14 de dezembro de 2011

Em Mato Grosso rebaixamento da rede elétrica é discutido na Sedtur



Foi apresentado nesta quinta-feira (8.11), o andamento do projeto básico do rebaixamento da rede elétrica do Centro Histórico de Cuiabá elaborado pela Prodesel Engenharia Elétrica a pedido da Secretaria de Desenvolvimento do Turismo – Sedtur, através da empresa Centrais Elétricas Mato-grossenses S.A.– Cemat,

Atendendo a um chamamento da secretária Teté Bezerra participaram da reunião representantes das empresas Oi, SimTV,
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Rede Cemat, Secretaria de Turismo de Cuiabá, Sanecap e Sedtur.

De acordo com o engenheiro da Prodesel, Frederico Barbosa todo o processo da elaboração do projeto básico consiste em vários fatores. Dentre eles os aspectos físicos de cada localidade do Centro Histórico. Ele citou um exemplo a rua Candido Mariano, popular rua das óticas – onde sugeriu que fosse feita a instalação com transformador lateral. Outro exemplo mais complicado é a rua Barão de Melgaço, devido a sua extensão que não pode ser da mesma forma que a rua das óticas. “Aqui cada rua ou beco tem sua particularidade. Estamos estudando todas as opções”, argumentou.

Frederico cita como exemplo o trabalho de rebaixamento de rede é um processo criterioso e envolve vários fatores dentre eles a rede de água, telefonia e TV a cabo. “Tudo esta associado, mas o nosso trabalho é elaborar o projeto da rede elétrica”, disse.

O secretário adjunto da Sedtur, Jairo Pradela define que na prática, o Centro Histórico de Cuiabá vai ganhar um novo visual sem os postes carregados de fios e transformadores de energia. “O rebaixamento dos fios é um projeto arrojado que vai estimular os proprietários dos imóveis residenciais e comerciais a recuperarem suas fachadas. Além disso, vai consolidar o Centro Histórico como um dos principais pontos turísticos de Mato Grosso”, declarou Jairo.

O próximo passo é a apresentação do projeto básico concluído para servir como referência para as empresas se adequarem e elaborar seus respectivos sistemas para se adaptar ao novo modelo de distribuição nas casas e estabelecimentos comerciais da região do Centro Histórico de Cuiabá.


Fonte: Maricelle Lima Vieira

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