23 de dezembro de 2020

SEJA BEM-VINDO(A) À NOBRES TURISMO! - Welcome to Nobres Turismo! Mato GrossBrasil. Turismo Total !

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SEJA BEM-VINDO(A) À NOBRES TURISMO!

Welcome to Nobres Turismo!


     

Logo-Nobres

Brasão de Nobres

O munícipio de Nobres…

A região do atual município de Nobres foi ponto de passagem, no início do movimento garimpeiro em Mato Grosso, no sentido sul/oeste, que começou em 1747, entre Cuiabá e Diamantino. É território habitado imemorialmente por povos indígenas da tribo bacairi e é uma região rica em belezas naturais. Nos meandros da serra do Tombador e do distrito de Bom Jardim escondem-se verdadeiras maravilhas esculpidas pela natureza, com inúmeras cachoeiras, lagos, rios e grutas – algumas totalmente inexploradas. Existem sítios arqueológicos de grande valor científico, onde proliferam pinturas e inscrições rupestres, que atestam a antiguidade da vida humana na região.

O município está localizado junto ao rio Cuiabá tendo os rios Serragem e Nobres atravessando a cidade e desaguando nele. Desta maneira, Nobres faz parte da Região Metropolitana do Vale do Rio Cuiabá. O solo apresenta uma grande variedade de grupos como tossolos, podizólicos, hidromórficos gleizados, aluviais e lateríticos indiscriminados e devido a predominância de calcário, o município é servido de muitas grutas e cavernas, destacando a gruta da Lagoa Azul – atualmente interditada – em Bom Jardim. Além disso, a região de Nobres é cortada por diversas serras como as serras da Quitanda e Cancela, ao centro pelas serras do Quebó e Furnas, ao norte as serras de Santa Rita e Cuiabazinho, e ao sudoeste pela serra do Tombador ou Caixa Furada. 

Os atrativos/passeios turísticos…

O município de Nobres possui mais de quinze pontos turísticos prontos para recebê-lo(a). Logo abaixo, há uma breve explicação sobre o que julgamos serem os principais dentre todos eles – para saber mais, explore a área de atrativos.

Para obter valores e roteiros prontos, acesse a nossa página de roteiros e valores clicando aqui, ou se preferir, entre em contato direto conosco na nossa página de contatos clicando aqui e peça um roteiro só seu!

Aquário Encantado

Rio cristalino de cor azulada, com peixes e plantas aquáticas que é propício para a prática da flutuação.

[Clique aqui para saber mais]

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  • Valor por pessoa com flutuação: R$ 90,00
  • Valor por pessoa somente visita: R$ 30,00
  • Valor do almoço por pessoa: R$50,00
Cachoeira Serra Azul

Cachoeira alta com coloração azulada, propícia para contemplação e prática da flutuação.

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  • Valor por pessoa: R$ 80,00
  • Valor por pessoa com tirolesa: R$ 130,00
  • Valor por pessoa com arborismo: R$ 120 ,00
  • Valor por pessoa com arborismo e tirolesa: R$ 170,0
  • Valor por pessoa com arborismo, tirolesa e cicloturismo: R$ 185,00

ATENÇÃO SENHORES TURISTA, PARA FAZER A RESERVA DA CACHOEIRA, PRECISAMOS DE 50% DE ENTRADA.

E SE FOR FAZER O CANCELAMENTO PELO MENOS 3 DIAS ANTES, PARA RECEBER SEU DINHEIRO NOVAMENTE, NOS HORARIOS DE ATENDIMENTO DA AGENCIA 09:00 H ÀS 11:00 H E DAS 13:00 AS 14:00 H

SE FIZER O CANCELAMENTO DEPOIS NÃO TERÁ ESTORNO!

Balneário Estivado

Rio com água acima da cintura, totalmente cristalina e que possui muitos peixes. Propício para o banho.

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  • Valor por pessoa: R$ 25,00
  • Valor do almoço por pessoa: R$ 50,00
Reino Encantado

Rio cristalino, com mais de seiscentas nascentes, propício para flutuação e contemplação.

[Clique aqui para saber mais]

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  • Valor por pessoa com flutuação: R$ 90,00
  • Valor por pessoa somente visita: R$ 30,00
  • Valor do almoço por pessoa: R$ 50,00
Mirante do Cerrado

Mirante com uma bela vista para o pôr do sol, com uma piscina com formato de peixe.

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  • Valor por pessoa para banho nas duas piscina + tobogã: R$ 60,00
  • Valor por pessoa do tirolesa: R$ 50,00
  • Valor por pessoa do arborismo: R$ 35,00
  • Valor do almoço por pessoa: R$ 50,00
Passeio de quadriciclo

Passeios por paisagens e por do sol, passeio dura em torno de 1 hora.

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  • Valor por pessoa: R$ 150,00
Boia Cross do Duto do Quebó

Passeio de bóia em um rio que atravessa uma caverna de cerca de trezentos metros.

[Clique aqui para saber mais]

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  • Valor por pessoa: R$ 80,00
Refúgio Água Azul

Rio cristalino com peixes e propício para banho e aventura com tirolesa.

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  • Valor por pessoa somente banho: R$ 30,00
  • Valor por pessoa com banho e tirolesa: R$ 50,00
  • Valor por pessoa do banho com flutuação: R$ 80,00
  • Valor do almoço por pessoa: R$ 50,00
Lagoa das Áraras

Lagoa com variedades de pássaros, principalmente a árara canindé, com um belíssimo pôr do sol.

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  • Valor por pessoa: R$ 25,00
Boia Cross Estância da Mata

Descida de oitocentos metros com uma bóia, ideal para famílias com crianças.

[Clique aqui para saber mais]

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  • Valor por pessoa: R$ 60,00
  • Valor por pessoa do tirolesa: R$ 35,00
  • Valor do almoço por pessoa: R$50,00
Mega Fone

Ouvir o barulho dos passaros em uma mata fechada.

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  • Valor por pessoa: R$ 60,00
Boia Cross do Juca

Descida de oitocentos metros pelo rio Salobra com uma bóia, ideal para famílias com crianças.

[Clique aqui para saber mais]

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  • Valor por pessoa: R$ 60,00
Vale das Águas

Flutuação de oitocentos metros de descida no rio Salobra.

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  • Valor por pessoa: R$ 80,00
Mergulho de Cilindro

Passeio de mergulho de cilindro

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  • Valor por pessoa: R$ 290,00
  • Feito somente sob reservas antecipadas! Garanta a sua aventura!
Voo de Parapente

Passeio de Parapente

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  • Valor por pessoa: R$ 290,00
  • Feito somente sob reservas antecipadas! Garanta a sua aventura!
Agende já os seus dias tranquilos de viagem e aventura com a Nobres Turismo!

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É um ótimo lugar para curtir a natureza bem de perto…

Além de oferecer vários restaurantes e pousadas, a Nobres Turismo também oferece a opção de acampamento! O lugar que mais recomendamos é o Camping do Josias e se você possui a intenção de acampar, é este o lugar ideal para você, seus amigos e para a sua família! E nem precisa “só” acampar, você também tem a opção de dormir nos pequenos e aconchegantes apartamentos que tem lá!

O Camping do Josias é localizado em uma chácara próxima a Bom Jardim (cerca de 7km de distância), e fornece serviços como acampamento, refeição e pousada. Não deixe de conhecer!

Quer conhecer ainda mais sobre as pousadas e restaurantes situados em Nobres?

Clique aqui e vá para a página de pousadas e restaurantes!

Somos uma agência reconhecida por várias emissoras…

Começamos com o pé direito com a emissora Globo e o programa Terra da Gente em 2011 – que em 2017 nos revisitou – e recebemos ainda a equipe do Mais Você. Além disso, outras equipes da Globo como o Jornal Hoje, TV Centro América e o Bom Dia Brasil foram recepcionados e guiadas pela nossa agência – que foi muito bem elogiada por todas elas.

Além disso, algumas outras emissoras locais e emissoras como a RedeTV, SBT, Bandeirantes e Record e alguns blogs relacionados à viagem, como o Prefiro Viajar, já estiveram conosco nos diversos pontos turísticos de Nobres.

Conheça mais sobre a nossa agência e sobre a sua trajetória!

Clique aqui e vá para a página da explicação de quem somos nós!

Funai se apropria de barreiras sanitárias realizadas por indígenas para mascarar ineficiência das políticas de combate a pandemia

Movimento indígena considera postura da Funai como tentativa de usurpar medidas de autogestão dos povos perante ineficiência das políticas contra a proliferação da pandemia nos territórios. Solicitações foram peitas após pressão do STF.

Barreira sanitária da Terra Indígena Comexatibá, na Bahia. Foto: Povo Pataxó

Barreira sanitária da Terra Indígena Comexatibá, na Bahia. Foto: Povo Pataxó

POR ADI SPEZIA E GUILHERME CAVALLI, DA ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO DO CIMI

Lideranças indígenas do Sul e Extremos Sul da Bahia expõem a Fundação Nacional do Índio (Funai) por ameaçar comunidades indígenas e exigir registros das barreiras sanitárias realizadas pelos povos para evitar a entrada da Covid 19 nas aldeias. As medidas de proteção dos territórios foram criadas e orientadas pelo Movimento Nacional Indígena (MNI) como autogestão perante a ineficiência do órgão indigenista do Governo Federal em agir contra a entrada do vírus nos territórios. Hoje, diante solicitação do Supremo Tribunal Federal (STF) para que enviem informações sobre ações de combate da pandemia junto às comunidades indígenas, a Funai tenta mascarar a ausência de um plano de atuação.

“As barreiras sanitárias funcionam de março até hoje. O governo federal não fez nada para o nosso povo para evitar a entrada do vírus nas aldeias. A única coisa que aconteceu foi a Justiça Federal autorizar uma reintegração de posse no momento muito difícil pro povo Tupinambá”, lamenta a liderança Valdelice, do povo Tupinambá de Olivença, aldeia Itapuã.

As solicitações de materiais audiovisuais sobre as barreiras sanitárias chegaram por mensagens de WhatsApp às lideranças indígenas da Bahia, enviadas por um servidor da Funai. “Só enviaram essa exigência agora… O STF deu um prazo de 48 horas”, dizia a mensagem enviada às 14h49 no dia 27 de outubro pelo funcionário responsável pela Coordenação Técnica Local da Funai em Itamaraju (BA). O texto seguia com a ameaça de que se as lideranças não enviassem, o povo iria “sair do relatório da Funai e não teríamos benefícios”. Para Dinamam Tuxa, da coordenação executiva da Articulação dos Povos Indígenas no Brasil (Apib), as ameaças se caracterizam como “tentativa de usurpar as iniciativas autônomas do movimento indígena para justificar a ausência e omissão do Governo Federal em contexto de pandemia”.

“Funai quer se apropriar dessa mobilização mediante a ação judicial que exige da União medidas de proteção”

“Desde o início da pandemia percebíamos que o Estado brasileiro não se mobilizava para combater o alastramento da covid 19 nas terras indígenas.  A Apib orientou os povos a criarem barreiras sanitárias como primeira medida para enfrentar a pandemia. Foi uma iniciativa que partiu do movimento indígena, construídas de forma autônoma”, ressalta a liderança indígena. “O movimento indígena se mobilizou para assumir o papel do Estado diante a sua ineficiência. Sem ter apoiado os povos em nenhum momento, a Funai quer agora se apropriar dessa mobilização mediante a ação judicial que exige da União medidas de proteção, que fomente as barreiras sanitárias. Não foi iniciativa do Estado em nenhum momento”.

Dinamãm Tuxa recorda que a União atuou somente depois da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 709 enviada ao STF e que pedia a adoção de medidas de proteção e promoção da saúde dos povos indígenas por meio da elaboração e da implementação de um Plano de Barreiras Sanitárias. “Essas ameaças que faz a Funai para pedir informações de um suposto trabalho que não fez é para tentar repassar informações ao Supremo Tribunal Federal e justificar a omissão do órgão em contexto de pandemia”. Segundo levantamento feito pela Apib, são mais de 42 mil casos confirmados de convid-19 entre os povos indígenas, com aproximadamente 900 indígenas mortos.

Barreiras sanitárias foram criadas como autogestão dos territórios contra a entrada do vírus nos territórios. Foto: Povo Pataxó

O pedido da Funai por informações sobre as barreiras sanitárias nas comunidades Pataxó e Pataxó Há há Hãe foi atendido pelas lideranças. Os indígenas afirmam que mantiveram as barreiras sanitárias com doações de pessoas, organizações e universidades parceiras. “A Funai está enganando, está ganhando dinheiro, comendo milhões e não tem chegado nada de suporte nas aldeias”, denuncia a liderança Rodrigo Mandi Pataxó, da Terra Indígena Comexatibá, na Bahia. Em abril, a Funai emitiu uma nota que criticava as ações de proteção e criação de barreiras sanitárias. “A Fundação Nacional do Índio (Funai) alerta que os indígenas não devem bloquear as estradas de acesso às aldeias durante a pandemia do novo coronavírus”, pontua o texto.

STF pressiona União

Após considerar o plano do Governo Federal “genérico e vago” e negar a homologação da segunda versão apresentado pela Funai sobre ações contra covid-19 entre indígenas, o ministro Luís Roberto Barroso, do STF, estabeleceu em novembro uma nova data para que o Governo apresentasse medidas efetivas. No dia primeiro de dezembro, Barroso determinou à União que, em até 48 horas, convocasse uma reunião extraordinária a fim de que sejam implementadas barreiras sanitárias para o enfrentamento e o monitoramento da Covid-19 entre os povos indígenas, principalmente de povos indígenas isolados e de recente contato. O plano de barreiras sanitárias é uma das cindo medidas que foram acolhidas pela Suprema Corte da Medida Cautelar apresentada pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) e por partidos políticos. Desde julho, Luís Roberto Barroso, ministro relator da ADPF 709, tem cobrado a implementação das barreiras sanitárias.

As mensagens enviadas por servidores da Funai que solicitam comprovação das barreiras foram recebidas por lideranças dos povos Pataxó e Tupinambá na mesma semana da exigência feita pelo STF à União. “O STF [Supremo Tribunal Federal] está exigindo fotos da barreira que vocês fizeram com a equipe atuando” afirma a mensagem recebida pelas lideranças. Segundo Rodrigo Mandi Pataxó, o texto instruía como deveriam serem feitos os registros fotográficos. “Façam as fotos todos com máscaras. Como no caso é só 1 indígena, que a foto mostre ele abrindo a cancela/porteira. Peço que envie ao menos uma foto desta forma (sic)”.

“A Funai se eximiu de sua responsabilidade”

Para Antônio Eduardo Cerqueira de Oliveira, secretário executivo do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), as exigências dos funcionários da Funai representam uma tentativa de justificar a ineficiência do Governo Federal diante as políticas de saúde indígena em tempos de pandemia. “Os povos indígenas se organizaram para fechar os territórios e fazer as barreiras sanitárias na urgência de barrar a entrada do coronavírus. Fizeram por decisão, organização e iniciativa própria, sem contar com o apoio da Fundação Nacional do Índio, da Polícia Federal ou outras organizações do poder público”, ressalta o indigenista. “A exigência da Funai de querer que os indígenas prestem informações sobre essas barreiras sanitárias é simplesmente querer tirar proveito do feito, do qual a Funai não contribuiu diretamente. A Funai se eximiu de sua responsabilidade”, destaca o secretário executivo do Cimi.

“O Cimi repudia a atitude da Funai. Acreditamos no apoio às comunidades indígenas, como temos feito desde o início da pandemia, para contribuir na organização dessas barreiras como medidas estabelecidas pelos próprios povos, na autogestão dos seus territórios. Portanto, é vergonhoso e vexatória esse procedimento e atitude do órgão indigenista do Governo Federal”, ressalta o secretário executivo do Cimi.

A formação das barreiras sanitárias

Parte do território do povo Pataxó está localizada no caminho do litoral baiano, local com casas de veraneio e intenso fluxo de turismo. Ainda em março, no início da pandemia, a movimentação de carro atravessando o território se intensificou. A decisão dos indígenas foi de fechar o território criando as barreiras sanitárias. São nove territórios que ficam entre os parques Nacional do Monte Pascal e do Descobrimento e a estrada que passa dentro da terra indígena funciona como um “atalho” de quase 40km para o litoral.

À medida que o vírus se espalhava e poucas ações de controle ocorriam pelos órgãos de Estado, os indígenas decidiram adotar providencias por se considerarem à mercê. As medidas se fizeram mais urgentes quando começaram a encontrar máscaras e demais item de higiene pessoal jogadas na estrada que corta o território até o litoral. Assim que formaram as barreiras sanitárias os caciques e lideranças fizeram contato com a Secretaria de Justiça do Estado, informaram o Ministério Público Federal (MPF) de Teixeira de Freitas (BA), a Funai, portais de notícias, rádios e demais meios de comunicação, notificando a ação.

“Afirmavam que as barreiras sanitárias eram vandalismos”

Quando criadas as barreiras sanitárias, lideranças indígenas foram coagidas pela Polícia Militar. Foto: Povo Pataxó

Se por um lado tiveram apoio de moradores próximos das aldeias, por outro, sofreram repressão. “Teve muito fazendeiro irado, muito comerciante incomodado e com isso veio as armações. Tentativa da milícia de intimidar, pessoas com poder aquisitivo, coronéis mandando a polícia vir, fingindo como se não soubessem o que estava acontecendo. Afirmavam que era vandalismo, uma violência. A polícia veio umas três vezes. Tivemos que encarar a Polícia de lança na mão, dialogar e argumentar que as medidas eram para autoproteção”, relata Mandi Pataxó.

As barreiras permaneceram formadas por aproximadamente quatro meses. Foi preciso reversar os grupos na vigília. Mandi Pataxó relata que em uma dessas trocas de equipes, “policiais do Padro, quando passaram pela barreira, arrancaram nossa corrente e desceram pro lado da vila de Corumbau”. Questionados do motivo que retirarem a corrente, já que estavam dentro da terra, “argumentaram que não sabiam que era aldeia, que pediam desculpa e que a corrente tinha sido jogada no mar”, relata Mandi. A ação policial foi comemorada por pessoas e empresários locais. O caso foi denunciado à Secretaria de Justiça.

Foto: Povo Pataxó

Mandi recorda que a postura da Funai foi de quem “não dá a mínima”. “Em todo o processo não deu a mínima, não veio aqui, não deu satisfação em nada. Durante todo o período que ficamos de barreira. Com a aldeia Tauá, nossa vizinha, fizemos um documento e mandamos para Defensoria Pública da União e outras instancias do Governo. O que veio foi umas cestas básicas da Conab [Companhia Nacional de Abastecimento], via Funai, uma única vez”.

Contato com a Funai

A Assessoria de Comunicação do Conselho Indigenista Missionário (Cimi) realizou 5 tentativas de contato na com a Fundação Nacional do Índio para ouvir o órgão indigenista. As ligações realizadas na quinta-feira (17) para a sede nacional da Funai não foram atendidas e o e-mail com solicitação de informações retornaram com a resposta: “Informamos que a demanda foi recebida e será avaliada”. Nenhuma resposta foi obtida até a publicação da

APAE/EMPAER se unem para inserir o Cacau na alimentação em Colniza


Foto: H.Barbosa/Canon/T6i-2020/MT/Brasil.
APAE/EMPAER se unem para inserir o Cacau na alimentação em Colniza
Montagem hbsportnews

 

Durante a semana que passou esteve na APAE de Colniza a técnica de economia doméstica da EMPAER/Colniza, Conceição Santana Ribeiro que ministrou uma palestra onde passou seus conhecimentos as funcionárias da entidade.

Conceição mostrou o pode ser feito com o cacau que é originário da bacia hidrográfica do rio Amazonas, tendo sido dispersado para as regiões tropicais da América Central e Norte.

Para as civilizações mesoamericanas pré-colombianas, as sementes do cacau constituíam uma bebida ritual e uma moeda de troca de alta importância. Recipientes de cerâmica com resíduos da preparação do cacau foram descobertos em sítios arqueológicos datados do Período Formativo (1900-900 a.C.). Por exemplo, um achado desse tipo em um sítio arqueológico Olmeca na costa de Veracruz, no México, indica que povos pré-olmecas já preparavam o cacau em 1750 a.C.

A técnica da EPAER nos seus ensinamentos mostrou a importância de inserir este poderoso alimento na merenda diária dos alunos da APAE.

O presidente Marco Aurélio achou muito válido a troca de experiência, agradeceu a técnica disse que também aprendeu muito, que é sempre valido qualquer tentativa reforçar a alimentação escolar

Boa Quarta Feira para todos da Roça para a sua Mesa

22 de dezembro de 2020

Quando incentivar o turismo com animais silvestres


Cavalo-marinho dentro de vidro para ser mostrado a turistas

Será que esse tipo de atitude não gera algum impacto para os animais?

Primeiro-tenente da PM Ambiental de São Paulo, onde atua como chefe do Setor de Monitoramento do Comando de Policiamento Ambiental. É mestrando no Programa de Pós-Graduação em Sustentabilidade na Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP
nalinhadefrente@faunanews.com.br

No final de cada ano, sempre realizamos uma reflexão sobre o ano que passou e as perspectivas para o novo período que se inicia, vislumbrando as mudanças necessárias para a evolução. E, sem dúvida, a proteção à fauna também deve se pautar nessa evolução constante.

Ainda mais neste ano atípico de 2020, em que comecei a perceber a forma como a fauna silvestre é utilizada no Brasil e como seu grau de proteção possuí forte vinculação às questões social e cultural, mesmo nossa legislação sendo nacional e única para ser aplicada em todo o país.

Uma das discrepâncias que observamos quando viajamos pelo Brasil está na forma como o turismo explora a vida silvestre como forma de obter uma “atração” baseada na doma ou cativeiro de animais. Encontramos exemplos em diversos locais, como os botos no Norte, os dromedários no Nordeste, aves no Sul e em quase todo o litoral com os mergulhos em áreas de corais onde peixes, crustáceos e estrelas-do-mar são retirados da água para serem fotografados pelos turistas.

É claro que a observação de animais em vida livre é a forma ideal de aliar a exploração do turismo (e não do animal) e a conservação da natureza. Mas será que de fato ela ocorre de forma consciente? Ou o que realmente está ocorrendo é uma exploração visando apenas o lucro?

Embora o discurso de todos que promovem essa utilização da fauna afirme que todos os animais não são maltratados e defenda seu bem-estar e a conservação, será que cavalos-marinhos quando são retirados da água em vidros, como em Jericoacoara (CE), para turistas os fotografarem não sofrem nenhuma perturbação? Será que não há mortes nessa coleta?

Dromedários em praia
Dromedários utilizados para passeios com turistas em Natal (RN) – Foto: Vitor Calandrini

Será que não há alteração no ciclo de alimentação ou de reprodução de peixes quando são alimentados com ração ou polvilho para as pessoas tirarem aquelas fotos bonitas como nos arrecifes de corais em Porto de Galinhas (PE) ou Maracajaú (RN)? Ou ainda é respeitado o descanso e a hidratação correta dos dromedários em Natal (RN)?

É claro que muitas pessoas buscam experiências com animais por gostar de animais, mas será que isso não está fortalecendo a mortandade ou a domesticação de silvestres e colocando, mais uma vez, a vontade humana sobre a vida e o bem-estar animal?

De fato, situações assim ocorrem porque há ainda grande procura e mercado consumidor para essas atividades e pouco se analisa os problemas decorrentes dessa utilização.
Infelizmente, as pessoas esperam que as soluções venham apenas das autoridades públicas, se esquecendo que todos somos responsáveis por desestimular essas ações e que podemos desistir desses atrativos. Essas atitudes dos turistas naturalmente levarão a uma mudança na forma de trato com os animais e diminuirão essa pressão em sobre a fauna.

Atividades que devem ser estimuladas são aquelas em que a observação da fauna ocorre com animais em vida livre e agindo naturalmente, mesmo que seja mais difícil esse contato. Mas é o natural, afinal os silvestres geralmente vivem longe dos humanos e é isso que os torna únicos e tão importantes.

Sei que este mês meu artigo pareceu muito mais uma série de perguntas do que um texto explicativo, mas afinal é fim de ano, época de repensarmos nosso dia a dia e pensarmos se não devemos “turistar” de forma diferente, sem que seja através da utilização de silvestres. Analise: o atrativo envolve animais? Então pare e veja se é uma expressão livre e espontânea do animal em vida livre ou uma ação condicionada de um humano. Se sim para a segunda opção, evite.

Bom fim de ano para você e um excelente 2021! 

Governo divulga datas de feriados e pontos facultativos de 2021; vejam


SERÃO 17 FERIADOS

Única News
Com Assessoria

O Governo de Mato Grosso publicou nesta terça-feira (22.12), no Diário Oficial do Estado, o calendário de feriados nacionais, estaduais e pontos facultativos previstos para o ano de 2021 nos órgãos públicos do Estado.

Vale lembrar que os feriados municipais serão observados pelas repartições da Administração Pública Estadual direta, autárquica e fundacional em cada cidade.

O decreto estabelece que caberá aos dirigentes dos órgãos e entidades a preservação e o funcionamento dos serviços essenciais de acordo com respectivas áreas de competência.

Confira o calendário de feriados e pontos facultativos de 2021 nas repartições públicas do Estado de Mato Grosso:

I - 1º de janeiro (sexta-feira) Confraternização Universal - feriado nacional;

II - 15 de fevereiro (segunda-feira) Carnaval - ponto facultativo;

III - 16 de fevereiro (terça-feira) Carnaval - ponto facultativo;

IV - 17 de fevereiro (quarta-feira) Cinzas - expediente a partir das 14 horas;

V - 02 de abril (sexta-feira) Paixão de Cristo - feriado nacional;

VI - 21 de abril (quarta-feira) Tiradentes - feriado nacional;

VII - 1º de maio (sábado) Dia Mundial do Trabalho - feriado nacional;

VIII - 03 de junho (quinta-feira) Corpus Christi - ponto facultativo;

IX - 07 de setembro (terça-feira) Independência do Brasil - feriado nacional;

X - 12 de outubro (terça-feira) Nossa Senhora Aparecida - feriado nacional;

XI - 28 de outubro (quinta-feira) Comemoração Dia do Servidor Público – ponto facultativo;

XII - 02 de novembro (terça-feira) dia de Finados - feriado nacional;

XIII - 15 de novembro (segunda-feira) Proclamação da República - feriado nacional;

XIV - 20 de novembro (sábado) Consciência Negra - feriado estadual;

XV - 24 de dezembro (sexta-feira) - ponto facultativo;

XVI - 25 de dezembro (sábado) Natal - feriado nacional;

XVII - 31 de dezembro (sexta-feira) - ponto facultativo.

ALTERNATIVA ECONÔMICA - Chapada dos Guimarães pode produzir óleos essenciais e ter nova atividade econômica

O empreendimento poderá se expandir para outras pequenas propriedades da região, gerando renda e emprego para as comunidades locaiChapada dos Guimarães pode produzir óleos essenciais e ter nova atividade econômica
Redação MT Econômico
Chapada dos Guimarães pode produzir óleos essenciais e ter nova atividade econômica

A região de Chapada dos Guimarães pode ter uma nova cadeia de produção com alto valor agregado. É a produção de óleos essenciais. 

Para a atividade econômica se tornar viável é necessário viabilidade das alianças produtivas, ampliação do mercado consumidor, estruturação dos elos da cadeia e organização do sistema de produção dos compostos naturais, que são extraídos das folhas, flores, raíz e seiva das plantas e podem serem usados pela indústria farmacêutica, de cosméticos, de alimentos, de limpeza e de tratamento de saúde.

Expansão

O empreendimento iniciado em Chapada dos Guimarães poderá se expandir para outras pequenas propriedades da região, gerando renda e emprego para as comunidades locais. 

A produção de óleos essenciais se torna uma alternativa econômica para a agricultura familiar. O MT Econômico também publicou recentemente outra alternativa para os agricultores, a pitaya. Veja abaixo na matéria do “Leia mais”.

Leia mais: Colheita da pitaya inicia e Empaer destaca fruto como alternativa econômica para agricultura familiar em 

Plano de Trabalho para a Vida

A Equipe do MELHOR MEDIDA de Nova Marilândia, para encerrar o ano, fizeram um encerramento diferente.



A Trilha Chapadão do Parecis em Nortelândia, com 14 participantes, onde puderam conhecer as belezas que a trilha Chapadão do Parecis oferece 🏃🏽‍♀️🏃🏽‍♂️, como a pedra da Figueira🌳, o portal de pedras⛰️, o mirante do cérebro🧎🏻‍♂️ , o labirinto de pedras🪨 , a fenda da coruja 🦉e os vários mirantes do Chapadão do Parecis.

Foi uma experiência incrível com essa equipe dedicada do Projeto municipal MELHOR MEDIDA disse a profissional de educação física da saúde Rayany Rinaldi que próximo Ano que tratará novamente as mulheres destemidas que fazem parte desse projeto e que será o desafio do condicionamento físico delas, no encerramento do projeto no final do ano que vem.

O Projeto de Turismo Trilha Chapadão do Parecis, Nortelândia, MT, Brasil, é um projeto da EMPAER de Nortelândia, com o apoio da prefeitura municipal de Nortelândia e do Consórcio intermunicipal de Desenvolvimento Econômico do Alto do Rio Paraguai, que faz parte da IGR Circuito das Águas.

Esse Projeto Trilha Chapadão do Parecis é desenvolvido pela EMPAER de Nortelândia em 03 assentamentos, o P.A. Rio Santana, onde fica a Trilha Chapadão do Parecis, o P.A. Raimundo da Rocha, onde fica a Trilha da Beira do Rio Paraguai e a engenho de rapadura e o P.A. São Francisco, onde está sendo formatado o rafting e o bóia cross.

Esse projeto é para trazer uma nova fonte de renda aos produtores rurais do projeto e para trazer uma nova fonte de renda aos municípios participantes do projeto.

E que já está dando certo.

E que venham os próximos turistas disse o técnico em agropecuária Rafael Simões da Empaer de Nortelândia.

FOTOS