem sofrido ataques no cenário internacional que ela qualificou como injustificáveis.

“Se quisermos atingir nossos objetivos climáticos e de desenvolvimento, é imprescindível reconhecermos a diversidade de caminhos para a sustentabilidade, de métodos de produção de dietas e de culturas que perfazem os sistemas alimentares globais. Um mundo sem essa diversidade será um mundo com menos diversidade alimentar, um mundo com fome, um mundo sem paz. A agricultura tropical brasileira não é parte do problema, mas da solução”, concluiu.

Fernanda Diniz (MtB 4685/89)

Jornalista

Secretaria de Pesquisa e Desenvolvimento (SPD)

Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa)

E-mail: Fernanda.diniz@embrapa.br

Claudia Dianni (MtB 46219/98)

Jornalista

Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA)

E-mail: claudia.dianni@iica.int

PERÍODO ANTECIPADOMauro decreta estado de emergência ambiental em MT e autoriza contratação de brigadistas

O decreto também autoriza a Secretaria Estadual de Segurança Pública contratar Brigadistas Temporários

Rojane Marta/VGN

Reprodução

queimadas

 Queimadas no Pantanal

O governador Mauro Mendes (DEM), decretou estado de emergência ambiental em Mato Grosso nos meses de maio a novembro de 2021.

De acordo com decreto 938/2021, que também dispõe sobre o período proibitivo de queimadas no Estado, o Governo seguiu recomendação do Comitê Estadual de Gestão do Fogo-CEGF/SEMA, para decretação antecipada do estado de emergência ambiental.


EMPAER, Prefeitura Municipal de Planalto da Serra MT, Sicredi, Cooplan, secretaria Municipal de agricultura e Secretária municipal de Cultura, estiveram reunidos na Aldeia indígena SAWÔPA etnia Bakairi.


No dia 18 de Maio de 2021, a  EMPAER, Prefeitura Municipal de Planalto da Serra MT, Sicredi, Cooplan, secretaria Municipal de agricultura, Secretária municipal de Cultura, estiveram reunidos na Aldeia indígena SAWÔPA etnia Bakairi.
O  objetivo da reunião foi de firmar uma parceria para fomentar o artesanato indígena e o fortalecimento da agricultura de subsistência.
 Participaram do evento o prefeito Natal de Assis, primeira dama Nelma, vice prefeito Clenilson, Cristiane Finn gerente do Sicredi, vereadora Márcia Regina, Maria Aparecida Cassiano secretaria de Cultura, Jairo do Carmo Junior secretário de agricultura, Gilberto Siqueira presidente da Cooplan, cacique Valdinei kamikiawa, cacique Odil.
As artesã foram capacitadas com recursos da lei Aldir Blanc


GALERIA DE FOTOS

18 de maio de 2021

Deus nos quer como a Luz dele!




Deus nos fez para resplandecer, mas a gente se esconde, a luta vem e a gente se esconde, a dificuldade vem e a gente se esconde, os desafios vem e a gente se esconde.

Deus quer nos colocar em lugares altos para resplandecer a sua glória!

Vamos olhar para essas dificuldades e ver as possibilidades que Deus nos dá para resplandecer a luz dele.

 Ele quer tirar toda escuridão que possa ter ainda dentro de nós!

Deus quer abrir os nossos olhos e nos mostrar que Ele nos fez para dar certo, Ele já derramou luz, poder e autoridade sobre nossas vidas. 

Vamos posicionar e nos preparar para viver uma vida com propósitos, porque Deus nos fez para resplandecer!

Deus quer que sejamos luz!

*Que tenhamos uma terça-feira alegre,feliz e abençoada conforme a proteção,a excelência, a vontade e o agir de Deus nas nossas vidas e dos nossos familiares!*

17 de maio de 2021

Andar pela fé exige de nós confiança absoluta na capacidade de Deus dirigir as nossas vidas.





Temos de estar plenamente convencidos de que ele de fato sabe o que é melhor para cada um  de nós.

A fé não é um sentimento, a fé é uma convicção, uma certeza.

A fé você não sente, a fé você decide acreditar!

A fé é não olhar com os olhos carnais, mas olhar com os olhos espirituais!

A fé é ler a palavra de Deus e saber que Ele garante!

A fé é saber que a qualquer momento o que não era, vai ser!

A fé não está baseado no que estamos vendo, mas no que Deus está falando! 

Estar em fé é superar as emoções, é ir além do que se vê! 

 Nós podemos todas as coisas em Cristo Jesus, que nos fortalece! 

*Que tenhamos uma segunda-feira inteirinha com Jesus  há  alegre,feliz e abençoada conforme a proteção,a vontade e o agir de Deus Pai  para as nossas vidas e dos nossos familiares!*

TORRE MUNDIAL DE ORAÇÃO, PELO CONFLITO GERADO PELOS ATAQUES À ISRAEL PELOS PALESTINOS À PARTIR DA FAIXA DE GAZA .

TORRE MUNDIAL DE ORAÇÃO

🛑1) PELO CONFLITO GERADO PELOS ATAQUES À ISRAEL PELOS PALESTINOS À PARTIR DA FAIXA DE GAZA . 

A) Vamos orar para que o Senhor não permita a polarização pois muçulmanos de países vizinhos começam a se juntar aos Palestinos numa escalada de ódio contra Israel, sabendo-se que partiu da Palestina à agressão.

B) Vamos orar para que o Senhor proteja Israel desses ataques que aumentam de nível à cada dia e para que dê as estratégias corretas ao governo de Israel para que a polarização não aumente.

C) Vamos orar para que Deus levante nações para falar em favor de Israel, pois os EUA, natural aliado de Israel se calou na era Biden que com sua omissão praticamente está aprovando os ataques.

D) Vamos orar para que Deus impeça a ONU, que sempre foi contrária e Israel, que fomente qualquer iniciativa oficial para prejudicar Israel.

E) Vamos orar para que Deus faça cessar as narrativas mentirosas da mídia militante que continuamente cria narrativas falsas para gerar revolta contra Israel

F) Vamos orar para que o Senhor dos Exércitos faça Israel VENCER esse conflito e seus inimigos sejam ENVERGONHADOS. 

🛑 2) PELA NAÇÃO BRASILEIRA QUE VIVE UM MOMENTO CRÍTICO E NECESSITA MUITO DE NOSSAS ORAÇÕES 

A) Vamos orar pela mudança do sistema de voto, para que haja a aprovação definitiva do voto impresso auditável, sem o qual não teremos eleições seguras. 

B) Vamos orar para que Deus, que é o Justo Juiz, dê fim a essa ditadura do judiciário, exercida pelo STF que tem distorcido a aplicação da justiça na nação brasileira, transformando-se no protetor do crime e da corrupção. 

C) Vamos orar para que Deus continue destruindo o Covid na nação brasileira, já que está havendo uma diminuição de mais de 40% dos infectados e das mortes. 

D)  Vamos orar para que seja publicado o decreto do governo que está sendo prometido, que irá impedir toques de recolher e Lockdowns que continuam sendo mantidos por prefeitos e governadores comunistas, que estão trazendo falência, desemprego e fome.

Você deve acreditar em seus sonhos. acredite !

Se duvidarem, se questionarem, se debocharem… 

Não permita que isso te abata! Não permita que a falta de fé e de sensibilidade dos outros te façam questionar as suas ações e ideias. 

A única pessoa que precisa acreditar, de verdade, no seu sonho é você mesmo.

 Pois quando se acredita em algo, o universo se move e nos traz outras pessoas que também acreditam.

Assim, pouco a pouco temos uma rede de pessoas que querem o bem e que estão comprometidas a trabalharem juntas por um mesmo objetivo!

BECO DO CANDEEIRO CUIABÁ MATO GROSSO BRASIL.


Beco construido pelos escravos para a passagem mas curta do trafego do ouro extraido do Morro da Luz conduzindo até a parte alta de Cuiabá (rua de cima, atual rua Pedro Celestino).

O centro de Cuiabá era dividido na época em 3 principais vias:

. Rua de Cima: Atual Rua Pedro Celestino;

. Rua do Meio: Atual Rua Eng. Ricardo Franco;

. Rua de Baixo: Rua Galdino Pimentel.

Os Negros que trabalhavam na mineração nas margens do Córrego da Prainha e Morro da Luz abriram vielas para poder alcançar a parte alta da Vila, a via era feita com intuito de encurtar o transporte do ouro.

. Entravam pelo Beco do Candeeiro (rua de baixo), passando pelo Beco do Cabo Agostinho (saindo na rua do meio), e cortando pelo Beco Torto (chegando na rua de cima).

. Caandeiro: Utensílio feito de barro onde tinha em seu interior óleo de peixe extraido dos lambaris, umedecidos em algodão retorcidos, em seguida era aceso com uma pequena tocha de fogo para iluminar a passagem de transeuntes que passavam pelo local.

. Havia varios Candeeiros em toda extensão do Beco até próximo o Largo da Matriz (atual Praça da República).

. Esse trabalho era realizado por um funcionário público que acendia os Candeeiros (luminária) no inicio da noite e apagava antes do nascer do dia.

. Isso siguinifica que esse espaço onde compreende o BECO DO CANDEEIRO e toda sua extensão iluminada era feita de LUZ EXTRAIDA DE ÓLEO DE PEIXE (lambaris), e NÃO iluminada por LUZ ELÉTRICA. 

. Mas tarde surge os Postes de Luz espalhados no Centro da Cidade em que tinha como responsável pela iluminação a EFLA - Empresa de Força, Luz e Água de Cuiabá. 

. Temos como relato histórico a PRAÇA DA REPÚBLICA (em frente a Igreja da Matriz) o PRIMEIRO LOCAL ILUMINADO DE CUIABÁ  que fora implantada na administração do Bispo FRÂNCISCO TOMÁS DE AQUINO CORRÊA quando fora Presidente (Governador) de Mato Grosso de 1918 a 1922.

. Fica aqui a minha pequena contribuição histórica sobre a nossa querida CUIABÁ, fundada em 8 de Abril de 1719 pelo Bandeirante Paulista PASCHOAL MOREIRA CABRAL LEME (bisneto de Pedro Álvares Cabral  - Descobridor do Brasil).

. Historiador/Professor: OSCAR CORRÊA DO COUTO NETO