30 de março de 2012

Definições do que vem a ser Agricultura/ Agricultor Familiar





  Enquadram-se na definição do Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar) como agricultura familiar, os agricultores que atendam aos seguintes requisitos:

- sejam proprietários, posseiros, arrendatários, parceiros ou concessionários da Reforma Agrária;

- residam na propriedade ou em local próximo;

- detenham, sob qualquer forma, no máximo quatro módulos fiscais de terra, quantificados conforme a legislação em vigor, ou no máximo seis módulos, quando se tratar de pecuarista familiar;

- no mínimo 80% (oitenta por cento) da renda bruta familiar deve ser proveniente da exploração agropecuária ou não agropecuária do estabelecimento.
Mais informações no sítio:

Empaer vai oferecer atendimento diferenciado a 8,5 mil agricultores familiares de Mato Grosso

Com objetivo de oferecer Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) diferenciada para 8.545 agricultores familiares, jovens, quilombolas e comunidades indígenas, técnicos da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) participam da oficina de nivelamento, planejamento e atuação no projeto do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA). O evento acontece no município de Poconé (104 km de Cuiabá), começou na última terça-feira (27.03) e segue até sexta-feira (30.03), e conta com a participação de 70 técnicos que vão atuar em 84 municípios do Estado de Mato Grosso.

A coordenadora do projeto de Ater, Denise Ávila Gutterres, informa que os técnicos são treinados a prestarem serviços aos agricultores com base nos princípios e diretrizes da Política Nacional de Ater (Pnater), nos municípios dos Territórios da Cidadania Portal da Amazônia e Baixo Araguaia. O projeto será executado em 12 meses e o enfoque é prestar um atendimento individual e de qualidade para o agricultor familiar.

A metodologia aplicada é do Projeto Vida Nova, que prevê a realização do diagnóstico individual e participativo das comunidades, implantação das Unidades Didáticas de Subsistência Econômica (UDSE), combate a fome, segurança econômica e auto gestão.O coordenador do projeto de Ater, Benito França Lopes, fala que os técnicos vão auxiliar os produtores rurais na prática a executarem as atividades. “Vamos construir com o agricultor as ferramentas para ter êxito na produção a fim de manter sua família com dignidade no campo”, declara Benito.

Ele ressalta que a finalidade é construir ferramentas facilitadoras para a prática da Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) e debater o processo educativo que será aplicado no campo. Benito esclarece que160 técnicos da Empaer serão treinados para atender os produtores das regiões de São Félix do Araguaia, Alta Floresta, Sinop, Rondonópolis, Barra do Bugres, Barra do Garças, Cuiabá, Juína e Cáceres.

O técnico agropecuário da Empaer, Edson Ribeiro da Silva Nunes, do município de Campo Novo dos Parecis, participa da oficina e fala que presta Ater diferenciada para nove aldeias indígenas da tribo Paresi. O projeto MDA prevê o atendimento a 470 indígenas no Estado. Nunes comenta que os índios Paresis cultivam mandioca, fruticultura, criação de gado de corte, leite e estão tentando investir na piscicultura e horta comunitária. “Atendo comunidades indígenas desde 1986, e tenho o cuidado em respeitar a cultura, tradição e costume”, enfatiza Edson.

A capacitação enfatiza conceitos e definições sobre a política de Ater, metodologia participativa, unidade de gestão, enfoque sistêmico, diagnóstico rural participativo, adequação ambiental, crédito rural e outros. A oficina é realizada em um hotel fazenda, localizado no km 70, no distrito de Cangas. O encerramento está previsto às 12 horas, de sexta-feira.
Fonte: Rosana Persona (Jornalista da Empaer)

Pescar? - Quais as formas de capturar um peixe !




A pesca com linha e anzol é uma das formas de capturar peixe.
Esta arte é utilizada com fins comerciais e de lazer.

Pelo prazer de estar em contacto com natureza, o pescador desportivo criou diversas técnicas que utiliza de forma competitiva em concursos ou pelo simples prazer de estar à pesca.

A diversidade de técnicas, de espécies e de terminologias cria grandes diferenças em termos de tácticas de captura, ao tentar pesquisar na internet, técnicas, métodos e locais de pesca a informação está dispersa, pouco clara e com muitos “segredos de pescador”, pesca-pt pretende ser um site de interligação entre a informação sobre pesca, pescadores e as várias vertentes e métodos praticados nas diversas regiões, águas e culturas.


Fonte:  http://www.pesca-pt.com/

Conheçam a anatomia de um peixe



Tipos de Peixes de água doce - obs: clik em cima dos nomes de cada peixe que abrirá uma página com as informações detalhadas de cada um

Fonte: IBAMA/PNDPA - Desenhos: Lester Scalon

29 de março de 2012

Definição sobre Quilombolas

Foto de Mutuca - Mata Cavalo, Comunidade Quilombola, Produção Associada ao Turismo
Nossa senhora do Livramento - Mato Grosso




Quilombo é uma palavra que vem de origem africana, dialeto e idioma “quimbundo”, que tem o significado firmado em uma sociedade que é formada por jovens guerreiros que no passado pertenciam a grupos étnicos desenraizados de suas comunidades.

Trata-se de comunidades negras que estão localizadas no território (espaço) rural habitada por descendentes de africanos escravizados, com laços de parentesco, que vivem da agricultura de subsistência, em terra doada, comprada ou secularmente ocupada por seus antepassados, os quais mantêm suas tradições culturais e as vivenciam no presente, como suas histórias e seu código de ética, que são transmitidos de pais para filhos oralmente de geração a geração.”

No estado de Mato Grosso existem cerca  de 57, sendo  as mais conhecidas como remanescente de quilombo são Comunidade de Mata Cavalo, Vila Bela, Campina de Pedra, no caso da Mata Cavalo, já teve suas terras tituladas, mas mesmo assim ainda não tem a posse plena da área, pois parte da mesma ainda se encontra em poder de fazendeiros e de famílias de sem terras. .

Segundo Linhares após a abolição da escravatura, os negros foram deixados a margem dos serviços sociais de atribuição do estado. “.As chamadas comunidades negras rurais, em particular após a Abolição, ficaram praticamente sem qualquer assistencia da parte dos órgãos oficiais, ficando, por falta de serviços sociais básicos imprencindiveis ao exercício da cidadania, socialmente, muito distante de outros grupos sociais que habitam no meio rural. (Linhares, 200:196).

Características das comunidades Negras Rurais

1 - Heterogeneidade

- étnica

- relações com a sociedade;

- acesso à povoados, cidades, aos mercados e aos acesso meios de comunicação de massa;

- na área, nº de famílias, população

- acesso aos serviços do Estado (Gov Estadual): educação, saúde, energia elétrica, assistência técnica ......

- religiosa;

- nível educacional de seus membros

- nível de organização .......

- no assumir a identidade de remanescente de Quilombo.

- na conservação e divulgação da história da comunidade.

- no conhecimento pelo público em geral, órgãos do Estado e meio de comunicação de massa.

- na divulgação de sua história.

2 – Homogeneidade

- Identidade étnica de predominância negra.

- terras de uso comum entre a família juntamente com espaços privados (terreno, casas);

- praticas de solidariedade de reciprocidade : .troca de serviço, mutirão, ajuda mútua;

- ancianidade da presença na terra

- organização de trabalho familiar e coletivo;

- grande respeito “aos mais velhos” e aos ancestrais;

- produção agropecuária e extrativista voltada para o consumo familiar e ao mercado.

- uso da memória oral para conservar as tradições e a história das comunidades;

- existência de normas internas que facilite a vida da comunidade;

- existência de fronteiras internas para distinguir que é e quem não é da comunidade, bem como direitos e deveres;

- bom nível de conservação do meio ambiente

- Dinamismo das comunidades que estão se transformando em conseqüência das mudanças sócio - econômica e política ocorrida na sociedade brasileira.

Fonte: Antônio Eustáquio de Moura - UNEMAT

BARÃO DO MELGAÇO NO PROGAMA - (Maravilhas de Nossa Terra)


Fonte e contatos: MARCOS BECKMANN
masbeckmann@hotmail.com
66 9903-6564

MATO GROSSO - NO - CAMINHOS DO BRASIL RURAL - (Turismo Rural na Agricultura Familiar, Produção Associada ao Turismo e Turismo com Base Local e ou Comunitária)

 

28 de março de 2012

Sedraf e Sema promovem seminário de ‘Biofertilizantes’ em Mato Grosso

SEDRAF

 
Com o objetivo de promover um debate sobre a importância dos biodigestores e trazer opções viáveis que deram certo em outros Estados e podem ser implantados em Mato Grosso garantindo a sustentabilidade ambiental, qualidade de vida e renda, a Secretaria de Desenvolvimento Rural e Agricultura Familiar (Sedraf), a Secretaria de Meio Ambiente (Sema) e a iniciativa privada realizam o segundo seminário de biodigestores com o tema: Biofertilizantes de Origem Animal – Bases para utilização na lavoura e adequação ambiental, no dia 29 de março, das 08h às 17h, no auditório da Famato. O evento é gratuito. Podem participar produtores, pesquisadores, estudantes e empresas do segmento.

Para a realização do seminário, a Sedraf convidou os melhores especialistas do país para ministrar as palestras, mostrar os modelos bem sucedidos e tirar as principais dúvidas dos produtores mato-grossenses no que tange aos benefícios, espaço adequado, quantidade de animais, produção, custo, investimento e retorno.

O secretário da Sedraf, José Domingos Fraga Filho, destaca que a primeira edição do evento teve como tema o Biogás como fonte de energia e que agora é uma ótima oportunidade para os produtores conhecerem as vantagens do Biofertilizantes de baixo custo.

O médico veterinário e assessor técnico da Sedraf, Paulo Bilégo, reforça que o evento tem a finalidade de atrair empresas, por meio de incentivos fiscais, que possam investir nas ferramentas tecnológicas a fim de reduzir custos para que os produtores rurais invistam nessas ferramentas tecnológicas e também Na utilização do biofertilizante na agricultura. “Temos um grupo de estudos de Biodigestores com representantes todos os segmentos de pesquisa, ensino, iniciativa privada e Governo do Estado para dar todo o suporte ao produtor”, destaca Paulo Bilégo, responsável pela grupo.

Entenda o que o Biofertilizante: Trata-se de um resíduo líquido da fermentação anaeróbia de estercos e vegetais em biodigestor, um fertilizante vivo, pleno de microorganismos benéficos às planta. Possui praticamente todos os macro e micronutrientes que as plantas necessitam, não tem cheiro, não polui, sem risco para a saúde, podendo inclusive enriquecer a ração animal e alimentar peixes. Pode ser usado na adubação in-natura foliar, depois de filtrado e misturado com água e possui mais as seguintes vantagens.

O Biofertilizante corrige naturalmente o ph do solo, eliminando o alumínio tóxico da terra. A absorção radicular é rápida com aproveitamento dos nutrientes, quase sem perdas, particularmente o nitrogênio, acelerando o crescimento. Não ‘queima’ as sementes e as mudas podendo ser aplicado diretamente sobre elas sem intervalos na adubação. Fácil de aplicar, com latas, regadores ou implementos do trator, economiza tempo e mão de obra.

As inscrições podem ser feitas no local do evento. Mais informações podem ser obtidas na Sedraf, com coordenadora de Acompanhamento e Estudo da Produção da Pecuária ,Oriane D´arc, através do telefone: 65 3613 6209


Programação

Egídio Konzen, Engenheiro Agrônomo de Minas Gerais com a palestra: Gestão Adequada de Dejetos Suínos -

Coffe Breack

Janaine Vieira Donini – UFMT

Almoço

Fábio Nakada - Projeto de Biodigestores – Apresentação da Empresa MH Ambiental.

Paulo Armando V. de Oliveira - Engenheiro Agrícola e Pesquisador da Embrapa de Suínos e Aves de Concórdia / SC com a palestra: Tecnológicos para a sustentabilidade ambiental da produção de suínos.

Juliano C. Corrêa, Pesquisador Embrapa Suínos e Aves Concórdia/SC proferindo palestra sobre: uso do biofertilizante de suínos em sistema de fertirrigação.

Mesa redonda e finalização


SANDRA SANTHANNA
Assessoria Sedraf-MT

INDEA - Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso - recebeu 27 veículos oriundos da parceria entre Governo do Estado e Governo Federal

 
O Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea), com o objetivo de garantir a sanidade animal e vegetal, recebeu 27 veículos oriundos da parceria entre Governo do Estado e Governo Federal. Na ocasião, o secretário de cidades, Nico Baracat, que representou o governador Silval Barbosa, afirmou que ações como estas são responsáveis pelos avanços nos números das exportações mato-grossense.

Foram entregues 11 caminhonetes, duas vans e 14 Fiats Uno. As caminhonetes são equipadas com o sistema de rádio comunicação (VHF), na mesma freqüência do Grupo Especial de Fronteira (Gefron). Das 11 caminhonetes, duas são adaptadas para chegar a regiões de difícil acesso. O custo do investimento foi de R$ 837 mil dos quais 10% são da contrapartida do governo de Mato Grosso.

De acordo com o presidente do Indea, Valney Souza, essa renovação da frota do Indea será fundamental para os trabalhos de fiscalização que o órgão realizada, principalmente na fronteira com a Bolívia. Os veículos facilitarão o trabalho de fiscalização dos técnicos que buscam a saúde animal e vegetal. “Recebemos também os veículos adaptados que vão nos ajudar a chegar até a última propriedade, no lugar mais difícil. Os rádios ajudarão na integração e proteção da equipe”, explicou.

O secretário de Desenvolvimento Rural (Sedraf), José Domingos, afirmou que o Indea não tem medido esforços para cumprir seu papel e avaliou que os veículos vão oferecer agilidade nas ações. “Hoje é um dia histórico para a defesa animal e vegetal de Mato Grosso. Com isso o Indea ganha força para garantir que Mato Grosso esteja livre de pragas e doenças”, concluiu.



SINARA ALVARES
Redação/Secom-MT