28 de dezembro de 2022

Projeto que exclui MT da Amazônia legal tem novo relator

 DEU NO METRÓPOLES 

O projeto já teve dois relatores que desistiram do posto

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O texto apresentado no começo do ano pelo deputado Juarez Costa (MDB), pode trazer um retrocesso grave, segundo ambientalistas. O projeto tramita na Comissão de Meio Ambiente da Casa.

Foto: Reprodução

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Segundo o deputado Juarez Costa, o objetivo é aumentar a produção, gerar mais empregos, baratear o preço dos produtos e continuar preservando o meio ambiente. O deputado ainda entende, que “Mato Grosso está no limite do potencial produtivo em função de um entendimento errado na legislação ambiental sobre o bioma do território do Estado”, diz Juarez Costa em um artigo.

Já o Procurador-geral de Justiça de Mato Grosso, José Antônio Borges Pereira diz que a retirada do estado da Amazônia Legal “é um tiro no pé”. Os desmates podem colocar em risco a própria produção agrícola, acarretando em poucas chuvas, já que a produção depende das chuvas, até mesmo para iniciar o plantio.

“A porção sul e zonas de transição amazônicas são fundamentais para transportar massas de ar úmidas para o centro-sul do Estado de Mato Grosso e do Brasil. Na impossibilidade de transportar o ar úmido resultante da evapotranspiração das florestas, as massas de ar carrearão menos chuvas e, portanto, colocarão em risco hídrico as cidades e produções agrícolas, mesmo aquelas localizadas a milhares de quilômetros da própria Amazônia” pontou o Procurador-geral, em um artigo.

Fonte: Metrópoles.

DESCRITIVO - INICIATIVA - RELATORIO DO PROCESSO ((EM ANDAMENTO) DO PROJETO CAMINHO DE SANTANA


Geraldo Donizeti Lucio

A proposta do Caminho de Santana parte do pressuposto de ser  um circuito turístico/cultural/religioso, com a finalidade de resgatar a viagem de N. Senhora de Santana do Sacramento, padroeira de Chapada dos Guimarães, feita em 1779, do Porto Geral do Rio de Cuiabá até a Igreja de Santana na cidade de Chapada dos Guimarães.

Ao se percorrer novamente os caminhos em demanda de Cuiabá até  Chapada, 245 anos depois, este trajeto seria uma nova rota turística e religiosa, à disposição de turistas e fiéis  refazendo a trilha percorrida no século XVIII em uma procissão  pela imagem de Santana sendo colocada em sua Igreja chapadense.

Em termos conceituais seria similar ao Caminho de Santiago de Compostela na Espanha, uma trilha turística, religiosa, com o envolvimento dos moradores do seu entorno nos fatores sócio, econômico e cultural, com geração de novos postos de trabalho e renda, tudo isto  acontecendo no Estado de Mato Grosso e Centro Geodésico da América do Sul.

Para melhor contextualizar a proposta é importante fazer um relato histórico que tem como protagonista Joaquim da Costa Siqueira, vereador em Cuiabá em fins do século XVIII, assim registrou em seu trabalho Compêndio Histórico Cronológico das notícias de Cuiabá, repartição da Capitania de Mato Grosso, desde o princípio de 1778 até o fim de 1817, publicado em 1872 pela Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, contando brevemente sobre a construção da Igreja e seu financiador o Dr. José Carlos Pereira, Juiz de Fora de Cuiabá e Ouvidor Geral da Capitania de Mato Grosso:

1779 – N´este ano erigiu o Dr. José Carlos Pereira, na missão de Santa Anna da Chapada uma Igreja que servisse, como serve, de matriz d´aquella freguesia, em cujo trabalho empregou o seu desvelo, a sua fadiga, o seu cuidado e muita parte de sua fazenda, e de facto no dia 31 de julho se benzeu a nova igreja pelo Reverendo Vigario da vara d´esta Villa José Corrêa Leitão, que também celebrou missa.

Com a retirada dessa primeira Santana, levada pelos jesuítas para uma capela de palha, a nova Igreja de Santana construída pelo Ouvidor, passou a contar com duas Santanas, uma jesuítica e outra vindo do Rio de Janeiro.

Com relação ao “Caminho de Santana”  apresentamos aqui  um relato conjectural  acerca do trecho que foi percorrido pelos devotos de Santana do Sacramento, conduzindo a imagem em 1779, do Porto Geral até a povoação de Santa Ana de Chapada, atualmente município de Chapada dos Guimarães.

Os devotos em procissão do Porto, atravessaram a Vila de Cuiabá por uma das rotas que demandavam Chapada dos Guimarães, pelos contrafortes da serra, subiu a referida  procissão por uma das 14 “escaleiras” no dizer de José Barnabé de Mesquita, até o alto dela, já nos campos de cima da serra, em pouco tempo atingiu a povoação de Santana de Chapada.

Na povoação a imagem da santa foi recebida por todas as honras oficiais e cerimônias religiosas e devidamente entronizada na Igreja Nossa Senhora de Santana do Sacramento, da qual é a padroeira. Nesse momento essa Igreja passou a ter duas Santanas, uma vinda do Rio de Janeiro e outra transferida da antiga Missão Jesuítica do padre Estêvão de Castro.

Portanto a proposta de implantação do Caminho de Santana, terá quatro objetivos primordiais:

1-HISTÓRICO – Permitir a divulgação da história de Mato Grosso, em especial a de Chapada, no tocante à construção da Igreja de Santana, da participação e importância do Juiz de Fora e Ouvidor Geral Dr. José Carlos Pereira, costumes sociais e religiosos da sociedade mato-grossense de fins dos séculos XVIII dentre outras abordagens;

2-RELIGIOSO – Divulgar a construção da Igreja e o trabalho de um homem profundamente religioso, o seu construtor José Carlos Pereira, a mensagem religiosa de N.S. de Santana para toda uma povoação e ainda a devoção de toda uma população chapadense e cuiabana à referida Santa. 

3-TURÍSTICO – O Caminho de Santana será, nos moldes do caminho de Santiago de Compostela, será também turístico, atraindo não só devotos de Santana, mas de pessoas que queiram percorrer a pé a distância entre Cuiabá e Chapada, cortando cerrados, matas, córregos, cachoeiras e serras. Seria realizado em grupos turísticos ou viajantes solitários, tendentes às reflexões necessárias para a vida.

4 - ECONÔMICO E SOCIAL – Envolver os moradores nos pontos de apoio aos caminhantes, com hospedagem, alimentação,  no processo com a exposição e venda da produção associada ao turismo, (seus saberes e fazeres como: agroindústria, artesanato e manifestações culturais) o dentre outras estruturas necessárias

A organização do Caminho de Santana uma vez formatado, pretende ser efetuada por uma comissão composta da Prefeitura Municipal de Chapada dos Guimarães, Prefeitura Municipal de Cuiabá, Paróquia de Santana de Chapada, Paróquia de São Gonçalo, ICMBIO, envolvendo também as Associações de Moradores do Distrito de Coxipó do Ouro, Comunidade Arraiá dos Freitas, Comunidade dos Médicos e outros parceiros

Uma vez definida a execução da formatação do circuito pretende-se através contrato passar para uma organização não governamental a prerrogativa fazer a gestão do Caminho de Santana. 

Enfim a proposta deste Caminho de Santana não só irá resgatar uma tradição histórica, cultural e religiosa para a memória social mato-grossense, como também irá despertar e ampliar a convicção religiosa das pessoas que se dispõem a concretizar essa Caminhada/Procissão de Cuiabá Serra Cima até o município de Chapada dos Guimarães.

Será com certeza um roteiro turístico de primeira ordem, que sem dúvida, despertará turistas e devotos para essa caminhada. Será considerado um caminho turístico-religioso, que sem dúvida trará novos postos de emprego, impactando os dividendos financeiros e religiosos para a população de Chapada e para as paróquias envolvidas.

FONTE BIBLIOGRÁFICA

Annaes do Sennado da Camara do Cuyabá. Cuiabá: Arquivo Público, 2007

MESQUITA, José Barnabé de. A Chapada Cuiabana. Cuiabá: UFMT, 1975

SIQUEIRA, Joaquim da Costa. Compêndio Histórico Cronológico das notícias de Cuiabá, repartição da Capitania de Mato Grosso, desde o princípio de 1778 até o fim de 1817. In:Revista do Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso. Rio de Janeiro: v.13, 1872

Geraldo Lucio da EMPAER - Especialista em Turismo Rural, faz parte da Comissão que esta desenvolvendo este projeto (em andamento)

ESBOÇO - DESCRITIVO - VERSÃO PRELIMINAR - PROPOSTA PARA PROJETO “CAMINHO DE SANTANA” (em andamento)





Geraldo Donizeti Lúcio

INTRODUÇÃO

 

É o presente um esboço de um projeto turístico/cultural/religioso, com a finalidade de resgatar a viagem de N. Senhora de Santana do Sacramento, padroeira de Chapada dos Guimarães, feita em 1779, do Porto Geral de Cuiabá até a Igreja de Santana na cidade mencionada.

Percorrendo novamente os caminhos em demanda à Chapada, 230 anos depois, colocaríamos uma nova rota turística e religiosa,à disposição de turistas e fiéis  refazendo a trilha percorrida no século XVIII pela imagem de Santana ao ser entronizada em sua Igreja chapadense.

Teria semelhanças conceituais com o Caminho de Santiago de Compostela. Seria uma trilha turística/religiosa em pleno Mato Grosso, no centro geodésico da América do Sul.

 

HISTÓRICO

 

Joaquim da Costa Siqueira, vereador em Cuiabá em fins do século XVIII, assim registrou em seu trabalho Compêndio Histórico Cronológico das notícias de Cuiabá, repartição da Capitania de Mato Grosso, desde o princípio de 1778 até o fim de 1817, publicado em 1872 pela Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, contando brevemente sobre a construção da Igreja e seu financiador o Dr. José Carlos Pereira, Juiz de Fora de Cuiabá e Ouvidor Geral da Capitania de Mato Grosso:

 

1779 – N´este anno erigiu o Dr. José Carlos Pereira, na missão de Santa Anna da Chapada uma Igreja que servisse, como serve, de matriz d´aquella freguesia, em cujo trabalho empregou o seu desvelo, a sua fadiga, o seu cuidado e muita parte de sua fazenda, e de facto no dia 31 de julho se benzeu a nova igreja pelo Rev. Vigario da vara d´esta villa José Corrêa Leitão, que também celebrou missa.

(...)

No dia seguinte, 1º de agosto, se fez solemne missa a Santa Anna, orago d´aquella freguesia, com a maior pompa e grandeza que jamais ali se viu, tanto pelo que toca ao divino como também ao profano.(Siqueira,1872, p.8)

 

            Por outro lado, os Annaes do Sennado da Camara do Cuyabá, um cronológico colonial registrando os fatos anuais ocorridos na vila de Cuiabá, relatando o ano de 1779, assim registrou o mesmo fato:

 

Por ocasião de certa diligencia do Real serviço havia passado em novembro do anno próximo a Missão de Santa Anna o Doutor Juiz de Fora desta Villa Jozé Carlos Pereira. Teve ele então a ocasião de ver a palhossa indecentíssima em que se celebravão o Santo Sacrificio do altar e mais Divinos ofícios, e o mais hé, que servia de Matris,(Annaes, 2007,p. 113)

 

            Continuando os Annaes, comentam o fato do Ouvidor Pereira ter mandado comprar e trazer do Rio de Janeiro a imagem da Santana, inclusive fazendo uma breve descrição da mesma:

 

Impondosse a aquella nova Igreja o nome invocação de Freguesia de Santa Anna do Sacramento , em cuja contemplação mandou depois o devoto Ministro vir do Rio de Janeiro huma nova imagem da Santa com cinco palmos de alto com a menina ao lado esquerdo e na mão direita huma custódia de prata dourada, para nella se expor o Santissimo Sacramento (...).(Annaes, 2007, p. 115)

 

            Os Vereadores de Cuiabá, que por décadas anotaram fatos, datas e personagens dessa então vila, mencionaram um fabulosa procissão, vinda de Cuiabá, com a finalidade de conduzir sob um pálio a imagem para a nova Igreja recém inaugurada, e registraram também a chegada dessa procissão na freguesia de Santana de Chapada:

 

Além dos muitos toques dos sinos com que se aplaudio esta grandioza procissão, houverão muitos de trompas, clarins, caixas de guerra e outros mais instrumentos, assim como também muitos tiros de roqueira (...). (Annaes, 2007, p.115)

 

            E continuando os Annaes:

 

A procissam não somente foi acompanhada dos homens de toda a qualidade, como tão bem das pessoas do sexo feminino da primeira nobreza da terra logo atrás do pálio que continuadamente hião derramando lágrimas de gosto, sucesso que tão bem aconteceo aos mesmos homens.

No dia seguinte primeiro do mês de agosto, em que rezava a Igreja da sua dedicação, se fez a solenidade da dedicação da nova de que se trata a Senhora Santa Anna do Sacramento pelo nosso reliugiozissimo ministro que assistio banhado em lagrimas

(Annaes, 2007, p. 115)

 

            Assim, a imagem de Santana do Sacramento, adquirida no Rio de Janeiro, foi levada até São Paulo, depois à vila de Araritaguaba, seguindo pelo caminho fluvial das monções até o Porto Geral. Nesse local, foi depositada provisoriamente numa capela a que a história não registrou o nome. Pode ser algum mero rancho a título de capela no Porto Geral, no local onde, no ano seguinte, o próprio Dr. José Carlos Pereira, edificou uma capela orago de São Gonçalo. Sobre esta, assim nos registrou o vereador Joaquim da Costa Siqueira:

 

1780 – Como o Dr. José Carlos Pereira, além da obra da Igreja de Santa Anna também projectou construir junto ao Porto d´esta villa uma capella a São Gonçalo, visto que se achava de todo destruída a capella velha que fora erecta  nas margens do rio Coxipó nos princípios do descobrimentos d´estas minas, de facto pôz em execução o seu intento e na segunda oitava da paschoa da ressurreição se lança a primeira pedra, fazendo-se esta acçãoemo todas as ceremonias que decreta o ritual romano.(Siqueira, 1872, p.10)

A MISSÃO JESUÍTICA DE SANTANA

A Missão Jesuítica de Santana de Chapada foi instituída pela Companhia de Jesus e fundada pelo padre Estêvão de Castro em 1751. Assim nos contam os Annaes:

 

Havia sido naquela freguesia fundada tam somente em Missão de Indios no anno de 1751 por Ordem Regia pellos padres da Companhia de Jesus chamado Estevão de Castro e Agostinho Lourenço, que para este fim tinham vindo na comitiva do Capitão General desta Capitania Antonio Rolim de Moura (...) e a sua fundação não foi no lugar em que hoje se acha e sim na paragem chamada hoje de Aldeya Velha, distante da nova que tratamos, meya légua para a parte desta Villa, que por não ser suficiente, a mudarão depois para o em [local] que de prezente se acha;

(...) Cuidarão os ditos padres em edificar para a sua assistencia propriedadecuberta de telha mas não praticaram o mesmo na caza de Deos e só lhe prepararão a palhosa de que temos falado, em que armarão hum altar, que forrarão de papeis pintados onde collocarão a Senhora Santa Anna como no orago do meio e nos lados Sam Ignacio de Loyola e Sam Francisco Xavier. (Annaes, 2007, p. 114)

 

            Com a retirada dessa primeira Santana, levada pelos jesuítas para uma capela de palha, a nova Igreja de Santana construída pelo Ouvidor, passou a contar com duas Santanas, uma jesuítica e outra vindo do Rio de Janeiro.

O CAMINHO

Só podemos fazer conjecturas acerca do caminho percorrido pelos devotos de Santana do Sacramento, conduzindo a imagem em 1779, do Porto Geral até a povoação de Santa Ana de Chapada.

Saindo do Porto, atravessou a vila de Cuiabá por uma das rotas que demandavam Chapada. Nos contrafortes da serra, subiu a procissão por uma das 14 “escaleiras” no dizer de José Barnabé de Mesquita, até o alto da mesma. Já nos campos de cima da serra, em pouco tempo atingiu a povoação de Santana de Chapada.

Na povoação a imagem da santa foi recebida por todas as honras oficiais e cerimônias religiosas e devidamente entronizada na Igreja Nossa Senhora de Santana do Sacramento, da qual é a padroeira.

Nesse momento essa Igreja passou a ter duas Santanas, uma vinda do Rio de Janeiro e outra transferida da antiga Missão Jesuítica do padre Estêvão de Castro.

OS OBJETIVOS DO PROJETO

            A implantação do Projeto Caminho de Santana, têm três objetivos primordiais:

1-HISTÓRICO – Permitir a divulgação da história de Mato Grosso, em especial a de Chapada, no tocante à construção da Igreja de Santana, da participação e importância do Juiz de Fora e Ouvidor Geral Dr. José Carlos Pereira, costumes sociais e religiosos da sociedade mato-grossense de fins dos séculos XVIII dentre outras abordagens;

 

2-RELIGIOSO – Divulgar a construção da Igreja e o trabalho de um homem profundamente religioso, o seu construtor José Carlos Pereira, a mensagem religiosa de N.S. de Santana para toda uma povoação e ainda a devoção de toda uma população chapadense e cuiabana à referida Santa. Uma vez por ano, ou mais, poderá haver uma procissão entre Cuiabá e Chapada ressaltando tão somente o aspecto religioso de tal solenidade. A procissão sairia de Cuiabá nas antevésperas do Dia de Santana, chegando em Chapada nesse exato dia, em que se comemoram a data religiosa de sua padroeira.

 

3-TURÍSTICO – Obviamente o Caminho de Santana será, nos moldes do caminho de Santiago de Compostela, será também turístico, atraindo não só devotos de Santana, mas de pessoas que queiram percorrer a pé a distância entre Cuiabá e Chapada, cortando cerrados, matas, córregos, cachoeiras e serras. Seria realizado em grupos turísticos ou viajantes solitários, tendentes às reflexões necessárias para a vida.

DA IMPLANTAÇÃO DO CAMINHO

            Numa primeira abordagem efetuada em 2009, pela Secretaria Estadual de Cultura, foi realizada reunião em Chapada, na presença dos párocos dessa cidade e da Igreja de São Gonçalo, de Cuiabá. Os dois acordaram e se prontificaram a auxiliar no que estivessem ao alcance das referidas paróquias.

            Esteve presente também o Dr. Jurandir Spinelli, que todos os anos realiza uma Cavalgada de Cuiabá à Chapada.

            Obviamente há que se definir:

Recursos financeiros para estudos mais profundos do roteiro e estruturas físicas;

Pontos de parada com almoço/lanches e de pouso para pernoite;

Ponto de subida da serra;

Convencimento de proprietários rurais para autorização de passagem e pouso;

Outras estruturas mais

RECURSOS FINANCEIROS

Basicamente os recursos financeiros serão para a implantação do referido projeto e sua posterior divulgação.

Verbas governamentais podem ser obtidas no Ministério do Turismo, Ministério da Cultura, Secretaria de Estado de Cultura de Mato Grosso, Secretaria de Estado de Desenvolvimento Turístico de Mato Grosso e Prefeitura Municipal de Chapada dos Guimarães.

ORGANIZAÇÃO

           A organização do Caminho de Santana deverá ser efetuada por uma comissão composta da Prefeitura Municipal de Chapada dos Guimarães, Prefeitura Municipal de Cuiabá, Paróquia de Santana de Chapada, Paróquia de São Gonçalo, e ainda organizada e executada por associação que cuida atualmente das cavalgadas anuais Cuiabá-Chapada, por realizaram essa festividade há décadas e seus diretores conhecerem profundamente as várias possibilidades de trajeto para melhor realização do referido Caminho de Santana.

 

EXECUÇÃO

Definida a organização, a execução poderia caber à alguma OSCIP ou OS de caráter turístico ou cultural, que através contrato de gestão, prepararia os projetos, obteria os recursos, faria a implantação e a gestão do Caminho de Santana.

FINALMENTE

            O Caminho de Santana não só resgata uma tradição histórica, cultural e religiosa para a memória social mato-grossense, como desperta e amplia a convicção religiosa das pessoas que se dispõem a concretizar essa caminhada/procissão serra acima.

            E um roteiro turístico de primeira ordem, que sem dúvida, despertará turistas e devotos para essa caminhada. Será considerado um caminho turístico-religioso, que sem dúvida trará dividendos financeiros e religiosos para a população de Chapada e para as paróquias envolvidas.

Cuiabá, 19 de março de 2011.

PAULO PITALUGA COSTA E SILVA

BIBLIOGRAFIA

Annaes do Sennado da Camara do Cuyabá. Cuiabá: Arquivo Público, 2007

MESQUITA, José Barnabé de. A Chapada Cuiabana. Cuiabá: UFMT, 1975

SIQUEIRA, Joaquim da Costa. Compêndio Histórico Cronológico das notícias de Cuiabá, repartição da Capitania de Mato Grosso, desde o princípio de 1778 até o fim de 1817. In:Revista do Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso. Rio de Janeiro: v.13, 1872

Geraldo Lucio da EMPAER - Especialista em Turismo Rural, faz parte da Comissão que esta desenvolvendo este projeto (em andamento))

27 de dezembro de 2022

24 de dezembro de 2022

O Blogueiro Geraldo Lucio deseja a todos os amigos e seguidores deste Blog um Feliz Natal


Aos meus queridos amigos deste Blog - “turismoruralmt.com”,
 O meu muito obrigado por tudo e um Feliz Natal! 
O sucesso que tanto esperamos começou com a chegada de amigos de Blog como você!

… Que o Natal comece no seu coração Que seja pra todos, sem distinção alguma, Um gesto, Um sorriso, Um abraço, O que for, 
O melhor presente é sempre o amor

É tempo de nutrir os bons sentimentos que o Natal nos traz. Nesta data, a alegria, a paz e o amor 

Natal é tempo de comemorar a vida, espalhar o amor e semear a esperança. Boas Festas! 
... Viver é aceitar cada minuto como um milagre que não poderá ser repetido.


O que é o Natal:

O Natal é uma data comemorativa que simboliza o nascimento de Jesus Cristo

Esta celebração acontece há mais de 1.600 anos no dia 25 de dezembro.

Natal se refere a nascimento ou ao local onde alguma pessoa nasceu. 

Por exemplo, a expressão "cidade natal" indica a cidade onde um determinado indivíduo nasceu.

 A palavra "natal" significa "do nascimento". 








 

23 de dezembro de 2022

Parque Nacional de Chapada dos Guimarães é leiloado por mais de 1 milhão de reais

 TURISMO



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JB News

Foto: JB News

Por Alisson Gonçalves

O Parque Nacional de Chapada dos Guimarães, foi  leiloado nesta  quinta-feira 22 de Dezembro,  na sede da bolsa de valores B3 em São Paulo (SP).

A equipe do site JB News, acompanhou de perto do processo das empresas interessadas, na Concessão do Parque.

O ganhador da concessão foi a empresa “Parquetur” (Parques FIP em Infraestrutura) , que venceu com o valor ofertado de mais de R$ 1.009.132,28 milhão.

Agora com parte da concessão o vencedor poderá explorar turisticamente o local pelos período  de 30 anos, mais vale lembrar que o vencedor também terá que investir R$ 18 milhões na infraestrutura das áreas de visitação.

Também o vencedor do consórcio terá que prestar serviços públicos de apoio à visitação, modernização, revitalização, operação e manutenção dos serviços turísticos do Parque Nacional Chapada dos Guimarães.

Ainda o vencedor da concessão deve aplicar R$ 200 milhões em operação e gestão da unidade e oferecer serviços para aprimorar experiência dos visitantes no local.

Com isso o governo de MT que brigava pela estadualização,  mesmo encaminhando toda a documentação não consegui se habilitar e não pode participar do certame.

Segundo os investidores cerca de 30 milhões de reais serão investidos para melhoria do Parque, em um prazo de 5 anos.


http://jbnews.com.br/parque-nacional-de-chapada-dos-guimaraes-e-leiloado-por-mais-de-1-milhao-de-Fonte 

22 de dezembro de 2022

Papai Noel Pantaneiro vai percorrer 3.200 km para doar brinquedos em MT


Clóvis Matos faz esse trabalho voluntário há 15 anos e já entregou pelo menos 40 mil presentes

Entretê

Papai Noel Pantaneiro vai percorrer 3.200 km para doar brinquedos em MT

Foto: Divulgação

No Pantanal mato-grossense, o Papai Noel não usa trenó. De barco e de carro, o Papai Noel Pantaneiro faz as entregas de presentes para as crianças ribeirinhas. O projeto desenvolvido pelo historiador Clóvis Matos há 15 anos só cresce. Neste Natal, ele vai percorrer cerca de 3.200 quilômetros, passando por 64 comunidades.

Os presentes frutos de doações vão fazer a alegria de aproximadamente 4.500 pessoas, entre crianças e adultos. O Papai Noel chega no sábado (24) e vai permanecer no Pantanal por uma semana.

“Eu conto com o apoio de muita gente pra poder fazer esse trabalho e um deles é a Energisa. No ano passado, a empresa foi responsável pela arrecadação de 50% dos brinquedos”, comenta Clóvis. O historiador reforça que continua recebendo as doações em pontos de coleta para ajudar na entrega, veja abaixo.  

Inclusão Literária

Além da entrega de brinquedos, Clóvis também distribui livros nas comunidades do estado. Neste ano, a previsão é finalizar com a entrega de 12 mil obras literárias.

O projeto está ativo há 17 anos e não acontece só no Natal. Clóvis realiza ao longo do ano, com uma biblioteca móvel que vai até locais onde a população tem pouco ou nenhum acesso aos livros.

“Quando vou pro Pantanal fazer ação voluntária, tem crianças que pedem os livros ao invés de brinquedos. Esse era o resultado que eu esperava e, hoje, eu tenho. Incentivando a leitura e o interesse pelo conhecimento”, afirma o idealizador.

O Papai Noel Pantaneiro mantém o projeto a partir de doações e o apoio de empresas como a Energisa. E conta com a ajuda de voluntários, como é o caso de Marcio Borges de Campos, que é parceiro há 13 anos do projeto. Para Marcio, o Inclusão Literária é o plantio de semente de dias melhores. “Esse gesto simples, mas poderoso, acaba transformando a realidade das pessoas por meio dessa janela para o infinito que é o livro”, explica o voluntário.

Pontos de coleta

Os colaboradores da Energisa estão arrecadando brinquedos para ajudar o bom velhinho. A empresa apoia o projeto desde 2017 e é a sua maior mantenedora. Para quem deseja doar, outros pontos estão disponíveis para a doação:

- Eletrofios - Av. Carmindo de Campos, 933 - Jardim California, Cuiabá.
- Shopping Três Américas, a partir das 15h, (no espaço onde o Papai Noel está).

Assessoria