7 de março de 2026

TEMA EM FOCO: O que falar sobre a violência contra a mulher?

Falar sobre violência contra a mulher envolve reconhecer suas múltiplas formas (física, psicológica, sexual, moral, patrimonial), baseadas no gênero e na dominação patriarcal, e a necessidade urgente de ações integradas, desde a denúncia pelo Ligue 180 e redes de apoio (Delegacias da Mulher, Defensoria) até a implementação de políticas públicas de prevenção, educação e punição, como prevê a Lei Maria da Penha,combatendo a ideia de que é um "problema privado" e envolvendo toda a sociedade, pois afeta a todos, e não apenas as vítimas. 


Pontos-chave para abordar o tema


  1. Definição e Tipos de Violência (Lei Maria da Penha):
    • Física: Agressões corporais (bater, chutar, etc.). 
    • Psicológica: Ameaças, controle, humilhação, diminuição da autoestima (proibir de estudar/trabalhar). 
    • Sexual: Qualquer ato sexual não consentido, assédio, estupro, ou coação para atos sexuais. 
    • Patrimonial: Retenção/destruição de bens, documentos, instrumentos de trabalho. 
    • Moral: Calúnia, difamação, injúria. 
  1. Causa Estrutural:
    • Não é briga de casal; é uma questão de gênero, ligada à cultura patriarcal de dominação masculina. 
    • Atinge mulheres de todas as classes, raças e idades, embora com recortes que podem agravar a opressão. 
  2. Combate e Proteção:
    • Denuncie: Ligue 180 (gratuito, 24h) para orientação e denúncia. 
    • Busque Apoio: Delegacias da Mulher (DEAMs), Defensorias Públicas, Centros de Referência. 
    • Não é Normal: Atitudes violentas não são normais; peça ajuda antes que piore. 
    • Punição e Prevenção: Além de punir agressores (feminicídio é crime hediondo), é crucial prevenir com educação e políticas públicas. 
  3. Papel da Sociedade:
    • A violência é um problema social, não privado; todos devem se envolver. 
    • É preciso mudar a mentalidade e não reproduzir a ideia de "problema de relacionamento" ou culpar a vítima. 

Ao falar sobre o tema, enfatize que a violência é uma violação dos direitos humanos e que existem leis e serviços para proteger as mulheres, incentivando a denúncia e o apoio mútuo. 



Texto : Geraldo Donizeti 




A VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER RURAL NO BRASIL - Um problema silencioso !

   

 A violência contra a mulher rural no Brasil é um problema estrutural silencioso, caracterizado por altos índices de agressão física (76,8%) e psicológica, frequentemente perpetrada por parceiros íntimos em ambiente doméstico. 

O isolamento geográfico, a dependência econômica, a escassez de delegacias especializadas e a naturalização da subordinação de gênero dificultam a denúncia e o acesso a serviços de proteção, perpetuando a subnotificação


Principais Aspectos da Violência no Campo:

  • Tipos e Frequência: As formas mais comuns incluem violência física (força corporal/espancamento), moral e psicológica (ameaças, humilhações). Cerca de 51% dos casos relatados em estudos são diários e 38% apresentam risco de morte.
  • Contexto de Isolamento: A grande distância de centros urbanos, falta de transporte, ausência de delegacias da mulher e de patrulhas rurais dificultam a busca por ajuda.
  • Subnotificação e Invisibilidade: Muitas mulheres rurais não reconhecem a brutalidade como violência, encarando-a como comportamento comum ou "ajuda" ao marido.
  • Fatores de Risco: O uso de álcool pelo agressor e o patriarcalismo, que vê a mulher como subordinada e obediente, intensificam as práticas discriminatórias.
  • Consequências: A violência causa sérios danos à saúde física e mental (depressão), além de resultar em feminicídio. 
  • Desafios para o Enfrentamento:

O enfrentamento é dificultado pela necessidade de deslocamento para a cidade para registrar ocorrências (BO) e pela falta de políticas públicas específicas que alcancem áreas rurais remotas. Estudos sugerem a necessidade de delegacias especializadas, apoio comunitário, e treinamento de agentes de saúde (como os agentes comunitários de saúde) para identificar casos precocemente. 


Para mais detalhes, você pode consultar o material do Senado.

A denúncia de violência doméstica pode ser feita pelo Ligue 180. 



Texto : Geraldo Donizeti Lúcio


TURISMO INTERNACIONAL: Saiba como o Brasil será afetado no turismo com a Guerra do Irã e Estados Unidos

Texto : Geraldo Donizeti Lúcio Sim, o turismo no Brasil poderá ser afetado pela escalada de conflitos no Oriente Médio envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel, principalmente através de impactos econômicos indiretos e na aviação civil, com previsões de queda no turismo internacional na região afetada e custos maiores em escala global. 

Aqui estão os principais pontos de impacto no turismo e na economia brasileira, com base no cenário de março de 2026:

  • Aumento de Custos (Petróleo e Passagens): A instabilidade na região, especialmente com ameaças ao Estreito de Ormuz, pode elevar o preço do petróleo e, consequentemente, o custo do querosene de aviação, tornando as passagens aéreas mais caras para os brasileiros.
  • Cancelamento de Voos e Rotas: A insegurança aérea na região já causou cancelamentos de voos e forçou aeronaves a retornarem, afetando viajantes brasileiros que utilizam hubs no Oriente Médio (como Doha e Dubai) para conexões internacionais.
  • Redução do Turismo no Oriente Médio:Estimativas indicam que a guerra pode gerar uma perda de até €40 bilhões no turismo global, com uma queda de 11% a 27% no número de turistas internacionais no Oriente Médio, afetando o fluxo global de viajantes.
  • Alertas de Viagem do Itamaraty: O governo brasileiro emitiu alertas orientando brasileiros a evitarem viagens a 11 países do Oriente Médio, incluindo Irã, Israel, Catar, Emirados Árabes, entre outros, restringindo o fluxo de turismo brasileiro para a região.
  • Risco Econômico Geral: Além do setor de turismo, a alta do petróleo e possíveis bloqueios logísticos podem pressionar a inflação no Brasil
     
  • Embora o Brasil tenha batido recordes de turistas internacionais no final de 2025, o cenário de conflito no início de 2026 impõe incertezas sobre a continuidade desse crescimento. 

Texto : Geraldo Donizeti Lúcio

TURISMO INTERNACIONAL- Entenda como o Turismo Internacional poderá ser afetado com a Guerra na Região do Irã e Iraque


Sim, o turismo é profundamente afetado por conflitos na região do Irã e Iraque, com projeções indicando uma queda de 11% a 27% no número de turistas internacionais no Oriente Médio em 2026, devido à escalada de tensões entre Irã, Israel e Estados Unidos. 

A guerra impacta o turismo através do fechamento de espaços aéreos, cancelamento de voos, aumento no custo de viagens e alertas de segurança que desencorajam visitantes. 


Impactos Específicos no Turismo (2026):

  • Perdas Financeiras: A guerra com o Irã pode gerar uma perda de cerca de €40 bilhões (ou US$ 56 bilhões) no setor de turismo na região.
  • Riscos e Segurança: Governos, incluindo o Brasil, alertam contra viagens ao Irã e países vizinhos após ataques, destacando riscos de segurança.
  • Fechamento Aéreo e Voos: O espaço aéreo do Irã foi esvaziado após ataques, e as principais companhias aéreas pediram que viajantes verifiquem os voos antes de ir ao aeroporto.
  • Impacto no Iraque: O Iraque é considerado de altíssimo risco, com alertas de "não viaje" devido ao terrorismo, sequestros e conflitos armados, apesar de planos locais anteriores de atrair turistas.
  • Aumento de Custos: Especialistas preveem aumento no preço das passagens aéreas no Brasil e no mundo devido ao redirecionamento de rotas e crise de energia. 
  • Situação Geral:

O turismo é frequentemente a última indústria a se reerguer em áreas de conflito, e o Oriente Médio enfrenta seu maior desafio econômico pós-pandemia com os ataques no Golfo. A situação é volátil e rápida, com riscos significativos de escalada. 


Para quem já tem viagens marcadas, a recomendação é entrar em contato com agências e companhias aéreas para reacomodação ou cancelamento. 



Texto : Geraldo Donizeti Lúcio


TURISMO REGIONAL- Conheçam o Lago da Suprefós, conhecido como Marina Pôr do Sol em Mato Grosso

O atrativo oferecendo um espaço para lazer, descanso e contato com a natureza. 

Com estrutura para esportes náuticos, é um local popular para passeios de caiaque, stand-up, lancha, jet ski e boia maluca, ideal para famílias e amigos. 

Está localizado a cerca de 27 km do centro da cidade de Colíder - MT.


A distância entre Colíder e Cuiabá é de aproximadamente  610 km a 659 km por rodovia .  A viagem de carro ou ônibus costuma durar cerca de 5h30 a 6h30, passando pela BR-163 e MT-320


Principais informações sobre a Marina Pôr do Sol (Lago da Suprefós):

  • Localização: Aproximadamente 27 km de Colíder.
  • Atividades: Caiaque, stand-up paddle, boia maluca, passeios de lancha e jet ski.
  • Infraestrutura: Área para descanso e diversão à beira do lago.
  • Foco: Lazer, natureza e turismo. 

O local é uma alternativa de lazer aquático na região, ideal para quem busca atividades ao ar livre. 


Portanto  quando você passa por Colíder muitas vezes se surpreende com este um lindo lago ao lado do hotel das Palmeiras, do lado esquerdo da pista, nem imagina a

Beleza do lago e do seu entorno  São várias nascentes, cercadas por uma vegetação luxuriante, que transmite muita paz e tranquilidade. 

O lago  conta  com uma grande variedade de peixes nativos na região, que assim como as nascentes e as árvores, são preservados. 









Texto : Geraldo Donizeti Lúcio
Fotos Prefeitura de Colider 

POR: Geraldo Lúcio - VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER EM FOCO: Entenda porque maltratam tanto as mulheres no Brasil !

 

O maltrato e a violência contra mulheres no Brasil são fenômenos complexos, enraizados em questões estruturais, culturais e sociais que persistem ao longo da história do país. Em 2025, o número de feminicídios cresceu, marcando recordes históricos e evidenciando a falha na proteção. 

As principais razões para esse cenário incluem:

  • Machismo Estrutural e Patriarcado: A sociedade brasileira é historicamente pautada por relações de poder que favorecem os homens. O machismo faz com que muitos homens enxerguem as mulheres como propriedade ou inferiores, usando a violência para exercer controle.
  • Normalização da Misoginia: Há uma normalização do ódio e da aversão às mulheres, que se manifesta de forma violenta, visando feri-las em sua intimidade e dignidade.
  • Reação à Autonomia Feminina: Especialistas apontam que o aumento da violência está ligado à dificuldade de parte da sociedade em aceitar o novo papel da mulher, mais independente e autônoma. A resistência à igualdade de gênero gera conflitos que resultam em agressões.
  • Cultura da Violência: A violência é, muitas vezes, aceita culturalmente como método de resolução de conflitos nas relações familiares e íntimas, normalizando o tratamento desigual.
  • Fatores Socioeconômicos: A desigualdade social, a miséria e o fácil acesso a armas de fogo contribuem para a perpetuação da violência.
  • Falhas na Rede de Proteção: Embora exista a Lei Maria da Penha, muitas mulheres ainda sofrem violência após medidas protetivas terem sido violadas, evidenciando a insuficiência de políticas públicas eficazes de fiscalização e acolhimento. 

Dados Recentes (2025-2026):

  • Em 2025, os casos de feminicídio cresceram 4,7% em relação a 2024, com 1.568 mulheres vítimas.
  • Cerca de 86% das mulheres mortas em 2025 não tinham medida protetiva de urgência, destacando a necessidade de prevenção primária.
  • O aumento é maior em cidades pequenas, sugerindo que a proteção não chega de maneira uniforme a todo o território nacional. 
  • O medo de denunciar e a falta de confiança na rede de atendimento fazem com que a violência muitas vezes não seja notificada, impedindo a interrupção do ciclo de abusos. 

Fotos e texto: Geraldo Donizeti Lúcio


Quero aqui homenagear neste texto todas as mulheres que eu conheço, através da MINHA MULHER - Naja Varley - uma esposa exemplar

 

Neste Dia Internacional da Mulher 08 de março de 2026 em que celebramos a força, a coragem e a resiliência feminina, homenageando aquelas que, com determinação, transformam a sociedade e as nossas vidas.

Quero dizer que é um dia especial para que possamos externar o nosso reconhecimento, valorização e luta por igualdade, celebrando a presença essencial e inspiradora das mulheres na história, nos nossos lares e nos nossos ambientes de trabalho. 


Escolhi algumas Frases de Homenagem a vocês mulheres amigas e irmãs  e a mulher querida da minha vida Naja Varley.


A mulher virtuosa é descrita principalmente em Provérbios 31:10-31, destacando-se por seu valor superior a joias (v.10), temor a Deus (v.30), sabedoria, força e dedicação à família e ao trabalho. Ela é descrita como coroa de honra, confiável, empreendedora e generosa. 

  • "Ser mulher é sinônimo de coragem, amor e resiliência. Que seu dia seja tão especial quanto você!"
  • "Sua força e delicadeza moldam o mundo de maneira única. Feliz Dia da Mulher!"
  • "Mulheres movem a história, lideram mudanças e constroem futuros."
  • "Mulheres são arte, poesia e revolução. Nunca duvide da sua capacidade de transformar o impossível!"
  • "Que seja livre toda alma feminina! Livre para sonhar, livre para conquistar, livre para amar." 

Finalizando esta mensagem de texto quero aqui homenagear a minha queria esposa Naja Varley Carvalho Lúcio, minhas filhas Geisa Alessandra, Gessica Adriana nora, gêneros e netos, celebrar a força e a coragem de todas as mulheres, obrigado por vocês existirem e parabéns com um feliz dia das mulher.

💖  Mulher  Base do Lar e da Família Abençoada 

  • "Família é onde a vida começa e o amor nunca termina."
  • "Minha família é a minha maior obra de arte e meu tesouro mais precioso."
  • "Um lar não é construído apenas por paredes, mas pelo amor de quem o habita."
  • "Sou a base, sou o amor, sou a força que une os nossos corações."
  • "Nosso retrato de família: amor em cada detalhe, união em cada momento."
  • "O amor é o alicerce que mantém nossa família unida." 

Fotos e texto: Geraldo Donizeti Lúcio

ASSISTAM O VÍDEO COM A : Secretária da SEAF -,Andréia Fujioka



Acessem o link abaixo e assista a entrevista

do dia com a Andreia Fujioka - 06/03/2026 No Jornal Brasil Rural (06/03/2026).


A apresentadora Mariana Ramon, entrevistou hoje, Andreia Fujioka - Secretária de Agricultura Familiar do Estado de Mato Grosso - SEAF -MT

Veja este vídeo sobre " Andreia Fujioka”

CLIK no link abaixo para assistir

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