13 de abril de 2019

Nobres em Mato Grosso entre os 12 destinos de tirar o fôlego que você provavelmente não conhece no Brasil.

Um arquipélago fluvial, uma duna de quartzo e uma montanha de 1,8 bilhão de anos estão entre os lugares mais surpreendentes do país!

7 min de leitura 

Estúdio de Criação / Por Marília Kodic


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As dunas do Jalapão (Foto: Getty Images)


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O maior parque de pinturas rupestres do mundo, o cume de montanha mais extenso do planeta, formações rochosas de 1,8 bilhão de anos e ossadas de preguiças-gigantes de seis metros: acredite, tudo isso se encontra no Brasil. É, de tão imenso, nosso País reúne paisagens de tirar o fôlego que ainda não foram descobertas por todo mundo! Conheça esses destinos in-crí-veis que não fazem parte dos roteiros tradicionais de turismo em 3,2,1...

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A seguir, listamos 12 dessas joias históricas e naturais espalhadas pelas cinco regiões do Brasil – prepare suas malas e #partiu, férias:

Jalapão (TO)

A paisagem alaranjada do Jalapão | Foto: Divulgação 

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Prepare-se para se deparar com o laranja das dunas de areia de quartzo, com o verde intenso das piscinas naturais, com o dourado do capim brilhando sob o sol, com o azul claro dos fervedouros.. Bem-vindo ao Jalapão! De tão lindo, é difícil de acreditar que este lugar seja ainda tão desconhecido pelos brasileiros. Mas há até uma justificativa já que o acesso à região – no extremo leste do Tocantins, onde faz divisa com Bahia, Maranhão e Piauí – não é dos mais simples, nem a infraestrutura das mais completas. Mas nada que não se resolva com um carro 4x4, um guia local e algumas doses de disposição e paciência. Vale a pena sair do roteiro comum para conhecer o destino, considerado um dos maiores blocos de vegetação nativa remanescente do Brasil!

Dunas do Jalapão | Foto: Divulgação 

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Ilha do Algodoal (PA)

A calmaria da Ilha do Algodoal | Foto: Divulgação 

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Pedestres, bicicletas e charretes coloridas, que passam por ruas de chão batido onde carros e motos são proibidos, determinam o ritmo tranquilo de Algodoal, aonde a energia elétrica só chegou em 2005 (sério!). A vila de pescadores situada pertinho de Belém, à qual só se chega de barco, encanta tanto pela simplicidade quanto pela beleza natural. Mangues que levam a praias semi-desertas de areias brancas e finas, dunas cobertas de restinga, coqueiros e cajueiros compõem o cenário do local que só começou a ser habitado nos últimos cem anos – e, por isso mesmo, é tão bem preservado. Isso não impede, no entanto, que seja palco de festas noturnas animadas, ao som de ritmos regionais como carimbó e tecnobrega.

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Ilha do Algodoal | Foto: Divulgação 

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Monte Roraima (RR) 

Monte Roraima (Foto: Instagram/Reprodução)

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Na tríplice fronteira entre Brasil, Guiana e Venezuela, o Monte Roraima é um dos lugares mais exóticos e misteriosos da América Latina. A formação rochosa milenar é composta por diversos platôs em formato de mesa, dos quais o monte que dá nome ao estado de Roraima é o mais alto, ultrapassando os 2800 metros. Para chegar a seu topo, é preciso cruzar a fronteira da Venezuela e subir pelo seu lado menos íngreme, num trekking que dura dias – ou, então, desembolsar um valor considerável para fazer o trajeto de helicóptero. De todo modo, a recompensa é uma paisagem única de cavernas, lagoas, plantas carnívoras, beija-flores, diversas espécies endêmicas e vistas espetaculares de onde, em meio às nuvens, pode-se assistir à chuva se formar e precipitar morro abaixo. Considerado sagrado pelos índios pemons, o monte tem o cume mais extenso do mundo (são 90 quilômetros quadrados!) e origem geológica que remonta à era paleoproterozoica, há cerca de 1,8 bilhão de anos, tornando-o uma das formações rochosas mais antigas do planeta.

Arquipélago de Anavilhanas (AM)

Vista aérea do arquipélago de Anavilhanas (AM) | Foto: Divulgação 

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Mais de quatrocentas ilhas compõem o arquipélago fluvial de Anavilhanas, um dos maiores do mundo, com cerca de 130 km de extensão, localizado a 100 km de Manaus. O labirinto natural formado pela floresta amazônica é entrecortado pelos afluentes do Rio Negro. Tal ecossistema abriga botos cor de rosa, jacarés, onças pintadas, macacos e bichos-preguiça. De outubro a março, durante a cheia, os igapós formam belos espelhos d’água e, de abril a setembro, época de seca, aparecem convidativas praias de areia branca pelo percurso.

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Águas do Rio Negro, na Amazônia | Foto: Divulgação 

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Serra da Capivara (PI) 

A Serra da Capivara tem atmosfera cinematográfica | Foto: Divulgação 

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Abrigando o maior parque de pinturas rupestres do mundo, datadas de até 29 mil anos atrás, a Serra da Capivara possui 120 mil hectares de cânions, falésias, grutas e o rico bioma da caatinga, além de impressionantes ossadas de mastodontes, tigres-dentes-de-sabre e preguiças gigantes de seis metros (!). Patrimônio Cultural Mundial da UNESCO desde 1991, o Parque Nacional é uma viagem às origens da civilização na América. A cidade-base mais próxima para conhecer o local, São Raimundo Nonato, é modesta, mas tem boa infraestrutura, e fica a 500 km deTeresina, capital do Piauí.

Chapada das Mesas (MA)

Chapada das Mesas, na divisa do Maranhão com o Tocantins | Foto: Divulgação 

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Menos conhecida do que as chapadas brasileiras Diamantina (BA), Veadeiros (GO) e Guimarães (MT), a Chapada das Mesas é um rincão exuberante na divisa do Maranhão com o Tocantins. Composto por sertões, cavernas, florestas de buritizais e um relevo de chapadas vermelhas, tem como grande atrativo as cachoeiras e piscinas naturais. Para conhecer o local, o ponto de partida é a cidade de Carolina, que tem pouco mais de 25 mil habitantes e boa estrutura – aproveite os restaurantes locais, com pratos de peixes de água doce e doces caseiros à base de jaca e buriti. Entre os pontos mais visitados, estão o Poço Azul e o Encanto Azul, as cachoeiras Santa Bárbara, São Romão e Prata e o Morro do Chapéu, além do Portal da Chapada, ideal para curtir o pôr-do-sol.

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Galinhos (RN)

Praia de Galinhos, no Rio Grande do Norte | Foto: Divulgação 

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Dunas multicoloridas, salinas, mangues, praias que se revelam e escondem no ritmo da maré e um fotogênico farol compõem os cartões-postais de Galinhos, situado a 170 km da capital Natal e (inexplicavelmente) ainda pouco explorado pelos turistas. Um dos destaques turísticos inusitados do vilarejo de apenas 2 mil habitantes é o passeio que oferece almoço com alimentos colhidos ao longo do trajeto e transformados em iguarias - pense em ostras no bafo, sashimi de pescada branca e ceviche de cavala-branca, tudo fresquinho...

Faro de Galinhos, Río Grande do Norte, Brasil | Foto: Divulgação

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Icaraí de Amontada (CE)

“Descoberta” por velejadores e praticantes de windsurf e kitesurf europeus por causa de seus ventos constantes, Icaraí de Amontada está começando a atrair a atenção dos turistas brasileiros. Sua enseada tem mar calmo e piscinas naturais emoldurados por um cenário de coqueirais, e partem dali os passeios que levam à Lagoa do Sabiaguaba e aos chamados Lençóis Cearenses, compostos por dunas e lagoas. Queridinha dos fortalezenses, a vila de pescadores lembra a Jericoacoara de décadas passadas.

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Icaraí de Amontada | Foto: Divulgação 

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Nobres (MT)

Cachoeira de Nobres | Foto: Divulgação 

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A combinação que faz a fama de Bonito, em Mato Grosso do Sul – grutas, cachoeiras e rios cristalinos cheios de peixes –, aparece também em Nobres com o atrativo adicional de preços mais baixos e menos turistas. A cidade de 15 mil habitantes tem entre os destaques o Aquário Encantado, uma piscina natural de um azul límpido, em função da presença forte de magnésio, realçada por uma enorme variedade de peixes multicoloridos e pelos feixes de luz que entram por entre as árvores que a cercam. Para os caçadores de adrenalina, a dica é fazer o boia-cross pelo Rio Quebó, que passa por uma gruta habitada por morcegos. A 150 km de Cuiabá, Nobres fica na região da Serra do Tombador, de grande valor histórico para os índios bacairis, que ainda vivem por lá, e onde é possível encontrar sítios arqueológicos e arte rupestre.

Piscina natural de Nobres | Foto: Divulgação 

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Cambará do Sul (RS)

O impactante Cambará do Sul, com paredões verticais que chegam a 900 metros de altura | Foto: Divulgação 

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O maior conjunto de cânions da América do Sul fica no Brasil: são 250 km na cidade gaúcha de Cambará do Sul, a 110 km de Gramado. Os mais famosos cânions (e com melhor infraestrutura) são o Itaimbezinho, no Parque Nacional dos Aparados da Serra, e o Fortaleza, no Parque Nacional da Serra Geral. Este último é também o mais profundo, com paredões verticais que chegam a 900 metros de altura, e o mais largo da região, com 7,5 km. Outro destaque da região é a Cachoeira dos Venâncios, uma sequência de quatro quedas d’água no Rio Camisas. Ah! Vale dizer que Cambará do Sul está entre as campeãs no ranking de baixas temperaturas durante o inverno brasileiro.

Cambará do Sul | Foto: Divulgação 

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Pancas (ES)

Conjunto de rochas que forma o visual de Pancas, no Espírito Santo | Foto: Divulgação 

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Um conjunto de rochas de granito com os mais curiosos e variados formatos, conhecido como Monumento Natural dos Pontões Capixabas, são o principal atrativo da cidadezinha de Pancas, a 180 km da capital Vitória. As mais famosas são o cartão-postal Pedra Camelo, com 720 metros de altura, e a Pedra Agulha, com 500 metros de altura. Popular entre os turistas, a Rampa da Colina é o local onde se pode praticar vôo livre (parapente e asa delta). Cerca de 60% da população de 20 mil habitantes é formada por descendentes de pomeranos (povo que habitou a região europeia do Mar Báltico, entre a Alemanha e a Polônia), e a cultura dos imigrantes é preservada na gastronomia, em festas populares e até no idioma – depois do português, o pomerano é a língua mais falada na cidade.

São Miguel das Missões (SC)

Sitio Arqueológico de São Miguel Arcanjo | Foto: Divulgação

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Um dos quatorze Patrimônios Culturais Mundiais da UNESCO localizados no Brasil, as ruínas de São Miguel das Missões estão entre os mais bem preservados vestígios das Missões Jesuíticas em todo o mundo. Fundado no século 17, o povoado ali instalado, chamado de redução de São Miguel Arcanjo, foi o mais próspero da região dos Sete Povos das Missões. Nele, guaranis e jesuítas conviveram por quase um século. No sítio arqueológico está também o Museu das Missões, que guarda uma importante coleção de esculturas sacras dos Sete Povos, em sua maioria de madeira policromada. Um espetáculo de luz e som é realizado diariamente nas ruínas, recontando a história do lugar.

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POLÍTICA DE PESCA Pesca poderá ser proibida por cinco anos em Mato Grosso; governador vai decidir

O documento prevê cota zero para captura e transporte na modalidade pesca amadora pelo período de 5 anos e, após esse período, as definições sobre cota, tamanha de pescado ou proibição de captura deverá ser regulamentada pelo Cepesca.

Juliana Carvalho

Pesca e Cia

Pesca poderá ser proibida por cinco anos em Mato Grosso

O Conselho Estadual da Pesca (Cepesca) definiu o período de defeso da piracema entre outubro de 2019 e janeiro de 2020 para as três bacias hidrográficas de Mato Grosso. A medida foi acatada por unanimidade pelos conselheiros do pleno, com o objetivo de assegurar a reprodução dos peixes, garantindo o estoque pesqueiro para esta e para as futuras gerações. Além das questões ambientais, a definição do período também leva em consideração aspectos sociais, culturais e econômicos, como o fato de que o seguro de defeso pago pelo Governo Federal tem vigência de quatro meses.

 

Mato Grosso é o primeiro Estado brasileiro a definir o período de defeso com base em critérios científicos. De acordo com estudo coordenado pela professora e pesquisadora da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), doutora Lúcia Aparecida Mateus, a probabilidade de que os peixes estejam em reprodução é de 80% no entre os meses de outubro e dezembro, sendo o mês de janeiro importante para a reprodução dos peixes de couro e para a Bacia do Alto Paraguai.

 

“Iniciamos os procedimentos de avaliação e monitoramento dos dados em 2015 e atualmente temos mais de 10 mil registros, aumentando a segurança e assertividade nas avaliações”, explicou a pesquisadora. No estudo feito em 2018, também foi constatado que os períodos reprodutivos para peixes de couro e escama seguem padrões muito similares.

Marcos Vergueiro | Gcom

Segunda reunião ordinária do Cepesca

Reunião ordinária do Conselho Estadual da Pesca (Cepesca) realizada na quinta-feira (11.04) finaliza proposta de minuta de lei para reformulação da Política de Pesca de Mato Grosso a ser apresentada ao governador Mauro Mendes.

 

O documento prevê cota zero para captura e transporte na modalidade pesca amadora pelo período de cinco anos e, após esse período, as definições sobre cota, tamanha de pescado ou proibição de captura de determinadas espécies deverá ser regulamentada pelo Cepesca por meio de resolução baseada em estudos científicos, assim como já ocorre com a definição do período de defeso.

 

Para os conselheiros, é importante que as medidas de manejo ou adaptativas para garantia do estoque pesqueiro seja feita mediante resolução, uma vez que se trata de um instrumento jurídico que pode ser aprovado ou revogado mais rapidamente que um projeto de lei.

 

Os critérios estabelecidos para a pesca amadora não se referem à pesca de subsistência e o consumo in loco será possível desde que seguidas as regras estabelecidas pela legislação e pelo conselho.

 

“Com a apresentação dessa minuta que reformula a Política de Pesca em Mato Grosso, o Cepesca cumpre um dos seus papeis mais importantes que é o de sugerir e subsidiar o executivo na criação de políticas públicas para o setor”, enfatizou o secretário adjunto Executivo da Secretaria de Estado de Meio Ambienta (Sema-MT), Alex Marega que presidiu a reunião.

 

A proposta, que foi debatida no âmbito do conselho por dois anos, também prevê a ampliação do número de conselheiros para a inclusão do Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental (BPMPA) e para assegurar a paridade entre os atores, também serão incluídas mais cadeiras para representantes do setor empresarial de turismo e entidades socioambientais.

 

Atualmente, compõem o Conselho, que atua como órgão colegiado deliberativo e consultivo auxiliando o Poder Executivo na propositura de políticas públicas para a pesca, dezoito entidades entre representantes das secretarias de Meio Ambiente, Turismo, Cultura, Ministério Público Estadual, UFMT, Unemat, colônias de pescadores, entidades do terceiro setor, Ibama e representantes do setor empresarial do turismo da pesca.

 

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12 de abril de 2019

NOTÍCIA  AGRICULTURA E EMPAER BENEFICIA FAMÍLIAS EM SITUAÇÃO DE VULNERABILIDADE SOCIAL


Fonte:  Colaboração/Social - Prefeitura de Nova Olimpia

A Prefeitura Municipal de Nova Olímpia através de um forte empenho do prefeito, José Elpídio de Moraes Cavalcante adquiriu junto ao Campo de Biotecnologia Vegetal de Cruz das Almas na Bahia cerca de 1.700 mudas de Banana de 07 variedades diferentes (Maçã, Pacová, Princesa, Grande Nine, Willians, Prata Anã e Prata Catarina). Com o intuito de fomentar no município a Cadeia Produtiva da Fruticultura, após a aquisição as mudas foram entregues a Secretaria de Agricultura e rapidamente transferidas pelo Secretário de Agricultura Jaime Sganzerla e as Técnicas da EMPAER local Kathiuscia Chieron e Claudineia Souza para o berçário de mudas do Viveiro Municipal localizado no P A Rio Branco. Com todo cuidado fitossanitário as mudas foram cuidadas neste local, o solo para o futuro plantio foi preparado, cerca de 1 hectare, até que no dia 07/05/2018,iniciou-se o plantio das mudas já em covas adubadas e devidamente preparadas.

O Secretário de Agricultura e as técnicas da Empaer, que atuam em parceria no município de Nova Olímpia, buscavam com este experimento orientar aos produtores que desejam realizar um plantio de banana sobre os diversos pontos relevantes que se deve analisar antes de iniciar um investimento, os mesmos devem estar informados quanto aos custos financeiros, cuidados com preparo de solo, aquisição de mudas saudáveis e comercialização.

Para que uma cadeia seja rentável e satisfaça ao produtor de maneira que ele possa receber o retorno esperado de seu investimento é necessário que o mesmo esteja aberto a receber a assistência técnica e com uma prática desta desde o plantio até a colheita sendo realizada pelos técnicos e acompanhada pelos produtores de perto, com certeza houve um fortalecimento da agricultura familiar do município.

Março de 2019 passou-se um ano e aquelas mudas que foram plantadas estão frutificando e mais uma vez entra em cena a parceria entre entidades, pois as bananas colhidas estão sendo entregue a Secretaria Municipal de Assistência Social e a mesma está beneficiando os usuários do serviço de convivência e fortalecimento de vínculos, Proteção de Atendimento integral as famílias – PAIF, Proteção e Atendimento Especializado a Famílias e Indivíduos – PAEFI, Serviço de Acolhimento, dentre eles  Idosos, gestantes, crianças e mulheres que participam dos serviços/projetos além de consumirem as bananas durante as participações nos eventos ainda estão levando para suas casas e com certeza reforçando a alimentação de suas famílias.

Produtores observando que sim, podemos de maneira organizada e com a correta orientação técnica produzir e diversificar as culturas do município, técnicos gratificados com o resultado alcançado, famílias sendo beneficiadas com o produto final, que, diga-se de passagem, apresenta uma ótima qualidade, enfim o sentimento de dever cumprido, e que venham os cursos para aproveitamento das bananas e suas diversas utilizações na culinária.

E dando continuidade ao trabalho a Secretaria de Agricultura e a Empaer estão além de repassando às informações técnicas para um cultivo inteligente de banana aos interessados, realizando estudos de viabilidade de novas culturas e futuramente visam implantá-las na área do Viveiro Municipal, visando sempre alavancar a agricultura familiar do município.

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Há quarenta anos, relojoeiro “pau rodado” acerta o tempo em Cuiabá


Olhar Direto


Encontrar no olhar direto

Notícias / Cidades


Da Redação

Foto: Reprodução


Ele tem o tempo como companheiro inseparável e há 40 anos acerta as horas de moradores da capital mato-grossense. Sob a trilha sonora dos ponteiros ininterruptos dos relógios espalhados por paredes e prateleiras, o cearense Antônio Francisco Neto faz do seu box no Shopping Popular um atelier do tempo. É ali que o relojoeiro vive seguindo, assim como os segundos, os milésimos de segundos que nunca deixou parar na cidade.  

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Há 110 anos, a primeira bola de futebol chega em Cuiabá por um padre italiano; saiba local do primeiro jogo

Se andar pela Cuiabá de 300 anos temsi do cada vez mais a passos apressados, no estabelecimento de Antônio ainda é possível acertar as horas com calma e, de quebra, dar corda rumo ao passado. “Tudo começou com meu irmão mais velho. Ele era relojoeiro e, quando veio para cá, começou a trazer os demais para a profissão. Somos em dez homens e três mulheres, apenas um não seguiu no ofício – que, hoje, já conta com esposas, filhos e sobrinhos”, conta com orgulho.
 
Antônio relembra que, àquela época, 40 anos atrás, Cuiabá tinha contornos bem diferentes. “Quando chegamos, a Prainha – por exemplo – ainda era a céu aberto. A Avenida Mato Grosso apresentava valas e só tinha um colégio. Mas, algo que sempre nos impressionou foi que a cidade nos abraçou e nós crescemos com ela. Posso dizer que a gente contribuiu um pouco para ‘construir’ Cuiabá, que é uma capital maravilhosa”, pondera.
 
Ele destaca que o início da trajetória, como “pau rodado”, em solo cuiabano não foi fácil. “Ninguém conhecia a nossa família. Tínhamos que sair de porta em porta, fazer propaganda boca a boca e viajar todo o Estado. Começamos com conserto de relógios, depois ampliamos para fornituras, vendas de relógio em atacado e por aí vai. Fomos evoluindo. Tanto que não consigo calcular o número de relógios que já passaram pelas nossas mãos em quatro décadas”, ressalta.
 
No entanto, um acontecimento em especial não sai da sua memória: foi quando encontrou Antônia Gomes Soares que os ponteiros da sua vida se acertaram. Para além da coincidência de nomes, os dois dividem a parceria do casamento com a do ofício. “Voltei para o Ceará pra casar com ela e a trouxe para cá. Também para a profissão. Até brinco com os clientes que produzi as alianças, ‘quem casou comigo, não separa’”, comenta Antônio, que também é ourives.
 
Ao lado do marido há 35 anos, Antônia conta que fez da arte dos ponteiros também a sua paixão. “No início, olhava para os relógios e pensava que nunca entenderia como funcionavam. Mas, fui aprendendo no dia a dia. Isto, além de acompanhar as pessoas e histórias que passam por aqui. Às vezes, o relógio não tem valor de mercado, mas para aquela pessoa o objeto significa tudo. É preciso estabelecer uma relação de confiança”, reforça.
 
Em seu tempo livre, o casal – assim como muitos moradores da cidade – procuram relaxar na beira do rio. “Gostamos de pescar e acampar. Mas, o relógio não sai do braço nem durante a pescaria. Até porque ela também tem hora. É preciso saber os melhores horários para os diferentes tipos de peixe e, até mesmo, para chegar em casa e ir para a missa. Agora, de segunda a sábado, das 8h às 18h, estamos aqui no Shopping Popular”, explica Antônio

SEADTUR participa do aniversário dos 30 anos do Parque Nacional de Chapada dos Guimarães.



A Secretaria Adjunta de Turismo de Mato Grosso esteve em Chapada nesta sexta feira para prestigiar as comemorações de aniversário do Parque Nacional de Chapada dos Guimarães.

O Secretário Jefferson Moreno foi reoresentado pelo Agente Técnico Geraldo Lucio que na oportunidade falou da importância do Parquevno contexto do turiamo de Mato Grosso e que tem uma expressão nacional.

O Parque recebe 180 mil turistas por ano 25 mil turistas por mês e 500 turistas por dia, isto é muito significativo para o turismo de Mato Grosso finasila Geraldo parabenizando a equioe do ICMBIO e o COMTUR pelo evento.

Além do Geraldo Lucio a Seadtur foi representada também pela Bruna Fava, Coordenadora de Qualificação. 

A SEMA, IFMT foram representadas no evento.

O Parque Nacional da muito significativo Chapada dos Guimarães  que foi criado em 12 de abril de 1989 pelo Decreto Lei 97.656.

Está completando no dia de hoje 30 anos de sua criação e implantação.

Para comemorar  esta data, o COMTUR - Conselho Municipal de Turismo de Chapada do Guimarães, na pessoa de sua presidente Sônia Bezerra, buscou viabilizar a realização de um evento que contou com a participação do ICMBIO Nacional, Assembleia Legislativa, prefeitura, câmera municipal do TRADE Turístico do município e toda sociedade cívil.

 A Chefe do Parque Cintia Brasão, fez uma sintese sobre o Parque que segundo ela tem uma area  de  32.630 ha, protege amostras significativas dos ecossistemas locais e assegura a preservação dos recursos naturais e sítios arqueológicos existentes, proporcionando uso adequado para visitação, educação e pesquisa.

O Parque está aberto à visitação TODOS OS DIAS (inclusive finais de semana e feriados) .

O evento contou com apresentação cultural do grupo Quilombola da Lagoinha de Baixo, com o lançamento do Guia Cultural de Chapada dos Guimarães e uma exposição histórica do Parque.

No final foi servido um chá com bolo aos visitantes. 

A programação se estende até  domingo com muitas atividades inclusive no Parque Nacional de Chapada dos Guimarães. 



Em Chapada representando o Secretário Adjunto de Turismo Jefferson Moreno. Na comemoração dos 30 anos do Parque Nacional de Chamada dos Guimarães.

Grupo de Dança da Comunidade Quilombola Lagoinha de Baixo, na comemoração 30 anos de Parque Nacional de Chapada dos Guimarães.

Comemoração 30 anos de Parque Nacional de Chapada dos Guimarães.

Início das atividades de comemoração 30 anos de Parque Nacional de Chapada dos Guimarães.

30 anos do Parque Nacional de Chapada dos Guimarães. Representando o Sec. Adj. De Turismo. 


PARQUE NACIONAL DA CHAPADA DOS GUIMARÃES


O Parque Nacional da Chapada dos Guimarães foi criado em 12 de abril de 1989 pelo Decreto Lei 97.656. Com 32.630 ha, protege amostras significativas dos ecossistemas locais e assegura a preservação dos recursos naturais e sítios arqueológicos existentes, proporcionando uso adequado para visitação, educação e pesquisa.

O Parque está aberto à visitação TODOS OS DIAS (inclusive finais de semana e feriados) veja abaixo os procedimentos e horários de entrada em cada atrativo.

QUANDO IR

O parque pode ser visitado o ano todo.

O período de dezembro a março tem maior incidência de chuvas. De julho a outubro é época de seca, com altas temperaturas e possibilidade de queimadas.

Onde Ficar

O Parque Nacional da Chapada dos Guimarães não possui alojamentos para visitantes ou pousadas e não é permitido acampar dentro dos limites do Parque.

Os visitantes podem se hospedar na cidade de Chapada dos Guimarães(campings, hotéis e pousadas) ou mesmo na cidade de Cuiabá.

Hospedagens

COMO CHEGAR

Localizado nos municípios de Cuiabá e Chapada dos Guimarães, seu acesso é feito pela Rodovia Emanuel Pinheiro – MT 251, que margeia e corta o parque em grande extensão.

De Cuiabá até a entrada principal do parque são 50 quilômetros. Se o ponto de partida for a cidade de Chapada dos Guimarães, a entrada está a 11 quilômetros de distância.

A rodovia, apesar de asfaltada, não tem acostamento e o trajeto é, em sua maioria, feito em pista simples com vários trechos de aclive. Recomenda-se atenção redobrada em período de férias e feriados, uma vez que o trânsito aumenta.

Para os que não estão de carro, é possível pegar um ônibus na rodoviária de Cuiabá para Chapada dos Guimarães. Há ônibus praticamente a cada 1 hora e trinta minutos, mas vale a pena confirmar os horários de saída e se o ônibus é direto (sem paradas no percurso) ou tem parada no Véu de Noiva (Parque Nacional).

INGRESSOS

ATUALMENTE A ENTRADA DO PARQUE NACIONAL É GRATUITA. Porém para visitar alguns atrativos é necessário contratar um condutor autorizado pelo Parque para a visitação.


ATRATIVOS

A visitação do Parque Nacional da Chapada dos Guimarães está sendo reestruturada e os atrativos são abertos de acordo com a capacidade de gestão e com a adequação das estruturas e do sistema de controle, de modo a garantir uma visitação segura, agradável e de baixo impacto ambiental.

Atualmente, estão abertos à visitação o Mirante do Véu de Noiva, a Cachoeira dos Namorados e Cachoeirinha, o Circuito das Cachoeiras, a Casa de Pedra, Cidade de Pedra, Morro de São Jerônimo e a Travessia do Morro de São Jerônimo com pernoite no abrigo "Casa do Morro". Exceto o Mirante Véu de Noiva e a Cachoeira dos Namorados/Cachoeirinha os demais atrativos necessitam de agendamento prévio com guias ou condutores autorizados pelo Parque Nacional. Acesse os seguintes links para contatar um guia/condutor:

Circuito das Cachoeiras (http://www.ecobooking.com.br/Relacao_guias_autorizados.php?XXtrE=v3vbnqw03mgj17ydlzef)

Rioo Claro (http://www.ecobooking.com.br/Relacao_guias_autorizados.php?XXtrE=ds8ktc81bpqb71pcr6g6)

Morro de São Jerônimo (http://www.ecobooking.com.br/Relacao_guias_autorizados.php?XXtrE=2tdvkixx3rvhvidxsz27)

Cidade de Pedras (http://www.ecobooking.com.br/site3/destinoAtrativoGuia.php?gHtY=vkuu57h94e5z19cc0dd4)

Travessia do Morro de São Jerônimo (http://www.ecobooking.com.br/site3/destinoAtrativoGuia.php?gHtY=j4q4u3cc3cmtn047s28z)

O que fazer no Parque Nacional da Chapada dos Guimarães?
- Caminhadas
- Banho de cachoeiras e de rio
- Contemplação da natureza
- Ciclismo em áreas permitidas (somente nas estradas)
- Birdwatching (observação de Aves)
- Observação de fauna
- Travessia

 

Véu de Noiva

O mirante da Cachoeira Véu de Noiva é acessado pela entrada principal do Parque (Km 50 da MT-251). Do estacionamento até o mirante, o visitante segue por uma trilha rústica de aproximadamente 550 metros de extensão. Apesar dos trechos em declive, também a falta de sombra é a maior dificuldade do trajeto pois o trecho é a maior parte em área de campo aberto.

Formada pelas águas do Córrego Coxipozinho, a cachoeira de 86 metros de altura é cercada por paredão de arenito num vale em forma de ferradura. Nele podem ser encontrados ninhos de araras vermelhas, que voam pelo vale e emocionam os turistas.

O atrativo é auto guiado, aberto diariamente das 09h00 às 16h00.

Facilidades: Estacionamento, telefone público, banheiros, sede administrativa do Parque Nacional.

Cachoeira dos Namorados e Cachoeirinha

Estas duas cachoeira também são AUTOGUIADAS, ficam próximas uma da outra, não é necessário condutor para acompanhar o visitante que pode entrar neste atrativo todos dos dias das 09h00 até 12h00 h e a saída deve ocorrer até às 16h00.

O acesso é pela portaria do Véu de Noiva, por uma trilha rústica de 1.200 metros. Na portaria, o visitante deve preencher um Termo de Conhecimento de Risco, ou acessar site do Ecobooking e fazer a sua reserva antecipamente ao atratrivo, imprimindo e entregando assinada, o comprovante de reserva, na portaria do Véu quando visitar o atrativo. O retorno do visitante é pela mesma trilha de ida.

A cachoeira dos Namorados é formada pelo córrego Piedade e a Cachoeirinha é formada pelo rio Coxipozinho. O local é destinado a banho e piquenique, não há qualquer comércio no local, o visitante deve levar água e um lanche.

Circuito de Cachoeiras

O circuito é formado pelas águas do córrego Independência, que desce pelo cerrado formando seis cachoeiras: 7 de Setembro, Pulo, Degraus, Prainha, Andorinhas e Independência. Entre a cachoeira da Prainha e a das Andorinhas, há duas piscinas naturais.

Todo o circuito é liberado para banho, exceto a Cachoeira Independência, também conhecida como Cachoeira dos Malucos.
As trilhas do circuito não apresentam grandes dificuldades, exceto pela sua extensão (aproximadamente 6 km ida e volta).

A caminhada leva em média 5 horas de duração e não há nenhum comércio nessa área. Por isso, o visitante deve levar água, lanche e demais itens recomendados para caminhadas em ambientes naturais.

O acesso ao atrativo é permitido com acompanhamento de guia ou condutor cadastrado do parque e com agendamento prévio.

A lista de guias e condutores credenciados está disponível em: http://www.ecobooking.com.br/Relacao_guias_autorizados.php?XXtrE=v3vbnqw03mgj17ydlzef

O agendamento deve ser feito pelo condutor autorizado até 11h30 do dia do passeio, sendo a entrada permitida entre 8h30 e 12h00 e a saída até 17h00.

Casa de Pedra

A Casa de Pedra é uma gruta de arenito esculpida pelo córrego Independência. Conta a história que este lugar serviu de abrigo aos homens da Coluna Prestes durante sua viagem pelos sertões do Brasil.

Também é dito que a Casa de Pedra já foi local de refúgio para escravos fugitivos. Hoje, a gruta é habitada por morcegos e pequenos animais que a usam como abrigo.

O atrativo já foi cenário de diversas gravações para televisão, como a abertura da novela Fera Ferida (1993). Possui vestígios de inscrições rupestres. Pode ser acessada por quem visita o Circuito das Cachoeiras ou o Morro São Jerônimo.

Morro São Jerônimo

O Morro de São Jerônimo é um dos pontos mais altos do Parque Nacional, com mais de 800 metros de altitude.

Para visitar este atrativo é necessário fazer uma caminhada longa, com duração de cinco a seis horas, em estrada, trilha com aclive e declive, além de uma pequena escalada. A subida ao Morro, embora não seja tarefa fácil, se feita da forma correta e seguindo as orientações recebidas, não apresenta grandes riscos, mas exige um bom condicionamento físico do visitante.

Em virtude do grau de dificuldade da trilha, é obrigatória a visita com guia ou condutor cadastrado ao parque, agendamento prévio e a assinatura de Termo de Conhecimento de Risco por cada visitante. A lista de guias e condutores credenciados está disponível em http://www.ecobooking.com.br/

O agendamento deve ser feito até 11h30 do dia do passeio, sendo a entrada permitida entre 8h30 e 12h00 horas e a saída até 17h00. O limite de visitantes no Morro de São Jerônimo é de 36 por dia, sendo até seis visitantes por guia.

Cidade de Pedra

O nome do atrativo vem das formações rochosas encontradas no local. Em uma curta caminhada de 500 metros, o visitante chega a mirantes existentes na beira dos paredões da Chapada dos Guimarães, onde podem contemplar uma visão magnífica do Vale do Rio Claro e morrarias num desnível de aproximadamente 350 metros.

Lá embaixo, vê-se o contraste entre as veredas e o cerrado, formando na paisagem o mapa do Brasil, além das nascentes do rio Claro.

É comum avistar bandos de araras vermelhas sobrevoando os paredões, e pegadas de anta e onça pelo caminho. Corujas buraqueiras, seriemas e emas frequentam o cerrado do planalto.
O acesso à Cidade de Pedra é feito, a partir da Chapada dos Guimarães, seguindo-se por 10 Km na MT 251 em direção à Cuiabá. O visitante deve, então, entrar à direita na rodovia MT 020 – que não é asfaltada e leva ao Distrito de Água Fria por aproximadamente 10 Km. Na sequência o visitante deve entrar à esquerda e seguir por mais 8 Km, até a placa de estacionamento do atrativo. Considerando as condições da estrada, aconselha-se o acesso com veículo 4x4.

Em virtude dos riscos do roteiro, é obrigatória a visita com guia ou condutor cadastrado e autorizado pelo Parque Nacional e a assinatura de Termo de Conhecimento de Risco por cada visitante. A lista de guias e condutores credenciados está disponível em http://www.ecobooking.com.br/. Cada condutor pode acompanhar até 06 (seis) visitantes neste atrativo.

Vale do Rio Claro

Localizado no Km 36 da rodovia MT 251 (Cuiabá-Chapada dos Guimarães), o passeio no Vale do Rio Claro inclui caminhadas em áreas naturais com vegetação bastante diversificada, subida à Crista de Galo, que permite visualização 360° dos paredões areníticos, morraria e veredas além de banhos no Poço da Anta e Poço Verde (ambos no rio Claro).

Tendo em vista as condições das estradas internas do Parque, o acesso de carro em todo o percurso deve ser feito com veículo 4x4. Porém caso o visitante queira fazer o percurso caminhando ou de bicicleta (cerca de 6 quilômetros) o acesso até a porteira pode ser feito com veículo sem tração 4x4.

É permitido o uso de bicicletas com condutores autorizados, em todas as ESTRADAS do Parque Nacional. Não é permitido o uso de bicicletas em nenhuma trilha.

O acesso ao atrativo é permitido com acompanhamento de guia ou condutor cadastrado ao parque e com agendamento prévio. A lista de guias e condutores credenciados está disponível em http://www.ecobooking.com.br e cada condutor pode acompanhar até 12 (doze) visitantes.

O agendamento deve ser feito (pelo condutor autorizado) até 11h30 horas do dia do passeio, sendo a entrada permitida entre 8h30 e 12h00 e a saída até 17h00.

Travessia

A primeira travessia com pernoite no Parque Nacional da Chapada dos Guimarães possui aproximadamente 23 km de extensão divididos em 02 (dois) dias de caminhada e pernoite em acampamento rústico na Casa do Morro. Ela conecta alguns dos mais importantes e populares atrativos turísticos e trilhas do Parque Nacional da Chapada dos Guimarães como: a Trilha da Cachoeira Véu-de-Noiva, o Circuito das Cachoeiras, as Cachoeiras de Época (temporárias), o Morro São Jerônimo e a Trilha Histórica do Carretão.

A trilha inicia no acesso ao Circuito das Cachoeiras, passando pelas trilhas do Circuito das Cachoeiras, seguindo para as cachoeiras de Época. A partir daí, a trilha enfrenta trecho com maior declividade, saindo de 615 para 730 metros de elevação em relação ao nível do mar. Neste trecho, em meio à campos e cerrados stricto sensu, há acesso a uma pequena caverna com diversas claraboias, e volta-se a descer à cota dos 615 metros, já no trecho final de acesso à Casa do Morro – o local da pernoite, que passa ainda por pequenos trechos de campo rupestre e matas de galeria.

No segundo dia de caminhada, segue-se para a subida do Morro São Jerônimo com pequenos trechos de scrambling (escalaminhada) e volta-se para a Casa do Morro para iniciar a descida da Trilha do Carretão – caminho histórico que dava acesso de Cuiabá para Chapada dos Guimarães. A trilha termina na Comunidade do São Jerônimo, já fora do PNCG e distante cerca 25 km da rodovia MT-251.

Há possibilidade de trilha alternativa para o segundo dia de travessia, com retorno ao Véu-de-Noiva pela estrada de serviço, com passagem pela gruta Casa de Pedra ou mesmo outras variações de percurso conforme planejamento com o condutor autorizado para a Travessiae autorização do Parque Nacional.
Todos os visitantes devem ter acompanhamento de guia ou condutor autorizado pelo ICMBio que fará o agendamento com antecedência mínima de 02 (dois) dias ou 48 h (quarenta e oito horas) antes da data do passeio. Se o passeio está programado para iniciar no sábado, o agendamento no Sistema Ecobooking deve estar confirmado até na quinta-feir anterior.

Visando enriquecer a experiência da visitação e manejar os impactos sobre o ecossistema, a visitação (na travessia) é limitada a 15 pessoas acampadas por noite na área da Casa do Morro.

Atrativos no Entorno (FORA do Parque NACIONAL)

Os visitantes do Parque Nacional da Chapada dos Guimarães também podem desfrutar atrativos turísticos das regiões próximas ao Parque, bem como da cidade de Chapada dos Guimarães.

Há muitos roteiros a serem seguidos. Apenas alguns são citados aqui e, tendo em vista que estes atrativos não são de responsabilidade da equipe do PNCG, sugerimos que para maiores informações, os visitantes entrem em contato direto com algumas empresas de turismo locais sugeridas abaixo:

Sugestões de atrativos turísticosTipo de atividadeDistrito de Água FriaTurismo histórico-culturalComércio da cidade de Chapada dos GuimarãesCompras e serviçosIgreja de Nossa Senhora de SantanaTurismo histórico-culturalTrilha do MatãoCaminhada, observação de avesTilha Águas do CerradoCaminhada, banho de cachoeirasCachoeira da MartinhaContemplação, banhoCaverna Aroe Jari e Lagoa AzulCaminhada, contemplaçãoCachoeira da GeladeiraContemplação, banhoCachoeira do MarimbondoContemplação, banhoChapada AventuraTurismo de aventura:arborismo, paintball, tirolesaMirante Alto do CéuContemplação

Distrito de Água Fria

Igreja de Nossa Senhora de Santana

Trilha do Matão

Mirante (Centro Geodésico da América do Sul)

Cachoeira da Martinha

Caverna Aroe Jari e Lagoa Azul

Pontos próximos ao Parque Nacional da Chapada dos Guimarães indicados para observação de aves

O QUE FAZER

Os atrativos turísticos dentro do parque são acessados por trilhas, a maioria em área de cerrado sem sombra. Por isso é recomendado evitar caminhar nas trilhas nos horários mais quentes do dia, entre 11 e 15 horas; usar meias e calçados adequados para caminhadas mais longas, além de estar usando boné ou chapéu e protetor solar.

ORIENTAÇÕES

Ao visitar o Parque Nacional, lembre-se:

Planejamento é fundamental: Escolha as atividades condizentes com seu condicionamento físico e nível de experiência;

Atividades em ambientes naturais envolvem riscos e o Parque Nacional não tem serviço de resgate. Evite atitudes que possam causar acidente. O salvamento em ambientes naturais é caro e complexo, podendo levar dias e causar grandes danos ao ambiente. Portanto, não se arrisque. VOCÊ É O PRINCIPAL RESPONSÁVEL POR SUA SEGURANÇA!

Informe-se sobre as condições climáticas do local e consulte a previsão do tempo antes de qualquer atividade em ambientes naturais;

Alimente-se bem antes que qualquer caminhada e hidrate-se o tempo todo. Proteja-se do sol usando roupas adequadas. Caminhar no cerrado, mesmo com tempo nublado, é uma atividade desgastante;

Leve sempre seu medicamento de uso pessoal, principalmente se tiver problema alérgico, asma, diabetes ou cardiopatia;

Deixe animais domésticos em casa, exceto cão guia;

O consumo de bebidas alcoólicas não é permitido nas trilhas;

Não é permitido fazer qualquer tipo de fogo sem autorização. Fumar, além de ser proibido no parque, não combina com o ambiente e atrapalha a experiência dos outros visitantes. Respeite-os;

Mantenha-se nas trilhas pré-determinadas, não use atalhos. Os atalhos favorecem a erosão e a destruição de raízes e plantas inteiras. Mantenha-se na trilha mesmo se ela estiver molhada, lamacenta ou escorregadia. A dificuldade das trilhas faz parte do desafio de vivenciar a natureza;

Todo lixo que você produzir deverá ser levado de volta à cidade, inclusive o lixo orgânico. Certifique-se que você possui uma forma de acondicionar seu lixo (sacos plásticos) para trazê-lo de volta. Diminua a quantidade de lixo, deixando em casa as embalagens desnecessárias;

Animais, plantas, rochas, frutos e sementes encontrados no local fazem parte do ambiente e nele devem permanecer para que possam ser apreciados por outros visitantes;

Ande em silêncio, preservando a tranquilidade e a sensação de harmonia que a natureza oferece;

Não suba nos monumentos naturais. Por serem de arenito, quebram e desmoronam com facilidade;

Colabore com a educação de outros visitantes, transmitindo os princípios de mínimo impacto sempre que tiver oportunidade;

Denuncie agressões contra o meio ambiente aos órgãos responsáveis;

Atenção: Em épocas de chuva, oriente-se com a administração do parque sobre a possibilidade de ocorrência de trombas d'água, pois elas inviabilizam o acesso às cachoeiras. A tromba d'água é um fenômeno decorrente do acúmulo de água na cabeceira do rio, provocando uma enchente repentina arrastando o que estiver em seu curso.

Acesse o Guia de Conduta Consciente em Ambientes Naturais

 

LONGA VIDA AO PARQUE NACIONAL DA CHAPADA DOS GUIMARÃES, QUE HOJE COMPLETA 30 ANOS DE CRIAÇÃO!!!

foto aérea: Fabiano Oliveira arte: André Zan (caracara.org

A ASSOCIAÇÃO DE GUIAS E CONDUTORES DE ECOTURISMO CHAPADA DOS GUIMARÃES, AGRADECE 

UM DOS PARQUES NACIONAIS MAIS LINDOS DO MUNDO! ORGULHO DE MATO GROSSO!!

LEMBRANDO QUE NOS DIAS 13 E 14, A TODOS QUE FIZERAM PARTE DA LONGA BATALHA PRA QUE CULMINOU COM DECRETO DE 19 DE ABRIL DE 1989.

SÁBADO E DOMINGO GUIAS E CONDUTORES DA AGCE ESTARÃO CONDUZINDO GRATUITAMENTE OS VISTANTES PELO LINDO CIRCUITO DE CACHOEIRAS DO PARQUE NACIONAL.

GRUPOS SAINDO A CADA 30 MINUTOS.

VAMOS TODOS CONSTRUIR JUNTOS UM PARQUE AINDA MELHOR E PARA TODOS!

VIVA O CERRADO E PARQUE NACIONAL DA CHAPADA!







Em Chapada representando o Secretário Adjunto de Turismo Jefferson Moreno. Na comemoração dos 30 anos do Parque Nacional de Chamada dos Guimarães.

Grupo de Dança da Comunidade Quilombola Lagoinha de Baixo, na comemoração 30 anos de Parque Nacional de Chapada dos Guimarães.

Comemoração 30 anos de Parque Nacional de Chapada dos Guimarães.

Início das atividades de comemoração 30 anos de Parque Nacional de Chapada dos Guimarães.

30 anos do Parque Nacional de Chapada dos Guimarães. Representando o Sec. Adj. De Turismo.