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Dia 28/02 quinta-feira: Circuito de cachoeiras via Trilha do Cerrado - Felipe Desidério
Dia 28/02 quinta-feira : Águas do Cerrado/ Circuito da Caverna Aroe Jari e Lagoa Azul - Phillips Barbosa
Dia 01/3 Sexta-feira : Circuito de cachoeiras do Parque Nacional via Casa de Pedra. Felipe Desidério
Dia 01/3 Sexta-feira: Águas do Cerrado / Circuito da Caverna Aroe Jari e Lagoa Azul - Phillips Barbosa
Dia 02/3 Sábado Circuito da Caverna Aroe Jari e Lagoa Azul - Phillips Barbosa
Dia 02/3 Sábado Circuito de cachoeiras do Parque Nacional via Trilha do Cerrado - Felipe Desidério
Dia 03/3 Domingo Morro São Jerônimo via Trilha Tropeira - Felipe Desidério
Dia 03/3 Domingo: Circuito da Caverna Aroe Jari e Lagoa Azul - Phillips Barbosa
Dia 04/3 Segunda-feira Circuito da Caverna Aroe Jari e Lagoa Azul - Phillips Barbosa
Dia 04/3 Segunda-feira: Circuito de cachoeiras do Parque Nacional via Trilha do Cerrado.
Dia 05/30: Terça-feira Cidade de Pedra e Vale do Rio Claro - Felipe Desidério
Dia 05/3 Terça feira Águas do Cerrado/ Circuito da Caverna Aroe Jari e Lagoa Azul - Phillips Barbosa
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38 propriedades fazem parte da rota que visa estreitar a relação do turista com produtores rurais
Por Redação Multiplix
O circuito agroturístico tem como objetivo realizar iniciativas voltadas para as práticas sustentáveis em diversas áreas, especialmente no Turismo. Estreitar a relação dos turistas com os produtores rurais é um dos focos do projeto. Nas propriedades participantes, os visitantes aprendem sobre a dinâmica do espaço e muito mais.
Veja na reportagem de Tainá Azevedo!
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Três iniciativas inovadoras do mercado de Viagens foram premiadas pelo MTur em reconhecimento ao trabalho de valorização dos atributos brasileiros
Projetos valorizam patrimônio cultural e natural através do turismo – Visitar atrativos históricos, culturais ou naturais contribui para preservar o patrimônio brasileiro. No Brasil, três iniciativas do mercado de Viagens que contribuíram com esse propósito foram reconhecidas pelo 1º Prêmio Nacional do Turismo, promovido pelo MTur. Um total de 47 projetos foram inscritos na categoria Valorização do Patrimônio pelo Turismo.
A 2ª Etapa do Cais do Sertão – também conhecido como Museu Luiz Gonzaga, no porto de Recife – levou o primeiro lugar entre os inscritos. O projeto da Secretaria de Turismo, Esporte e Lazer de Pernambuco foi idealizado como parte de um grande plano de integração do Porto Novo, direcionado à revitalização do centro antigo do Recife, por meio da requalificação de espaços que anteriormente abrigavam atividades portuárias.
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O museu é um espaço cultural e educacional que leva o visitante a viajar pela exposição com elementos da cultura nordestina, do litoral ao sertão. As atividades desenvolvidas visam a apresentação, aos visitantes, de uma experiência de cunho intelectual e pertencimento afetivo à cultura nordestina. O galpão de 5 mil metros quadrados conta, ainda, com auditório para apresentações e convenções, espaço para exposições temporárias, bar e café, além de restaurante na cobertura com vista panorâmica.
“A conclusão do Módulo II amplia o conceito de museu para Centro Cultural Cais do Sertão, onde já é possível realizar atividades com a população, dando múltiplos usos às instalações e o sentimento de preservação do patrimônio cultural”, comemora Ana Luíza Accioly, coordenadora do projeto que foi executado com recursos do Prodetur Nordeste.
O segundo colocado da categoria foi o Museu Casa do Carnaval da Bahia. O espaço cultural, aberto à visitação, foi criado para retratar a evolução da festa baiana, desde os primórdios do Brasil até os dias de hoje, em sua diversidade de ritmos e de manifestações populares. A Casa do Carnaval conta a história de uma festa que se tornou o símbolo da criatividade e o espetáculo mais democrático do povo baiano, que vai às ruas mostrar sua identidade e sua alegria de viver. Projetos valorizam patrimônio cultural e natural através do turismo
Inaugurado em fevereiro de 2018, o museu oferece ao público um acervo digital audiovisual interativo, seguindo a tendência dos museus contemporâneos do mundo. O projeto da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo de Salvador foi instalado num casarão secular de quatro pavimentos no Pelourinho, em Salvador, com uma das mais belas vistas da Baía de Todos os Santos. “É um espaço aberto, em permanente construção, que mostra seu repertório com uma visão geral, a ser complementada, a cada ano, incorporando novas histórias e novidades”, diz Taiane Campelo, coordenadora do museu. O acervo de cores, luzes, música, fotos e vídeos conta com tradução para o inglês e espanhol. Projetos valorizam patrimônio cultural e natural através do turismo
A iniciativa premiada em terceiro lugar foi a Rede Brasileira de Trilhas de Longo Curso e Conectividade. O projeto é do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). São caminhos de pedestres com o objetivo de guiar a visitação turística e apoiar a conservação da natureza. Além da recreação, o projeto visa proporcionar a integração dos ecoturistas com as comunidades locais e a geração de renda através da oferta de guias de turismo, condutores, hospedagem, alimentação e transporte, entre outros serviços. “A valorização do patrimônio natural e os benefícios ecológicos e ambientais são inerentes à proposição e finalidade da implementação deste projeto”, destaca Fábio Araújo, técnico da coordenação-geral de Uso Público e Negócios do ICMBio.
Araújo destaca, ainda, que a conectividade de paisagens por meio de trilhas de longo curso é relevante estratégia de conservação, já que um dos principais fatores que ameaçam a biodiversidade é a fragmentação dos habitats. As trilhas ligam diferentes biomas de norte a sul do país, conectando paisagens e ecossistemas para promover a organização, estruturação da oferta turística de natureza e aventura no Brasil. Em dois anos, foram implementados 1.900km de quatro trilhas: Rota Darwin (RJ), Trilha Transcarioca (RJ), Caminho de Cora Coralina (GO) e Caminhos da Serra do Mar (SP). Projetos valorizam patrimônio cultural e natural através do turismo
BOAS PRÁTICAS – O Ministério do Turismo criou um Banco de Boas Práticas para divulgar as dez iniciativas com melhor classificação, por categoria, no 1º Prêmio Nacional do Turismo. O objetivo é dar visibilidade e multiplicar os casos de sucesso do setor, disponibilizando contatos, vídeos e materiais informativos apresentados pelos proponentes inscritos no certame. Das 241 propostas apresentadas, 70 podem ser consultadas NESTE LINK.
Sudam - Superintendência Desenvolvimento Amazônia - Belém, PAAEAESP - Associação dos Especialistas Ambientais do Estado de São Paulo
A recente fusão de três secretarias de estado (Meio Ambiente, Saneamento e Recursos Hídricos e Energia e Mineração), no início da gestão do governador João Dória, dando origem à atual Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente (SIMA), foi realizada sem a participação das equipes técnicas do Sistema Ambiental Paulista. Na nova estrutura, fica claro que o meio ambiente perderá seu protagonismo e espaço, tendo como uma das possíveis consequências o enfraquecimento das políticas públicas ambientais. Nesse momento, um novo Decreto vem novamente sendo conduzido sem transparência, consulta ou participação de técnicos, pondo em risco as políticas ambientais em curso no Estado de São Paulo.
Em 11 de janeiro de 2019, foi feita a primeira solicitação ao novo Secretário da SIMA, Marcos Penido, para ter acesso à minuta do Decreto de reestruturação da pasta, assim como para agendar uma reunião com o intuito de garantir a participação da equipe técnica responsável pela elaboração das políticas ambientais no Estado no processo de reestruturação. A equipe técnica desta pasta é altamente qualificada, com nível de mestrado e doutorado, e atua há mais de 30 anos no Sistema Ambiental Paulista. Sua expertise é valiosa e está sendo completamente ignorada pela gestão Dória no momento de definição e planejamento ambiental do Estado. Após cinco solicitações de audiência para tratar do assunto, todas ignoradas, viemos a público manifestar nossa indignação quanto à falta de transparência e nossa preocupação quanto aos prováveis resultados negativos que comprometerão o equilíbrio e proteção do meio ambiente.
Foi informado em evento público, em 19/02/2019, por dirigentes da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA) e da Subsecretaria de Meio Ambiente, que algumas agendas e projetos da Coordenadoria de Biodiversidade e Recursos Naturais (CBRN) serão transferidos para a Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA), e há rumores que algumas outras agendas serão incorporadas à Coordenadoria de Fiscalização. Tais medidas, se realmente efetivadas, irão enfraquecer as políticas públicas ambientais do Estado e tirar o papel protagonista e vanguardista da SIMA na temática ambiental do país. Nesse novo cenário, não seria possível assegurar a efetiva proteção da biodiversidade.
Desde 1986, trabalhamos para fomentar e executar as ações para a proteção e recuperação da biodiversidade, integrando no território as áreas protegidas e as atividades produtivas, com o objetivo de garantir a melhoria da qualidade ambiental e da geração de serviços ecossistêmicos essenciais ao desenvolvimento socioambiental e econômico sustentável, do Estado de São Paulo. A estrutura responsável pela biodiversidade foi evoluindo ao longo do tempo e desde 2009 passou a denominar-se CBRN, quando foram separadas as atribuições relacionadas ao licenciamento. Hoje, as demais Coordenadorias existentes - Educação Ambiental, Fiscalização, Planejamento e Parques Urbanos - trabalham todas em conjunto com a finalidade de fortalecer o que é o cerne de todos os órgãos ambientais: proteger e recuperar a biodiversidade e compatibilizar o desenvolvimento econômico e social com a preservação da qualidade do meio ambiente - atribuições da própria CBRN.
A hipótese de incorporação de parte das atribuições da Coordenadoria de Biodiversidade pela Coordenadoria de Fiscalização representa um retrocesso histórico. A CBRN foi reestruturada, em 2012, exatamente para separar as demandas de licenciamento e fiscalização da agenda positiva de biodiversidade, criando neutralidade e aumentando a confiança do público externo. Uma agenda positiva independente, autônoma e com recursos próprios permite o fomento do desenvolvimento sustentável de forma propositiva, preventiva, pró-ativa e voluntária, sendo, portanto, mais efetivo a longo prazo e menos oneroso. Fundir as agendas de comando e controle da fiscalização com a agenda positiva da biodiversidade novamente acarretará, na prática, numa drástica redução da agenda positiva, comprometendo os bons resultados de projetos em andamento.
A possível transferência do Sistema do Cadastro Ambiental Rural (SICAR) e das agendas que envolvem o Código Florestal e o Desenvolvimento Sustentável para a SAA poderá acarretar em um enfraquecimento da vertente ambiental dessas temática, visto que a missão das duas secretarias é distinta e complementar, cabendo à SIMA a implementação da agenda ambiental de forma transversal garantindo o meio ambiente sadio para a presente e futuras gerações, não só no que abrange os imóveis rurais, mas em toda a paisagem na qual este está inserido.
O mapeamento das propriedades rurais pelo SICAR-SP permite a identificação de corredores ecológicos, de matrizes favoráveis para as zonas de amortecimentos das Unidades de Conservação e de locais mais adequados para o estabelecimento de futuras Reservas Legais (RL). O SICAR-SP é fundamental para a gestão ambiental do Estado e possui diversas interfaces com as demais atribuições da atual SIMA: está conectado ao sistema de emissão de autuações ambientais da Coordenadoria de Fiscalização Ambiental; a todos os projetos de recuperação ambiental (licenciamento, reparação de dano ou conversão de multas) por meio do SARE (Sistema Informatizado de Apoio à Restauração Ecológica); é utilizado pela Fundação Florestal (órgão gestor das Unidades de Conservação estaduais) para a elaboração de Planos de Manejo e regularização fundiária e pela Coordenadoria de Planejamento Ambiental para a elaboração do Zoneamento Ecológico Econômico (ZEE). A transferência do SICAR-SP para a SAA representaria mais um obstáculo para a política pública ambiental, pois, além de seu amplo uso pelo sistema ambiental, está totalmente interconectado aos demais sistemas da pasta e hospedado no SIGAM (Sistema Integrado de Gestão Ambiental).
Na agenda de Desenvolvimento Sustentável, há o fomento de boas práticas ambientais, difusão de tecnologias ambientalmente mais sustentáveis e mediação de conflitos e demandas dos diversos setores produtivos. Por meio de projetos já reconhecidos, como Cadmadeira, Etanol Mais Verde, Transição Agroecológica, Apicultura e Melipolinicultura, Florestas Multifuncionais e Pagamento por Serviços Ambientais, busca-se produtividade com melhoria da qualidade ambiental. A sinergia dessas ações e projetos entre duas Secretarias de peso, como Agricultura e Meio Ambiente é um caso de sucesso. Excluir a atuação da SIMA nesses projetos e transferí-los para a SAA, trará prejuízo na credibilidade dos certificados emitidos, que reconhecem as boas práticas agroambientais das empresas e de micro-empresários perante a sociedade e organismos nacionais e internacionais. Por exemplo, diversas usinas de cana-de-açúcar exportam seus produtos por meio do Certificado de Qualidade Ambiental do Etanol Mais Verde. Um certificado emitido somente pela SAA não terá o mesmo peso e confiança no mercado. O novo governo pretende extinguir exatamente o que vem sendo elogiado pela sociedade e setores produtivos, que é o trabalho de parceria inter-secretarias.
No tocante à Fauna Silvestre, a CBRN, atualmente, atua nas políticas públicas voltadas para a conservação de espécies da fauna silvestre ameaçadas de extinção e gerencia o maior número de empreendimentos de fauna silvestre em cativeiro, no Brasil, responsáveis pela conservação de espécies ameaçadas, educação ambiental e comércio de produtos e subprodutos. Doenças zoonóticas devem ser discutidas transversalmente, considerando os setores de saúde pública, agricultura e de meio ambiente, já que as alterações provocadas pelas ações humanas na paisagem urbana e rural têm provocado o aumento da circulação de doenças como a Raiva, Febre Maculosa Brasileira, Febre Amarela e Leishmaniose; e, em alguns casos, situações de epidemia, além de promover desequilíbrios populacionais de espécies da fauna silvestre nativa e acelerar processos de bioinvasão por espécies de fauna e flora exóticas, tanto nas áreas especialmente protegidas, ameaçando seus serviços ecossistêmicos, como em áreas de produção agrícola, ameaçando a produtividade e acarretando em prejuízos econômicos. Portanto, os assuntos relacionados à fauna silvestre devem se manter juntos e coesos na nova estruturação da SIMA, não devendo ser fragmentados.
Os funcionários da CBRN, com sua expertise em assuntos altamente técnicos, são representantes importantes e atuantes em parcerias internacionais, colegiados, comitês, conselhos, câmaras técnicas e grupos de trabalho, que discutem e atuam em questões diretamente ligadas à biodiversidade. É primordial que esse ponto de vista seja mantido no Sistema Ambiental Paulista.
Diante do exposto, o desmembramento da CBRN do restante do sistema ambiental representa o descumprimento da Política Estadual do Meio Ambiente.
Somos dezenas de funcionários comprometidos com a agenda da biodiversidade e recursos naturais e acreditamos na importância das agendas positivas para ultrapassarmos o falso entendimento de que o meio ambiente é empecilho ao desenvolvimento econômico.
Acreditamos que a produção rural e a conservação ambiental são interdependentes, e o desenvolvimento sustentável na zona rural será resultado do trabalho conjunto entre a SIMA e a SAA, cada uma com suas atribuições, vocação e missão.
Sabemos que alterações nas estruturas do governo são necessárias e justificáveis para atender as mudanças da sociedade, porém elas devem primar pelo interesse público, numa construção minimamente técnica e participativa. Adotar esta estratégia interativa e construtiva é de suma relevância para não impactar o bom funcionamento das instituições públicas e não afetar negativamente as parcerias com outras instituições públicas, terceiro setor, setor privado e área acadêmica e, principalmente, os cidadãos que dependem dos serviços prestados pela CBRN.
Por estes motivos, manifestamos em favor de que as agendas ligadas à biodiversidade e desenvolvimento sustentável, seu corpo técnico e suas dotações orçamentárias devem ser mantidas integralmente na SIMA e de forma autônoma à agenda de comando e controle.
São Paulo, 22 de fevereiro de 2019.
AEAESP - Associação de Especialistas Ambientais do Estado de São Paulo
EPAESP - Executivos Públicos Associados do Estado de São Paulo
AEEASMA - Associação dos Engenheiros e Engenheiros Agrônomos da SMA
Apoiam essa carta:
ABA - Associação Brasileira de Agroecologia
ABD - Associação Brasileira de Agricultura Biodinâmica
AEPPSP - Associação dos Especialistas em Políticas Públicas do Estado de São Paulo
AGESP - Associação dos Gestores Públicos do Estado de São Paulo
APA - Articulação Paulista de Agroecologia
APAER - Associação Paulista de Extensão Rural
APqC - Associação dos Pesquisadores Científicos do Estado de São Paulo
APAR-SP - Associação dos Profissionais das Agências Reguladoras do Estado de São Paulo
ICB - Instituto Costa Brasilis - Desenvolvimento Socioambiental
Associação Slow Food do Brasil
Instituto Giramundo Mutuando
Instituto Terra Viva de Agroecologia
Núcleo de Agroecologia Apetê-Caapuã
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Espaço com circuito cultural valoriza o estilo de vida típico dos moradores de áreas rurais
Por Sara Schuabb
Ecomuseu propicia vivências da cultura e cotidiano da roça | Divulgação/Cláudio Paolino (Ecomuseu Rural de Barra Alegre)
Que tal conhecer um moinho d’água usado para a produção de fubá, um forno à lenha que assa broas de milho, experimentar doces de compota, conhecer remédios caseiros feitos com ervas da floresta e ainda poder ouvir histórias de mestres da tradição oral de fazendas antigas? O Ecomuseu Rural, situado no Vilarejo de Santo Antônio, no Distrito de Barra Alegre, em Bom Jardim, cujo acesso também pode ser feito por São Pedro da Serra, em Nova Friburgo, realiza, há dez anos, um trabalho de valorização do patrimônio da vida rural e também oferece circuitos turísticos para aqueles que buscam adentrar no cotidiano de quem vive na roça.
De acordo com a psicóloga e mestre em Educação Marjorie Botelho, que coordena o equipamento cultural junto ao seu marido, o fotógrafo Cláudio Paolino, nesses territórios rurais há pessoas que trazem consigo conhecimentos adquiridos através da oralidade, ou seja, que aprenderam com seus pais, que haviam aprendido com seus avôs e assim sucessivamente, que precisam ser valorizados em decorrência dos processos de produção cada vez mais automatizado.
“Os mais antigos dizem que broa boa é somente quando o fubá vem dos moinhos d´água, pois o atrito do milho com a moenda é que faz o gosto do verdadeiro fubá. Mas o que se percebe é o desaparecimento dessas “engenhocas” pela facilidade que temos em comprar tudo nos supermercados.”, diz Marjorie.
Marjorie Botelho conta que há cerca de dois anos estão atuando com roteiros de turismo rural. “Atualmente, além de nossos circuito local, que abrange Nova Friburgo, Bom Jardim e Trajano de Moraes – também participamos do circuito de agroturismo Altos da Serra Mar, que envolve 38 propriedades, de Mury a Barra Alegre, e do circuito nacional de Pontos de Cultura e Memórias Rurais, que é uma rede composta por 30 iniciativas do norte ao sul do país.”, conta.
Ecomuseu também funciona como espaço de intercâmbio cultural | Divulgação/Leandro Anton (Ecomuseu Rural de Barra Alegre)
O Ecomuseu também atua na criação de roteiros pedagógicos, desenvolvidos com o apoio de grupos universitários que permitem que estudantes e integrantes de grupos de agroecologia possam viver o cotidiano presente nos territórios rurais.
Maria Rosangela de Oliveira Santos, que mora em São Pedro da Serra e é agricultora do Vilarejo de Santo Antônio, em Barra Alegre, conta que o Ecomuseu foi importante para divulgação de sua produção orgânica. “Não conseguia vender minhas verduras e legumes, por serem pequenos e estranhos, justamente por não terem agrotóxico. Agora, estamos vendendo em São Pedro. O Ecomuseu tem sido importante para divulgar nosso trabalho. Participamos de um livro e agora as vendas estão melhores, antes perdíamos muita mercadoria”, conta.
O Ecomuseu Rural de Barra Alegre foi reconhecido como ponto de memória pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC), em 2010, por meio de um edital de apoio a iniciativas comunitárias de memória. O espaço dispõe de acervo de fotografias, vídeos e objetos sobre os saberes e fazeres rurais e dispõe de uma Biblioteca chamada Conceição Knupp Amaral, que é uma homenagem à mulher do campo; o Galpão de Artes Mafort, homenagem à família que ajudou o casal a construir o equipamento cultural; e a Biblioteca de Artes Visuais Armando de Barros, uma homenagem ao professor doutor Armando de Barros, da Universidade Federal Fluminense (UFF), que contribuiu com o olhar do casal sobre as artes visuais. E ainda oferece oficinas de educação patrimonial para as escolas da região, incluindo Bom Jardim e Trajano de Moraes, em que os alunos aprendem questões conceituais e técnicas de audiovisual sobre como registrar sua comunidade.
Além disso, também funciona como ponto de intercâmbio cultural, onde acontecem oficinas com artistas e agentes culturais de todo o país, oferecendo à população local oficinas de artesanatos, teatro, fotografia, propiciando, também, espaço para debates sobre questões políticas que envolvem a população do campo.
“Também estamos fortalecendo o turismo rural, voltado para o turista que vem para São Pedro e Lumiar, não apenas para aventuras e natureza, mas para se aprofundar na realidade e história da região.”, conta Marjorie.
Para conhecer o Ecomuseu, é preciso entrar em contato pelo número (22) 99926-1322 ou pelo e-mail: sobradocultural@gmail.com.
*CACHOEIRA DO POTREIRO*
*CACHOEIRA DO JIRAL*
💦💧💦💧
🗓 *02 e 03 de Março*
⏰Saída sábado às *15h00h*
Retorno domingo às 15h de Domingo.
⛽Ponto de encontro
*Posto Eco Mania ao lado da Fundação Bradesco saída para Chapada dos Guimarães*
Valor da aventura
💰 R$ 70.00 por pessoa
*INCLUSO*
✅ Guias Local
✅ acesso à propriedade
✅ Churrasco no sábado
✅ Almoço no domingo
🔴 *FORMAS DE PGTO*
transferência ou depósito bancário. Enviar comprovante assim que efetuar o pagamento.
✅ 1- BANCO BRADESCO
Ag: 1263
C c: 604353-4
Geucilene Lima
📍Temos a opção de cartão de débito e de crédito.
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