16 de agosto de 2019

Espírito Santo (ES) é sede da maior feira de Agroturismo do Brasil em novembro


Governador Renato Casagrande, empresários e outras autoridades - Foto: Divulgação


O município de Venda Nova do Imigrante sediará a 15ª edição da Feira Nacional do Agroturismo Rural (RuralTur), maior evento de agroturismo do Brasil. O lançamento oficial do evento aconteceu na tarde desta quinta-feira (15) no Palácio Anchieta, em Vitória (ES), com a presença do governador Renato Casagrande, empresários e outras autoridades. O grande objetivo do Governo é promover o Espírito Santo como destino nacional do agroturismo.

A 15º RuralTur acontecerá de (20) a (24) de novembro no Centro de Eventos Padre Cleto Caliman, o Polentão, em Venda Nova do Imigrante – na região sudoeste serrana do Estado. A programação da feira inclui palestras, talk show, roteiros de experiência na Região Turística Montanhas Capixabas, além da comercialização de produtos, vivências culturais e gastronômicas.

Para o governador, o evento é uma oportunidade de se promover o turismo no Espírito Santo. Casagrande lembrou que, além da região de montanhas, as demais regiões do Estado também estão se organizando para receber os turistas.

“As pessoas olham para o Brasil e não têm a mesma segurança que têm quando olham o Estado do Espírito Santo. O apoio a eventos como esse aqui é sim um instrumento de política pública. O Estado com o nível de organização que temos hoje, nos dá capacidade de fazer esses próximos quatro anos de muitas realizações. Estamos trabalhando muito e o turismo rural vai ser uma oportunidade de divulgarmos o nosso Estado para o Brasil e para todo o mundo”, afirmou.

O município de Venda Nova do Imigrante é referência em todo o País como o berço do Agroturismo, modalidade de turismo rural que associa a vivência do cotidiano agrícola ao lazer, à visitação e a valorização do meio ambiente.

Reconhecido como a Capital Nacional do setor pela Associação Brasileira de Turismo Rural (Abratur), o município capixaba começou a desenvolver o Agroturismo em 1987, quando a atividade nem tinha nome no Brasil. A denominação usada vem do italiano “agroiturismo” e foi na Itália que os primeiros empreendedores buscaram informações para a prática.

“Este é um momento importante para o Espírito Santo, quando todo o setor ligado ao agroturismo do País estará com os olhos voltados para esta exitosa história de transformação do modelo de produção agrícola familiar”, comentou o secretário de Estado de Turismo, Dorval Uliana, que destaca ainda o potencial turístico do Estado para os roteiros denominados turismo de experiência.

Entre os objetivos da feira, estão: geração de negócios, estímulo ao empreendedorismo, debate sobre a geração de políticas públicas e de conhecimento técnico, tendências e inovação e o fomento ao turismo de experiência nas propriedades rurais.

O evento está sendo organizado pela Secretaria de Estado de Turismo (Setur), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Convention Montanhas Capixabas, Agrotur, Prefeitura de Venda Nova do Imigrante, Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) e Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes).

Ascom Setur ES

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14 de agosto de 2019

Governo de MT quer estreitar parceria com o Chile para turismo



O Brasil foi o principal parceiro comercial do Chile na América Latina em 2018. O intercâmbio comercial bilateral foi de cerca de US$ 9,77 bilhões



Assessoria



Assessoria

A divulgação das belezas naturais e dos serviços de turismo de Mato Grosso deve ser ampliada para o Chile. Em visita oficial ao Estado nesta quinta-feira (08.08), o embaixador do Chile no Brasil, Fernando Schimidt, disse que gostaria de ver mais chilenos visitando a região.


 

“Poucos chilenos conhecem as potencialidades do Pantanal, por exemplo. Nós recebemos quase 600 mil turistas brasileiros por ano e acredito que muito pode ser feito para atrair os chilenos para cá também”, afirmou.

 

O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes, ressaltaou que o Estado está alinhado com a visão global de sustentabilidade.

 

“Não apenas a sustentabilidade dos ecossistemas, mas de sustentabilidade econômica respeitando as legislações ambientais”, disse.

 

O secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, César Miranda, informou que há a expectativa de que o processo de internacionalização do Aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande, seja resolvido até o final deste ano.

 

“Desta forma, conseguiremos maior integração com os países da América Latina e poderemos fomentar ainda mais o turismo em Mato Grosso”, ressaltou.

 

A Embaixada Chilena no Brasil está realizando visitas oficiais em todos os Estados brasileiros.

 

"Sempre temos muito a conversar com o Governo de Mato Grosso, pois também somos um país produtor de matérias agrícolas e exportador do agronegócio para todo o mundo. Produzimos, também, muita energia alternativa, o que nos faz sede da COP 25, o maior evento ambiental do mundo”, explicou o embaixador Schimidt.

 

O Brasil foi o principal parceiro comercial do Chile na América Latina em 2018. O intercâmbio comercial bilateral foi de cerca de US$ 9,77 bilhões – crescimento de 15% em relação ao ano anterior, de acordo com dados do Ministério da Economia. Entre os principais produtos exportados para o Chile estão óleos brutos de petróleo, carne, automóveis e tratores. Já o Brasil importa principalmente derivados de cobre, salmão e vinhos.

 

“Já está tudo montado para que os próprios empresários possam aproveitar as oportunidades que o Brasil e Mato Grosso oferecem, pois temos um acordo de livre comércio que faz sermos grandes parceiros. O Chile investiu no Brasil algo em torno de US$ 35 bilhões no último ano”, finalizou Fernando Schmidt.

Festival gastronômico reúne pratos típicos de 12 países em Cuiabá


Entrada para o festival é gratuita e os pratos podem ser apreciados com valores entre R$ 8 e R$ 30.

Por G1 MT

Programação acontece no Sesc Arsenal, em Cuiabá — Foto: Divulgação

O primeiro festival gastronômico internacional, em Cuiabá, acontecerá na sexta-feira (16) e no sábado (17), no Sesc Arsenal, em Cuiabá. A 'Festa das Nações' deve reunir pratos típicos do Peru, Argentina, México, Brasil, Espanha, França, Alemanha, Itália, Portugal, Japão, Líbano e Tailândia.

Segundo a organização, a entrada para o festival é gratuita e os pratos podem ser apreciados com valores entre R$ 8 e R$ 30.

Além das comidas típicas, o evento também terá apresentações musicais. A expectativa é de que 4 mil pessoas participem do festival.

A cantora Carol Brandalise se apresentará na sexta-feira (16), a partir das 18h. Em seguida, serão apresentadas danças de nove países.

Já no sábado (17), o show será realizado pela cantora Karola Nunes. O público também poderá assistir apresentações de danças típicas da Índia, Argentina e Espanha.

5 orientações para visitar um paciente com Alzheimer


A doença de Alzheimer é um dos tipos mais comuns de demência e acomete, predominantemente, pacientes com mais de 65 anos. Além dos esquecimentos, alguns podem ter alterações de humor, ficar mais agressivos, melancólicos, apresentar problemas com a linguagem e julgamento. Por conta de tudo isso, quem visita um paciente com essa doença nem sempre sabe como deve agir, como se comportar e que tipos de atitudes evitar. 

Divulgação




O neurologista Gustavo Franklin traz algumas orientações muito válidas nesse sentido, para que a visita seja uma experiência positiva e tranquila para o paciente.

Apresente-se logo na chegada

Dependendo do estágio do Alzheimer, é possível que o paciente não reconheça mais nem mesmo familiares e amigos próximos, por isso, apresentar-se é importante. "Assim que você chegar, diga o seu nome e o seu grau de parentesco com o paciente. Não fique tentando incentivá-lo a adivinhar quem você é, porque ele pode ter dificuldades com isso e se sentir frustrado ou mesmo ficar agressivo". É importante evitar esse tipo de estresse, portanto, isso também vale para outros tipos de lembranças: não cobre que o paciente se lembre de algo. 

Mantenha a tranquilidade 

É normal que quem está visitando, especialmente se for a primeira vez, fique impressionado com a condição do paciente, ainda mais se a doença estiver avançada. "Não deixe que a sua preocupação transpareça: mantenha a serenidade e a tranquilidade ao falar e também na sua linguagem corporal". Mantenha o seu tom de voz e comportamento normal. 

Fale com naturalidade 

Esse tipo de demência pode comprometer a compreensão do paciente, porém, a recomendação é que as pessoas conversem normalmente. "Se ele não entender o que você falou, repita de forma mais devagar ou tente dizer a mesma coisa de outra maneira, mas sem adotar um tom infantilizado". Durante o diálogo, é recomendável fazer contato visual e chamar a pessoa pelo nome, mas sempre evitando se aproximar demais, para não invadir o seu espaço pessoal. 

Leve notícias! 

Na sua visita, você pode levar um jornal ou uma revista para compartilhar com o paciente algum artigo que tenha achado interessante, isso pode ajudar a exercitar as suas capacidades cognitivas. "Se for dividir alguma notícia com o paciente, sempre escolha aquelas que tenham um teor positivo, que possam deixá-lo mais animado!". Outra dica é levar algo para comer, como um bolo ou biscoito que a pessoa goste, mas nesse caso, lembre-se de perguntar para os familiares se ele está com alguma restrição alimentar. 

Prepare-se para interromper a visita 

É possível que o paciente fique irritado ou tenha algum tipo de reação nervosa. Nesse caso, o melhor é interromper a visita para que ele possa se tranquilizar e voltar em um outro momento. 

O mais importante é não abandonar o paciente, ou seja, continuar visitando-o, sempre com muita tranquilidade. Mesmo que ele não o reconheça mais, vai conseguir sentir o seu afeto e isso é extremamente importante.

Redação Bonde com Assessoria de Imprensa

Entenda porque o Brasil é o maior País Ambientalista do mundo...

[Por Airto Zamignan] - Balsas (MA),

À Cargill S/A,
Duas considerações, uma econômica e outra ambiental mostrando a dificuldade do produtor acreditar nessa empresa. E os motivos que tantas ONGs dizem estarem preocupadas com o meio ambiente Brasileiro.
Econômica: Hoje algumas fazendas na região dos "Gerais de Balsas" conseguem produzir duas safras por ano. Uma de soja com 3.600 kg/ha e uma segunda safra de algodão. Um produtor Americano consegue fazer uma única safra por ano, com média de 3.300 kg/ha de soja. O produtor Australiano consegue fazer uma safra anual de algodão. Resumindo, um produtor Brasileiro consegue no mesmo período produzir mais ou igual, que um produtor Americano e um produtor Australiano juntos. Outra possibilidade do produtor Brasileiro na segunda safra, é plantar milho no lugar de algodão, colhendo (em alguns casos) mais de 9.000 kg/ha de milho. Ao passo que o Americano consegue produzir 10.000 kg/ha (porém o produtor Americano consegue uma única safra anual; soja ou milho. Ambas, não.) Ou seja, o produtor do cerrado Brasileiro consegue produzir por hectare(ha) anualmente o que um Americano levará dois anos.
Desconhecemos qualquer atividade econômica, em que um concorrente (Brasil) consegue obter o dobro de produção do outro (EUA). Entre gigantes mundiais, é raro acontecer o que ocorre com a agricultura do cerrado, em que um produtor (Brasileiro) consegue em alguns casos, ter uma eficiência e produtividade igual ou maior que seus concorrentes juntos (Americano e Australiano).
O mundo que hoje têm mais de 7 bilhões de pessoas, terá nos próximos 30 anos quase 10 bilhões; esse crescimento populacional ocorrerá principalmente na África e na Ásia. E vai modificar ainda mais o cenário econômico mundial. A Ásia terá 4 países (China, Índia, Indonésia e Japão) entre os 5 mais ricos. A Europa que a 25 anos atrás tinha três países entre as cinco maiores economias, não terá nenhum. A China vai ter uma economia maior que as dez (10) maiores economias Europeias juntas. E irá ultrapassar a economia Americana, que por um longo período foi a maior do mundo. Esse crescimento populacional e econômico Asiático beneficiará muito a América Latina, principalmente o Brasil que será o maior exportador de alimentos. Esse crescimento fará nosso país ser a sexta maior economia do mundo, superando individualmente cada país Europeu.
Ambientalmente, produtor do cerrado Maranhense pode usar 65% de sua área, menos APP (Área de preservação permanente). Exemplificando, se tiver 30%( nascentes de rios, matas ciliares, várzeas, morros, etc...) de 100 sobrariam 70; desses ele pode usar 65% ou seja, 70x65%= 45,5% de sua área total pode ser utilizados, os outros 44,5% terão que ficar para reserva.
Por outro lado o produtor Europeu ou Americano (onde estão as ONGs parceiras dessa empresa). Reserva legal: não existe. Área de preservação permanente e mata ciliares: não existe. Nascentes de rios, várzeas, córregos, que era possível ser drenado já o fizeram.
Qual a lógica dessas ONGs? Como o descrito a seguir. O Greenpeace fundado em 1971 no Canadá, atualmente tem sua sede na Holanda, país que usa 400% a mais que o Brasil de Defensivos Agrícola (agrotóxicos...) por hectare (Holanda 4,59 kg/ha, Brasil 1,16 kg/ha). A Holanda destruiu 99,7% de sua vegetação nativa, se fosse recompor 0,1% ao ano; levaria 1.000(mil anos), para recompor a destruição. Mas é mais absurdo ainda constatar, que em 48 anos de existência dessa ONG (preocupadíssima com o meio ambiente), se a mesma tivesse contribuído com apenas essa quantidade (0,1%) seu País teria hoje (4,8%), 16 vezes mais vegetação nativa que possui atualmente (0,3%).
Como acreditar na preocupação da Cargill com o meio ambiente, com ONGs e entidades parceiras de países que destruíram quase totalidade de sua flora e fauna. Pior, nada fazem para reflorestar e/ou reconstituir.

Atenciosamente, Airto Zamignan de Balsas (MA)