22 de dezembro de 2020

Aldeia Sacre 2 na Cidade de Campo Novo do Parecis-MT. vem recebendo cada dia mais turistas.

Dia 20 de Dezembro recebeu uma grande excursão realizado pelo Maestro, vários turistas se encantaram com a bela Cachoeira Salto Belo e com  a criação do  lindo Balneário para melhor atender a todos!

Aldeia Sacre 2 vem recebendo cada dia mais turistas.

Dia 20 de Dezembro recebeu uma grande excursão realizado pelo Maestro, vários turistas se encantaram com a bela Cachoeira Salto Belo e com  a criação do  lindo Balneário para melhor atender a todos!
Ponte para entrar na Aldeia Sacre  2

Baixo da quedas d'água da Cachoeira
Balneário Salto Belo
Balneário Salto Belo

Aldeia Sacre 2 vem recebendo cada dia mais turistas.

Cachoeira Salto Belo e com  a criação do  lindo Balneário para melhor atender a todos!





MTUR se preocupa em Posicionar o Turismo Rural no mercado regional de oferta turística.

A diretora do Departamento de Inteligência Mercadológica do Turismo, Nicole Facuri, ressalta que as políticas públicas do MTur vêm trabalhando para ampliar o posicionamento de produtos de turismo rural, no mercado regional de oferta turística.

As estratégias estão sendo por meio do acordo de cooperação técnica assinado com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA)  e da produção associada ao turismo. 

“Os esforços vão no sentido de incentivar e ampliar a promoção e a comercialização de produtos e serviços da agricultura familiar.

É Importante ressaltar os  destaques  para atividades da produção associada ao turismo, como artesanato e gastronomia”, explicou a diretora.

Fonte: MTUr

O Turismo Rural desponta como um dos setores mais relevantes no contexto do pós-pandemia.

 O Turismo Rural, impulsionado pelas preferências dos consumidores por viagens de curta distância e atividades ao ar  livre.

O MTur apresenta o turismo rural em suas diferentes frentes, como o agroturismo, agricultura familiar, e sua relação com outros segmentos como o turismo de natureza, turismo de aventura, dentre outros. 

São elencadas rotas de turismo em todas as regiões do País, com oferta de experiências múltiplas, o que enriquece as visitas realizadas e a interação com o patrimônio cultural e ambiental ali presente.

FONTE: MTUR.

TURISMO DOMÉSTICO EM ALTA - Com Ênfase no Turismo Rural e Ecoturismo.

 No Brasil, essa tendência do turismo doméstico  é uma realidade. 

Houve um recuo no turismo internacional de turistas brasileiros. 

Segundo dados divulgados pelo Banco Central em 23/10/2020, os gastos de turistas brasileiros no exterior caíram 77% em setembro em relação ao mesmo mês em 2019.

A ênfase que vem sendo dada para o turismo doméstico no Brasil, com os cuidados como a busca por espaços abertos e por circuitos próximos, traz alguns destaques, dentre os quais estão o Turismo Rural e o Turismo de Natureza, (Ecoturismo).

FONTE:  Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

TURISMO RURAL - MTur divulga dados sobre Turismo Rural e revela importância do segmento


Boletim de Inteligência de Mercado no Turismo (BIMT) elencou rotas em todas as regiões do País

OMinistério do Turismo divulga nesta terça-feira (22.12) o Boletim de Inteligência de Mercado no Turismo (BIMT) voltado ao Turismo Rural. O documento, que integra uma série de políticas públicas voltadas ao segmento neste ano, apresenta rotas turísticas por todo o Brasil e informações que vão nortear ações futuras do poder público. Vale destacar que 2020 é Ano Internacional do Agroturismo e Turismo Rural, instituído pela Organização Mundial do Turismo (OMT). Confira a íntegra do Boletim clicando AQUI. Para acesso a todos os boletins publicados pelo MTur, clique AQUI.

O Turismo Rural desponta como um dos setores mais relevantes no contexto do pós-pandemia, impulsionado pelas preferências dos consumidores por viagens de curta distância e atividades ao ar livre. A publicação do MTur apresenta o turismo rural em suas diferentes frentes, como o agroturismo, agricultura familiar, e sua relação com outros segmentos como o turismo de natureza, turismo de aventura, dentre outros. Foram elencadas rotas de turismo em todas as regiões do País, com oferta de experiências múltiplas, o que enriquece as visitas realizadas e a interação com o patrimônio cultural e ambiental ali presente.

Para o secretário nacional de Desenvolvimento e Competitividade no Turismo, William França, o BIMT faz um importante levantamento das atividades de turismo rural presentes em todas as regiões do País, demonstrando a riqueza da atividade no Brasil. “O MTur tem estado alinhado às tendências de mercado para buscar impulsionar as atividades turísticas de forma a contribuir para o crescimento econômico do País e a geração de emprego e renda”, disse. “E o Turismo Rural tem ainda outros aspectos muito importantes, que são gerar uma alternativa de renda para o campo, manter a população no entorno rural e contribuir para o desenvolvimento local”, completou.

De acordo com o Boletim, as motivações de viagens e as expectativas do turista têm se atualizado, com maior demanda por segurança, controle de higienização e pela busca por ambientes abertos e vinculados à ideia de saúde. Segundo pesquisa da MindMiners, 61% dos entrevistados dizem que optam por viagem dentro do país, antes de viajar para o exterior, na atualidade. As tendências apontam, ainda, que há preferência por viajar em carro próprio para destinos turísticos mais próximos.

A diretora do Departamento de Inteligência Mercadológica do Turismo, Nicole Facuri, ressalta que as políticas públicas do MTur vêm trabalhando para ampliar o posicionamento de produtos de turismo rural, por meio do acordo de cooperação técnica assinado com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) em setembro e da produção associada ao turismo. “Os esforços vão no sentido de incentivar e ampliar a promoção e a comercialização de produtos e serviços da agricultura familiar, com destaque para atividades da produção associada ao turismo, como artesanato e gastronomia”, explicou a diretora.

Os dados e informações da sétima edição do Boletim foram coletados pela equipe do Departamento de Inteligência Mercadológica e Competitiva do Turismo a partir de entrevistas com especialistas e a colaboração de Órgãos Estaduais de Turismo e representantes do Sebrae nas Unidades da Federação que fazem parte da Rede de Inteligência de Mercado no Turismo (RIMT).

Foram realizadas, também, entrevistas com representantes relevantes do turismo rural de organizações multilaterais como a OMT, de instituições como o Sebrae, de representantes do mercado e de pesquisas. Outras fontes utilizadas são provenientes de dados secundários disponíveis sobre os destinos de turismo rural, além de publicações anteriores do MTur, como os Cadernos de Orientações Básicas sobre Segmentação do Turismo.

TURISMO DOMÉSTICO - No Brasil, essa tendência do turismo doméstico também é uma realidade. Houve um recuo no turismo internacional de turistas brasileiros. Segundo dados divulgados pelo Banco Central em 23/10/2020, os gastos de turistas brasileiros no exterior caíram 77% em setembro em relação ao mesmo mês em 2019.

A ênfase que vem sendo dada para o turismo doméstico no Brasil, com os cuidados como a busca por espaços abertos e por circuitos próximos, traz alguns destaques, dentre os quais estão o Turismo Rural e o Turismo de Natureza.

 

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Balneário Aldeia Rio sacre. Cachoera Salto da Mulher. Campo Novo dos Parecis . Mato Grosso Brasil

Tatu Bola

Tatu-bola é a denominação comum para as espécies de tatu do
gênero TolypeutesTolypeutes tricinctus e Tolypeutes matacus,


Conhecidas respectivamente como tatu-bola-da-caatinga e mataco. 

Essas espécies são também conhecidas em algumas regiões como tatuaparaapara e apar.


T. matacus pode ser encontrada no BrasilParaguaiBolívia e Argentina,

Enquanto que T. tricinctus é endêmica do Brasil e Estados Unidos.

O Tamanduá Bandeira.

O Tamanduá-bandeira (nome científicoMyrmecophaga tridactyla), também chamado iurumijurumimtamanduá-açutamanduá-cavalopapa-formigas-gigante e urso-formigueiro-gigante,[3][4] é um mamífero xenartro da família dos mirmecofagídeos, encontrado na América Central e na América do Sul. É a maior das quatro espécies de tamanduás e, junto com as preguiças, está incluído na ordem Pilosa. Tem hábito predominantemente terrestre, diferente de seus parentes próximos, o tamanduá-mirim e o tamanduaí, que são arborícolas. O animal mede entre 1,8 e 2,1 metros de comprimento e pesa até 41 kg. 


É facilmente reconhecido pelo seu focinho longo e padrão característico de pelagem. Possui longas garras nos dedos das patas anteriores, o que faz com que ande com uma postura nodopedálica. O aparelho bucal é adaptado a sua dieta especializada em formigas e cupins, mas em cativeiro ele pode ser alimentado com carne moída, ovos e ração, por exemplo. 


A longa pelagem o predispõe a ser parasitado por ectoparasitas, como carrapatos.

É encontrado em diversos tipos de ambientes, desde savanas a florestas. Prefere forragear em ambientes abertos, mas utiliza florestas e áreas mais úmidas para descansar e regular a temperatura corporal. É capaz de nadar em rios amplos. Seus predadores incluem grandes felinos, como a onça-pintada e a suçuarana, e rapinantes podem predar filhotes. 


Apesar dos territórios individuais muitas vezes se sobreporem aos de outros, são animais primariamente solitários, sendo encontrados com outros somente em situações de cortejamento de fêmeas ou encontros agonísticos entre machos e fêmeas cuidando de filhotes. Se alimenta principalmente de formigas e cupins, utilizando suas garras para cavar e a língua para coletar os insetos.

O tamanduá-bandeira é listado como "vulnerável" pela IUCN. Foi extinto em algumas partes de sua distribuição geográfica, como no Uruguai, e corre grande risco de extinção na América Central. As principais ameaças à sobrevivência da espécie são a caça e a destruição do habitat, e é um animal susceptível a ser atingido fatalmente por incêndios e atropelamentos. Apesar do risco de extinção, pode ser encontrado em inúmeras unidades de conservação, onde muitas vezes é abundante. Sua morfologia peculiar chamou a atenção de diversos povos, como na bacia Amazônica, e até hoje é retratado por muitas culturas, seja de forma carismática ou aterrorizante

Saiba o que fazer em casos de escorpião em casa

Os escorpiões procuram alimento durante a noite e frequentemente penetram nas residências humanas, onde se instalam sem serem notados, pois durante o dia "desaparecem" em esconderijos escuros e úmidos.

 

Para capturar alimento e para defesa utilizam-se do ferrão venenoso.

 

Os escorpiões proliferam sob pedras, frestas de pedras e barrancos, debaixo de cascas de árvores, em paredes e muros mal rebocados, madeira empilhada, entulhos, caixas de gordura, ralos, forros, etc. Gostam muito de umidade, pouca luz e insetos em abundância (principalmente baratas).

 

No Brasil entre varias espécies encontramos com muita frequência o "escorpião-amarelo" (Tityus serrulatus), que é considerado o escorpião mais perigoso da América do Sul.


 

Como prevenir acidentes com escorpiões

Locais com acúmulo de entulho e lixo são, geralmente, relacionados à presença de insetos e pragas dos mais diversos tipos. Além de vetores de doenças, como as baratas, existem insetos que causam problemas imediatos, podendo levar a pessoa à morte. É o caso dos escorpiões.

 

De acordo com informações da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz/RJ), nas cidades, os escorpiões surgem em edifícios comerciais e residenciais, armazéns, lojas, madeireiras, depósitos e outros, por meio, principalmente, de instalações elétricas e esgotos.

 

Apesar de sensíveis aos inseticidas aplicados diretamente sobre eles, os escorpiões não são facilmente eliminados por meio das desinsetizações habituais, por conta de algumas características de seu comportamento.

 

Por isso a necessidade de selecionar uma Empresa Especializada no Controle de Vetores e Pragas Urbanas com critério e seriedade, consultando suas referências comerciais, conferindo principalmente se possui Licença Sanitária para desenvolver as atividades (moradores de Ribeirão Preto podem consultar a lista de empresas licenciadas diretamente no site da Vigilância Sanitária, através do link http://www.ribeiraopreto.sp.gov.br/ssaude/vigilancia/vigsan/i16ind-c-praga.php), já de outras localidades, basta ligar para a Vigilância da sua cidade e solicitar a informação (lembrando que é pública e um dever do servidor).

 

Com a capacidade de permanecer longos períodos sem se alimentar, podem ficar escondidos de dois a três meses sem se movimentar, o que dificulta sua exposição aos locais onde as aplicações são, geralmente, realizadas.

 

Atitudes importantes para evitar a ocorrência de escorpiões:

  • Manter jardins e quintais limpos. Evitar o acúmulo de entulhos, folhas secas, lixo doméstico, material de construção nas proximidades;

  • Evitar folhagens densas (plantas ornamentais, trepadeiras, arbusto, bananeiras e as) junto a paredes e muros das construções. Manter a grama aparada;

  • Limpar periodicamente os terrenos baldios vizinhos, numa faixa mínima de um a dois metros das casas;

  • Sacudir roupas e sapatos antes de usá-los, pois escorpiões podem se esconder neles e picam ao serem comprimidos contra o corpo;

  • Não por as mãos em buracos sob pedras e em troncos podres. É comum a presença de escorpiões sob dormentes da linha férrea;

  • Usar calçados e luvas de raspas de couro;

  • Vedar soleiras das portas e janelas ao escurecer, pois muitos destes animais apresentam hábitos noturnos;

  • Usar telas em ralos de chão, pias e tanques;

  • Combater a proliferação de insetos, alimento principal dos escorpiões;

  • Vedar frestas e buracos em paredes, assoalhos e vão entre o forro e paredes, consertar rodapés despregados, colocar saquinhos de areia nas portas e telas nas janelas;

  • Afastar as camas e berços das paredes, evitar que roupas de cama e mosquiteiros se encostem ao chão. Não pendurar roupas nas paredes;

  • Examinar camisas, blusas e calças antes de vestir. Inspecionar sapatos e tênis antes de usá-los;

  • Acondicionar lixo domiciliar em recipientes que possam ser mantidos fechados para evitar baratas, moscas ou outros insetos de que se alimentam os escorpiões;

  • Preservar os inimigos naturais: aves de hábitos noturnos - coruja, joão-bobo, lagartos, sapos, galinhas, gansos, macacos, quatis, etc. (na zona rural).

 

Acidentes

São classificados conforme a gravidade, que varia em função do tamanho do escorpião, da quantidade de veneno inoculada, da massa corpórea da vítima e de sua sensibilidade ao veneno:

Leves:

  • Dor e dormência locais, com tratamento sintomático e anestésico local;

Moderados:

  • Dor local intensa associada a um ou mais sintomas como náuseas, vômitos, sudorese, salivação discreta, agitação, taquicardia, com indicação de tratamento soroterápico antiescorpiônico via intravenosa e manutenção das funções vitais.

Graves:

  • Além dos sintomas citados na forma moderada, podem ocorrer vômitos profusos e incontroláveis, sudorese profusa, salivação intensa, prostração, convulsão, coma, bradicardia, insuficiência cardíaca, edema pulmonar agudo e choque, podendo levar à morte.

  • O tratamento é similar ao anterior, porém se deve administrar maiores doses de soro. No Brasil, a espécie Tityus Serrulatus - popularmente chamada de escorpião amarelo - tem causado acidentes de maior gravidade em relação a outras espécies, notadamente em crianças.

 

Primeiros Socorros

 

 

  • Lavar o local da picada;

  • As picadas da maioria dos escorpiões não necessitam de nenhum tratamento especial. Colocar gelo sobre a ferida reduz a dor, da mesma forma que um unguento que contenha uma combinação de um anti-histamínico, um analgésico e um corticosteróide.

  • Os espasmos musculares, bem como a tensão alta, provocados pela picada podem precisar de medicação.

  • Usar compressas mornas para alívio da dor;

  • Deverá ser aplicado um antídoto (antiveneno) a todas as pessoas que não respondam ao tratamento anterior ou que desenvolvam uma reação grave, sobretudo as crianças.

  • Se possível, levar o animal para identificação;

  • É importante que a pessoa picada repouse em absoluto na cama.

  • Não deverão ser ingeridos alimentos nas primeiras 8 ou 12 horas.

  • Embora a maioria dos acidentes ocorridos no Brasil por escorpiões manifesta-se nas formas leves e moderadas, em casos graves, buscar sempre auxílio médico de imediato, pois o diagnóstico precoce e o tempo decorrido entre a picada e a administração do soro influem na evolução e a manutenção das funções vitais.

 

Veja também:
Medidas preventivas contra insetos
A importância da limpeza da caixa de água
Por que fazer a dedetização em sua residência?
Higienização para o seu negócio

 

Empaer viabiliza implantação de sistema de energia solar no campo


A propriedade rural, que consumia aproximadamente R$ 2,1 mil com energia elétrica, agora vai consumir quase R$ 70.
Rosana Persona | Empaer MT

O crédito do Pronaf tem um prazo de 10 anos para pagamento e mais três anos de carência. - Foto por: Arquivo Pessoal
O crédito do Pronaf tem um prazo de 10 anos para pagamento e mais três anos de carência.
A | A

Com o objetivo de reduzir em 95% os custos com a energia elétrica, produtores rurais do município de Nova Mutum (264 km ao Norte de Cuiabá) estão implantando em suas propriedades um sistema gerador fotovoltaico. A medida visa reduzir as despesas e, consequentemente, aumentar o lucro com a produção.

O extensionista da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), Dionei Ribeiro, fala que somente este ano a empresa já elaborou quatro projetos de crédito para energia solar no município, sendo que dois já foram implantados.

Os produtores rurais Nelson José Knebel e Marlene Knebel financiaram recursos na ordem de R$ 119 mil da linha de crédito rural do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf-Eco). O casal adquiriu um kit gerador de energia fotovoltaica de 25,8 kWp (kilo-Watt-pico), composto por 72 painéis solares de 335 w que geram até 2832 kWh/mês.

A unidade familiar que consumia aproximadamente R$ 2,1 mil com energia elétrica, agora vai consumir quase R$ 70, valor referente a taxa de uso da rede, que varia de acordo com o tipo de cada unidade.

Uma parte da energia solar será usada para suprir a demanda das câmaras frias utilizadas no resfriamento da produção de mandioca pré-processada. A propriedade possui uma área de 10 hectares sendo seis hectares destinados ao cultivo da mandioca. A produção é industrializada, sendo descascada, embalada à vácuo e armazenada nas câmaras. Parte da energia produzida será ainda destinada ao consumo residencial dos produtores e outra parte para a residência do filho, Marcos Maciel Knebel.

O produtor comenta que  são necessárias alternativas para redução do custo de produção com objetivo de alavancar a lucratividade do empreendimento.

De acordo com o Dionei, após a inovação no processo de embalar o produto a vácuo, a produção aumentou e hoje está em torno de 1,5 mil quilos de mandioca pré-processada por semana. Toda produção é comercializa no mercado local e nos municípios vizinhos.

“Prestamos assistência técnica nesta propriedade há mais de três anos, sendo possível constatar uma grande evolução na atividade agrícola com a agroindustrialização da mandioca e  a melhora na qualidade de vida da família”, salienta.

O produtor Nelson, comenta que o processamento da produção tem maior valorização e aceitação do mercado consumidor, no entanto, são necessárias alternativas para redução do custo de produção com objetivo de alavancar a lucratividade do empreendimento.

O produtor rural Élcio Steffler também fez um projeto de investimento no Banco do Brasil e utilizou a linha de crédito do Pronaf. O produtor financiou R$ 50 mil para implantar o sistema gerador fotovoltaico em sua propriedade, que tinha um custo mensal de energia de R$ 950. Com a energia solar, está pagando somente R$ 19,35 por mês. O crédito do Pronaf tem um prazo de 10 anos para liquidação e mais três anos de carência.

Segundo Steffler, o que torna viável e econômica a implantação do sistema de energia solar é o parcelamento anual do saldo devedor com taxa de juros abaixo de 3% ao ano, possibilitando assim a contração do recurso, além da contribuição com a produção sustentável de energia.

Para suprir a necessidade de consumo da avicultura integrada, atividade econômica do produtor, foi necessário um sistema com capacidade de produção de 10,24 kWp, composto por 32 painéis solares de 320 w, que pode atingir até 1.158 kWh/mês durante processo de produção de energia.

Ribeiro explica que este é o quarto projeto de investimento para aquisição de sistema gerador de energia fotovoltaica elaborado no escritório, sendo que dois projetos estão em fase de análise pelo agente financeiro e utilizarão a linha de crédito específico da agricultura empresarial.

“Além destes projetos, a empresa tem atuado com a elaboração de projetos de investimento e custeio para atender ao público das diversas cadeias produtivas, desde as agroindústrias rurais aos empreendimentos pecuários, fortalecendo a  agricultura familiar e empresarial”, conclui Dionei.