O festival termina nesta quarta-feira (25), no sítio Colina Verde, em Juscimeira. O balde cheio custa R$ 20 e equivale à colheita de 5 kg da fruta. A entrada é gratuita.
Por Emerson Sanchez, TV Centro América
Festival de Jabuticaba de Juscimeira — Foto: Festival da Jabuticaba de Sabará/Divulgação
O tradicional Festival de Jabuticaba em Juscimeira é um dos atrativos da cidade. Muitas pessoas visitam o município para conferir a alta produtividade dos mais de 600 pés da fruta que existem no pomar do sítio Colina Verde. Neste ano, na 33ª edição do festival, a organização precisou antecipar a colheita ao público.
Conforme o proprietário do local, Elinaldo Schembek, o calor e a estiagem foram responsáveis pela antecipação da colheita.
“Devido às altas temperaturas e falta de chuva elas amadureceram precocemente. Nós investimos na irrigação há cerca de 3 anos, mas este ano não conseguimos segurar a fruta no pé. Veio do tamanho natural, mas chegou muito rápido”, disse ele.
Festival da jabuticaba de Juscimeira é adiantado por questões climáticas.
O festival termina nesta quarta-feira (25), no sítio Colina Verde, em Juscimeira. O balde cheio custa R$ 20 e equivale à colheita de 5 kg da fruta. A entrada é gratuita.
"Porque guardaste a palavra da minha perseverança, também Eu te guardarei da hora da provação que há de vir sobre o mundo inteiro, para experimentar os que habitam sobre a terra. Venho sem demora. Conserva o que tens, para que ninguém tome a sua coroa". *(Apocalipse 3:10-11)*🧤🧤🧤
Poxoréu é um pequeno município de Mato Grosso, situado a 240km de Cuiabá, cercado de beleza cênica. O turismo em Poxoréu ainda é incipiente, mas muito promissor. A região é rodeada por morrarias que contribuem para a formação de mirantes e belas cachoeiras, propiciando passeios, trilhas e descoberta de novas paisagens.
O povo de Poxoréu é festeiro, é sertanejo que gosta de viola e cavalgadas. Contam, na história da cidade, que a primeira leva de moradores da Vila de São Pedro - que mais tarde seria chamada de Poxoréu - foram de nordestinos em busca dos diamantes. E "o sertanejo é, antes de tudo, um forte", já dizia Euclides da Cunha, e essa força é presente nas tradições populares da cidade.
Não é por acaso que um dos maiores festejos populares seja a Festa de São João (padroeiro da cidade), que inclui além de celebrações religiosas, a quermesse e a Cavalgada Rumo às Origens. A cidade também organiza, há mais de 15 anos, o Encontro de Violeiros de Poxoréu - um festival nacional que reúne artistas de todo Brasil.
Como somos apaixonados por água, o nosso roteiro turístico em Poxoréu começa com cachoeiras. No trajeto, você aproveita e conhece alguns pontos de interesse, como morros e mirantes. Dá uma olhada no nosso mapa Rota das Águas e veja os atrativos de Poxoréu.
É um dos lugares de Poxoréu mais famosos pelas redes sociais. São 7 quedas, que se formam ao longo do Córrego Grande, na região do Barro Branco. Todas as quedas são próximas umas das outras, e a maior delas tem quase 100m de altura. O percurso todo (ida e volta) tem aproximadamente 1.5km de trilha leve. Porém, a última cachoeira, de maior queda, não é aconselhado descer.
A complexo fica em propriedade privada. No entanto, está aberta à visitação das 7h às 18h. A entrada é livre, não há cobrança (até 2020).
Por estar numa fazenda que permite a livre visitação, vale a cordialidade, o bom uso, sem danificar a natureza, sem som, sem lixo pelo caminho. Lembre-se: Não Deixe Rastros
Considere a contratação de um condutor local para aproveitar o máximo o passeio. Nós indicamos o Márcio Sol, que conhece bem a região e pode fazer um roteiro bem legal, para aproveitar o máximo da estadia na cidade.
A cachoeira da Pedra Furada tem uma queda de aproximadamente 10m de altura e é formada pelo Córrego do Alcantilado. A região do Alcantilado é uma dos cenários mais bonitos de Poxoréu. Lá também está localizada a comunidade da Raizinha e o Buraco da Mundica.
A cachoeira está em propriedade privada, aberta à visitação, com entrada livre. Lembrando que é preciso respeitar o local. Não deixe lixo. Leve tudo de volta, no porta malas do seu carro, lá não passa caminhão de lixo e nem tem funcionário para limpar o local.
A cachoeira da Raizinha fica na bucólica Comunidade Histórica Raizinha, que ainda hoje mantém casas feitas de adobe. Contam os historiadores, que um dia as mulheres da região foram buscar barro para fazer as paredes de casa, de adobe, como as que ainda existem hoje. Ao arrancarem os capins para retirar o barro abaixo da raiz, elas encontraram diamantes presos nas raizinhas do capim e assim, o lugar ficou conhecido como Raizinha.
A cachoeira é formada pelo Córrego São Paulo e tem 30 metros de queda. Para chegar é preciso fazer uma trilha de aproximadamente 1,5km. Durante o trajeto, é possível observar resquícios da atividade garimpeira e um antigo cemitério.
Próximo à comunidade, também existe o Abrigo dos Pezinhos, um sítio arqueológico com marcas de pés em uma rocha com elevação de 1,60m. Foi aberto recentemente para visitação guiada. Atualmente, o Márcio é o único que tem autorização para levar visitantes na área.
Atualmente, há cerca de 10 moradores na comunidade - herdeiros dos antigos garimpeiros. Aos finais de semana, a comunidade é bem frequentada pelos familiares e descendentes dos antigos moradores. O local tem visitação livre, lembrando que cordialidade e respeito à natureza são pré requisitos para a visita.
A cachoeira do Porto está no limite entre os municípios de Juscimeira e Poxoréu. são 3 quedas d'agua, formadas pelo rio Areia. Elas estão bem próximas uma das outras e são de fácil acesso. São ótimas para banho. A cachoeira do Porto fica localizada a 28km de Poxoréu e são 6km de estrada de chão.
Eles não vendem alimentos, apenas bebidas e alugam churrasqueira por R$15. Para aqueles que gostam de acampar, a taxa de pernoite é de R$10 por pessoa.
Horário de Funcionamento: Todos os dias, a partir das 6h30 da manhã
Uma das cachoeiras mais procuradas por aventureiros. Muito utilizada para a prática de rapel. É formada pelo Rio Corguinho, são aproximadamente 70m de altura, com duas quedas sobrepostas. Está localizada a 37km de Poxoréu, entre morros.
A cachoeira está em propriedade privada, não há cobrança de entrada, mas, pelo perigo do lugar, é indicado a visitação com guia/ condutor.
Está localizada na região do Morro dos Pingas, a 20km de Poxoréu. Para chegar é preciso enfrentar 3km de trilha em mata preservada, à partir da sede da Fazenda. São 9 quedas, formadas pelo córrego Bororo e a trilha possui alguns trechos bem íngremes, sendo considerada moderada.
O passeio dura cerca de 3h, ainda não tem taxa de entrada, mas é recomendado fazer com guia, por dois motivos: a trilha é bem longa e precisa de autorização para entrada.
Rio Cristalino que fica dentro da TI Sangradouro, reserva indígena da etnia Xavante, na aldeia Dom Bosco. O rio Cristalino faz jus ao nome. A água é cristalina em tons azulados por conta do calcário, conta com muitas espécies de peixes e a água possui uma ótima temperatura. Ele deságua no Rio das Mortes, e neste encontro, fica muito nítida a diferença de coloração dos dois.
O grande desafio é conseguir chegar até lá e conseguir autorização para isso. O Márcio Sol, faz o passeio, no entanto, devido a Pandemia, não tem previsão de autorização de entrada na área indígena.
Mirantes em Poxoréu
Morro da Mesa
É o cartão postal da cidade. Está a 700m de altura. Para subir, a trilha é íngreme, mas a dificuldade é compensada pela paisagem. Próximo ao Morro da Mesa está o Morro dos Manos e o mirante Morro dos Currais.
Do mirante Morro dos Currais é possível contemplar o Morro da Mesa e dos Manos, dá uma olhada nessa vista. A visitação é livre, sem entrada e a recomendação, como todos sabem, é: Não deixe lixo, não destrua a natureza.
Saindo da cidade de Poxoréu, em direção à cachoeira do Porto, existem outros mirantes e formações rochosas, como o mirante do Morro do Catete, o mirante do Morro do Tarquinio, e o Vale das Tartarugas. Esse último, conta com formações rochosas que ao longo to tempo formaram um 'casco de tartaruga'. Todos têm visitação livre e são de fácil acesso. Dê uma olhada no nosso mapa Rota das Águas e veja os atrativos.
Uma das regiões mais bonitas é o Buraco da Mundica, com um conjunto de canyons que reúne vários morros e serras exuberantes, com vegetação típica de cerrado e córregos históricos do município, como o Córrego Alcantilado e São Pedro. Está próximo a Comunidade da Raizinha, e tem um mirante no local. Porém, a visitação é feita apenas com guia.
Foi nessa região que, no dia 24 de junho, os primeiros expedicionários encontraram 7 xibius - pequenos diamantes, às margens de um córrego. A esse riacho deram o nome de Sete, começando com o ciclo do diamante na cidade.
Os indígenas da região
A região de Poxoréu foi ocupada pela etnia Boé-Bororo. Jarudore, é um desses territórios que Rondon reconheceu e demarcou. No decorrer dos anos, com a chegada dos migrantes, indígenas e não-indígenas, foram dividindo o território, que hoje é habitado por ambos.
É nessa região que estão alguns atrativos de Poxoréu, como o Morro do Coelho, o Morro da Janela (sítio arqueológico) e o Morro da Taba, esse último, tem esse nome em referência a uma antiga aldeia que ficava nos arredores.
Mais atrativos em Poxoréu
Poxoréu tem muitos atrativos naturais e culturais, que não listamos aqui. A região é repleta de sítios arqueológicos e grutas, muitos rios e cachoeiras que estão em propriedades particulares e ainda com visitação restrita. Para aqueles com interesse por sítios arqueológicos, conheça um pouco mais AQUI.
No município também existem dois balneários de Águas Quentes, o Damasceno e o Buritizal. E, entre os atrativos culturais, se destacam a Festa de São João, a Cavalgada Rumo às Origens e o Encontro Nacional de Violeiros, que iremos destacar em outro artigo sobre Poxoréu.
Guia de Turismo em Poxoréu
Muitas agências de Cuiabá fazem passeios para Poxoréu. Mas, na cidade, existe um condutor de turismo local, conhecido com Márcio Sol. Com 48 anos e 10 anos conduzindo estudiosos e aventureiros, é um das pessoas mais qualificadas, pelo vasto conhecimento que tem da região. Além de cursos de primeiros socorros, bombeiro civil e brigadista, é um ambientalista atuante na cidade, considerado protetor dos animais e das florestas.
Muito prestativo, basta você dizer o seu interesse e ele cria um roteiro todo personalizado, nós fizemos isso para um passeio de 4x4, com camping. Os valores são acessíveis, em 2020 o valor é de R$30 por pessoa/passeio. Grupos grandes e com mais de um passeio por dia, é possível negociar. Para falar com ele entre em contato com: 💬 (66) 9989 4716
Uma planta de pitaya pode produzir 20 quilos da fruta. No mercado chega a ser vendida por R$ 40,00 o quilo
Rosana Persona | Empaer
As mudas de pitaya já estão sendo produzidas pela Empaer e comercializadas por R$ 15,00 nas cores vermelha e branca - Foto por: Welington Procópio | Empaer
A produtora rural Elenir Alves de Souza, do Sítio Monte Azul, no município de Juína (735 km a Noroeste de Cuiabá), cultiva pitaya há quatro anos como alternativa de renda em sua propriedade. A colheita da fruta rústica com sabor doce, de polpa firme e repleta de sementes, será realizada no início de dezembro. Ela destaca que alguns frutos chegam a pesar 0,700 gramas a unidade e pode ser comercializada por R$ 30,00 a peça. A produtora vende as frutas nas cores branca, amarela e vermelha.
Conforme Elenir, o preço avulso do fruto varia de R$ 10,00 a R$ 25,00 a unidade na época da safra. Ela possui uma área de meio hectare e acha o cultivo rentável, já que a colheita dura em média sete meses (outubro a maio). “Esse tipo de fruta dá retorno e considero bem lucrativa. Além do sabor, tem os benefícios para a saúde com a prevenção de doenças crônicas. Devido a sua composição nutricional, a pitaya tem ação antioxidante, rica em vitamina C, responsável pelo reforço da defesa do organismo, efetuada pelo sistema imunológico”, esclarece.
O supervisor do Campo Experimental da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) em Tangará da Serra, Welington Procópio, fala que numa parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) estão sendo avaliados cinco materiais genéticos em 135 plantas. Estão pesquisando também, palanques de sustentação para o manejo da planta. “Estamos testando madeira de lei, eucalipto tratado e poste de cimento para sustentar a planta acima do solo”, explica.
Welington Procópio | Empaer
A colheita dura em média sete meses (outubro a maio)
Serão instaladas Unidades de Referência Tecnológica (URT), nos municípios de Acorizal, São José do Rio Claro e Nova Ubiratã para avaliação dos materiais genéticos oriundos da Embrapa. Segundo Procópio, o objetivo do trabalho de pesquisa é estudar o manejo e buscar alternativas economicamente viáveis para a agricultura familiar. O trabalho teve início em 2016. As mudas de pitaya já estão sendo produzidas pela Empaer e comercializadas por R$ 15,00 nas cores vermelha e branca.
Uma planta de pitaya pode produzir 20 quilos da fruta. No mercado a pitaya chega a ser vendida por R$ 40,00 o quilo. O alto valor pago pelo quilo da fruta, que pode variar dependendo da época do ano e da demanda, também constitui um grande atrativo para o plantio dessa frutífera. O custo para implantação de um hectare pode chegar a até R$ 60 mil e o retorno pode ser de R$ 100 mil por hectare. “A planta produz no primeiro ano, e pode estabilizar no quarto ano de produção com a produtividade de até 20 toneladas por hectare”, comenta.
As espécies mais conhecidas e comercializadas, especialmente pela qualidade dos seus frutos, são a pitaya-branca (rosa por fora e branca por dentro), a pitaya-amarela (amarela por fora e de polpa branca) e a pitaya-vermelha (avermelhada por fora e por dentro). É uma planta perene, trepadeira com características básicas, com dias longos e florescimento a noite. Rica em nutrientes como as vitaminas C, B1, B2 e B3 e minerais como ferro, cálcio e fósforo, a pitaya oferece excelente alternativa para a alimentação.
Welington Procópio | Empaer
Variedade amarela também é comercial e bem aceita pelos consumidores
Existem situações desfavoráveis que chegam até nós, que nos deixam sem entender.
Nós vemos o hoje, mas *Deus* vê o amanhã.
Embora não compreendemos o *Seu* modo de agir, sabemos que em tudo há um propósito, por isso devemos nos submeter sempre à *Sua* vontade, que é perfeita e agradável.
*Deus* é amor e este amor dura para sempre, mas essa realidade não nos redime de passarmos por alguma dificuldade, *Ele* pode permitir essas situações para que o nosso caráter seja lapidado segundo à *Sua* palavra e também para sermos gratos por tudo que Ele já nos deu.
E sabemos que *Deus* faz todas as coisas cooperarem para o bem daqueles que o amam e que são chamados de acordo com seu propósito. ROMANOS 8:28
*Que tenhamos uma quarta-feira alegre,feliz e abençoada conforme a proteção, a excelência,a vontade e o agir de Deus Pai para as nossas vidas !*
RECEBI DO MEU AMIGO ROGÉRIO DA EMPAER , GOSTEI E ESTOU PUBLICANDO.
Equipe da EMPAER de Gaúcha do Norte no Estado de Mato Grosso, visita a Aldeia Kaupuana.
O objetivo da visita foi para apresentar um Projeto Produtivo em Parceria com o Ministério da Cidadania.
Segundo o técnico Clodoaldo Macca, da Empaer local na próxima sexta dia 27/11 eles retornaram para elaborar os diagnósticos, termo adesão , projeto e emitir as DAPs - Declaração de Aptidão do Produtor.
O Governo de Mato Grosso vai pagar aos servidores estaduais (ativos e inativos), no mês de dezembro, junto com a folha de pagamento, a correção monetária sobre os salários que foram pagos de forma escalonada.
O pagamento ocorrerá em dezembro devido a adequações técnicas do sistema em face do elevado fluxo de novas informações processadas, além da necessidade de apresentação dos cálculos dessa correção aos representantes das categorias dos servidores.
A correção será paga de uma só vez a todos os servidores que têm o direito. No total, 68 mil servidores receberão os valores.
Vale lembrar que apenas os servidores que tiveram os salários escalonados e que receberam após o dia 10 entre agosto de 2017 e outubro de 2019, incluindo o 13° do período, receberão a correção monetária.
A correção será feita pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
O Movimento dos Pescadores e Pescadoras artesanais (MPP) realizará no Facebook, a live do Grito da Pesca Artesanal 2020.
Além da participação do Movimento de Pescadores e Pescadoras Artesanais (MPP), o evento terá também a participação da Secretária-executiva do Conselho Pastoral dos Pescadores (CPP), Ormezita Barbosa, e do Deputado Federal pelo PT, Padre João.
O tema é o mote da mobilização deste ano: Em defesa da Pesca Artesanal e pela vida. Tá imperdível!
🔊 🔊🔊 Você poderá assistir na página da Campanha Nacional pela Regularização do Território Pesqueiro: https://www.facebook.com/peloterritoriopesqueiro