24 de novembro de 2017

Empaer participa da Audiência pública de Turismo Regional em Canarana

O Supervisor Regional da  Empaer Valdir participou hoje dia  24 de novembro da Audiência pública de Turismo Regional realizada em Canarana.
Valdir falou como a agricultura de grande e médio porte pode contribuir para o desenvolvimento do Turismo.
A ênfase maior foi dada a agricultura familiar, que segundo ele está diretamente ligada ao setor di Turismo com a sua produção primaria, agregação de valores em agroindustria, gastronomia e cultura rural.
Finalisando Valdir colocou oa escritórios da região a disposição do  Turismo sobretudo no  turismo rural .

Na Audiência pública de Turismo Regional em Canarana, Geraldo Lucio e Diego Augusto da SEADTUR

Hoje dia 24 de novembro de 2017, oa servidores da Secretaria Adjunta de Turismo de Mato Grosso esteve no município de Canarana.
O Secretario Adjunto de Turismo do Estado Luis Carlos Nigro esteve na companhia doa técnicos Diego Augusto e Geraldo Lucio.
Diego fez  uma palestra sobre o Programa de Regionalização do Turismo.
Geraldo Lucio falou sobre o Sistema Turístico.
Ja Luis Nigro falou sobre politicas públicas para o Turismo de Mato Grosso. 

Com o colega Secretario Adjunto de Turismo do Estado Luis Carlos Nigro e o Regional da EMPAER Valdir na Audiência pública de Turismo Regional em Canarana

Evento realizado com a participação do Secretário Luis Carlos Nigro e Diego Augusto.
Coordenado pelo Deputado Estadual Daltinho.
Realizado no  CTG Centro de Tradições Gauchas de Canarana hoje Sexta Feira dia 24 de novembro.

Em Canarana na Audiência pública de Turismo Regional

Com o Secretário Adjunto de Turismo Luis Carlos Nigro e Diego Augusto 

De onfe vem o none BLACK FRIDAY?


Nos Estados Unidos, evento acontece tradicionalmente depois do feriado de Ação de Graças; Brasil e outros países aderiram à moda - Foto PA

De onde vem o nome Black Friday? 

Dez curiosidades sobre a data

on: novembro 24, 2017In: ComportamentoNo Comments

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Um dos dias mais aguardados no ano por lojistas e consumidores, a Black Friday teve origem nos Estados Unidos e hoje é adotada em vários países do mundo, como o Brasil.

Nesta sexta-feira, o evento entra em sua oitava edição por aqui. Em 2016, a data movimentou R$ 1,9 bilhão, 13 vezes mais do que a média registrada em um dia comum e uma alta de 17% em relação ao ano anterior, segundo os organizadores, que preveem agora um crescimento de 20%.

Nos EUA, o evento acontece tradicionalmente depois do feriado de Ação de Graças, com filas a perder de vista. Todos os consumidores têm um único objetivo: garimpar produtos com descontos que podem chegar a até 90% do preço original.

Mas quando surgiu a Black Friday? Por que o evento ganhou esse nome? Confira dez curiosidades envolvendo um dos dias mais famosos do varejo.


Há consumidores que esperam avidamente pelos descontos – Direito de imagem GETTY IMAGES

1) O termo Black Friday se referia a crises na Bolsa

Embora esteja hoje associado ao maior dia de compras dos Estados Unidos, o termo Black Friday (literalmente “Sexta-Feira Negra” em inglês) se referia originalmente a eventos muito diferentes.

“O adjetivo negro foi usado durante muitos séculos para retratar diversos tipos de calamidades”, afirma o linguista Benjamin Zimmer, editor-executivo do site Vocabulary.com.

Nos EUA, a primeira vez que o termo foi usado foi no dia 24 de setembro de 1869, quando dois especuladores, Jay Gould e James Fisk, tentaram tomar o mercado do ouro na Bolsa de Nova York.

Quando o governo foi obrigado a intervir para corrigir a distorção, elevando a oferta da matéria-prima ao mercado, os preços caíram e muitos investidores perderam grandes fortunas.

2) Os desfiles de Papai Noel antecederam a Black Friday

Para muitos americanos, o desfile do Dia de Ação de Graças, promovido pela loja de departamentos Macy’s, tornou-se parte do ritual do feriado.

Mas o evento, na verdade, foi inspirado nos vizinhos do norte. A loja de departamentos canadense Eaton’s realizou o primeiro desfile do Papai Noel em 2 de dezembro de 1905. Quando o Papai Noel aparecia ao final do desfile, era um sinal de que a temporada de festas havia começado – e, por sua vez, a corrida às compras. É claro que os consumidores eram incentivados a fazer compras na Eaton’s.

Lojas de departamento, como a Macy’s, inspiraram-se no desfile e passaram a patrocinar eventos semelhantes ao redor dos Estados Unidos.


Loja de departamentos Macy’s se inspirou na canadense Eaton’s e passou a patrocinar desfiles e eventos natalinos para incentivar as compras – Direito de imagem AFP

Em 1924, por exemplo, Nova York viu pela primeira vez um desfile da Macy’s com animais do zoológico do Central Park, totalmente organizado por funcionários da própria loja.

3) A data do Dia de Ação de Graças foi determinada pelas vendas

De meados do século 19 ao início do século 20, em um costume iniciado por Abraham Lincoln, o presidente dos EUA declararia o “Dia de Ação de Graças” na última quinta-feira de novembro. O dia poderia, assim, cair na quarta ou quinta quinta-feira do mês.

Em 1939, porém, algo aconteceu – a última quinta-feira foi coincidentemente o último dia de novembro.

Preocupados com o curto período de compras para as festividades de fim de ano, lojistas enviaram então uma petição a Franklin Roosevelt (1882-1945) para declarar o início das festas uma semana mais cedo, o que foi autorizado pelo então presidente.

Pelos próximos três anos, o Dia de Ação de Graças foi apelidado de “Franksgiving” (uma mistura de Franklin com “Thanksgiving”, como a data festiva é chamada em inglês) e celebrado em dias diferentes – e em diferentes partes do país.


Dia costuma ser marcado por filas e confusão em lojas ao redor do mundo – Direito de imagem REPRODUÇÃO

No final de 1941, uma resolução conjunta do Congresso finalmente solucionou o problema. Dali em diante, o Dia de Ação de Graças seria comemorado na quarta quinta-feira de novembro, garantindo uma semana extra de compras até o Natal.

4) A síndrome da sexta-feira após o Dia de Ação de Graças

Segundo Bonnie Taylor-Blake, pesquisador da Universidade da Carolina do Norte, a Factory Management and Maintenance – uma newsletter do mercado de trabalho – reivindica a autoria do uso do termo Black Friday.

Em 1951, uma circular da empresa chamou atenção para a incidência de profissionais doentes naquele dia.

“A síndrome da sexta-feira após o Dia de Ação de Graças é uma doença cujos efeitos adversos só são superados pelos da peste bubônica. Pelo menos é assim que se sentem aqueles que têm de trabalhar quando chega a Black Friday. A loja ou estabelecimento pode ficar meio vazio e todo ausente estava doente”, dizia a circular.

5) Black ou Big Friday?

Esse termo ganhou popularidade pela primeira vez na Filadélfia – policiais frustrados pelo trânsito causado pelos consumidores naquele dia começaram a se referir dessa forma à Black Friday.


Data se tornou o dia em que mais se gasta em todo o ano – Direito de imagem GETTY IMAGES

Os lojistas evidentemente não gostaram de ser associados ao tráfego e à poluição. Eles, então, decidiram repaginar o termo para “Big Friday” (“A Grande Sexta”, em tradução literal), segundo um jornal local de 1961.

6) Com o tempo, Black Friday passou a significar ‘voltar ao azul’

Os lojistas conseguiram dar uma interpretação positiva ao termo ao dizer que ele se referia ao momento em que os estabelecimentos retornavam ao azul, ou seja, voltavam a ter lucro. Mas não há provas de que isso tenha realmente acontecido.

É verdade, por outro lado, que o período de festas corresponde à maior parte dos gastos de consumo do ano.

Mas quanto dessas receitas realmente se torna lucro não está claro, dado que os lojistas costumam trabalham com margens mais apertadas, oferecendo grandes descontos.

7) A Black Friday não se tornou referência nacional até a década de 1990

O termo Black Friday permaneceu restrito à Filadélfia por um tempo surpreendentemente longo.

“Você podia vê-lo sendo usado de maneira moderada em Trenton, Nova Jersey, mas não ultrapassou as fronteiras da Filadélfia até os anos 80”, disse Zimmer.

“O termo só se espalhou a partir de meados dos anos 90.”

8) Ela só se tornou o maior dia de compras do ano em 2001

Embora a Black Friday seja considerada o maior dia de compras do ano, a data não ganhou esse título até os anos 2000.

Isso porque, por muitos anos, a regra não era que os americanos adoravam uma liquidação, mas sim que adoravam procrastinar. Ou seja, até tal ponto, era no sábado – e não na sexta-feira – que as carteiras ficavam mais vazias.


Consolidação – e exportação – da Black Friday se deu neste milênio – Direito de imagem GETTY IMAGES

9) Data gerou ‘inveja’ e ganhou o mundo

Por muito tempo, os lojistas canadenses morriam de inveja de seus colegas americanos, especialmente quando seus clientes fiéis colocavam o pé na estrada rumo ao sul em busca de boas compras.

Mas agora eles passaram a oferecer as suas próprias liquidações – apesar de o Dia de Ação de Graças no Canadá acontecer um mês antes.

No México, a Black Friday ganhou novo nome – ‘El Buen Fin’, ou “Bom fim de semana”. A comemoração é associada ao aniversário da revolução de 1910 no país, que às vezes cai na mesma data que o Dia de Ação de Graças nos Estados Unidos.

Como o próprio nome sugere, o evento dura o fim de semana inteiro.

No Brasil, onde o feriado de Ação de Graças não existe, a data passou a ser incluída no calendário comercial do país quando lojistas perceberam o potencial de vendas do dia.

10) A Black Friday corre risco de extinção?

O Walmart, o maior varejista do mundo, quebrou a tradição do Black Friday em 2011, quando abriu sua loja a clientes na noite do feriado de Ação de Graças.

Desde então, lojistas por todos os Estados Unidos estão de olhos nos cerca de 33 milhões de americanos ávidos por fazer compras após se deliciar com generosas fatias de peru.

Mas não se preocupe – os lojistas também já inventaram um nome para batizar o dia adicional de compras: “Quinta-feira Cinza”.

Da BBC

Pantanal recebe da UNESCO certificado de Resetva da Biosfera

A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) recebeu do Programa Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) o documento oficial que certifica o Pantanal como Reserva da Biosfera (RB). Esse título é reconhecido internacionalmente como instrumento de conservação que favorece a descoberta de soluções para problemas como o desmatamento das florestas, desertificação, poluição atmosférica, entre outros.

Conforme o coordenador de Conservação e Restauração de Ecossistemas da Sema, Marcos Antônio Ferreira, o certificado não se trata da criação de uma nova categoria ou uma unidade de conservação. “É um reconhecimento importante que inclui o do Pantanal na Rede Mundial de Reservas de Biosfera facilitando a cooperação e intercâmbios em nível regional e internacional”, explica.

Os principais tipos de ecossistema e paisagens do mundo são representados nessa Rede, que é dedicada à conservação da biodiversidade, promoção da pesquisa e monitoramento.

Apesar do Pantanal ter sido designado, pela Unesco, como Reserva da Biosfera no ano de 2000, o certificado que oficializa o título só foi recebido no último dia 16 de novembro devido a criação do Comitê Executivo da Reserva da Biosfera do Pantanal, empossado no dia 18 de outubro. O certificado foi entregue durante a 2ª Reunião do Comitê realizada na sede da Sema, em Cuiabá.

Sobre o Comitê

A proposta do comitê é construir estratégias que contribuam para a execução das 80 ações do plano emergencial em defesa da manutenção do Pantanal, cujo objetivo principal é promover a conservação e desenvolvimento sustentável do território.

O comitê faz parte do Conselho da Reserva da Biosfera do Pantanal. Compõem o conselho os dois estados que tem o Pantanal como parte do território, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. E para organizar os trabalhos cada um criou um comitê executivo onde tem representantes de diversos setores. Assim facilita a construção das ações que atenderão as leis e peculiaridades de seus respectivos estados.

O comitê de MT é composto pelas secretarias de Estados de Meio Ambiente (Sema), de Desenvolvimento Econômico (Sedec), de Cultura (SEC), de Agricultura Familiar e Assuntos Fundiários (Seaf), além do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), da Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso (Fiemt), da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Mato Grosso (Fecomércio), da Fundação Nacional do Índio (Funai) e representantes de municípios inseridos nos limites da RB Pantanal em Mato Grosso, do setor econômico, sociedade civil e academia.

O plano de ação

O plano de ação emergencial em defesa da manutenção do Pantanal prevê atividades de curto, médio e longo prazo, como a elaboração de um mapa de uso e ocupação de solo, implantação de Unidades de Conservação (UC), monitoramento socioambiental e promoção de agendas de discussão com a Unesco. As ações começam este ano e seguem até 2025.

O documento foi aprovado pelo Governo Federal e apresentado em 2016 durante a 23ª Reunião do Comitê Internacional de Aconselhamento das Reservas da Biosfera (IACBR 2017), ocorrida em Paris.

Sobre a Reserva da Biosfera do Pantanal

O Pantanal foi designado, pela Unesco, como Reserva da Biosfera (RB), no ano de 2000. Entretanto, o IACBR fez sérias recomendações ao governo brasileiro sobre o nível de implementação da RB Pantanal, colocando em risco a permanência deste importante título internacional à maior área úmida continental do planeta.

O Governo Federal acionou os governos estaduais de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, que em sinergia com a sociedade civil, estruturou o Conselho Executivo da Reserva da Biosfera do Pantanal. O conselho é composto pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Governos de MT e MS e a sociedade civil.

Por Fernanda Nazário | Sema-MT

Pesquisadores e Ambientalistas Suecos visitam Biblioteca da SEMA - MT

Comitiva de pesquisadores e ambientalistas da Suécia visitam biblioteca da Sema

Da Redação

Uma comitiva com 16 pesquisadores e ambientalistas da Suécia visitaram nesta semana a biblioteca ‘Arne Sucksdorff’ da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema). O local recebeu esse nome em homenagem ao cineasta, pesquisador e fotógrafo sueco que viveu 30 anos no Pantanal mato-grossense documentando a fauna, a flora e a exuberância da região. A proposta da visita é conhecer os lugares por onde Arne passou e a biblioteca foi um dos locais frequentado por ele.

O grupo foi recebido na terça-feira (21.11) pela superintende de Educação Ambiental da Sema, Vânia Márcia Montavão, e sua equipe. Durante o encontro, Vânia contou que o cineasta foi importante para a Sema e principalmente para o Pantanal, onde lutou pelas causas ambientais.

“Arne doou três mil slides de suas fotos para o acervo da secretaria. Isso ocorreu entre os anos de 1994 e 1995. Em 1996, a biblioteca foi inaugurada e ele foi convidado para receber a homenagem pelos seus feitos”. Arne Sucksdorff morreu em 2001, aos 84 anos.

Conforme o casal de engenheiros florestais que está à frente da comitiva, o sueco Björn Rasmussong e a brasileira Mara De Nadai Oliveira, a luta do cineasta pelo Pantanal é muito conhecida na Suécia, mas poucas pessoas no Brasil sabem desse fato histórico no estado de Mato Grosso. “Queremos que com essa visita as pessoas conheçam mais sobre o Arne e propaguem suas ações”, diz Mara.

Durante o encontro, a equipe da Sema inaugurou um armário com porta-retratos contendo algumas fotos doadas por Arne. Lá também estão armazenadas todas as fotos doadas por ele, as originais, ainda em negativo, e os arquivos digitalizados gravados em DVD.

Emocionada, a viúva de Arne, a pantaneira Maria Graça dos Santos Sucksdorff, 73, integrante da comitiva, viu as imagens e relembrou os tempos ao lado do marido. “Foram tempos difíceis. Não tivemos muito apoio, mas ele sempre foi determinado. Fico feliz em saber que seu material está guardado”.

Laudemila Martins é servidora da Sema há 25 anos. Há um ano ela se aposentou e fez questão de estar presente na inauguração do armário de memorias de Arne. “Fui bibliotecária da Sema por 23 anos e isso fez parte da minha vida porque eu sempre gostei de criar memórias e esse lugar contém as minhas lembranças, as de Arne, que tem uma história de bravura, por isso eu não podia ficar de fora desse dia”.

A comitiva já percorreu o Rio de Janeiro e o Pantanal. A viagem deve durar mais uma semana totalizando três. Björn Rasmussong informa que ele e Mara trarão outro grupo em 2018 para percorrer os passos de Arne.

Sobre a biblioteca

A biblioteca dispõe de um acervo com aproximadamente 15 mil itens, entre eles livros, mapas, CDs-Rom, DVDs relacionados a temas ambientais. Há coleções importantes como o RADAMBRASIL e exemplares do Plano de Conservação da Bacia do Alto Paraguai.

O local é destinado principalmente ao corpo técnico da secretaria, porém todos os interessados na questão ambiental podem usufruir do acervo, pesquisando no local. O horário de atendimento é de segunda a sexta, das 12h às 19h. Telefones para contato: 3613-7203 / 3645-4926.

Vida de Arne Sucksdorff

Após ministrar um curso de cinema para jovens cineastas brasileiros no Rio de Janeiro, a convite do governo federal e da Unesco, no final dos anos 50, Arne Sucksdorff se apaixonou pelo Pantanal mato-grossense em 1968. Em 1970, ele se casou com a cuiabana Maria Graça e com ela teve os filhos Anders Eduardo e Claudio Arne.

Em 1971, realizou para o Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal (IBDF) o longa "Mundo à Parte", em quatro episódios: "Os Anos Felizes", "Os Anos na Selva", "Manha de Jacaré" e "O Reino da Selva". Em 1981, publicou o livro de fotos "Pantanal, um Paraíso Perdido". O Instituto Memória, da Assembleia Legislativa do Mato Grosso, é o fiel depositário de 10 mil slides de Arne Sucksdorff, trazidos da Europa com o apoio da Embaixada da Suécia no Brasil.

Como cineasta, recebeu alguns dos mais importantes prêmios do cinema mundial. Seu "Människor i Stad" (no Brasil, "Ritmos da Cidade"; nos EUA, "Symphony of a City") ganhou o Oscar de Melhor Curta-metragem em 1949. No Festival de Cannes, ganhou o prêmio de Melhor Curta-Metragem com "Vila Indiana", em 1952, e a Palma de Ouro de Melhor Filme, em 1954, com "A Grande Aventura". Este último ganhou também o prêmio de Melhor Documentário do ano de 1954 da British Film Academy. O curta "O Vento e o Rio" ganhou um prêmio especial no Festival de Veneza de 1951.

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Festival de Comida Suina


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Dias 27 e 28 /11 das 08.00 as 11.00 horas

Novos cortes da carne suína para chefs, assistentes, e pessoas interessadas.

Dias 29 e 30/11 oficina gastronômico com carne suína das 08.00 as 11.00 

Local Mercado do Porto

Gratuito

Geraldo Lucio com Diego Augusto da SEADTUR. Rumo à Canarana.


No Aeroporto Internacional Marechal Rondon , no Angar da Empresa de Taxi aéreo Abelha, aguardando para viagem ao municipio de Canarana para participar da Audiência publica de Turismo Regional.