





Os níveis da vitamina B12 caem assustadoramente na maior parte das pessoas, aqui no Brasil, por volta de 50% da população, nos EUA, 40%. E a gente sempre desconfiando dos solos esterilizados pelos insumos sintetizados empregados como adubos para forçar a natureza a produzir em maior quantidade e tempo menor o que ela levaria um tempo maior e o faria em quantidade menor.
Trabalhando muito nos dois últimos meses, pesquisando meia centena de artigos científicos, técnicos e políticos sobre o cultivo de grãos, cereais e plantas geneticamente modificados.
Chegamos ao glifosato, à base dos compostos biocidas fumigados nas plantações durante o cultivo, ou em plantações que nem são de transgênicos, mas onde aplicam “o coiso” para dessecar a planta imediatamente antes de a colher, diminuindo assim o volume do lixo a ser separado dos grãos ou das sementes, como é o caso do trigo, pasmem, que sequer transgênico é.
Daí podemos entender o "surto" de intolerância ao glúten que não havia antes.
Mas também o fazem nas plantações de cana, para se colher mais em menos horas de trabalho.
Glifosato, diz a Monsanto, segundo os cientistas, não é bioacumulativo, quer dizer, nos tecidos dos animais que o ingerem ele não fica acumulado. Fica.
Foi encontrado em leitões deformados nascidos vivos, e mortos para dissecação, nos tecidos dos rins, do fígado e em vários outros, em menor concentração nos tecidos dos músculos.
Foi encontrado em urina de vacas pesquisadas pela veterinária Monika Krüger, da Universidade de Leipzig, talvez a maior autoridade em glifosato no estudo de animais criados para comilança humana.
Também foi encontrado no leite de mulheres aqui na América do Sul, que se submeteram à pesquisa realizada pela ONG Mães pela América.
Glifosato não só acumula em tecidos animais, como faz estragos nas células, além, é claro, de fazer a matança das plantas e micro-organismos que se atrevem a buscar alimentação nas plantações transgênicas.
Como funciona?
Ele é um antibiótico de largo espectro, sequestrador. Na linguagem técnica o termo é “quelador” ou “quelante”.
Quelar é apreender e não soltar mais. Encapsular.
Ligar e colar.
Enfim, imobilizar.
O glifosato quela aminoácidos essenciais e também quase uma dezena de minerais.
Algumas bactérias que produzem as enzimas que garantem a assimilação, a absorção e a fixação de vitaminas, minerais e aminoácidos às células, incluindo às neuronais, dependem do ferro, do zinco ou do manganês, minerais que o glifosato quela (sequestra e não deixa mais exercer sua função).
Então, as enzimas que aquelas bactérias produziriam com ajuda do manganês, por exemplo, deixam de ser produzidas, conforme o explicam a cientista do MIT, Stephanie Seneff e outros.
Este é o caso da enzima que processa o cobalto, outro mineral sequestrado pelo glifosato. Uma vez quelada, não há produção da cobalamina e, por conseguinte, da metilcobalamina, a forma pronta da B12 que segue do fígado para as células através da corrente sanguínea.
A deficiência da B12 pode estar ocorrendo por conta da ingestão de alimentos transgênicos e da presença do glifosato no sangue do comedor.
O mesmo pode acontecer com os aminoácidos essenciais fenilalanina, tirosina e triptofano, precursores da serotonina, da melatonina, da dopamina, da adrenalina, dos hormônios da tireoide etc.
E vários outros males ou disfunções podem estar associados à deficiência nas células dos minerais e metais ferro, cobalto, manganês, magnésio, zinco, cobre, níquel e cálcio, sequestrados pelo
glifosato.
No espectro autista, várias dessas deficiências estão presentes, além da ansiedade, agitação e dificuldade para dormir.
O glifosato afeta não apenas a tireoide, mas também a pineal (que responde por nosso ciclo circadiano, a regulação de atividades do organismo em função do horário de luz solar ou de escuridão) e a supra-renal, afirma a cientista do MIT, especialista em Saúde, Nutrição e Meio ambiente.
Se na década de 1970 havia 1 autista para 10.000 pessoas, agora o número é de 1 para cada 68 pessoas.
O que os progenitores ingerem influencia na geração do bebê autista.
Os níveis de glifosato na urina dos homens são mais elevados do que na das mulheres. Seus espermatozoides também estão ameaçados.
O que a mulher come é servido diretamente ao bebê, primeiro como sangue vermelho, depois do nascimento, como sangue branco, leite.
Lembrem-se veganos: o glifosato e seus compostos estão nos alimentos transgênicos: soja, milho, alfafa, batata, berinjela, trigo e açúcar não orgânicos, ou mesmo dito orgânicos, mas colhidos com a aplicação do dessecador glifosato, e também no algodão Bt.
E, lembrem-se os que seguem a dieta animalizada: o glifosato está carregado nos laticínios, nas carnes e em tudo que derivar de animais que foram servidos com soja, milho e plantas transgênicas.
Duas leituras imprescindíveis: Todos os textos das testemunhas que depuseram no Tribunal Monsanto, médicos, biólogos moleculares, ativistas, fazendeiros, (revisei 19 depoimentos deles), julgamento realizado em Haia em Outubro de 2016, cujo relatório final está disponível online.
Também revisei 26 artigos da coletânea editada ano passado pela física e ativista da Índia, Vandana Shiva: Seed Sovereignty, Food Security.
Procurem todos os alimentos orgânicos. Agricultura familiar.
Cachoeira Véu da Noiva, Parque Nacional da Chapada dos Guimarães. Foto por: Lucas Cembranelli/Wikipedia
O dia 12 de Abril de 1989 marcou uma das grandes vitórias do movimento ecológico de Mato Grosso. Nesse dia, o Diário Oficial da Uniãopublicava o decreto de criação do Parque Nacional da Chapada dos Guimarães, resultado de anos de atos públicos, intervenções artísticas e intensa cobertura da mídia sobre a importância da Chapada e as sérias agressões ambientais sofridas por uma das mais belas paisagens do estado.
Conheça um pouco da história da criação do Parque, entenda as ameaças atuais e saiba como ele influenciou o surgimento do ICV.
História de engajamento
“Havia muita destruição da natureza, como superexploração turística irregular, desmatamento de cerrado, queimadas, extração de madeira, caça e especulação imobiliária”, recorda Mário Friedlander, fotógrafo de natureza e ativista em Mato Grosso.
“Tudo o que podia ser feito para destruir o lugar, estava sendo feito naquela época. Então um grupo de pessoas percebeu o que estava acontecendo e se uniu para estudar, organizar e articular politicamente a proteção da paisagem”.
A luta começou no início da década de 1980 e contou com forte apoio de artistas como Bené Fonteles, Tetê Espíndola e muitos outros artistas plásticos e músicos do estado.
“Este foi um movimento do Brasil, marcado pelo fim da Ditadura Militar e uma convergência de dinâmicas sociais fortes, na qual as atividades ecológicas também se reintegraram às ações sociais de retomada da democracia e cidadania, trazendo essa nova dimensão do meio ambiente e da ecologia”, reflete Sérgio Guimarães, que participou ativamente desse movimento.
Para Mário Friedlander, o movimento socioambiental que resultou na criação do Parque também o diferenciou de outras unidades de conservação.
“O parque de Chapada é diferente porque não veio de uma proposta de estudiosos de universidades ou de órgãos do governo. Ele foi proposto pela população e por movimentos ecológicos com apoio de artistas, pesquisadores e a comunidade local tanto da chapada quanto de Brasília e do país como um todo”, recorda Mário.
A mobilização foi grande, envolvendo professores das universidades de Mato Grosso. Junto com ativistas, diversos pesquisadores elaboraram os estudos que foram usados pelo Ibama para a criação do Parque.
O Governo Federal já tinha indicação de criar uma unidade de conservação ali, mas a ideia estava engavetada. Quando, no final da década de 1980, o Governo Federal foi pressionado pelo Banco Mundial e por outras circunstâncias a criar um pacote de unidades de conservação, a proposta da Chapada estava pronta.
“Muitas pessoas se esforçaram durante muitos anos sem apoio, sendo perseguidas e ridicularizadas. Mas nada disso as demoveu da ideia de proteção de um pedaço de chapada”, diz Mário.
Década de 1980 foi marcada por muitos atos públicos pela conservação da Chapada dos Guimarães. Foto: Mário Friedlander/Cedida
Vitória limitada
Sérgio Guimarães lembra que a proposta inicial era que o parque tivesse cerca de 100 mil hectares, mas houve resistência de pessoas que eram ocupantes da região. Ele lembra que 70% da área proposta estava permeada por ocupações ilegais. Assim, em vez de 100 hectares, o parque acabou sendo criado com apenas 33 mil hectares.
De acordo com Mário, os limites foram redesenhados na calada da noite, por influência de funcionários públicos e pessoas ligadas a políticos de Mato Grosso.
“Quando o decreto da criação do parque foi editado, o número de hectares foi alterado para uma nova proposta, algo covarde, feito por de baixo dos panos. Desta forma, quando o decreto foi publicado, houve uma enorme alegria e, também, uma tremenda decepção. Isso é uma ferida que não cura porque muito dos problemas atuais do Parque advém justamente da demarcação feita de modo errado”, completa Mário.
Sementes lançadas para o ICV
Uma organização chave na história da criação do Parque foi a Associação Mato-Grossense de Ecologia, a AME Mato Grosso, um forte movimento ecologista que atuou entre 1985 e 1990, com grande visibilidade e impacto.
A AME foi inspiração para criação do Instituto Centro de Vida (ICV), fundado dois anos depois da criação do Parque Nacional da Chapada dos Guimarães.
“O projeto de criação do Parque Nacional da Chapada dos Guimarães com certeza é uma das vertentes de inspiração para criação do ICV”, lembra Sérgio. “A ideia era ter um trabalho mais estruturado e com uma base científica e de estudos mais ampla, que pudesse propor uma discussão consistente, robusta, científica e com base política, que é o que o ICV faz até hoje”.
Além do ICV, outras organizações foram criadas com o impulso desse movimento em defesa da Chapada, como a Fundação Ecotropica, a Arca e o Formad (Fórum Mato-Grossense de Meio Ambiente e Desenvolvimento).
Desafios do presente
O Parque Nacional da Chapada dos Guimarães é, como todas as outras unidades de conservação no estado, de fundamental importância para Mato Grosso. Vive, porém, sob ataque de interesses privados, do desmatamento e das ocupações ilegais, assim como a Área de Proteção Ambiental (APA) da Chapada dos Guimarães.
As queimadas são recorrentes. Em 2016, resultaram no fechamento da principal atração do parque, a Cachoeira Véu da Noiva. No ano passado, deputados estaduais iniciaram um movimento pedindo a estadualização do parque – ideia rechaçada pelo Ministério Público Federal.
Os rios sofrem com despejo de esgoto sem tratamento e a duplicação da rodovia que corta a área deve ampliar os desmatamentos. Na APA, a mineração de ouro provoca contaminação com metais pesados e há pressão para redução da área protegida.
“Isso é algo inconcebível. Essa área da Chapada dos Guimarães, tanto do parque quando da APA, garante o abastecimento de água da capital e protege as nascentes do rio Cuiabá. É fundamental a mobilização e engajamento da sociedade para evitar retrocessos”, aponta Sérgio Guimarães.
Mário Friedlander faz coro e diz que as novas lideranças socioambientais precisam focar atenção na consolidação coletiva do parque e na sua ampliação, pois a Chapada precisa de muito mais proteção e o Parque Nacional já provou que pode trazer progresso e desenvolvimento para região, com o turismo.
“Hoje ninguém consegue imaginar a Chapada dos Guimarães sem um parque nacional. Trinta anos é nada, só está no começo. Temos que continuar discutindo, pois este parque precisa ser ampliado e sua gestão precisa da participação da comunidade”, convoca Mário.
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As pessoas não diminuem sua capacidade mental com a idade, levam apenas mais tempo para se lembrar dos fatos porque têm muita informação em seus cérebros; Os cientistas acreditam que, assim como o computador, o disco rígido se enche, o mesmo acontece com os seres humanos e leva mais tempo para acessar essas informações quando seus cérebros estão cheios.
Os pesquisadores dizem que esse processo de desaceleração não tem nada a ver com o declínio cognitivo.
Segundo o Dr. Michael Ramscarl, o cérebro humano funciona mais lentamente na velhice, apenas por ter uma grande quantidade de informações armazenadas ao longo do tempo.
Os cérebros dos idosos não são enfraquecidos, mas, pelo contrário, são cheios de sabedoria!
Freqüentemente as pessoas mais velhas geralmente vão para outra sala para pegar alguma coisa e quando chegam lá, elas param de se perguntar o que # * & "~ @ foi o que eu procurei.
Isso não é de forma alguma um problema de memória, é a maneira lógica pela qual nosso sistema opera com o brilhante objetivo de fazer com que pessoas mais velhas se exercitem mais.
Agora, quando eu não receber uma palavra ou um nome, não vou me desculpar dizendo "Minha cabeça não dá" Agora, eu direi: _ "Meu disco rígido tem uma quantidade extraordinária de informações!"
Eu tenho muito mais amigos para quem eu deveria enviar isso, mas agora não me lembro de seus nomes. Então, por favor, envie isso para seus amigos; Eles também podem ser meus amigos.😄
Eu acho que este artigo encorajador vai agradar a todos! 😀👍👏😉
Mirassol D’ Oeste sediará no próximo dia 16 de abril o I Seminário Regional de Turismo do Vale do Cabaçal, que engloba oito cidades da região, sendo elas Araputanga, Curvelândia, Lambari D’Oeste, Mirassol D’Oeste, Reserva do Cabaçal, Rio Branco, Salto do Céu, São José dos Quatro Marcos.
Deputado ruralista diz que ideia é regulamentar o controle da fauna no país
Célia Costa
Fonte: Agência Globo
Onça pintada Foto: Fabiano Rocha / Agência O GLOBO
RIO - Um projeto de lei para revogar a Lei de Proteção à Fauna, de 1967, e regulamentar o abate de animais silvestres no Brasil está gerando críticas de ambientalistas. De autoria do deputado federal Valdir Colatto (PMDB-SC), um dos líderes da bancada ruralista no Congresso, a proposta cria uma política de controle da fauna terá que ser aprovada na Comissão de Meio Ambiente da Câmara e por mais duas comissões antes de ir a plenário.
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A polêmica foi instaurada porque a caça está proibida no Brasil desde 1967. Para entidades de proteção ambiental, como o Greenpeace, o projeto de lei autoriza o “assassinato” de animais
— Lutar contra o meio ambiente e anistiar quem comete crimes ambientais sempre foi marca registrada do deputado e de muitos da bancada ruralista. Não contente, agora quer autorizar o assassinato de animais. É repugnante — afirma Márcio Astrini, coordenador de Políticas Públicas do Greenpeace Brasil.
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O projeto revoga a Lei de Proteção à Fauna, de 1967, que proíbe o exercício da caça profissional. Segundo a legislação vigente, a caça só pode ser permitida se houver regulamentação específica do Executivo Federal.
O deputado, no entanto, argumenta que não está liberando a caça a animais silvestres e sim permitir o controle de animais perigosos e cita o javali europeu, cuja caça foi permitida a partir de 2013.
— As regras nesse caso, por exemplo, não estão sendo suficientes para o controle, e o javali está causando prejuízos para as lavouras — disse Colatto. — A proposta não é liberar a caça. É fazer manejo e controle. Quem vai fazer as regras é o Ibama.
Deputado federal Valdir Colatto, da bancada ruralista, quer a liberação da caça a animais Foto: Reprodução
No texto do projeto de lei 6268/2016, há um capítulo que fala sobre a permissão para eutanásia e abate de animais. “Quando o animal for considerado nocivo às atividades agropecuárias e correlatas, mediante apresentação de laudo comprobatório pelo órgão competente; quando constante entre as medidas preconizadas pelo plano de manejo da espécie, aprovado pelo órgão ambiental competente; quando caracterizada superpopulação, em condições in situ ou ex situ, de acordo com critérios estabelecidos em regulamento e para os espécimes provenientes de resgates em áreas de empreendimentos sujeitos a licenciamento ambiental, de acordo com critérios estabelecidos em regulamento estabelecido pelo órgão ambiental competente.”
Em outro trecho, questionado pelo Greenpeace, o deputado diz que “no ambiente rural, a proximidade com os animais silvestres e o eventual risco dessa proximidade, com acidentes e ataques desses animais, tanto aos humanos como a suas propriedades e rebanhos, faz com que a caça seja vista como uma prática regular, nestes casos sem finalidade de entretenimento e de esporte, mas como prática de relação com o ambiente, a qual, com o passar do tempo, pode se organizar como uma atividade de cunho cultural, como uma prática social e mesmo como atividade geradora de ganho social e econômica para as populações do meio rural.”
— Não vamos poupar esforços para derrotar este projeto e impedir sua aprovação — disse Márcio Astrini, do Greenpeace.
Geraldo Lucio
Avião continua sendo o principal meio de locomoção dos idosos em viagens, Fonte : Ministério do Turismo
Mais de 27 milhões de pessoas com mais de 60 anos, viajam no Brasil.
E essa população deve continuar a crescer.
Segundo relatório do Banco Mundial, em 2050 a estimativa é que 65 milhões de brasileiros tenham mais de 60 anos.
Cada vez mais ativa, essa população tem apresentado melhoras na qualidade de vida e, consequentemente, impulsionado a economia.
Um exemplo de que a terceira idade tem se renovado está no fato de as pessoas que estão nessa faixa etária quererem sair de casa e conhecer os destinos turísticos brasileiros.
Segundo o estudo Sondagem do Consumidor – Intenção de Viagem, do Ministério do Turismo.
Nos próximos seis meses, 25,4% dos brasileiros na faixa etária acima de 60 anos pretendem viajar.
Desse total, a maioria (59,9%) informou que deverá optar por destinos domésticos.
Na hora de fazer turismo, os viajantes com mais de 60 anos têm optado por fazer o passeio acompanhados (84%) e apenas 15% disseram que deverão fazer a próxima viagem sozinhos.
Ainda de acordo com o levantamento da pasta, o avião continua sendo o principal meio de locomoção (76,3%), seguido de automóvel (16,8%) e ônibus (6,2%).
Hotéis e pousadas (64,8%) são os meios de hospedagem favoritos, seguido da casa de parentes e amigos (27%).
Geraldo Donizeti Lucio
Geraldo Lucio
Os idosos homens com seus cabelos e barbas brancas, as mulheres com seus vários anos de experiência, somados ao longo de seus mais de 60 anos de vida se despontam como uma grande oportunidade de mercado turístico. (um nicho um filão).
Portanto é necessário que se tenha no âmbito das oportunidades destinos e produtos que estejam totalmente voltado para esta faixa etária, incluindo festas, clubes, cursos e academias, enfim as viagem na terceira idade nos seus inúmeros destinos e produtos Mato Grosso é um estado que apresenta muitas atrações voltadas para a qualidade de vida e bem-estar das pessoas de todas as idades, inclusive aquelas que já passaram dos 60, conhecidos como terceira idade.
O Estado é um destino que oferece vários produtos para este público, que motivados pode partir para uma grande aventura de se conhecer esse paraíso que é gigante pela própria natureza.
No Segmento do Ecoturismo por exemplo, quando for acessar os produtos desde que esteja acompanhado por um guia ou condutor de turismo, podemos dizer que idoso não precisa ter anos de experiência basta seguir as orientações e contemplar as belezas da flora e fauna.
O ecoturismo no Mato Grosso tem sido um dos carros-chefes do turismo, pela sua localização privilegiada e os 03 ecossistemas distintos (Pantanal, Cerrado e Amazônia) além da exuberante região do Araguai, que fazem dele um lugar cheio de belíssimos roteiros.
As pessoas da terceira idade neste contexto com certeza se sentem rejuvenecidas.
A Região das Águas termais, são atrativo imperdível localizados no estado de Mato Grosso, na Cerra de São Vicente, e nos municipos dec Jucimeira, Poxoreu/Primavera do Leste e Barra do Garcas Trata-se de águas que são rica em microminerais, as águas termais são grandes aliadas da saúde, principalmente para as pessoas que sofrem com reumatismo, hérnia de disco, inflamações no nervo ciático, entre outros, condições típicas daqueles que estão em idade acima de 60 anos, com poucas exceções.
Mesmo para aqueles idosos que não têm problemas semelhantes, as águas tem efeitos excelentes para o bem estar e saúde !
Algumas horas dentro de uma piscina de água termal ajuda a relaxar a musculatura, trazer a sensação de bem-estar, rejuvenescer a pele, aliviar o estresse e conter os sintomas da ansiedade, tão comuns para quem já viveu mais de 6 décadas.
Trilhas de Caminhadas na Natureza, caminhar sem dúvida alguma é um dos melhores exercícios para o corpo, sendo muito indicados para a turma da terceira idade.
Agora se caminhar é tão bom assim imagina fazer isso em meio natural em cenários com paisagens ultra mega belíssimas ?
As inúmera trilhas espalhadas por todo Estado de Mato Grosso apresentam diferentes níveis de dificuldade portando é possível se adaptar trilhas para todos os perfis de viajantes inclusive para os da terceira idade.
É importante se frisar que o público com idade maior de 60 anos deve contar com um atendimento diferenciado para que tudo seja feito com muitavsegurança e o maximo de conforto possível.
Sendo assim em cada trilha haverá sempre uma surpresa e um diferencial para o visitante, seja pela vista deslumbrante de cachoeiras, lagos, parques ou corredeiras, morros, animais, pássaros, vegetação e atendimento com excelência.
Não há necessidade de se gastar muito dinheiro para se relaxar e viver momentos inesquecíveis.
O destino Mato Grosso oferece muitas opções de produtos de lazer e de entretenimento com ótimos custos se comparado a outros destinos brasileiros.
A terceira idade deve ser um público que deve receber uma atenção especial do setor turístico, e guardando as suas proporções isto tem acontecido.
As atividades tem sido adaptadas para atender as limitações físicas dos idosos, que podem realizar normalmente os safaris, pesca, turismo de contemplação ou participar de eventos do setor sem ter que pagar um altos preços. Destinos importantes e acessíveis a terceira idade.
Pantanal Nobres Chapada dos Guimarães Araguaia Guaporé, enfim Mato Grosso é um grande potencial, portanto é necessário que o sistema operacional do turismo esteja sensível a este assunto.
A sensibilidade tem que ser do sistema operacional do turismo que é composto pelo: Poder Público, Iniciativa Privada (empresários trabalhadores do setor turístico).
Se cada um fizer a sua parte o sistema irá contribuir para que o público da terceira idade possa ter acesso ao turismo, em condições justas principalmente no tocante aos custos/benefícios.
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