22 de setembro de 2013

CONVITE: Rodada de Crédito - Apresentação de Linhas de Financiamento para o Setor Turístico



Não consegue visualizar? Acesse a ficha de inscrição, clicando aqui. 


OPORTUNIDADE ÚNICA PARA EMPREENDEDORES:

Como ampliar e fortalecer a minha empresa?

CONHEÇA AS OPORTUNIDADES E DIFERENCIAIS OFERTADOS PELOS CINCO MAIORES

BANCOS PÚBLICOS EM MINAS GERAIS!

Convidamos aos empreendedores, especialmente os do setor turístico, para participarem da 1ª Rodada de Crédito. Trata-se de uma iniciativa de fomento e apoio ao empreendedorismo e geração de renda, com o objetivo de fortalecer o desenvolvimento e sustentabilidade dos negócios, por meio da articulação entre os agentes financeiros, empreendedores e o setor público.

A Secretaria de Estado de Turismo de Minas Gerais SETUR/MG, promoverá , na Semana do Turismo do Sistema Fecomercio, o encontro entre as instituições financeiras e os empreendedores em um mesmo workshop, ''Rodada de Crédito - Apresentação de Linhas de Financiamento para o setorTurístico''.

Na ocasião, os 05 maiores bancos públicos presentes em Minas Gerais irão apresentar as oportunidades e os diferenciais ofertados para o setor. Além disso, osempreendedores poderão receber orientações e esclarecimentos.

Com o fomento do mercado turístico, as linhas de financiamento das instituições financeiras passam a ser cada vez mais procuradas pelos empreendedores que desejam investir em seus negócios. Nesse cenário, conhecer as condições oferecidas é imprescindível na escolha da linha de financiamento que atenda ao seu perfil.

Amplie suas informações sobre as oportunidades ofertadas ao empreendedor turístico!

Data: 26/09/2013

Horário: 18h30

Local: Auditório FECOMERCIO / Rua Curitiba, 561,

12º andar - Centro. Belo Horizonte/MG. 

Gostaríamos de conhecer mais sobre você, empreendedor:

Responda ao questionário de pesquisa da Secretária de Estado de Turismo:http://migre.me/g9lMn

(opcional)


10 anos do evento FEIRATUR,


http://www.feiratur.tur.br
www.feiratur.blogspot.com.br
https://www.facebook.com/feiratur

No jornal destacamos a trajetória do evento nos seus últimos anos, agradecemos nossos apoiadores e colaboradores, nossos fiéis amigos desta trajetória.

Nele também, poderão se informar sobre a programação geral do 10º Seminário Nacional do Turismo Rural que ocorre paralelo a FEIRATUR nos dias: 26, 27 e 28 de setembro – Serão 18 palestras com temas atuais e voltados ao segmento rural para o público diverso deste setor.

Desde já, agradecemos pela presença de todos e desejamos:

Bom Evento e uma Ótima Estada!

21 de setembro de 2013

Banco da Amazônia seleciona projetos de desenvolvimento sustentável



Podem ser inscrever empreendimentos nas áreas ambiental, social, cultural, esportiva e exposições agropecuárias

Até o dia 30 de setembro, o Banco da Amazônia aceita inscrições de organizações da sociedade civil interessadas em receber recursos do Edital de Patrocínios 2014. São R$ 3,8 milhões que deverão ser investidos no financiamento de projetos de desenvolvimento sustentável da Amazônia Legal.

Podem ser inscrever empreendimentos nas áreas ambiental, social, cultural, esportiva e exposições agropecuárias. Cada organização poderá receber até R$ 50 mil, valor que depende da modalidade do projeto escolhida.

O edital da seleção e os documentos que devem ser preenchidos na inscrição podem ser encontradosclicando aqui. Os projetos deverão ser enviados para o endereço Banco da Amazônia S.A. GICOM – Gerência de Imagem e Comunicação – Avenida Presidente Vargas, 800, 10º Andar, Bloco B, Sala 1010. CEP: 66.017-901 – Campina – Belém – PA. Somente serão aceitas inscrições feitas pelos Correios.

Os projetos selecionados serão divulgados até o dia 20 de dezembro, no site do banco.











20 de setembro de 2013

Violento um dos dos Amigos do Turismo Rural



Ayrton Violento, presidente da Anda Brasil, foi informado pela Comissão Organizadora da FeiraTur/SP (Feira nacional do Turismo Rural), esta semana, que seu nome foi escolhido por um juri para receber a Comenda de personalidades empenhadas no setor do Turismo Rural, denominada Amigos do Turismo Rural.

A cerimônia será no dia 26 de Setembro de 2013, às 8 horas, no Parque da Água Branca – Barra Funda – São Paulo.

Ayrton Violento já confirmou presença e agradece a Suzi Camargo e Paulo Junqueira, por incluírem seu nome na lista das personalidades empenhadas no setor do Turismo Rural brasileiro.

Vem aí o XII Jogos dos Povos Indígenas será realizado de 11 a 19 de outubro de 2013, na cidade de Cuiabá - Mato Grosso

Índios fazendo o reconhecimento do local do evento

O XII Jogos dos Povos Indígenas será realizado de 11 a 19 de outubro de 2013, na cidade de Cuiabá - Mato Grosso

O publico Indígena estimado e de 1.600 Atletas Indígenas

O local do evento será a Arena e cidade dos índios construída na região do Sucuri, ao lado da AMBEV, Região do Bairro Santa Roda, a grande Expectativa de se ter cerca de 10.000 pessoas por dia visitando o local do evento.

A expectativa e de se ter em torno de 48 delegações indígenas nacionais e 40 delegações indígenas internacionais 

Os esportes competitivos serão, arco e flecha, cabo de guerra, futebol de campo, com os pés, com a cabeça e com os ombros, corrida de toras individual e em dupla, tiro de lanças, além de apresentações culturais, rituais e musicas.

Os Indígenas Marcos terrena, irmão do Carlos Terena, são representante do Comitê intertribal composto por Instancias de poderes Federais, Estaduais, Municipais, Indígenas e não indígenas Ministérios e outros Federais, Presidência da Republica, FUNAI, Esportes, MDA, Cultura, Turismo, Cultura, Cepier - Igualdade Social, Itamarati, Justiça, Transportes, Infraero, Guarda Nacional, Saúde, Educação e Ministério Publico Federal, Secretarias e outros Estaduais e municipais,SEDTUR, Sema, Semelhante, Saúde, Educação, Segurança, Transportes, Secam, Bombeiros, Secopa e Ministério Publico Estadual

A idéia e que Cuiabá seja a neste período a capital Indígena do Pais

O Ministério dos Esportes ira patrocinar e garantir a vinda de um índio de cada pais

A Arena dos jogos será para abrigar 5.000 pessoas sentadas

As tendas serão inovadoras, não da forma tradicional dos eventos mas sim com um designe e arquitetura inovadora porém com a iconografia indígena, tendo inclusive uma outra terminologia, sendo chamada de Ocas.

Oca da sabedoria, Oca da Feira de artesanato, Oca digital, Oca da Feira da Agricultura Tradicional Indígena, Oca da Literatura, Atestado da Área Espacial e outros.

A Aldeia Okara (alojamentos) será uma grande vila indígena com mais de 27 ocas em que estarão se hospedando vários que não usarão de hotéis e ou pousadas na cidade

Neste evento será feito o Lançamento dos Jogos Mundiais Indígenas, e a escolha do estado que ira sediar este Mundial, Com a participação de Seleções Indígenas Mundiais

Temas da Oca do Conhecimento, Respeito ao Meio Ambiente , Ecologia -consciência ecológica - debates sobre sustentabilidade, Etnoturismo Indígena e outros.

Índios fazendo o reconhecimento do local do evento

Índios fazendo o reconhecimento do local do evento

Índios fazendo o reconhecimento do local do evento

Índios fazendo o reconhecimento do local do evento

Índios fazendo o reconhecimento do local do evento

Índios fazendo o reconhecimento do local do evento

Índios fazendo o reconhecimento do local do evento

A expansão do Turismo Rural na Agricultura familiar no Brasil e o contexto das atividades no Estado de Mato Grosso


Geraldo Donizeti Lúcio

O Turismo Rural no Estado de Mato Grosso, inicia partir dos anos 80 nas fazendas do Pantanal, tendo como uma das pioneiras a Fazenda Ipiranga do Sr. João Losano, atualmente com o nome de Pousada Piuval, segundo depoimento do Sr. João, a atividade turística representa mais de 70% dos rendimentos da fazenda que ainda mantém a agropecuária em pleno vapor, a Pousada Piuval, esta a 14 km de Poconé, na Estrada Parque Transpantaneira.

A partir de 1998, a Secretaria de Estado de Desenvolvimento do Turismo do Estado de Mato Groso, começa a discutir e apresentar o Turismo Rural, como opção de atividades aos produtores rurais e em conseguinte de produto aos operadores, agentes e aos turistas, o que coincide com as discussões do I CITURDES - Congresso Internacional de Turismo Rural e Desenvolvimento Sustentável e pelo Ministério do Turismo e Ministério do Desenvolvimento Agrário no Brasil.

Atualmente no Brasil com já se identificavam mais de 500 empreendimentos de Turismo Rural, dentre elas, o Agroturismo, atividade presentes nos municípios de Venda Nova dos Imigrantes e Domingos Martins na região serrana do Espírito Santo, região de Lages Santa Catarina, Circuito Estrada Real de Minas Gerais, Circuito Italiano do Paraná, Vale da Ribeira em São  Paulo, Região Serrana do Rio de Janeiro, Pantanal de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul e em vários outros estados como os do Nordeste, Norte e Centro Oeste do Pais. 

Pode se afirmar que o número de empreendimentos envolvidos com o Turismo Rural hoje, atinge por volta de 20 mil propriedades rurais, elevando a atividade de nicho de mercado para um Status de segmento turístico, sendo inclusive um dos que mais cresce dentro do turismo brasileiro, com uma média de ate 20% ao ano.

O TRAF - Turismo Rural na Agricultura Familiar, inicia em 2003 e 2004 sendo uma demanda advinda da necessidade da inserção dos mini e pequenos produtores rurais (Agricultores Familiar) no mercado Turístico, estes que estão em busca de diversificação e agregação de novos valores a suas atividades tradicionais. Muitos destes inclusive já teriam sido "eliminados" da vida rural, começam a visualizar na segmentação do Turismo Rural na Agricultura Familiar uma nova oportunidade de negócios na vida no campo.

A Agricultura Familiar na Atividade Turística, gera hoje mais de 300 mil empregos, diretos e indiretos, no país, com suas atividades desenvolvidas diretamente por mais de 58% de mão-de-obra familiar da própria propriedade rural e o restante por trabalhadores de origem local ou regional a este destino turístico. 

E importante salientar que esta atividade contribui para a questão do gênero, pois, no TRAF, a presença feminina e a que mais aparece na condução dos empreendimentos,pois a mulher se faz presente em mais de 90% deles, seguido também da presença dos idosos que vêem no Turismo Rural uma oportunidade de trabalho e renda complementar alem de elevar a sua baixa estima, pois são eles que desempenham as funções de relevância, principalmente, quanto a de serem "contadores de causou, casos, história, cantarem musicas sertanejas e regionais saudosistas, enfim!

Representando o Turismo Rural na Agricultura Familiar Nacional, existe uma Rede de articulação - REDE TRAF - BR, que discute o tema no Brasil, com apoio do MDA, e Mtur, hoje está organizada em representações estaduais , em quase todo os estados brasileiros.

A REDE TRAF, é uma rede que agrega, técnicos, produtores, poder público, ONGs, pessoas que se comunicam na rede virtual e em momentos especiais se reúnem presencialmente, surgiu no ano de 2004, agregando a maioria dos estados do Brasil, com objetivo de apoiar e desenvolver políticas públicas para consolidar este segmento.

A REDE TRAF – Nacional foi a responsável em discutir e elaborar diretrizes para o TRAF definiu o conceito e princípios, que na ocasião fizeram parte de um Programa Nacional de Turismo Rural na Agricultura Familiar.

E importante entender que o MTur e MDA, reconheceram no ano de 2003/2004 a conceituarão oficial da atividade de Turismo Rural como sendo o conjunto de atividades turísticas desenvolvidas no meio rural, comprometido com a produção agropecuária, agregando valor a produtos e serviços, resgatando e promovendo o patrimônio cultural e natural da comunidade".

As mesma instituições reconhecem também o Turismo Rural na Agricultura Família Conceito do Turismo Rural na Agricultura Familiar no anop de 2003/2004, como sendo, a atividade turística que ocorre na unidade de produção dos Agricultores Familiares que mantêm as atividades econômicas típicas da agricultura familiar, dispostos a valorizar, respeitar e compartilhar seu modo de vida, o patrimônio cultural e natural, ofertando produtos e serviços de qualidade e proporcionando bem estar aos envolvidos.

O Turismo Rural na Agricultura Familiar vem sendo desenvolvido nas regiões de entorno a Cuiabá, Cáceres e outros municípios pólos, pois o mercado consumidor já existe que é a população local, o acesso por turistas de outros municípios, estados e países são consequência de se ter os produtos formatados 

É necessário, porém, melhor estruturar e potencializar as iniciativas existentes e ampliar a oferta de produtos, o Turismo Rural na Agricultura Familiar, responde aos anseios não só da população urbano em suas necessidades de lazer, ócio saudável e repouso, mas principalmente dos pequenos produtores que necessitam de novas alternativas no processo de produção e renda.

A atividade, sobretudo está no âmbito da Economia Solidária e Inclusiva, para o cliente que terá uma opção de se praticar o turismo em um pequeno empreendimento com atendimento familiar, personalizado e com preços acessíveis e para o empreendedor que estará inserido no mercado do turismo tido desde então como atividades apenas para grandes empreendedores, a partir da Rio + 20 a UNISOL Brasil, passa a inserir o Turismo Rural no rol de setores atendidos na ótica de empreendimentos solidários, e Mato Grosso desenvolve uma Base de Serviço que culminará com a definição de empreendimentos formatados com ênfase no mercado.

O Estado de Mato Grosso tem se destacado a nível nacional e até mundialmente pelo seu vasto potencial turístico, o cenário composto de áreas naturais, herança cultural material e imaterial, diversidade de ritmos, paisagens, saberes e fazeres, sabores e manifestações culturais, fatores estes que têm atraído a cada dia um número maior de pessoas interessadas em conhecer os destinos e produtos turísticos nacionais, o segmento ocorre um fenômeno em que a maioria das pessoas estão fortemente marcadas no berço ou na origem dos hábitos e costumes, originados nas fazendas e nos primeiros povoados, este fator que está ocorrendo atualmente marca uma tendência de valorização da cultura tradicional.

Com isto muitas pessoas têm procurado lugares ou costumes que transcreveram o cotidiano de nossos antepassados em busca de suas origens, Mato Grosso é um estado eminentemente agrícola e a sua população no fundo tem uma história e identidade num passado distante ou não com a Ruralidade.

O Turismo Rural na Agricultura Familiar tem se apresentado e destacado como opção de ser uma força impulsionadora do desenvolvimento das atividades agrícolas no Estado de Mato Grosso, gerando renda, emprego, tributos e divisas, haja visto que o Estado é eminentemente agrícola e pecuário com um cenário de áreas naturais preservadas, somam – se mais de duzentos mil agricultores familiares presentes nos assentamentos de reforma agrária, comunidades tradicionais, quilombolas, ribeirinhos, homem da floresta e pescadores profissionais, fazendo com que o Estado todo seja um grande potencial para o desenvolvimento do Turismo Rural na Agricultura Familiar.

O Turismo Rural na Agricultura Familiar não pode ser identificado como uma atividade econômica isolada, mas, um agregado de atividades produtivas, inseridas em diversos setores da agricultura propriamente dito, indústria e serviços, que produzem múltiplos efeitos produtivos.

Como qualquer outra atividade econômica, o Turismo Rural na Agricultura Familiar apresenta o seu desenvolvimento racionalmente pré-determinado para que as necessidades e potencialidades sejam gerenciadas e se transformem em estratégias que conduzam a inserção do patrimônio natural e cultural no circuito econômico, evidentemente, através do uso não predatório dos mesmos.

O pressuposto básico é que o Turismo Rural na Agricultura Familiar, pôr suas características e suficientes para a promoção do desenvolvimento auto-sustentável do município e comunidade, quando devidamente planejado conduz a sociedade ao uso pleno de seus recursos Econômicos – Sócios – Culturais.

A troca de experiências na área do conhecimento, intercâmbio de experiências, realização de eventos técnicos, capacitação continuada, realização de eventos que propicie a exposições e vendas de Produtos Associados ao Turismo são fatores importantes para a consolidação da “interligação das atividades agropecuárias às atividades e ações de Turismo”, para a construção de um cenário para o desenvolvimento do Turismo Rural na Agricultura Familiar no Estado de Mato Grosso.

Para desenvolver esta atividade a Secretaria de Estado de Desenvolvimento do Turismo – SEDTUR, na liderança do Desenvolvimento do Turismo Rural na Agricultura Familiar no Estado de Mato Grosso, busca diversas parcerias com órgão e entidades, iniciando pelo próprio governo e estendendo para as Organizações não Governamentais, (sociedade civil organizada). As regiões prioritárias são as do entorno de grandes cidades como Cuiabá, Cáceres, Barra do Garças, Sinop, Alta Floresta, Rondonópolis e outros municípios pólos, pois o mercado consumidor já existe que é a população regional e local, está em crescimento e conta com o aparecimento de turistas de outros municípios, estados e países.

O Estado de Mato Grosso experimenta um momento impar no mercado de diversificação das atividades turísticas, tudo isto motivado pelo comportamento do mercado somando se a isto a necessidade em que a população tem de descobrir novas aventuras e emoções, tendo em vista a crescente demanda e visibilidade que os pólos turísticos mato-grossenses (Pantanal, Amazônia, Cerrado e Araguaia) nos mercados nacional e internacional tem focado em diversificar a oferta de atrações turísticas nestas regiões, o Projeto caminhadas na natureza que é mais um instrumento para dinamizar o turismo nas regiões turísticas do Estado, no âmbito do Turismo Rural na Agricultura Familiar  além dos benefícios econômicos, sociais, ambientais e culturais que tem sido viabilizados desde o ano de 2006, na implantação deste projeto no estado de Mato Grosso, com o Circuito experimental saindo do Horto Florestal, passando pelo Parque Zé Bolo Flô e terminando na Comunidade Ribeirinha – São Gonçalo Beira Rio, no ano de 2007, foram realizados 08 circuitos e atualmente são mais de 60 circuitos em todo o estado, para isto estabeleceu uma parceria com ANDA  Brasil, Confederação Nacional de Esportes Populares não Competitivos, com sede no Rio de Janeiroc

Geraldo Donizeti Lúcio 
Economista Especialista em Turismo Rural
Idealizador deste Blog

AGUARDEM QUE VEM AÍ ! A 1'ª LARGADA DO TURISMO RURAL, COM PASSEIOS CONTEMPLATIVOS DE BARÃO DO MELGAÇO - MT


Logo em breve, a equipe do comitê das rotas turísticas de Barão de Melgaço, estará divulgando  a realização da 1ª largada do turismo rural, com passeios contemplativos.

LOGO A COMISSÃO ORGANIZADORA DO EVENTO ESTARÁ DIVULGANDO
A DATA,
 LOCAL
E HORÁRIO

Você será convidado, ajude-nos a estender este convite à pessoas preocupadas com a preservação do ecossistema pantaneiro.

Arranjos Produtivos Locais. - APLS


» APLs - O que são?
Arranjos Produtivos Locais - APLs

Vejam  mais 





Acesse a Rede Social dos APLs



Acesse o Observatório Nacional de Arranjos Produtivos Locais

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O que são?

Arranjos Produtivos Locais são aglomerações de empresas, localizadas em um mesmo território, que apresentam especialização produtiva e mantêm vínculos de articulação, interação, cooperação e aprendizagem entre si e com outros atores locais, tais como: governo, associações empresariais, instituições de crédito, ensino e pesquisa.

Existe uma vasta literatura nacional e internacional sobre o fenômeno da aglomeração de empreendimentos de uma mesma atividade produtiva em uma determinada região geográfica. Há muitas denominações e ênfases diferentes. O mesmo fenômeno é às vezes denominado arranjo produtivo local, sistema produtivo local ou mesmo “cluster”. No Brasil a expressão mais difundida é arranjo produtivo local.

Entre os diversos conceitos existentes, destaca-se o descrito abaixo, de autoria da Rede de Pesquisa em Sistemas Produtivos e Inovativos Locais (Redesist), uma rede de pesquisa interdisciplinar, formalizada desde 1997, sediada no Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Seu principal foco de pesquisa são os arranjos e sistemas produtivos locais.

“Arranjos produtivos locais são aglomerações territoriais de agentes econômicos, políticos e sociais - com foco em um conjunto específico de atividades econômicas - que apresentam vínculos mesmo que incipientes. Geralmente envolvem a participação e a interação de empresas - que podem ser desde produtoras de bens e serviços finais até fornecedoras de insumos e equipamentos, prestadoras de consultoria e serviços, comercializadoras, clientes, entre outros - e suas variadas formas de representação e associação. Incluem também diversas outras organizações públicas e privadas voltadas para: formação e capacitação de recursos humanos, como escolas técnicas e universidades; pesquisa, desenvolvimento e engenharia; política, promoção e financiamento”.
Como reconhecer um APL?

É possível reconhecer a existência de um arranjo produtivo local a partir de um conjunto de variáveis, presentes em graus diferentes de intensidade. Pelo Termo de Referência para Política de Apoio ao Desenvolvimento dos Arranjos Produtivos Locais elaborado pelo Grupo de Trabalho Permanente para Arranjos Produtivos Locais - GTP APL, um APL deve ter a seguinte caracterização:

• Ter um número significativo de empreendimentos no território e de indivíduos que atuam em torno de uma atividade produtiva predominante; 

• Compartilhar formas percebidas de cooperação e algum mecanismo de governança. Pode incluir pequenas, médias e grandes empresas.

Acesse também:
Glossário de Arranjos e Sistemas Produtivos e Inovativos Locais: este documento visa apresentar um conjunto de conceitos e definições associados à caracterização, análise e promoção de arranjos e sistemas produtivos e inovativos locais. Tem-se como base a conceituação desenvolvida no escopo dos trabalhos de pesquisadores da RedeSist, bem como contribuições de um conjunto de autores que vêm servindo de referência na estruturação do arcabouço teórico-conceitual que a RedeSist utiliza. Busca-se homogeneizar e consolidar o entendimento sobre os principais termos adotados por aqueles que utilizam o enforque conceitual e analítico que a RedeSist vem desenvolvendo desde sua formalização em 1997. CLIQUE AQUI

Termo de Referência para Política de Apoio ao Desenvolvimento dos Arranjos Produtivos Locais: desenvolvido em 2004, representa a consolidação das discussões do Grupo de Trabalho sobre a proposta de atuação integrada de políticas públicas em arranjos produtivos locais, compreendendo os principais elementos envolvidos na conceituação dos APLs; as variáveis relevantes para a caracterização de um arranjo produtivo local; o porquê de uma política nacional de promoção de APLs; e os principais objetivos dessa política, bem como as diretrizes de atuação das diversas instituições federais na promoção dos arranjos e a macro-estratégia a ser seguida por essas instituições.CLIQUE AQUI

Manual Operacional para as Instituições Parceiras: detalha a estratégia de atuação institucional integrada, explicitando o processo de articulação entre os atores locais e as instâncias federais, e a metodologia de elaboração do PDP. Este Manual tem como objetivo orientar as ações do Grupo de Trabalho Permanente para APLs e destaca que outras instituições poderão se agregar ao grupo, a qualquer tempo, com o propósito de compor ações complementares.CLIQUE AQUI

Políticas Públicas para Arranjos Produtivos Locais
A partir de seu desenvolvimento no final dos anos 90, a abordagem de arranjos produtivos locais (APLs) teve difusão rápida no país, substituindo termos afins na grande maioria das agendas de políticas. Desde então, os esforços realizados para o seu entendimento e promoção foram pioneiros e importantes, com um intenso processo de aprendizado e de incorporação de conhecimentos.

A adoção generalizada do termo levou à inclusão de APLs como prioridade do governo federal, formalizada nos seus Planos Plurianuais desde 2000, no Plano Nacional de Ciência Tecnologia e Inovação 2007-2010 e na Política de Desenvolvimento Produtivo 2008-2013, entre outros. Destaca-se particularmente a criação de uma instância de coordenação das ações de apoio a APLs no país, o Grupo de Trabalho Permanente para APLs (GTP APL), coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), e integrado por 33 instituições públicas e privadas. Estes esforços contribuíram para a adesão ao termo para além da esfera pública federal, estimulando a criação de Núcleos Estaduais de Apoio a APLs em cada uma das Unidades da Federação, além de iniciativas privadas de organismos de representação empresarial e de agências internacionais.

Como resultado, há mais de uma década, ações de apoio a atividades produtivas com foco no território passaram a ser organizadas a partir da noção de APLs . Em todo o país, iniciativas públicas do governo federal, dos estados e municípios, além dos esforços privados, pautam-se na abordagem de arranjos produtivos, com destaque, também, para a atuação dos bancos, públicos e privados, que reconhecem a importância da disponibilização de crédito em APLs.

Consolidou-se, assim, a percepção de que conceitos restritos, modelos únicos, taxonomias e metodologias descontextualizadas e mapeamentos baseados em indicadores econômicos convencionais não captam a realidade do país e consideram apenas partes dos sistemas de produção e inovação. Tais considerações vêm estimulando o desenho de modelos de desenvolvimento mais abrangentes e adequados às especificidades e heterogeneidade, e que valorizem as questões regional, social, cultural, ambiental, tecnológica, organizacional e de inovação, próprias ao caso brasileiro.
Acesse também:

Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais CLIQUE AQUI


19 de setembro de 2013

O que vem a ser Turismo Cultural

 “Turismo Cultural compreende as atividades turísticas relacionadas à vivência do conjunto de elementos significativos do patrimônio histórico e cultural e dos eventos culturais, valorizando e promovendo os bens materiais e imateriais da cultura”. (Marcos Conceituais – MTur)
“Consideram-se patrimônio histórico e cultural os bens de natureza material e imaterial que expressam ou revelam a memória e a identidade das populações e comunidades. São bens culturais de valor histórico, artístico, científico, simbólico, passíveis de se tornarem atrações turísticas: arquivos, edificações, conjuntos urbanísticos, sítios arqueológicos, ruínas, museus e outros espaços destinados à apresentação ou contemplação de bens materiais e imateriais, manifestações como música, gastronomia, artes visuais e cênicas, festas e celebrações. Os eventos culturais englobam as manifestações temporárias, enquadradas ou não na definição de patrimônio, incluindo-se nessa categoria os eventos gastronômicos, religiosos, musicais, de dança, de teatro, de cinema, exposições de arte, de artesanato e outros”.
Além disso, outros recortes como turismo cívico, religioso, místico/esotérico e étnico também são considerados segmentos específicos do Turismo Cultural, o que gera amplas oportunidades para desenvolver roteiros adaptados a diversos gostos e necessidades, tanto do turista nacional quanto do estrangeiro.
Os principais atrativos do Turismo Cultural são:
-          sítios históricos – centros históricos, quilombos
-          edificações especiais – arquitetura, ruínas
-          obras de arte
-          espaços e instituições culturais – museus, casas de cultura
-          festas, festivais e celebrações locais
-          gastronomia típica
-          artesanato e produtos típicos
-          música, dança, teatro, cinema
-          feiras e mercados tradicionais
-          saberes e fazeres – causos, trabalhos manuais
-          realizações artísticas – exposições, ateliês
-          eventos programados – feiras e outras realizações artísticas, culturais, gastronômicas
-          outros que se enquadrem na temática cultural

Tenha acesso aos Cadernos e Manuais de Segmentação do Ministério do Turismo.

FONTE: http://www.turismo.gov.br/turismo/programas_acoes/regionalizacao_turismo/estruturacao_
segmentos/turismo_cultural.html

Arranjos Produtivos Locais e Desenvolvimento regional sustentável


Arranjos Produtivos Locais
Gustavo Tílio/Acervo MCT
Comunidade, empresas e Estado criam novos sistemas de produção
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  • Comunidade, empresas e Estado criam novos sistemas de produção
Arranjos Produtivos Locais (APL) são aglomerações de empresas, localizadas em um mesmo território, que apresentam especialização produtiva e mantêm vínculo de articulação, interação, cooperação e aprendizagem entre si e com outros agentes locais, tais como: governo, associações empresariais, instituições financeiras, ensino e pesquisa. Saibamais.
Para começar a funcionar, uma APL deve ter um número significativo de empreendimentos no território e de pessoas que atuam em uma atividade produtiva predominante. Ao mesmo tempo, deve haver o compartilhamento de formas de cooperação e um mecanismo de governança.
Os APLs geralmente incluem empresas – produtoras de bens e serviços finais, fornecedoras de equipamentos e outros insumos, prestadoras de serviços, clientes, cooperativas, associações e representações – e demais organizações voltadas à formação e treinamento de recursos humanos, informação, pesquisa, desenvolvimento e engenharia, promoção e financiamento.
A articulação de empresas de vários tamanhos em APLs fortalece as chances de sobrevivência e crescimento. A temática em Arranjos Produtivos Locais foram adotados no Brasil a partir de 2000. Em 2003, tornou-se política oficial de governo e já somam 957 em todo o País.
Como funciona
O programa Temático de Arranjos Produtivos Locais será implementado por meio dos instrumentos das agências executoras Finep e CNPq ( editais, carta convites, encomendas etc.), vinculadas ao MCT, e através de execução direta da SECIS/MCT (convênios, termos de parceria ou de cooperação etc.). Poderão receber apoio projetos cooperativos com foco na solução de gargalos inovativos e tecnológicos e capazes de aumentar a competitividade dos APLs.
Leia mais sobre o assunto na Revista Brasilis.