29 de julho de 2015

Em Mato Grosso, Quatro secretários participam da 1ª reunião do Pró-Pantanal


Com uma proposta de desenvolvimento sustentável da região do Pantanal, o Grupo de Trabalho para a elaboração do Programa de Desenvolvimento Sustentável do Pantanal Mato-grossense (Pró-Pantanal) se reuniu pela primeira vez nesta terça-feira (28), no Palácio Paiaguás.

Participaram quatro secretários: Paulo Taques (Casa Civil), Ana Luiza Peterlini (Meio Ambiente), Leandro Carvalho (Cultura) e Marcelo Duarte (Infraestrutura e Logística), além do presidente do MT Fomento, Mario Milton Mendes e de representantes de outras secretarias que compõem o dispositivo de trabalho, como Secretarias de Cidades, Agricultura Familiar e Assuntos Fundiários e Desenvolvimento Econômico. 

Com a direção do secretário-chefe da Casa Civil, Paulo Taques, a reunião abordou questões práticas da elaboração do regulamento do programa. 

Também foram definidos os integrantes das secretarias e outros órgãos da administração pública e de associações civis que contribuirão com os trabalhos e se iniciaram as discussões sobre as diretrizes do grupo de trabalho. 

“É importante frisar que não se pode falar em turismo no Pantanal sem discutir a questão do saneamento básico em Cuiabá e Várzea Grande, por isso estamos tratando este como um programa integrado de governo”, disse Paulo Taques.

Para a secretária de Estado de Meio Ambiente, Ana Luiza Peterlini, essa é uma região de extrema importância porque é a maior área úmida do planeta, que abriga uma rica biodiversidade e fornece serviços ambientais essenciais, como o suprimento de água, a estabilização do clima e a conservação do solo.

Paralelamente a este grupo de trabalho, ela explicou que desde a Semana do Meio Ambiente deste ano já existe um ‘Pacto das Cabeceiras do Pantanal’ firmado entre o Governo do Estado e 25 prefeituras, com 34 desafios principais e várias ações prioritárias para implantação até 2020, como recuperação de áreas degradadas, adequação de estradas rurais e estaduais, saneamento e gestão de resíduos sólidos. “A concentração de esforços neste mesmo propósito é fundamental para que seja possível realmente promover o desenvolvimento sustentável dessa região”.

Pantanal

A maior contribuição hídrica do Pantanal fica nas porções altas (cabeceiras) dos rios Paraguai, Sepotuba, Jauru e Cabaçal, que fornecem cerca de 30% das águas que mantêm o pulso de inundação da planície pantaneira. São as cabeceiras que possibilitam a inundação de quase 80% da parte baixa, mantendo os processos ecológicos e a paisagem cênica pantaneira, onde vivem 4,7 mil espécies catalogadas, das quais 3,5 mil plantas, 565 aves, 325 peixes, 159 mamíferos, 98 répteis e 53 anfíbios. Com uma área de 624.320 km2, a bacia do Alto Paraguai se espalha pelo Brasil (62%), Bolívia (20%) e Paraguai (18%). Além de manter o fluxo hidrológico do Pantanal, a bacia oferece abastecimento de água para as cidades da região, onde vivem pelo menos 3 milhões de pessoas (entre os dois estados).

Grupo de Trabalho 
Ficou instituído este GT por meio do Decreto nº 111, de 2 de junho de 2015, conforme publicação no Diário Oficial do Estado, com representantes da Sema, Sedec, Seaf, Secid, Secel e coordenação da Casa Civil. As diretrizes terão orientações a partir das legislações em vigor sobre o Pantanal, em especial a Lei Federal nº 12.651/2012 e a Lei Estadual nº 8.830/2008.

Para o sucesso na Economia Criativa do turismo ideias inovadoras são importantes


Foto de Geraldo Lúcio.
As diversas atividades do Turismo podem ser visualizadas no contexto e na ótica da Economia Criativa.
O conjunto de atividades desenvolvidas constituem o segmento, proporciona ao turista a interação com o meio, com destaque para oferta de diversas atividades, como as Caminhadas na Natureza, as variadas formas de lazer, as demonstrações tecnológicas, produção e comercialização de artesanato e de produtos agropecuários, além de serviços turísticos de hospedagem e alimentação, diferenciados, disponíveis isoladamente ou em conjunto, no meio rural ou urbano.
Turismo Criativo seria pensar o setor turístico de uma forma mais inovadora, fora dos padrões convencionais e dos velhos conceitos.
No contexto da atividade econômica, todos devem auferir divisas: Todos os componentes do TRADE (empresários, agentes, operadores) setor publico órgãos de turismo, setor público cidades, regiões e, principalmente, os turistas.
Todos ganham partindo na economia criativa partindo do pressuposto de que as cidades e regiões criativas atraem mais turistas e negócios. Sem levar em conta os investimentos, beleza, movimento e visibilidade.
Quando se fala em cidades ou regiões criativas não se faz referência apenas àquelas que têm na economia criativa seus principais trunfos, mas sim nas regiões e municípios que pensam e planejam o turismo de forma inovadora e criativa o tempo todo, nos seus produtos, destinos, equipamentos, histórias, arquitetura, festas, cuidado com o meio ambiente, cultura, enfim tudo que possa trazer inovação para todos os setores e de forma constante.
A criatividade pode estar presente em qualquer lugar, até onde menos se espera como: centro histórico, transporte turístico, lojas diversas, hotéis, pousadas, bares, restaurantes, balneários, terminais turísticos, centros de artesanatos, produção associada ao turismo, agro-industrial, trilhas ecológicas, guias, ecoturismo, turismo com base local e comunitária, gastronomia, manifestações culturais, etc.
Qualquer estado cidade, região, em seus destinos e produtos turístico ou profissional do turismo podem se beneficiar de ações e projetos criativos para o desenvolvimento do setor, atrair turistas e gerar emprego renda, combinando gestão com administração de divisas.
Para a definição do que é Economia Criativa o primeiro passo é a descoberta das origens e da essência muitas vezes apagada.
Devemos ter visibilidade e percepção de onde estão: a autenticidade e os diferenciais criativos de uma cidade ou de um simples produto ou projeto turístico, o de está o óbvio criativo que em muitos casos não é visto, quais são as histórias que descrevem um estado, uma região, um município, uma localidade, e até como posso formatar e vender um pacote turístico de forma criativa.
Enfim na Economia Criativa não existe um ingrediente único ou resposta específica que possa explicar como o turismo criativo pode se manifestar, é preciso ter ideias e coragem para inovar.
Geraldo Donizeti Lucio
Especialista em Turismo Rural
  • Geraldo Lúcio

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28 de julho de 2015

Contextualizando Economia Criativa e Empreendedorismo no Turismo Rural



A um Projeto Economia Criativa, visa contextualizar o momento de eclosão da economia criativa e o estado da arte de se produzir através de ideias inovadoras e de suas implementações como eixo de desenvolvimento do turismo rural de forma sustentável

No aspecto do conceito, Economia Criativa é um termo criado para nomear modelos de negócio ou gestão que se originam em atividades, produtos ou serviços desenvolvidos a partir do conhecimento, criatividade ou capital intelectual de indivíduos com vistas à geração de trabalho e renda.

Diferentemente da economia tradicional, de manufatura, agricultura e comércio, a economia criativa, essencialmente, foca no potencial individual ou coletivo para produzir bens e serviços criativos.

De acordo com as Nações Unidas, as atividades do setor estão baseadas no conhecimento e produzem bens tangíveis e intangíveis, intelectuais e artísticos, com conteúdo criativo e valor econômico.

Objetivando o projeto de Economia Criativa no Turismo Rural ira trabalhar os elos de conexão entre criatividade, economia, cultura, turismo, Agro-industrial, artesanato, gastronomia, necessários no processo de desenvolvimento do turismo rural

Familiarizar os participantes com uma lógica de transição econômica, social do urbano para o rural que franqueia novas oportunidades de negócios e de atuação, gerando satisfação, com base na criatividade.

Buscar apresentar o conceito e a prática das iniciativas criativas, por meio de exemplos concretos de diferentes países, estados e regiões, e defender a lógica do empreendedorismo e da sustentabilidade financeira, tendo o mercado das produções criativas como aliados ao turismo rural.

Promover o entendimento de políticas públicas em Economia Criativa, como fator de fortalecimento dos laços entre público, privado e sociedade civil.

Mostrar como a criatividade pode gerado fatores e insumos de inovações sociais, econômicas, urbanas e rurais, proporcionando satisfação pessoal.

Deixar visível o fato da convergência de fatores - (globalização, tecnologias digitais, desindustrialização, entre outros) -e como o efeito da criatividade o ativo econômico e o diferencial tem sido agregador de geração de emprego e renda para o meio rural.

Considerar a convergência dos fatores como ampliador do horizonte de visão de cada um e as possibilidades de desenvolvimento da economia, sociedade e municípios, nos seus espaços rurais, para satisfação coletiva e deleite dos empreendedores em turismo rural

GERALDO Donizeti Lucio
Especialista em Turismo Rural

Sema apresenta técnicas alternativas para o manejo do solo


Palestras promovidas pela Educação Ambiental em parceria com outras instituições mostram que há sistemas de produção agrícola mais eficientes e menos agressivos ao meio ambiente e a saúde humana do que o fogo

FERNANDA NAZÁRIO
Assessoria/ Sema-MT

Mesmo considerado uma técnica primitiva, o fogo ainda é muito utilizado para limpar e preparar o solo para o plantio na área rural. O que muitos agricultores não sabem é que essa técnica traz inúmeros problemas para a terra e para a saúde do próprio trabalhador. A fim de propor alternativas ao agricultor, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) apresenta orientações de especialistas sobre novas técnicas de manejo de solo, menos agressivas e mais eficientes para produção agrícola. 

Segundo o engenheiro agrônomo da área de manejo e conservação do solo da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária de Sinop (Embrapa), Silvio Spera, o fogo é uma ferramenta de trabalho ultrapassada, porque deixa o solo exposto e a vegetação fica mais rala e suscetível à perda de nutrientes importantes, como o nitrogênio e o potássio, que estão armazenados na palha. “No passado a queimada era usada para controlar a erva daninha, mas com os avanços da ciência e da tecnologia esse método não é mais necessário. A própria palha, com pelo menos 90% de cobertura no solo, já controla a erva”. 

Além de afetar o solo, o fogo também prejudica a qualidade do ar, traz danos ao meio ambiente e à saúde humana. Com objetivo de oferecer alternativas ao uso do fogo, a Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), disponibiliza por meio do Programa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) dois técnicos, lotados em Nossa Senhora do Livramento, para orientar os agricultores sobre o uso da leira como método de manejo de solo. 



A leira é uma preparação do solo com uma máquina que, segundo o extensionista da Empaer Luciênio da Silva, faz a limpeza como se estivesse rastelando o local. “Junte pedaços de toco ou tudo que estiver ao redor, e amontoe de forma parecida com quebra-molas, pois o resultado é ótimo para plantio”, orientou. 

Dentro do programa do MDA, os técnicos ministram cursos e palestras para famílias que trabalham com agricultura nos assentamentos de Mato Grosso. Há cinco anos Luciênio oferece orientações sobre novos métodos para o manejo do solo. Para ele, a leira propicia boa produtividade e possibilita a manutenção da fertilidade da terra, garantindo assim uma produção sem riscos. 


Luciênio e mais um técnico atendem 131 famílias de agricultores, dentre elas a família de Laura Ferreira, 38 anos. Ela, seus pais e mais cinco irmãos trabalham há 20 anos com agricultura, hoje eles estão no assentamento Campo Alegre de Baixo (a 18 km de Nossa Senhora do Livramento). Quando iniciaram o plantio, a família Ferreira fazia uso do fogo e Laura lembra que tinha muito medo. “A gente inalava muita fumaça. O solo era infértil, nossa produção era sem qualidade.” Há 15 anos, eles abandonaram a prática da queima e optaram pela leira. “É significante a melhora que tivemos. Nossa produção aumentou. Fora isso, a natureza também agradece”. 



Além da leira, existe outra opção de manejo apresentada pela Superintendência de Educação Ambiental durante palestras nos municípios: o manejo sustentável do gado, técnica que evita a contaminação do ar pela fumaça. Conforme a superintendente de Educação Ambiental da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), Vânia Montalvão, o manejo é feito a partir da divisão do pasto em pequenas áreas chamadas de “piquetes”, que condicionarão o rebanho a consumir toda a área de pastagem, reduzindo o capim seco que seria queimado para a renovação da pastagem. 

Outra forma de manejo é o plantio direto, que mantém a palha e os restos vegetais de outras agriculturas na superfície do solo garantindo a cobertura e proteção contra processos erosivos. As técnicas são respaldadas pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e foram apresentadas pela Sema durante visitas aos municípios participantes do Plano de Ações de Combate a Queimadas e Incêndios Florestais 2015, em atividades desenvolvidas desde abril. 

Período proibitivo - O período proibitivo para as queimadas em Mato Grosso iniciou no dia 15 de julho e segue até 15 de setembro, podendo ser prorrogado em razão das condições climáticas, conforme Decreto nº 191, publicado no Diário Oficial de Mato Grosso do dia 14 deste mês. Nas áreas rurais, utilizar fogo para limpeza e manejo nas áreas é crime passível de 6 meses a 4 anos de prisão, com autuações que podem variar entre R$ 7,5 mil ou R$ 1 mil (pastagem e agricultura) por hectare. 

Nas áreas urbanas o uso do fogo para limpeza do quintal é crime o ano inteiro. As denúncias podem ser feitas na ouvidoria da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema): 0800 65 3838, no 193 do Corpo de Bombeiros ou diretamente nas secretarias municipais de Meio Ambiente. 

Serviço: 
O agricultor que deseja participar das palestras e conhecer outras maneiras de tratar o solo pode entrar em contato pelos telefones: (65)3351-1222 (em Nossa Senhora do Livramento) ou (65) 3613-1700 (Cuiabá). Medeiros 

27 de julho de 2015

Urbanização de avenida em Poconé está em ritmo acelerado

Via é a principal ligação entre a chegada da cidade e o Pantanal Mato-grossense

D`LAILA BORGES 
Assessoria/Sedec-MT
Divulgação
Operários trabalham na urbanização da avenida Aníbal de Toledo em Poconé
Operários trabalham na urbanização da avenida Aníbal de Toledo em Poconé
A urbanização da Avenida Aníbal de Toledo em Poconé, 100 km da Capital, está em ritmo acelerado. A via é a principal ligação entre a chegada da cidade (rodovia MT-060) e o Pantanal Mato-grossense. A obra faz parte do Programa de Desenvolvimento Sustentável do Turismo (Prodestur) criado e executado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec) com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social (BNDES). 

As obras foram iniciadas no dia 15 de junho, um dia após o governador Pedro Taques dar a ordem de serviço durante a realização da Cavalhada. O projeto consiste em fazer o escoamento superficial das águas da chuva, por meio de drenagem, com o lançamento final no córrego Tereza Botas, e a definição do sistema viário, por meio de asfaltamento. 

Além da Aníbal de Toledo também serão revitalizadas as ruas 15 de Novembro e Desembargador Martins. As duas vias impactam diretamente na avenida no que diz respeito ao escoamento de águas pluviais. 

No total serão drenados e asfaltados 2,4 quilômetros orçados em R$ 3,9 milhões. A avenida ficará com dez metros de largura e as ruas com sete metros cada, além de 2,50 m de calçada. Todos os pontos de lançamento de água da chuva terão dispositivos dissipadores de energia para evitar processos erosivos. 

A obra começou com a troca da ponte de madeira existente na via e a previsão de término é maio de 2016. 

Prodestur 

O Prodestur é um programa de desenvolvimento estratégico da cadeia produtiva do turismo voltado a investimentos em infraestrutura turística no Estado. Ele começou a ser formatado em 2010 e foi aprovado em 2012 por meio de uma linha de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). 

Seu principal foco é o desenvolvimento com a geração de emprego e renda na cadeia do turismo, tanto para o cidadão quanto para o município, pois é uma linha de financiamento diferenciada na área de operações sociais da instituição financeira, com juros mais baixos. 



O atual governo definiu que irá priorizar os polos Pantanal, Chapada dos Guimarães incluindo Nobres e baixada Cuiabana, e região do Araguaia, a fim de que se crie um ambiente de negócios favorável ao desenvolvimento do turismo em Mato Grosso. 

Conforme Seneri Paludo, titular da Sedec, essa obra é parte da estratégia de governo em fomentar o turismo no Pantanal. “Vamos trabalhar um tripé nessas regiões: Infraestrutura, qualificação de mão de obra e promoção e divulgação”, destaca. 

Este ano a Sedec iniciou duas obras do Prodestur e reiniciou outras oito que estavam paralisadas. O secretário adjunto de Turismo da Sedec, Luis Carlos Nigro, conta que a urbanização da Aníbal de Toledo era um anseio antigo da população. “Essa obra melhorará consideravelmente o acesso ao Pantanal e consequentemente o desenvolvimento do turismo”, finaliza. 

24 de julho de 2015

Geraldo Lucio, na Comunidade QUILOMBOLA Mutuca, quebrando Cumbaru, com uma máquina manual

Geraldo Lucio

Hoje dia 24 de julho, o Representante da UNISOL Brasil e PRONATUR  Geraldo Lucio esteve na Comunidade QUILOMBOLA Mutuca, e fez uma performance quebrando Cumbaru, com uma máquina manual usada pelos moradores.

 A SEDEC  - Secretaria Adjunta de Estado de Desenvolvimento do Turismo de Mato Grosso,  utiliza o Cumbarú, in'natura em forma de amendoim como degustação nos eventos  regionais, nacionais e internacionais, e tem sido uma grande novidade e sucesso pois muitos vão ao estande para degustarem e isto tem dado uma visibilidade para o produto e para região produtora.

As castanhas do cumbaru podem ser consumidas in' natura ou transformadas na  produção farinhas, óleos, doces,  salgadinhos, bolos e bombons

O Projeto Cumbarú é desenvolvido em parceria com o SESC  – Serviço Social do Comércio - Poconé –que  trabalha com o beneficiamento da castanha do cumbaru que é uma árvore típica do cerrado. 

Além dos Quilombolas da Mutuca, a COMPRUP - Cooperativa de Produtores Rurais do Pantanal, e AGRIVERDE- Associação de Agricultores Afrodescendentes do Capão Verde, fazem a extração e o semi - beneficiamento do Cumbaru.

O cumbaru se tornou um dos principais complementos de renda para os Cooperados e Associados que participam do programa, que compram os frutos, e se beneficiam com a extração das castanhas, e segundo eles ganham o suficiente para garantir mais segurança ao orçamento das famílias, . 

Atualmente, a COMPRUP comercializa cerca de mais de  200 kg de castanha ao mês.

A maior parte é consumida por Mato Grosso, o restante é destinado a restaurantes de  Goias, São Paulo e Paraná.

O maior comparador é o SESC Pantanal um hotel da região do Pantanal, com aquisição do produto diretamente dos produtores.


Geraldo Lucio, na Comunidade QUILOMBOLA Mutuca, 



UNISOL Brasil e PRONATUR são recebidos no município de Nossa Senhora do Livramento


Geraldo Lucio, Luciano Borges e Naja Varley, com o Manoel Gonçalo de Campos, Secretario de Desenvolvimento Rural, Meio Ambiente e Turismo do município de Nossa Senhora do Livramento
No dia 24 de Julho de 2015, os técnicos da UNISOL Brasil e PRONATUR, Geraldo Lucio, Luciano Borges e Naja Varley, estiveram reunidos com o Secretario de Desenvolvimento Rural, Meio Ambiente e Turismo do Município de Nossa Senhora do Livramento.
A referida reunião serviu para uma articulação de parceria junto a prefeitura de Nossa Senhora de Livramento junto ao Projeto REDE Solidária - MT da UNISOL Brasil e PRONATUR.
Geraldo Lucio falou ao Secretario que o referido projeto esta já esta sendo realizado com a participação da Comunidade QUILOMBOLA Mutuca no Complexo Mata Cavalo e que esta rede pode ser ampliada no município.
As ações são de apoio às Redes de Cooperação Solidária nos processos de gestão, planejamento e controle social, buscando ampliar e qualificar a estratégia de desenvolvimento territorial, sendo pautado na dinâmica do Programa Brasil Sem Miséria do Governo Federal, a REDE será uma estratégia de cooperação solidária.
Os Empreendimento Solidários que fazem parte e a REDE apresentam potencial de complementaridade econômica de forma mais direta, uns dos objetivos da Rede será de proporcionar ganhos práticos, contribuir para que os Empreendimentos possam atingir a sua sustentabilidade econômica.
O Presidente do PRONATUR Luciano Borges lembrou a realização do Workshop de Turismo Rural realizado no município em setembro de 2014 com sucesso 
Com palestras técnicas motivadora sobre Turismo Rural, Produção Associada ao Turismo e Piscicultura, ministrada pelo técnico Geraldo Lucio e de Ecoturismo pelo Técnico Turismologo Diego Augusto, um evento Workshop, dos temas organizado e realizado pelo PRONATUR, com apoio da então SEDRAF.

O Secretario falou da demanda que existe de projetos rurais e de turismo na região da Serra das Araras e da Morraria, a equipe da UNISOL e PRONATUR se comprometeu em ampliar a REDE Solidária para região demandada.
O município de Nossa Senhora do Livramento, fica localizado a 30 km as margens da Rodovia que da acesso a Pocone e Pantanal

Chefe de Gabinete da. Prefeitura de Poconé Generio Rondon recebe Geraldo Lucio Luciano Borges e Naja Varley

Geraldo Lucio, Luciano Borges e Generio Rondon, Chefe de Gabinete da. Prefeitura de Pocone em reunião de articulação na prefeitura de Poconé, para apresentação de proposta de parcerias para o Projeto REDE Solidária - MT, da UNISOL Brasil e PRONATUR.