6 de dezembro de 2017

A prefeitura de Poconé convida para uma reunião. ASSUNTO: Taxa de Turismo Sustentável do Municipio

*CONVITE*

A Prefeitura Municipal de Poconé, por meio da Secretaria Municipal de Turismo, *CONVIDA* a todos os empresários do _"trade turístico"_ de Poconé e região para participarem de uma importante *REUNIÃO DE APRESENTAÇÃO DA TAXA DE TURISMO SUSTENTÁVEL DO MUNICÍPIO;*

*Data:* 07 de Dezembro de 2017(quinta-feira);
*Horário:* 19h30m;
*Local:* Centro de Atendimento ao Turista (CAT).

*Prefeitura Municipal de Poconé*
*_"Crescendo com o Povo!"_*

5 de dezembro de 2017

A FACULDADE FAIPE DE CUIABA TEM O MAIOR IGC DE IES PRIVADAS DA CAPITAL

A FACULDADE FAIPE DE CUIABÁ TEM O MAIOR IGC DE IES PRIVADAS DA CAPITAL

A Faculdade FAIPE localizada no bairro Jardim Cuiabá de Cuiabá obteve o IGC (Índice Geral de Cursos) 4 no último indicador de qualidade institucional divulgado pelo MEC – Ministério da Educação e Cultura nesta semana. Este é o maior índice obtido por uma instituição de Ensino Superior Privada do município de Cuiabá.

O IGC é um indicador de qualidade que avalia as instituições de educação superior.

A nota inclui a média ponderada dos Conceitos Preliminares (CPC) dos cursos de graduação e pós-graduação de cada instituição de ensino. 

O IGC é divulgado anualmente pelo INEP/MEC. O índice varia entre 1 e 5.

A Faculdade FAIPE obteve o credenciamento como Instituição de Ensino Superior na modalidade presencial, através da Portaria nº 620 de 17/05/2012.

Ela oferece atualmente os cursos de graduação em Marketing, Recursos Humanos, Administração e Ciências Contábeis.

E está solicitando autorização para Educação Física, Enfermagem, Odontologia e Direito.

Neste último ciclo avaliativo, Marketing e Recursos Humanos foram avaliados no ENADE 2015 e tiveram notas positivas.

A Faculdade traz em seu histórico uma forte ligação com a educação, de onde surgiu a vocação de prestar serviços de qualidade em um ambiente humanizado.

Em seu percurso histórico embora recente como Instituição de Ensino Superior, apresenta um contínuo processo de evolução, através da crescente inserção de cursos, programas e serviços a que tem se dedicado e causado importantes reflexos na comunidade acadêmica e à sociedade como um todo.

Convite São Gonçalo Beira Rio 300 anos


Data: 07 de dezembro (quinta-feira) 

Horário: 8:30h (abertura)

Local: São Gonçalo Beira Rio  

Será lançado no próximo dia 07 de dezembro, na sede da Associação de Moradores de São Gonçalo Beira Rio a programação em comemoração aos 300 anos de fundação daquela comunidade.

A programação contará com uma palestra do historiador,Paulo Pitaluga Costa e Silva, membro do Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso.

Ele é autor de diversos trabalhos e obras que retratam a história de Mato Grosso. 

Intrigado pelas lendas e estórias que norteiam a origem do nome Cuiabá, ele mergulha em uma pesquisa histórica e etimológica em busca de fatos, documentos e mapas que comprovem a origem.

Pitaluga é autor do livro “São Gonçalo Velho” que é a povoação urbana mais antiga de Mato Grosso e em especial da região do vale do rio Cuiabá, sendo que sua ocupação populacional nunca sofreu qualquer descontinuidade.

Sua memória histórica e social sempre foi relegada a um segundo plano na historiografia regional, uma vez que sempre se priorizou as pesquisas e os textos acerca de Cuiabá, as lavras do Sutil por excelência, em detrimento de seus primeiros arranchamentos.

Na ocasião, serão empossados os membros efetivos e honorários do comitê organizador dos festejos de São Gonçalo 300 anos. 

O evento contará com a presença de diversas autoridades, apoiadores, colaboradores e outros convidados. 

A programação dos festejos acontecerá durante o ano todo de 2018 conforme o calendário de eventos, terá início em janeiro, com encerrando em novembro de 2018  com a Festa das Ceramistas. 

Mais informações. Sr. Dalmi Lúcio 3661 3264 ou 98142.3450

História da cobra e do homem

Um homem viu quando uma cobra estava morrendo queimada e decidiu tirá-la do fogo, mas quando o fez, a cobra o picou.

Pela reação de dor, o homem o soltou e o animal caiu de novo no fogo e estava se queimando de novo.

O homem tentou tirá-la novamente e novamente a cobra o picou.

Alguém que estava observando se aproximou do homem e lhe disse:
- Desculpe, mas você é teimoso!

Não entende que todas as vezes que tentar tirá-la do fogo vai pica-lo?

O homem respondeu:
- a natureza da cobra é picar, e isto não vai mudar a minha, que é ajudar.

Então, com a ajuda de um pedaço de ferro, o homem tirou a cobra do fogo e salvou sua vida.

Não mude sua natureza se alguém te faz algum mal, não perca sua essência; apenas tome precauções.

Alguns perseguem a felicidade, outros a criam.

Preocupe-se mais com sua consciência do que com sua reputação.

Porque a tua consciência é o que você é, e sua reputação é o que os outros pensam de ti.

E o que os outros pensam, não é o teu problema... é problema deles!

A diferença entre as Nações Pobres e Ricas não é a idade da Nação

INFELIZMENTE NÃO SEI QUEM É O AUTOR.

QUISERA TER TIDO ESSA SENSIBILIDADE.

EM NAO A TENDO...

LEIAM!!!

A Diferença entre as Nações Pobres e Ricas não é a Idade da Nação.

Isto pode ser demonstrado por países como *Índia e JB Egito,* que têm mais de 2000 anos e *são países pobres* ainda.

Por outro lado, *Canadá, Austrália e Nova Zelândia,* que há 150 anos atrás *eram insignificantes,* hoje são países desenvolvidos e *ricos.*

A diferença entre a *nação pobre e rica não depende também dos recursos naturais disponíveis.*

*Japão* tem um território *limitado*, 80% montanhoso, inadequado para a agricultura ou agropecuária, mas *é a segunda economia do mundo.* O país é como uma imensa fábrica flutuante, *importando matéria-prima de todo o mundo e exportando produtos manufaturados.*

Segundo exemplo é *a Suíça,* onde *não cresce cacau* mas produz os *melhores chocolates do mundo.* Em seu pequeno território ela cuida de suas vacas e *cultiva a terra apenas por quatro meses ao ano,* não obstante, *fabrica os melhores produtos de leite.* Um *pequeno país* que é uma imagem de segurança que *tornou-se o banco mais forte do mundo.*

*Executivos* de países ricos que *interagem* com seus homólogos dos países pobres não mostram nenhuma diferença intelectual significativa.

Os *fatores raciais* ou de cor, também, *não têm importância:* imigrantes fortemente *preguiçosos* em seus países de origem, *são altamente produtivos em países ricos* da Europa.

*Então, qual é a diferença?*

A *diferença é a atitude das pessoas, moldadas durante muitos anos pela educação e cultura.*
Quando analisamos o comportamento das pessoas dos países ricos e desenvolvidos, observa-se que *uma maioria respeita os seguintes princípios de vida:*

1. Ética, como princípio básico.
2. Integridade.
3. Responsabilidade.
4. O respeito pela legislação e regulamentação.
5. O respeito da maioria dos cidadãos pelo direito do outro.
6. O amor ao trabalho.
7. O esforço para poupar e investir.
8. A vontade de ser produtivo.
9. A pontualidade.
10. O orgulho de cumprir com o seu dever.

Nos países pobres, uma pequena minoria segue esses princípios básicos em sua vida diária.

Não somos pobres porque nos falta recursos naturais ou porque a natureza foi cruel conosco.

*Somos pobres porque nos falta atitude.* Falta-nos vontade de seguir e ensinar esses princípios de funcionamento das sociedades ricas e desenvolvidas.

ESTAMOS NESTE ESTADO PORQUE *QUEREMOS LEVAR VANTAGEM SOBRE TUDO E TODOS.*

ESTAMOS NESTE ESTADO PORQUE VEMOS ALGO FEITO DE FORMA ERRADA E DIZEMOS - *"Não é meu problema"*
DEVERÍAMOS LER MAIS  E AGIR MAIS!

SÓ ENTÃO SEREMOS CAPAZES DE MUDAR NOSSO ESTADO PRESENTE.

Se você não encaminhar esta mensagem nada vai acontecer com você.

Mas, *se você ama seu PAÍS* tente fazer circular esta mensagem para que o máximo número de pessoas possível, *reflita sobre isso.*

04 Aulas de Gestão Estrategica pra se refletir!

Recebi 04 aulas de Gestão Estratégica.
Não sei se já conhecem, mas achei interessante.

*1ª AULA*
Um corvo está sentado numa árvore o dia inteiro sem fazer nada. Um pequeno coelho vê o corvo e pergunta:

- Eu posso sentar como você e não fazer nada o dia inteiro?

O corvo responde:

- Claro, porque não?

O coelho senta no chão embaixo da árvore e relaxa. De repente uma raposa aparece e come o coelho.

*Conclusão:* Para ficar sentado sem fazer nada, você deve estar no topo.

*2ª AULA*

Na África todas as manhãs o veadinho acorda sabendo que deverá conseguir correr mais do que o leão se quiser se manter vivo.

Todas as manhãs o leão acorda sabendo que deverá correr mais que o veadinho se não quiser morrer de fome.

*Conclusão:* Não faz diferença se você é veadinho ou leão, quando o sol nascer você tem que começar a correr.

*3ª AULA*

Dois funcionários e o gerente de uma empresa saem para almoçar e, na rua, encontram uma antiga lâmpada mágica.

Eles esfregam a lâmpada e de dentro dela sai um gênio.

O gênio diz:

- Eu só posso conceder três desejos, então, concederei um a cada um de vocês!

- Eu primeiro, eu primeiro, grita um dos funcionários! Eu quero estar nas Bahamas dirigindo um barco, sem ter nenhuma preocupação na vida... Puff e ele foi.

O outro funcionário se apressa a fazer o seu pedido:
- Eu quero estar no Havaí, com o amor da minha vida e um provimento interminável de pina coladas! Puff, e ele se foi.

Agora você, diz o gênio para o gerente.
- Eu quero aqueles dois folgados de volta ao escritório logo depois do almoço para uma reunião!

*Conclusão:* Deixe sempre o seu chefe falar primeiro.

*4ª  aula*

Um fazendeiro resolve colher algumas frutas em sua propriedade, pega um balde vazio e segue rumo às árvores frutíferas. No caminho, ao passar por
uma lagoa, ouve vozes femininas e acha que provavelmente algumas mulheres invadiram suas terras.

Ao se aproximar lentamente,observa várias belas
garotas nuas se banhando na lagoa. Quando elas percebem a sua presença, nadam até a parte mais profunda da lagoa e gritam:

- Nós não vamos sair daqui enquanto você não deixar de nos espiar e for embora.

O fazendeiro responde:
- Eu não vim aqui para espiar vocês, eu só vim alimentar os jacarés!

*Conclusão:* A criatividade é o que faz a diferença na hora de atingirmos nossos objetivos mais rapidamente.

Portanto,
*Antes* de falar, escute...
*Antes* de escrever, pense...
*Antes* de gastar, ganhe...
*Antes* de julgar, espere...
*Antes* de desistir, tente...

*“No mundo sempre existirão pessoas que vão te amar pelo que você é, e outras, que vão te odiar pelo mesmo motivo.”*

Fica a dica, texto excelente.

O absurdo da lei que quer abrir UCs para mineração

Marc Dourojeanni
Consultor e professor emérito da Universidade Nacional Agrária de Lima, Peru. Foi chefe da Divisão Ambiental do Banco Interamericano de Desenvolvimento e fundador da ProNaturaleza.

O absurdo da lei que quer abrir UCs para a mineração

Por Marc Dourojeanni segunda-feira, 02 dezembro 2013 21:32Comente

Imagem feita por satélite das marcas deixadas pela mina de ferro de Carajás, feita em 2009. Foto: Wikicommons

A preparação, discussão e aprovação da Lei do Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (Lei 9.985 de 18 de julho de 2000) foi um extraordinário e difícil processo que demorou mais de uma década na sociedade, na academia, no CONAMA e oito anos apenas no Congresso Nacional. Como também ocorreu recentemente com a revisão do Código Florestal, essa lei foi fruto de um elaborado consenso entre os mais diversos e às vezes extremos interesses, que no caso incluiu o dos mineradores e o do Ministério de Minas e Energia. Então, como é possível sequer entrar em pauta um projeto de lei que destrói todo o trabalho feito, e mostra absoluto desconhecimento dos antecedentes e das suas implicações?

Prestes a ser votado na Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei 3.682/2012 não só contém propostas que destroem a essência da Lei 9.985, mas, além disso, comprometem mandados constitucionais como os que se referem aos direitos dos povos indígenas, o direito a um ambiente ecologicamente equilibrado e o direito à preservação do patrimônio natural. Dentre outras medidas, o projeto eliminaria a intangibilidade das áreas protegidas de proteção integral permitindo que até 10% delas sejam utilizados pela mineração. Abriria as áreas protegidas de uso sustentável e as terras indígenas para esta finalidade e para usos energéticos, transferiria o estabelecimento de novas Unidades de Conservação para o Congresso, imporia limitações insuperáveis para o estabelecimento de novas áreas protegidas, permitiria desafetar áreas protegidas por simples decreto presidencial, etc., etc.

Não se requer muita imaginação para vislumbrar o que tais medidas implicariam. De fato, nenhuma área de todas e cada uma das Unidades de Conservação existentes ficaria livre da cobiça dos mineradores. A realidade implica que estes recursos existam em maior ou menor quantidade em todas elas. Como ficariam os planos de manejo, submetidos às descobertas geológicas ou à variação do preço dos minerais? O que ocorreria se as empresas demandassem explorar minérios no setor biologicamente mais importante? Ou, no setor onde existem os maiores atrativos naturais e turísticos? E por onde passariam as estradas ou as ferrovias para extrair o mineral? E que fazer com a inevitável contaminação ambiental gerada pela exploração? Como consolação o projeto diz que os mineradores estariam obrigados a compensar a área mineirada com uma área duas vezes maior. Mas será que o generoso legislador sequer pensou como isso seria viável? Acaso esqueceu que as áreas protegidas se estabelecem onde é ecologicamente necessário que estejam e não em qualquer lugar? Ou não sabe que, em geral, ao redor delas já não existe nenhum espaço natural disponível?

Outras medidas incluídas no projeto são igualmente fatais para o Sistema Nacional de Unidades de Conservação. Já o governo federal atual decidiu, usando argúcias legais, amputações a Unidades de Conservação importantes com o intuito de construir hidroelétricas e autorizar a passagem de linhas de transmissão e estradas. Alguns estados, como o de Rondônia, tem praticamente eliminado seus sistemas estaduais. Não é difícil prever o que ocorreria se a lei proposta fosse aprovada, dispensando lei específica para alterar, aumentar ou reduzir o tamanho ou limites das Unidades de Conservação. São várias dúzias delas que sucumbiriam apenas no primeiro ano da sua aplicação -- dentre elas o Parque Nacional Iguaçu-- e, quiçá, todas passariam por isso antes da passagem da primeira década da aprovação da nova lei.

Criação de novas UCs será impossível

Na realidade, o Projeto de Lei 3.682/2012 é, quiçá, sem se ter consciência disso, uma proposta para acabar com a conservação da natureza no Brasil.

Estabelecer novas Unidades de Conservação, o que já é muito difícil, seria literalmente impossível. Dever-se-ia demonstrar que a área não tem interesse para a mineração ("favorabilidade geológica") ou para a geração de energia hídrica, a serem determinados pelo órgão competente, ou seja, o setor mineiro e energético. De fato, em qualquer lugar do Brasil há recursos minerais e há água, com a relativa exceção dos desertos onde não obstante pode haver água subterrânea. Tampouco seria possível sequer pensar em estabelecer áreas de proteção ambiental e outras de uso direto ou uso sustentável, pois elas estão antropizadas. As novas áreas protegidas só poderiam ser criadas por lei do Congresso embora contraditoriamente o mesmo projeto de lei proponha que sejam alteradas por decreto. Para dificultar ainda mais a coisa, não se poderia estabelecer novas áreas sem previsão em lei orçamentária dos recursos para a implantação, incluindo recursos para desapropriação da área e pagamento de indenização aos proprietários particulares. Isto é um sonho nunca realizado no passado, mas, que no contexto que se discute é apenas um estorvo adicional.

Na realidade, o Projeto de Lei 3.682/2012 é, quiçá, sem se ter consciência disso, uma proposta para acabar com a conservação da natureza no Brasil. A mineração e a geração de energia são atividades indispensáveis para o desenvolvimento e promovê-las é, sem dúvida, assunto de interesse nacional. Porém, os legisladores têm o dever de evitar destruir com o cotovelo o que seus próprios colegas fizeram com a mão e usando o cérebro. As áreas protegidas assim são chamadas porque protegem a natureza do uso e abuso humano.

Preservar o patrimônio natural é tão necessário para o futuro da nação como a energia ou os minérios. Há lugar para cada atividade como também existe para a agropecuária ou a exploração florestal e pesqueira. Se houver um caso muito especial que requeira abrir uma exceção à regra que as unidades de conservação são essenciais para manter o patrimônio biológico nacional, esse caso deve ser tratado como tal. Para atender um ou outro caso específico não se precisa abrir a comporta que poderia deixar o país sem nenhuma segurança de manter seu patrimônio genético natural, sem mencionar outros serviços ambientais que as áreas protegidas oferecem.

É provável que o senso comum prime e que o Projeto de Lei 3.682/2012 não prospere ou que seja drasticamente alterado. Não parece lógico que o projeto, que mexe com a essência da conservação da diversidade biológica de um país, seja visto numa comissão de minas e energia, onde é óbvio que o tema é desconhecido. Mas, ainda que esse projeto despareça do cenário, ele deixa um rastro amargo e, obviamente, afetará negativamente a boa reputação internacional do Brasil em matéria ambiental, bem ganha e com tanto esforço.

 

 

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