3 de setembro de 2018

Dica boa: como torrar amendoim


Dica boa: como torrar amendoim

Tem muita gente que me pergunta como fazer coisas simples e que fazem parte do cotidiano de quem pilota o fogão com freqüência. 

Para muitos pode ser um post simples, desnecessário, mas para quem está iniciando na cozinha ou eventualmente acaba pilotando um fogão pode ser um post bacana e interessante. 

Por isso, hoje resolvi compartilhar duas maneiras de torrar o amendoim para usar em receitas doces ou mesmo salgadas. 

Vamos lá?

1 – Como torrar o amendoim no forno convencional (gás ou elétrico)

Passos para 500g de amendoim, normalmente 1 pacote.

o primeiro passo é colocar os amendoins numa forma em que todos caibam lado a lado, se você empilhar, vai levar mais tempo e eles não vão torrar por igual.


Depois é só levar a forma com os amendoins ao forno preaquecido a 180ºC (temperatura média) e deixar por 20 ou 25 minutos no forno. (para aquecer o forno, ligue na temperatura solicitada uns 10 minutos antes de colocar o amendoim) detalhe muito importante: durante o tempo em que estiverem no forno, abra o forno, e com uma luva pegue a forma e dê pequenas mexidas nela para que os amendoins virem e torrem por igual.

eles estão prontos quando mudam de cor, ficam dourados. Nós gostamos bem dourados, quase ficando marrons, mas para saber se seus amendoins já estão prontos, o melhor é retirar do forno, retirar a casca de dois ou três e verificar a cor e também o sabor. 

Para ficar como nós gostamos, e com o meu forno (existem diferenças entre os fornos) eu levo sempre os 20 ou 25 minutos.

Dica mais do que importante: não esqueça os amendoins no forno, isso não é tão difícil de acontecer. 

Comigo já aconteceu mais de uma vez e aí quase sempre o final dos coitadinhos é a lixeira. 

Coloque timer no celular ou não saia do lado.

para descascar você precisa deixar esfriar um pouco para não queimar as mãos. 

Pegue um punhado ou um por um e esfregue levemente que a casca sai.

2 – Como torrar amendoim no micro-ondas:
receita para 1 xícara de amendoim;
coloque essa quantidade de amendoim num prato raso que possa ir ao micro. 

Eles precisam ficar lado
a lado como no forno convencional. 

Programe seu micro para 2 minutos – potência alta.

coloque o prato com os amendoins e ligue o forno como recomendado.

Ao terminar os dois minutos, retire o prato e vire os amendoins cuidando para não se queimar.

Programe mais 3 minutos em potência alta e após concluído vire-os novamente.

Programe mais 2 minutos e verifique como eles estão. 

Eu preciso de 8 minutos em potência alta para que fiquem como nós gostamos. 

Mas isso é variável pois os fornos possuem potências diferentes. 

O truque é sempre virar e verificar a cor.

o sabor é igual ao torrado em forno elétrico ou a gás.

Para descascar é só aguardar esfriar e retirar a casca esfregando os amendoins entre os dedos.


Fonte - http://www.pilotandoumfogao.com.br/2014/02/08/dica-boa-como-torrar-amendoim/

Roteiro para criar uma associação


1ª FASE SENSIBILIZAÇÃO

2ª FASE CONSTITUIÇÃO

3ª FASE PRÉ - OPERACIONAL

4 ª FASE OPERACIONAL


1ª Fase: Sensibilização


a. Contato inicial: 

É importante que as pessoas envolvidas tenham o maior número possível de informações sobre o tema (legislação, funcionamento, direitos e deveres dos associados,etc.). 

Essas informações devem orientar a escolha das pessoas em seguir ou não com o processo organizativo da associação. 

Se houver interesse, o grupo deve mobilizar mais pessoas, pois são necessários pelo menos 10 integrantes para organizar uma associação. 

É importante organizar uma palestra ou discussão com um especialista no tema ou com pessoas que já fazem parte de alguma associação bem-sucedida. 

b. Palestra de sensibilização: 


Como o nome sugere, o objetivo é sensibilizar as pessoas para o tema, explorando principalmente as responsabilidades individuais e coletivas no processo e a necessidade de se imprimir um caráter empresarial e transparente na gestão da associação. 

Caso haja concordância em avançar com o trabalho, é fundamental designar os responsáveis por levantar informações sobre a legalização da associação, e outras pessoas que se responsabilizem por estudar a viabilidade econômica e as necessidades de infraestrutura e recursos financeiros. 

c. Apresentação dos resultados da etapa anterior: 

Com base nas informações sobre a documentação e tramitação legal para constituição da associação e, principalmente, no estudo da viabilidade econômica, caso a decisão seja por constituir a associação, passa-se para a fase seguinte. 

2ª fase: Constituição 




a. Assembleia de Constituição: 

É uma etapa formal do processo de legalização. 

É realizada no ato de constituição da associação, na presença de todos os associados. 

Nessa Assembleia, será escolhido o nome da associação e a sede. 

Será discutido, definido e aprovado o Estatuto Social, e também serão eleitos os representantes dos órgãos de direção (Conselho de Administração, Diretoria e Conselho Fiscal). 

Após essa etapa, deve-se encaminhar a documentação para registro, que é feito no cartório de registro de pessoas jurídicas. 

Nas cidades maiores, existem cartórios específicos para essa finalidade. Nas menores, é feito no cartório de registro geral. 

De acordo com a Lei nº 6.015/73 (artigos 120 e 121), são necessários os seguintes documentos para se registrar uma associação: 

· Ata de Fundação; 

· Duas vias do Estatuto; 

· A relação dos associados fundadores e dos membros da diretoria eleita; 

· Ofício encaminhado ao cartório. 

O passo seguinte é providenciar o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) junto à Receita Federal. 

Esse cadastro permitirá à associação realizar transações financeiras, contratos, convênios e contratação de empregados. 

3ª fase: Pré-operacional 

a. É a fase da estruturação: 

Definição de localização, aquisição de móveis e equipamentos, contratação de funcionários e contadores, abertura de conta no banco, licenças e alvarás, etc. 

4. Fase: Operacional 

a. Início das atividades: 

Começam os desafios reais da associação. 

Como toda organização, para ser bem-sucedida, a associação também precisará de gestão eficiente e comprometida com os propósitos da instituição. 

5. Observação: 

Este roteiro é uma sugestão para criar uma associação e apresenta alguns pontos a serem seguidos e observados. 

As etapas devem ser adaptadas conforme a necessidade de cada grupo.




Você acha que tem sentido ir a igreja. Então leia isto !

PARA AQUELES QUE ACHAM QUE NÃO TEM SENTIDO IR À IGREJA.

Um frequentador de uma igreja escreveu a seguinte mensagem para um jornal:
"Eu tenho ido à igreja por 30 anos e durante este tempo devo ter ouvido umas 3.000 pregações.

Mas, com exceção de uma ou outra, eu não consigo lembrar da maioria delas. 

Por isso, acho que estou perdendo meu tempo e os que pregaram também estão desperdiçando o deles".

Essa matéria divulgada no jornal gerou uma grande discussão resultando em uma sábia resposta de um leitor,  igualmente divulgada nos seguintes termos:
"Estou casado há mais de 30 anos e durante esse tempo minha esposa deve ter cozinhado umas 9.000 refeições.

Mas, com exceção de uma ou outra, eu não consigo me lembrar da maioria delas.

Mas de uma coisa eu sei: todas elas me nutriram, me alimentaram e me deram a força necessária para fazer minhas atividades.

Sem essas refeições, eu e nossos filhos estaríamos desnutridos, fracos, desanimados e mortos.

Da mesma maneira, se eu não tivesse ido à igreja para alimentar minha vida, minha alma e a da minha família, estaríamos hoje mortos espiritualmente".

Portanto, não deixe de estar em comunhão na sua igreja.

Encorajemo- nos uns aos outros.

Se você gostou não guarde somente pra si!

REUNIÃO IRÁ DISCUTIR A FERROVIA SENADOR VUOLO ATÉ CUIABÁ E NORTE MT

No próximo dia 10/09 (segunda-feira), estará em Cuiabá a Diretoria da RUMO LOGÍSTICA para falar do avanço da Ferrovia Sen Vuolo até a Capital e norte de MT.

Será na CDL às 09h.

Coloque na sua agenda e participe.

Veja o convite...

Abs! www.forumproferrovia.com

Com a minha querida e amada. Casados para Sempre !

Incêndio destroi o Museu Nacional, a primeira instituição científica da história do país

Fogo começou por volta de 19h30, quando o prédio já estava fechado para os visitantes Calcula-se que o acervo tenha 20 milhões de itens



Incêndio no prédio do Museu Nacional. FUTURA PRESS/FOLHAPRESS

Museu Nacional, a mais antiga instituição científica brasileira e o museu mais antigo do país, foi destruído por um incêndio de grandes proporções na noite deste domingo. As chamas começaram por volta de 19h30, quando o prédio histórico, na Quinta da Boa Vista, zona norte do Rio de Janeiro, já havia sido fechado para o público. Segundo o Corpo de Bombeiros, que conseguiram controlar as chamas por volta das 3h desta segunda-feira, não há notícias de feridos. Havia apenas quatro vigilantes no local no momento em que o fogo começou e eles conseguiram escapar.


Nas primeiras horas desta manhã, pequenos focos de incêndio ainda persistem. Ao todo, 80 bombeiros e 21 viaturas participaram do combate às chamas, que fizeram arder o edifício durante mais de sete horas.   

No domingo, imagens aéreas mostraram o edifício completamente tomado pelas chamas e a dificuldade dos bombeiros de controlá-las. Poucos minutos depois de deflagrado o incêndio, já havia setores do prédio sem qualquer cobertura de telhado. "Não vai sobrar absolutamente nada do Museu Nacional", afirmou o vice-diretor da instituição, Luiz Fernando Dias Duarte, em entrevista à GloboNews. "Os 200 anos de história do país foram queimados", disse. Na porta do local, professores, alunos e pesquisadores choram enquanto presenciam a destruição.

Imagem do prédio do Museu Nacional. DIVULGAÇÃO

Ainda não há pistas do que pode ter iniciado as chamas. Segundo o Corpo de Bombeiros, o trabalho foi dificultado porque os hidrantes do museu estavam descarregados e foi necessário pedir o apoio de carros-pipa. Alguns pavimentos internos do prédio desabaram, mas os bombeiros conseguiram retirar uma parte do acervo antes. Atuam no combate às chamas equipes de 20 quartéis do Rio de Janeiro.

O prédio foi criado por D. João VI e completou 200 anos em 2018. O edifício é tombado pelo patrimônio histórico e foi residência da família Real e Imperial brasileira. Sua estrutura é de madeira, o que permite que as chamas se espalhem com mais facilidade. O prédio também sofria com a falta de manutenção, como cupins que corroíam a estrutura e queda de reboco. Em fevereiro deste ano, Alexander Kellner, diretor do museu, reclamou ao jornal O Globo da falta de verba para a manutenção do local. "Felizmente essas pragas [morcegos e gambás] não têm aparecido no acervo, mas ainda podem ser vistas nas áreas comuns. O maior problema são as goteiras. Ficamos preocupados quando cai uma tempestade porque só temos verbas para medidas paliativas de prevenção."

O acervo do museu é composto por cerca de 20 milhões de itens. Entre os destaques estão a coleção egípcia, que começou a ser adquirida pelo imperador Dom Pedro I; o mais antigo fóssil humano já encontrado no país, batizado de "Luzia", com cerca de 11.000 anos; um diário da Imperatriz Leopoldina; um trono do Reino de Daomé, dado ao Príncipe Regente D. João VI, em 1811; o maior e mais importante acervo indígena e uma das bibliotecas de antropologia mais ricas do país. Até este momento não é possível saber exatamente qual o dano provocado pelas chamas, mas, segundo um funcionário da instituição que acompanhava o trabalho dos bombeiros disse à GloboNews, toda a área de exposição do museu foi atingida.

Vídeo feito pelo Museu Nacional mostra o acervo da instituição.

A instituição, ligada à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), vinha sofrendo com os cortes orçamentários há pelo menos três anos. Alunos do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da universidade, que atuam no museu, chegaram a criar memes em que mostravam fósseis à espera de verba, ironizando os cortes, quando, na época, a previsão era a de que só se receberia 25% do Orçamento previsto para pesquisa no ano. Também em 2015, o museu chegou a ficar fechado por dez dias após uma greve de funcionários da limpeza que reclamavam salários atrasados. Nas redes sociais, pesquisadores, alunos e professores brasileiros também compartilham seus depoimentos, lamentando o ocorrido e creditando a tragédia ao corte de custos vivido nos últimos anos.

Ainda em entrevista à GloboNews, o vice-diretor do Museu Nacional qualificou o incêndio como uma "catástrofe insuportável". "O arquivo de 200 anos virou pó", disse. "São 200 anos de memória, ciência, cultura e educação, tudo se perdendo em fumo por falta de suporte e consciência da classe política brasileira. Meu sentimento é de imensa raiva por tudo o que lutamos e que foi perdido na vala comum", ressaltou ele, que afirmou que no aniversário de 200 anos da instituição nenhum ministro de Estado aceitou participar da comemoração. "É uma pequena mostra do descaso", disse ele, que afirmou que a instituição estava fechando uma negociação com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que incluía, justamente, um projeto de prevenção de incêndios. "Veja, conseguimos isso junto a um banco. Nunca conseguimos nada do Governo brasileiro. A universidade federal vive à mingua", desabafou.

O ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, afirmou em entrevista à GloboNews que o ocorrido é parte do "processo de negligência de anos anteriores". "Que isso sirva de alerta para que não aconteça em outros museus. Medidas que poderiam ter sido tomadas anteriormente não foram tomadas", destacou ele, que disse que foi feito um projeto para a revitalização do prédio e os recursos foram levantados, "mas não deu tempo de evitar a tragédia".

Em nota, o presidente Michel Temerafirmou que a perda do acervo do Museu Nacional é "incalculável para o Brasil". "Hoje é um dia trágico para a museologia de nosso país. Foram perdidos 200 anos de trabalho, pesquisa e conhecimento. O valor para nossa história não se pode mensurar, pelos danos ao prédio que abrigou a família Real durante o Império. É um dia triste para todos brasileiros". O Ministério da Educação, ao qual à UFRJ é ligada, também lamentou por nota e disse que "não medirá esforços para auxiliar a universidade no que for necessário para a recuperação do patrimônio histórico."

2 de setembro de 2018

Maior Feira de Turismo Rural do Brasil acontece em Areia PB em novembro ds 2018


Por 

Ana Célia Macedo

Ruraltur 2015 O Concierge

A 14º edição da Ruraltur acontece em novembro deste ano e tem como tema “O Crescimento do Turismo Rural no Brasil, com diversidade de experiências e sustentabilidade das regiões”

por Ana Célia Macedo

Com o objetivo de fortalecer negócios, disseminar conhecimentos técnicos, ampliar ações de oferta e demanda de oportunidades para o setor Rural, o Sebrae Paraíba promove este ano a 14ª edição da Feira de Turismo Rural do Brasil (Ruraltur). A Feira acontece de (28) a (30) de novembro, em Areia (PB) e espera receber cerca de 3 mil visitantes. É aberta a empresários, empreendedores individuais, produtores rurais, trade turístico, gestores públicos, profissionais da imprensa, pesquisadores e visitantes em geral

A Feira começou a partir do ano de 2005 e desde o inicio até o ano de 2014 foi sediada na Paraíba. Em 2015 aconteceu em Natal (RN), em 2016 em Juazeiro do Norte (CE) e em 2017 em Gravatá (PE). Considerada como a melhor vitrine de produtos e conhecimentos sobre o Turismo Rural, a Feira também tem a finalidade de integrar os estados brasileiros por meio das atividades ligadas ao setor. Nesta edição, a Ruraltur espera inscrever, aproximadamente, 150 expositores e realizar 300 encontros de empresários nas rodadas de negócios.

Segundo a Organização Mundial do Turismo (OMT), estima-se que 3% dos turistas do planeta procuram turismo rural, sendo, portanto, uma das atividades que apresenta crescimento de 6% ao ano.

Regina Amorim, Gestora de Turismo – SEBRAE PB

Turismo Rural é um segmento em expansão no Brasil, afirma a gestora de Turismo do Sebrae Regina Amorim. De acordo com a gestora, a Ruraltur projeta o setor e contribui para interiorizar o turismo produzindo geração de renda, também divulgando empresas e os roteiros turísticos, fomentando o turismo de base local, o turismo cultural, o ecoturismo, o turismo de aventura, bem como os agronegócios e o artesanato.

“No cenário de feiras regionais, a Ruraltur tem sido um vetor de promoção e desenvolvimento de novos produtos e roteiros turísticos, a cada ano verificando-se, a cada ano, o aumento de participantes por estado. A cada edição, vemos a consolidação de novos produtos turísticos e o resultado de negócios realizados”, concluiu Regina Amorim.

Por meio das edições da Feira, o Sebrae  tem estimulado e fortalecido as entidades de classe do turismo rural, as instâncias de governança, também a Associação Brasileira de Turismo Rural (Abraturr), sempre com vistas à inovação e a sustentabilidade dos micro e pequenos negócios.

Serviço:
14º edição da Ruraltur
Feira de Turismo Rural que promove a competitividade dos pequenos negócios, fomentando o empreendedorismo com sustentabilidade, inovação e criatividade.
Local: Areia (PB)
Período: de 28 a 30 de novembro de 2018
Inscrições e informações: Sebrae 83 2108-1110

A Caminhada na Natureza de Nova Ubiratã realizada hoje foi um Sucesso