9 de fevereiro de 2023

Anta invade reunião em Barão de Melgaço

 

anta reunião

Na cidade de Barão do Melgaço o deputado Wilson Santos estava reunido com a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e o Ministério Público na pousada Rio Mutum quando uma anta invadiu a reunião.

Segundo informações essa reunião era a respeito da limpeza dos curixos que abastecem a Baia de Siá Mariana e Chocororé.

A anta é o maior mamífero terrestre do Brasil e o segundo da América do Sul

*Dia de campo - Projeto Florestas de Algodão*🌳🌱☁️☁️🌱🌳

 


Você é nossa/o convidada/o para o primeiro dia de campo sobre os Sistemas Agroflorestais com foco no algodão agroecológico. Este tem por objetivo informar sobre o projeto, parceiros envolvidos, cultivo e manejo da cultura do algodão, bem como os benefícios e oportunidades para a Agricultura Familiar.       

 *Data: 15/02/2023*

*Horário: 9h às 14h (encerramento com almoço)*

*Local: Fazenda Experimental da UFMT em Santo Antônio do Leverger* (https://goo.gl/maps/qXHroYR96P3GhypL6)


Realização: CVT Agroeco - UFMT, Farfarm Consultoria.

Apoio: Renner.

Por favor, confirmar presença no contato: 65 99261-6962 (wattszap) ou neagroufmt@gmail.com (e-mail).

Aprenda a fazer um Pãozinho salgado recheado



- Ingredientes:

1 ovo

250 mL de leite morno

1/4 de copo (62 mL) de óleo

2 colheres (sopa) de açúcar

1 colher (sopa) de sal

10 gramas de fermento biológico seco (1 pacotinho)

Cerca de 500 gramas de farinha de trigo

1 gema para pincelar

Orégano ou gergelim para polvilhar

- Modo de preparo:

Misture o fermento no leite que deve estar morno (não quente), junte o ovo levemente batido, o açúcar, o sal e o óleo e misture tudo. Vá acrescentando a farinha até desgrudar das mãos e formar uma bola. Deixe descansar por meia hora em local quente. Pegue pequenas porções de massa e abra com o rolo de macarrão formando um retângulo.

Coloque o recheio e enrole como rocambole. Dobre as pontinhas para baixo para vedar bem. Disponha-os numa fôrma untada com manteiga, lado a lado (deixe um espaço entre eles). Pincele gema e depois polvilhe orégano ou gergelim, deixe crescer por mais 20 minutos e asse até dourar.

Tamanho da população rural é subestimado no Brasil e falta representação política, afirmam cientistas

 Tamanho da população rural é subestimado no Brasil e falta representação política, afirmam cientistasArtigo publicado por pesquisadores da UFABC mostra que, no que diz respeito à concentração fundiária, pouco se avançou desde a redemocratização do país. Para os autores, a desigualdade extrema e a ausência de políticas públicas para dirimir seus efeitos são as principais causas dos conflitos e da violência no campo (foto: Fernando Martinho/Repórter Brasil)

Tamanho da população rural é subestimado no Brasil e falta representação política, afirmam cientistas

08 de fevereiro de 2023

José Tadeu Arantes | Agência FAPESP – Quatro décadas transcorridas desde a redemocratização do país, a extrema desigualdade no meio rural, que é um traço estrutural da formação social brasileira e uma das principais causas de seus desequilíbrios e conflitos, pouco ou quase nada mudou. Essa desigualdade não se verifica apenas em termos de renda, mas também de propriedade e posse da terra.

Esta é a afirmação central do artigo Land Inequality in Brazil: Conflicts and Violence in the CountrysideDesigualdade de Terras no Brasil: Conflitos e Violência no Campo), publicado pelos pesquisadores da Universidade Federal do ABC (UFABC) Artur Zimerman, Kevin Campos Correia e Marina Pereira Silva. O texto compõe um dos capítulos do livro Agriculture, Environment and Development: International Perspectives on Water, Land and Politics (Springer, 2022), que apresenta resultados de pesquisas realizadas no Brasil, na Índia e Europa.

“Se o país é atualmente um dos maiores produtores e exportadores de commodities agrícolas, essa produção, provavelmente, é diferente daquela do antigo proprietário de terras ou latifundiário em termos de escala, mas semelhante em princípios, mantém a desigualdade rural tão presente hoje quanto foi no passado”, afirma o artigo.

O texto reconhece os avanços quantitativos realizados pelos governos Fernando Henrique Cardoso (1995-2002) e Lula (2003-2010) quanto à distribuição de terras, comparativamente a seus antecessores e sucessores. Mas sublinha que o tipo de reforma agrária realizada durante esses períodos foi claramente insuficiente, privilegiando o agronegócio em detrimento da agricultura familiar.

“A concentração da propriedade ou da posse da terra é enorme em toda a América Latina – particularmente no Brasil. Apenas 1% da população concentra a metade de toda a área já apropriada. E a modernização protagonizada pelo agronegócio, que levou alta tecnologia ao campo, não apenas excluiu a população rural de seus benefícios como diminuiu a oferta de empregos no trabalho agrícola. Conflitos com a segurança particular dos grandes proprietários ou com a polícia já provocaram, desde 1985 até hoje, 1.836 mortes no campo brasileiro – 564 delas no sul-sudeste do Pará”, diz Zimerman, primeiro autor do artigo, que recebeu apoio da FAPESP no âmbito do projeto “Por que os conflitos agrários se tornam violentos na América Latina (AL)? Compreendendo a crise alimentar e como aliviar os impactos da violência agrária”, desenvolvido na Universidade de Londres (Reino Unido).

O pesquisador pondera que a diminuição do contingente de trabalhadores empregados em atividades agropecuárias não deve ser associada automaticamente ao êxodo rural. Muitas pessoas foram trabalhar nas cidades, mas continuam morando no campo.

“A definição de rural e urbano adotada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística [IBGE] baseia-se em parâmetros definidos na época do Estado Novo, entre 1937 e 1945, que já não correspondem à realidade de hoje. O IBGE é uma instituição respeitável, mas, no tocante a este tema, seus parâmetros, que são seguidos por outros institutos de pesquisa do continente, estão totalmente desatualizados”, sustenta Zimerman.

E acrescenta: “Critérios mais modernos, propostos pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico [OCDE] e pelo Banco Mundial, e adotados por autores conceituados como José Eli da Veiga, Ricardo Abramovay e Ivair Gomes, dentre outros, nos obrigam a redefinir o tamanho da população rural, que tem sido claramente subestimado. Como detalhamos em nosso artigo, para definir zonas rural e urbana os organismos internacionais levam em consideração os seguintes parâmetros: densidade populacional menor ou maior do que 150 habitantes por quilômetro quadrado; infraestrutura; e distância a uma cidade com mais de 100 mil pessoas. Quando adotamos esses critérios, o tamanho da população rural da América Latina praticamente dobra: de 24% para 46%”.

O pesquisador argumenta que esse enorme contingente populacional está dramaticamente desprovido de uma representação política formal, que poderia atuar na defesa de seus interesses, dirimindo conflitos. “Enquanto os pequenos proprietários e trabalhadores assalariados do campo possuem representação irrisória, a bancada ruralista, que legisla em prol do agronegócio, vai compor uma bancada com cerca de 280 parlamentares na nova legislatura”, enfatiza Zimerman.

E seu artigo afirma que “a desigualdade fundiária é o vilão dos pobres do interior do Brasil e uma das principais tarefas que os governos democráticos devem realizar é reduzir esse hiato entre os diferentes estratos da população”.

Reforma agrária

O estudo informa que as maiores mudanças em termos de reforma agrária, que só tomaram impulso após a metade do primeiro mandato de Fernando Henrique Cardoso, foram postas de lado pela administração federal em 2016, durante o governo Temer, quando o antigo Ministério do Desenvolvimento Agrário foi reduzido ao nível de secretaria, e completamente abandonadas em 2019, durante o governo Bolsonaro, quando essa secretaria, esvaziada de suas funções e renomeada, foi subordinada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).

O número de famílias assentadas por ano alcançou 584.655 durante o período Fernando Henrique Cardoso e 614.088 durante o período Lula. Caiu para 133.635 ao longo do governo Dilma, no contexto de uma grave crise econômica. Foi drasticamente reduzido para 10.077 no período Temer. E baixou ainda mais, para apenas 9.222, com Bolsonaro.

“O total de famílias assentadas no meio rural brasileiro desde a redemocratização [1985] gira em torno de 1,5 milhão. Além de serem em número muito pequeno, considerado o montante da população rural, os assentamentos não modificaram substancialmente o quadro de desigualdade econômica e social prevalente no campo. O Índice de Gini, que mede a desigualdade, praticamente não mudou nas duas últimas décadas. Há uma grande diferença entre distribuição de terra e reforma agrária. Além da terra, uma reforma agrária pressupõe financiamento público e assistência técnica, entre outros benefícios”, explica Zimerman.

Um dos resultados do modelo vigente, que privilegia a grande propriedade e a produção de commodities, é o forte impacto sobre o preço dos alimentos. “Nas duas últimas décadas, o preço dos alimentos quintuplicou na América Latina. E a pressão que isso exerce sobre o orçamento doméstico é enorme. Nos países desenvolvidos, a fatia do orçamento doméstico destinada à compra de alimentos varia de 10% a 15%. Nos países não desenvolvidos e em desenvolvimento, ela consome de 65% a 80%”, contabiliza o pesquisador.

As crises alimentares, registradas nos anos 2007-2008, 2011-2012 e, agora novamente, durante a pandemia, são temas de uma nova pesquisa, que está sendo desenhada por Zimerman. Nesse novo trabalho, o pesquisador pretende ampliar seu foco, contemplando também as aquisições de terras por grandes investidores estrangeiros (árabes, nórdicos e chineses); os impactos das mudanças climáticas na violência agrária; o papel dos indicadores demográficos globais, com o aumento da população e o consequente aumento do consumo pressionando o uso da terra e constituindo um ainda maior fator de violência; e a polarização política nos países latino-americanos.

O artigo Land Inequality in Brazil: Conflicts and Violence in the Countryside pode ser acessado em: link.springer.com/chapter/10.1007/978-3-031-10264-6_6.
 

 

ACELERADORA DE NEGÓCIOS FLORESTAIS* _*Sessão tira-dúvidas sobre o programa e as inscrições*_


🤔 Você tem interesse na chamada de inscrições da _Aceleradora de Negócios Florestais_, mas tem dúvidas sobre como funciona o programa e como se inscrever?  

🌳 O WRI Brasil e o Pacto pela Restauração da Mata Atlântica convidam para uma sessão de orientações e esclarecimentos sobre o programa e o preenchimento do formulário de submissão de negócios à Aceleradora. 

Participe e inscreva sua empresa!

📅 Dia 16/02, às 17h 

📌 Registre-se para participar: https://bit.ly/aceleradora-tira-duvida

ℹ️ A Aceleradora de Negócios Florestais está selecionando pequenas e médias empresas para participar do programa de treinamento e financiamento para impulsionar negócios na Mata Atlântica. (O prazo final para inscrições no programa é 27/02.)

Participe do Edital PPP - ECOS


 

FENATA convoca Técnicos Agrícolas para fórum sobre Pagamentos por Serviços Ambientais

 




FENATA

FENATA convoca Técnicos Agrícolas para fórum sobre Pagamentos por Serviços Ambientais

FENATA

Federação considera importante que profissionais participem evento que a Embrapa está organizando para os dias 23 e 25 de maio, das 14h às 18h, com transmissão pelo YouTube, a fim de que obtenham mais informações para atuar na elaboração de projetos de PSAs


A Federação Nacional dos Técnicos Agrícolas (FENATA) considera o Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) uma oportunidade promissora para atuação dos Técnicos Agrícolas, além de potencializar a agropecuária sustentável. Por isso, a FENATA busca manter os profissionais atualizados sobre o debate do tema, como o evento on-line que a Embrapa está organizando para os dias 23 e 25 de maio de 2023, das 14h às 18h, com transmissão pelo canal da empresa no YouTube.

“É importante que os Técnicos Agrícolas participem do I Fórum sobre Serviços Ambientais na paisagem rural - novas perspectivas para os PSA", ressalta a FENATA. “Isso permitirá que eles obtenham mais informações sobre como elaborar projetos que permitam aos produtores rurais obter remuneração pela conservação dos ativos ambientais existentes em suas propriedades”.   

O fórum, informa a Embrapa, terá como  tema central a discussão de questões específicas da política de pagamento por serviços ambientais e da sua implementação prática, com enfoque no seu potencial para implementar soluções para problemas ambientais.


Arte: Alexandre Esteves -

“Apresentaremos experiências de programas de PSA que buscaram a transição para sistemas agrícolas e florestais mais sustentáveis, para incentivar tomadores de decisão”, diz a pesquisadora Marcia Divina de Oliveira, da Embrapa Pantanal, coordenadora da comissão organizadora do evento. 

Marcia reforça o convite para que Técnicos Agrícolas, agricultores, comunidades agrícolas, empresas e organizações da sociedade civil, tomadores de decisão em nível municipal, estadual e federal e  formuladores de políticas públicas participem do fórum agendado para maio.

A programação do evento incluirá palestras divididas por sessões temáticas, relevantes no domínio dos programas de PSA, que abordarão aspectos legais, iniciativas de sua aplicação na área rural, possíveis lacunas e desafios, intercâmbio de experiências em andamento e questões técnico-científicas. 

Entre as temáticas abordadas pelas mesas redondas estarão a implementação da Política Nacional de Pagamento por Serviços Ambientais (PNPSA), os desafios e soluções para dimensionar os impactos dos programas de PSAs nos serviços ecossistêmicos, estratégias para sustentabilidade das iniciativas de PSA e sua conexão com o setor privado e a sociedade.

Além da Embrapa, a Universidade Federal do Amazonas (UFAM), a Universidade de São Paulo (EESC/USP) e o Instituto Estadual do Ambiente (INEA, RJ) estão participando da organização do fórum sobre PSA.

Confira o site: 
https://www.embrapa.br/busca-de-noticias/-/noticia/77946579/forum-discutira-como-pagamentos-por-servicos-ambientais-podem-contribuir-para-a-sustentabilidade-no-meio-rural

🤔OU ISSO OU AQUILO🙄 Cecília Meireles

♡Ou se tem chuva e não se tem sol,

ou se tem sol e não se tem chuva!

♡Ou se calça a luva e não se põe o anel,

ou se põe o anel e não se calça a luva!

♡Quem sobe nos ares não fica no chão,

quem fica no chão não sobe nos ares.

♡É uma grande pena que não se possa

estar ao mesmo tempo nos dois lugares!

♡Ou guardo o dinheiro e não compro o doce,

ou compro o doce e gasto o dinheiro.

♡Ou isto ou aquilo: ou isto ou aquilo…

e vivo escolhendo o dia inteiro!

♡Não sei se brinco, não sei se estudo,

se saio correndo ou fico tranquilo.

♡Mas não consegui entender ainda

qual é melhor: se é isto ou aquilo.

*"Viver é isso: Ficar se  equilibrando entre escolhas e consequência."*  Sartre