20 de fevereiro de 2019

Aeroporto de Cuiabá é o terminal brasileiro mais pontual da América Latina

O Aeroporto Internacional de Cuiabá/Marechal Rondon - Várzea Grande (MT) foi o terminal brasileiro mais pontual da América Latina em janeiro. É o que aponta o ranking da FlightStats, uma das principais provedoras mundiais de serviços de dados para o setor de viagens e turismo.

Entre os terminais avaliados no período, o Marechal Rondon ficou em segundo lugar geral no percentual de pontualidade, atrás apenas do aeroporto da Cidade do Panamá. Já considerando aeroportos com perfis regionais, que movimentam entre 1,5 e 5 milhões de passageiros por ano, o terminal mato-grossense conquistou o primeiro lugar, seguido pelos aeroportos de Guayaquil e Quito, no Equador. Das 1.359 partidas programadas a partir do Marechal Rondon, 90,24% saíram no horário, com atraso inferior a 15 minutos.

Baseada nos Estados Unidos, a FlightStats fornece monitoramento de voos em tempo real e dados sobre aeroportos que alimentam muitos dos mais populares aplicativos de viagens.

Com capacidade para atender 5,6 milhões de passageiros ao ano, passaram por lá, em 2018, 3,03 milhões de viajantes, 5% a mais em relação à 2017, quando foram contabilizados 2,9 milhões. Atualmente, operam no terminal as companhias aéreas Avianca, Azul, Gol, Latam e Asta, que ligam a cidade a destinos como Brasília (DF); Goiânia (GO); Rio de Janeiro (RJ); Vilhena, Jí-Parana e Porto Velho (RO); Belém (PA); Rondonópolis, Tangará da Serra, Juína, Juara, Sorriso e Alta Floresta (MT); Guarulhos, Congonhas, Campinas e São José do Rio Preto (SP).

Nova leguminosa recupera pasto, engorda o gado e eleva produção de leite


Leguminosa pode fixar até 248 kg de nitronênio no solo por ha – Gustavo José Braga/Embrapa

Pesquisadores da Embrapa criaram uma cultivar de leguminosa capaz de servir de forragem para solos de média fertilidade. A nova forrageira tem alto potencial para fixação biológica de nitrogênio (FBN) e é capaz de acrescentar ao solo até 248 kg do elemento por hectare, anualmente, o que a torna ótima opção para a recuperação de pastagens degradadas. Os resultados de testes realizados pela Embrapa mostraram ainda que o uso da chamada Estilosantes Bela como banco de proteína associado à silagem propiciou aumento de 3% a 10% na produção de leite por vaca.

A cultivar Estilosantes Bela foi desenvolvida por pesquisadores da Embrapa Cerrados (DF) e da Embrapa Gado de Corte (MS), em parceria com a Associação para o Fomento à Pesquisa de Melhoramento de Forrageiras (Unipasto). O objetivo do trabalho foi melhorar o desempenho de bovinos, de rebanhos leiteiros ou de corte, por meio de seu emprego em consórcio da leguminosa com pastagens de gramíneas, como braquiárias.

Reduz custos de insumos

“Um dos maiores ganhos dessa cultivar é a fixação de nitrogênio e a incorporação de matéria orgânica ao solo, o que ajuda na recuperação das pastagens”, destaca o pesquisador da Embrapa Celso Dornelas. O melhorista explica que um dos problemas na pecuária é a degradação dos pastos e o seu custo de manutenção. A cultivar Bela é rica em proteína, pois hospeda o Rhizobium spp., um gênero de bactéria que consegue utilizar o nitrogênio encontrado na atmosfera, incorporando-o ao solo. Isso reduz os gastos com adubos, possibilita o maior ganho de peso nos animais e contribui para a redução dos impactos ambientais.

“Nas áreas marginais do ponto de vista ambiental, podemos cultivar o Estilosantes Bela, uma planta forrageira rústica e de menor exigência em solos férteis. Ela permitirá incorporar as áreas menos produtivas aos sistemas de produção ou elevar o patamar de produtividade das áreas atuais”, reforça o pesquisador da Embrapa Allan Kardec Ramos.

A nova cultivar tem ainda apelo para os sistemas de produção de base agroecológica para a produção de carne ou leite ou com restrições ao uso de fertilizantes minerais nitrogenados. Por estabelecer naturalmente a simbiose com bactérias do solo fixadoras de nitrogênio, as sementes do Estilosantes Bela não precisam ser inoculadas para o plantio.

Ganhos de peso em Nelore

Em Planaltina (DF), o pesquisador Gustavo Braga avaliou em duas fases o efeito do consórcio BRS Paiaguás e Bela sobre o ganho de peso de bovinos Nelore em recria. Na primeira fase, o ganho de peso vivo (PV) foi em média 23% superior na pastagem consorciada (0,430 kg PV/cabeça/dia) em relação à pastagem solteira (0,350 kg PV/cabeça/dia). O ganho de peso por área foi de nove arrobas por hectare ao ano na pastagem em monocultivo e 10,8 arrobas, na pastagem consorciada, para uma taxa de lotação média de 1,4 unidade animal de 450 kg/ha.

Na segunda etapa, o material foi introduzido na pastagem em monocultivo e reintroduzido na consorciada, por meio de plantio direto, e o ganho de peso foi superior ao da pastagem em monocultivo e aos resultados obtidos na primeira fase (0,490 e 0,570 kg de peso vivo por cabeça por dia, respectivamente), provavelmente em razão da maior participação da leguminosa na massa de forragem (máximo de 50% na pastagem com introdução e de 30% na pastagem com reintrodução). A recomendação de Dornelas e Braga é adotar entre 20% e 50% da leguminosa em relação à pastagem cultivada.

Braga explica que a reintrodução de Bela na pastagem foi necessária porque a persistência da cultivar é de aproximadamente dois anos e meio. “Ainda assim, mesmo após o seu desaparecimento, a leguminosa propiciou por dois anos e meio um efeito positivo indireto no desempenho animal”, completa.

Além disso, a introdução por plantio direto é uma alternativa para o pecuarista que busca melhoria na qualidade da dieta animal e incremento no ganho de peso do rebanho, principalmente, em pastos que com perdas de produtividade e declínio da qualidade e quantidade de forragem.

Já em Campo Grande (MS), os testes passaram por dois períodos secos e chuvosos e o consórcio foi com a Brachiaria decumbens cv. Basilisk, muito adotada em propriedades de pecuária extensiva. “Percebeu-se que o material suporta os solos argilosos”, observa a pesquisadora Marta Pereira. Ela informa que, após 60 dias de plantio, a forrageira está apta para pastejo por bezerros.

Desempenho animal e produtividade de pastos em consórcio de B. decumbens + S. cv. Bela e monocultivo de B. decumbens (média de dois anos), MS. 


Mercado de leguminosas

O Bela é o terceiro estilosantes desenvolvido pela empresa, antes dele vieram o (Stylosanthes guianensis) cv. Mineirão e (Stylosanthes macrocephala + Stylosanthes capitata) cv. Campo Grande. O uso de leguminosas forrageiras tem pouca tradição e limitada adoção no país. Por isso, com o novo material, a Embrapa pretende apresentar ao produtor os benefícios da tecnologia e sua correta implantação.

Uma das vantagens dessa cultivar é a baixa hospedabilidade para nematoides, como Pratylenchus brachyurus, podendo ser usada em seu manejo. “Há estimativas de que mais de 10% da produção de soja mundial seja perdida por ação de nematoides. No Brasil, essa estimativa gira em torno de dois milhões de toneladas por ano. Por isso, uma solução para redução dessas perdas cria uma expectativa positiva em relação às leguminosas forrageiras”, afirma Vitor Del Alamo Guarda, pesquisador da Secretaria de Inovação e Negócios da Embrapa.

Guarda destaca que não somente os pecuaristas estão com expectativas em relação ao Estilosantes Bela, mas também os agricultores. Fato endossado pelo presidente da Unipasto, Pierre Patriat, que prevê a comercialização de sementes a partir de 2020.

Produtor rural e gerente de marketing de uma das empresas associadas à Unipasto, Shunji Hisaeda acompanha há anos a introdução do Estilosantes Campo Grande em regiões de solos arenosos e ratifica o efeito transformador das leguminosas ao favorecer a produtividade das culturas posteriores, como a soja, e garantir melhorias no solo e sustentabilidade ao sistema. “Por isso, aguardamos a chegada do Bela ao mercado para incrementar a atividade agrícola”, comenta Hisaeda.

Aumento de até 10% na produção de leite

Para gado leiteiro, o pesquisador da Embrapa João Paulo Soares avaliou a produção de vacas mestiças (¾ Holandês-Zebu) em lactação (peso vivo médio de 538 kg) consumindo silagem de milho e com acesso controlado, entre as duas ordenhas, a banco de proteína de estilosantes.

Durante o período avaliado, o banco de proteína teve disponibilidade média da leguminosa de 3,4 a 4,7 t/ha. Para efeito de comparação, também foram avaliados o fornecimento exclusivo de silagem e de silagem com concentrado na quantidade de 1,6 kg/vaca/dia.

Bancos de proteína são áreas cultivadas com leguminosas adaptadas ao pastejo e às condições de clima e solo do Cerrado. Fornecem forragem suplementar de maior valor nutritivo, especialmente em relação ao suprimento de proteína, na estação seca ou chuvosa, para bovinos criados em pastagens cultivadas e nativas.

Os resultados mostraram que o uso do Estilosantes Bela como banco de proteína associado à silagem propiciou aumento de 3% a 10% na produção de leite por vaca em relação ao fornecimento exclusivo de silagem – 9,7 e 9,5 kg/vaca/dia em 2015 e 2016, respectivamente, versus 8,8 e 9,2 kg/vaca/dia nos mesmos anos.

Nos dois anos de avaliação, o consumo diário de silagem por litro de leite diminuiu – de 0,88 kg/dia/100 kg PV e 0,70 kg/dia/100 kg PV no tratamento silagem exclusiva para 0,67 kg/dia/100 kg PV e 0,63 kg/dia/100 kg PV no banco de proteína –, mostrando efeito de substituição de 10% a 30% da silagem. Já o tratamento silagem com concentrado proporcionou as maiores produções de leite – 12,5 kg e 12 kg/vaca/dia em 2015 e 2016, respectivamente.

“O estudo mostrou que, além de aumentar a produção de leite, o banco de proteína tem o potencial de reduzir os custos de produção na propriedade leiteira por possibilitar a diminuição da quantidade de silagem a ser fornecida aos animais”, diz Soares.

Segundo os pesquisadores, com a nova cultivar, ampliam-se as opções de leguminosas forrageiras e tem-se uma melhor delimitação dos ambientes e das cultivares de estilosantes recomendadas para o Cerrado, graças aos seus diferenciais adaptativos.

Os testes pelo Brasil

Além do Distrito Federal e Mato Grosso do Sul, o material foi testado na região Amazônica, no estado do Acre. Constatou-se que a leguminosa não é recomendada para áreas alagadas e se adapta melhor a regiões bem drenadas. Também ocorreram experimentos no Piauí, com desempenho inferior se comparado aos resultados de DF e MS, mas a cultivar serve como feno manual e misturado ao capim para alimentação de animais em pequenas propriedades rurais do Semiárido.

O Estilosantes Bela passou ainda por testes em Sete Lagoas (MG). Entretanto, não tolera o frio e, por causa disso, os pesquisadores recomendam o emprego do novo material nas regiões tropicais brasileiras, com uso consorciado, para evitar problemas de intoxicação animal, e sem emprego na alimentação equina.

Origem do nome

O nome do novo material é uma homenagem ao melhorista australiano Bela “Bert” Grof, pesquisador do Centro Internacional de Agricultura Tropical (CIAT), que foi pioneiro no desenvolvimento da forrageira. A cultivar é resultado da seleção de progênies obtidas do melhoramento das espécies Stylosanthes guianensis var. vulgaris e Stylosanthes guianensis var. pauciflora, iniciada na década de 1990.

Da Embrapa Cerrados, com redação

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19 de fevereiro de 2019

Professor explica fenômeno da decoada a conselheiros do Cepesca


Renata Prata



 

Na primeira reunião Ordinária do ano de 2019 do Conselho Estadual de Pesca (Cepesca), o professor da Universidade Estadual de Mato Grosso (Unemat), Claumir Cesar Muzin, explicou o fenômeno da decoada, que causou a morte de peixes no Pantanal no fim do ano passado. O assunto ganhou grande repercussão após a divulgação de vídeos nas redes sociais que relatavam a mortandade de diversas espécies na região de Barão de Melgaço.

A reunião foi realizada no dia 14 de fevereiro no auditório da Controladoria Geral do Estado e foi presidida pelo secretário Executivo da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Alex Marega. Entre as pautas destaque também para os encaminhamentos realizados em relação a minuta da Lei da Pesca e o relatório técnico referente a UHE Sinop.

Em sua apresentação, o professor Claumir Muniz explicou aos membros do Cepesca como funciona a decoada, um fenômeno natural comum em épocas de enchente do Pantanal que cobre a vegetação tornando o processo de decomposição intenso e facilita a entrada de matéria orgânica, que altera a característica química e diminui o oxigênio da água ocasionando em morte de diversas espécies de peixes. O fenômeno faz com que a água se torne mais escura e tenha um forte odor.

O secretário Executivo Alex Marega explicou o relatório técnico elaborado pela equipe multidisciplinar da Sema que embasou a autuação Companhia Energética de Sinop em R$ 50 milhões por causar poluição pelo lançamento de sedimentos aprisionados na bacia de dissipação da Usina Hidrelétrica Sinop no rio Teles Pires quando da abertura das comportas, que provocou morte superior a 13 toneladas de peixes.

Marega afirmou que equipes da Sema estão acompanhando o enchimento do reservatório desde o dia 30 de janeiro e que a multa máxima foi aplicada ao empreendimento levando em consideração o tamanho do impacto ambiental e a condição financeira do infrator.

Ao fim da reunião, conduzida pela secretária Executiva do Cepesca, Gabriela Priante, a palavra foi aberta aos membros que tiraram duvidas e discutiram assuntos diversos relacionados a pesca no estado de Mato Grosso.

CEPESCA

O Conselho Estadual da Pesca - CEPESCA/MT é um órgão colegiado deliberativo, com composição paritária, vinculado à Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA) com finalidade de propor a formulação de políticas públicas, com vista a promover a articulação e o debate dos diferentes níveis de governo e sociedade civil organizada, para o desenvolvimento e o fomento das atividades de pesca no Estado de Mato Grosso.

Compõe o Cepesca representantes das secretarias de Meio Ambiente, Turismo, Cultura, Ministério Público Estadual, UFMT, Unemat, colônias de pescadores, entidades do terceiro setor, Ibama e representantes do setor empresarial do turismo da pesca.


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PRESIDENTE DA CNI É PRESO EM INVESTIGAÇÃO SOBRE CORRUPÇÃO NO TURISMO E SISTEMA S


O presidente da CNI, Robson Braga. MIGUEL ÂNGELO/CNI


Presidente da CNI é preso em investigação sobre corrupção no Turismo e Sistema S

O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade, foi preso temporariamente na manhã desta terça-feira em São Paulo, durante a Operação Fantoche. A Polícia Federal investiga, em parceria com o Tribunal de Contas da União (TCU), um esquema de corrupção envolvendo contratos de entidades do chamado Sistema S – que inclui serviços como o Sesc, Senai e Senac – com o ministério do Turismo. Tais instituições são mantidas com a contribuição mensal de empresas, que repassam um porcentual do folha do pagamento às confederações de cada setor, e estas repassam aos serviços do sistema S, voltados à capacitação de mão de obra, incentivo à cultura e empreendedorismo, como o no caso do Sebrae. Ao todo, são 9 instituições que formam o sistema S.

A investigação aponta que um grupo de empresas, sob controle de um mesmo núcleo familiar, atuava desde 2002 executando contratos firmados por meio de convênios com o Turismo e entidades do Sistema S. Segundo a apuração, foram desviados mais de 400 milhões de reais decorrentes desses contratos, que eram voltados, em sua maioria, à execução de eventos culturais e de publicidade superfaturados, ou também de eventos que não eram totalmente executados.

Ao portal G1, o delegado federal Renato Madsen afirmou que o esquema envolvia a criação de empresas de fachada para dificultar possíveis investigações. “Eles criam empresas sem fins lucrativos para dificultar investigação do TCU”, disse. “Queremos investigar até que ponto esse esquema partiu do Sistema S e reverberou em outros Estados”.

Robson de Andrade é presidente da CNI desde 2010. Em eleição realizada no ano passado, foi reeleito para o cargo por mais quatro anos, ou seja, até 2022. Mineiro, tinha boas relações com a ex-presidente Dilma, mas apoiou seu impeachment em 2016. No atual Governo, vinha cobrando espaço e interlocução para a indústria depois que o ministro da Economia, Paulo Guedes, fundiu a pasta da Fazenda com o Planejamento. Guedes estava de olho na arrecadação do sistema S, e já havia anunciado em uma ocasião que era preciso “meter a faca” nesses recursos. Outros governos também já haviam chamado a atenção para esses recursos. Em 2018 o sistema S recolheu em torno 17 bilhões de reais, segundo apuração do portal G1.

Além do presidente da CNI, a Polícia Federal cumpre outros nove mandados de prisão e 40 mandados de busca e apreensão nos Estados de Pernambuco, Minas Gerais, São Paulo, Paraíba, Mato Grosso do Sul, Alagoas e no Distrito Federal. Um dos alvos da operação é o festival Sesi Bonecos do Mundo, organizado pela empresa Aliança Comunicação e Cultura, do Recife. Foram presos também Francisco Gadelha, presidente da Federação das Indústrias da Paraíba, Ricardo Essenger, presidente da Federação de Pernambuco, José Carlos de Andrade, da Federação de indústrias de Alagoas.

Segundo a PF, são investigados os crimes contra a administração pública, fraudes licitatórias, associação criminosa e lavagem de ativos. A CNI afirmou, por meio de nota, que “não teve acesso à investigação e acredita que tudo será devidamente esclarecido”, e que “está à disposição para oferecer todas as informações que forem solicitadas pelas autoridades”.

Já o ministério do Turismo afirmou, por meio de nota, que não é alvo das buscas e apreensões da Operação Fantoche e está à disposição para colaborar com a investigação. Informou também que a pasta não celebra nenhum convênio com a iniciativa privada desde 2012. E que o ministério já havia determinado uma auditoria completa “em todos os instrumentos de repasse antes mesmo de tomar conhecimento da investigação da Polícia Federal, ação que resultou no cancelamento de um contrato no valor de 1 milhão de reais”.

Por El País – Marina Rossi/São Paulo