A cidade de Cabaceiras de auto-denomina a "Roliúde Nordestina", em uma referência aos mais de 25 filmes que foram rodados na região. O longa-metragem O auto da compadecida, por exemplo, foi gravado na centro e em arredores da cidade.10 . "Cinema, Aspirinas e Urubus", de Marcelo Gomes, e "Romance", de Guel Arraes (mesmo diretor de Auto da Compadecida) são outros filmes que têm Cabaceiras como cenário. A cidade abriga um Memorial Cinematográfico.
Uma das regiões mais visitadas de Cabaceiras é o Lajedo de Pai Mateus, uma formação rochosa que fica a cerca de 30 quilômetros do centro da cidade.
CONFIRAM AS FOTOGRAFIAS TIRADAS DO GRUPO EM VISITA A CABACEIRAS
Vista Panorâmica da Cidade de cabaceiras
Vista Panorâmica da Cidade de cabaceiras
Bode Rei Símbolo da cidade e da Festa tradicional
Na cidade tudo gira entorno do Bode
Dona Berli ao lado do Pau de Arara
Seu Zé Cila, duble do padre do Alto da Compadecida
Seu Zé Cila, duble do padre do Alto da Compadecida
Geraldo e o Seu Zé Cila, duble do padre do Alto da Compadecida
Geraldo e o Seu Zé Cila, duble do padre do Alto da Compadecida
Diploma do Seu Zé Cila, duble do padre do Alto da Compadecida
A pausa nas viagens é uma oportunidade para escolher como ir para o próximo destino sem prejudicar o planeta
Por Daniel Salles
Cristalino Lodge: conforto e sustentabilidade na Amazônia (Samuel Melim/Divulgação
A reserva particular na qual o Cristalino Lodge está inserido corresponde só a um trechinho do sul da Amazônia. Mas são mais de 11.000 hectares, uma área quatro vezes maior que Fernando de Noronha. Localizado em Mato Grosso, o hotel tem o mesmo nome do rio que termina quase na sua porta e serpenteia em meio à floresta por 114 quilômetros — a nascente fica no Pará. Para chegar até ali é preciso desembarcar no município de Alta Floresta, Mato Grosso, vencer 1 hora de estrada e depois mais 30 minutos de barco. É o único jeito.
Os bangalôs são confortáveis e espaçosos.Mas as semelhanças com os hotéis de lazer tradicionais terminam aí. Para começo de conversa, os hóspedes são estimulados a pular da cama quando ainda está escuro. E não só para contemplar o nascer do sol da torre de observação de 45 metros de altura.
O que mais se pratica ali, afinal, são longas caminhadas ou passeios de barco no meio da floresta — e esta acorda cedo. Quanto mais cedo se sai, sempre na companhia de um guia, maior a chance de contemplar a fauna da região em detalhes. É o habitat de nove variedades de macacos e de um terço das 1.800 espécies de aves brasileiras.
Canoagem no Cristalino Lodge: programa começa cedo
Canoagem no Cristalino Lodge: programa começa cedo (Cristiano Dimitrius/Divulgação)
Estimula-se também a consciência ambiental dos visitantes. Afinal, engajar os hóspedes na luta pela preservação do planeta é uma das razões de ser do empreendimento. De sua parte, ele recicla o lixo descartável, trata os próprios efluentes e dispõe de 60 placas que captam a energia solar — sim, banho quente e Wi-Fi estão garantidos.
“Só não compramos barcos elétricos porque os que existem não atendem a nossos propósitos”, afirma o empresário Alex da Riva, que comanda o Cristalino Lodge. “O mais importante é a postura que adotamos, que visa contribuir com a conservação da região e a cultura local. É a chave para que o turismo não seja nocivo.”
A pousada Amendoeira segue a mesma pegada, com bangalôs que se aproveitam da ventilação natural e de placas fotovoltaicas que captam a energia solar e a tornam autossuficiente. Situada em São Miguel dos Milagres, em Alagoas, orgulha-se ainda de sua horta orgânica e de adotar práticas sustentáveis como compostagem, reciclagem, redução de resíduos e tratamento de efluentes. Mais: a água da lavanderia é coletada quando chove e os amenities são todos biodegradáveis.
Medida preventiva se deve a baixo volume de chuvas nos últimos 30 dias
Por Tainá Jara
Brigadista combatem fogo em terra indígena no Pantanal, em ano de estiagem recorde (Foto: Divulgação/Prevfogo)
Diante do baixo volume de chuvas registrado no último mês, em Mato Grosso do Sul, o governo resolveu decretar situação de emergência ambiental, nos próximos dias.
Conforme o secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar, Jaime Verruck a medida é preventiva, mas se deve ao indicativo de seca em praticamento todos os municípios sul-mato-grossenses ao longo de 2021.
No ano passado, foi registrado no Estado seca recorde. A pior estiagem dos últimos 50 anos veio acompanhada da queima de 30% de mais de 4,5 milhões de hectares do Pantanal brasileiro. A situação exigiu ações de urgência e deixou as cidades cobertas de fumaça.
O pedido de decreto foi anunciado em reunião, coordenada pela ANA (Agência Nacional de Águas e Saneamento), foi realizada segunda-feira (26).
“As informações repassadas pelos técnicos do Cemaden, do Inpe e do Serviço Geológico Brasileiro na reunião da Sala de Crise do Pantanal evidenciaram uma baixa precipitação pluviométrica nos últimos 30 dias. Além disso, o volume de chuva nos meses de janeiro a março deste ano ficou abaixo da média histórica e a previsão para os próximos 18 dias é de chuva irregular. Esse conjunto de fatores acenderam o alerta de seca, por isso já propusemos a Emergência Ambiental ao governador Reinaldo Azambuja”, comentou o secretário Jaime Verruck.
No início do mês de março, o Ministério do Meio Ambiente publicou a Portaria MMA Nº 78, que já declarou estado de emergência ambiental em épocas e regiões específicas do país. Para Mato Grosso do Sul, o período abrange os meses de maio a dezembro de 2021. “É uma medida preventiva e devemos seguir na mesma linha do Ministério”, disse o titular da Semagro.
No “Monitoramento e Previsão da situação da seca no Pantanal”, o Cemaden (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais) apresentou os índices de precipitação acumulada ao longo mês de abril nos estados de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso e apurou o IIS3 (Índice Integrado de Seca) de 11 de janeiro a 23 de abril de 2021.
De acordo com o levantamento, o Cemaden estima 202 municípios, dos dois estados, já afetados por seca (entre fraca a extrema). Este mesmo cenário deverá se repetir no mês de maio.
Já o CPRM (Serviço Geológico Brasileiro), apresentou o levantamento da situação dos principais rios nos dois Estados, também ressaltando a baixa precipitação no período mais chuvoso do ano, que não foi suficiente para elevar o nível dos rios aos valores das médias históricas. “Temos vazões satisfatórias nos rios Coxim e Aquidauana, mas as réguas de Ladário e Porto Murtinho alertam que para os meses de setembro/outubro devemos ter problemas de navegabilidade”, afirmou Verruck.
O titular da Semagro reforça que o governo do estado monitora a situação por meio das informações enviadas pela Sala de Situação do Imasul e pelo Cemtec. Além da Semagro e do Imasul, outros órgãos e entidades integram o grupo técnico da Sala de Crise do Pantanal, como a Famasul, Famato, ANA, ANTAQ, Inpe, CEMADEN, Agesul, SES, Corpo de Bombeiros, UFMS e Defesa Civil.
Ações – Conforme o secretário, há claras indicações de seca mais intensa na Costa Leste e, por isso, é importante continuar com os mecanismos de prevenção a incêndios florestais que o governo já anunciou, como os investimentos em equipamentos para fortalecer o trabalho do Corpo de Bombeiros e a implantação do Plano Estadual de Manejo Integrado do Fogo.
“Na questão econômica, já orientamos que, tanto as empresas de mineração e produtores de grãos antecipem ao máximo seus embarques para exportação por meio dos portos em Corumbá, Ladário e Porto Murtinho, a fim de aproveitar o período de melhor calado do Rio Paraguai”, finalizou.
A partir de agora, a pedido do governo do estado, as reuniões da Sala de Crise do Pantanal serão mensais, sendo que a próxima será realizada em 8 de junho.